Brasil: população ajuda a definir nomes de ruas e vielas em favelas

Os moradores das comunidades e favelas beneficiadas pelo programa CEP para Todos estão ajudando a definir os nomes de ruas vielas para a formalização do endereçamento postal.
A ação faz parte da segunda etapa do programa desenvolvido pelo Ministério das Cidades em parceria com o Ministério das Comunicações e Correios que leva CEPs para todas as favelas do Brasil. A ideia é ampliar a participação popular na tomada de decisões e aumentar o sentimento de comunidade.
Os moradores das comunidades e favelas beneficiadas pelo programa CEP para Todos estão ajudando a definir os nomes de ruas vielas para a formalização do endereçamento postal. A ação faz parte da segunda etapa do programa desenvolvido pelo Ministério das Cidades em parceria com o Ministério das Comunicações e Correios que leva CEPs para todas as favelas do Brasil. A ideia é ampliar a participação popular na tomada de decisões e aumentar o sentimento de comunidade.
Nesta etapa mais de 850 ruas, vielas e becos em favelas em 10 estados ganharam seus CEPs. Na primeira etapa, entregue em outubro, foram implantados CEPs únicos em 12.348 favelas, onde vivem 16,4 milhões de pessoas, a maioria 72,9% (11.956.131 milhões) pretas e pardas.
No jardim Pajussara, em Mauá, agora há a rua Angela Lima Souza, escolhida por decisão dos moradores em homenagem a uma das primeiras moradoras da ocupação. Angela, que faleceu precocemente vítima de câncer, ficou conhecida por seu trabalho como merendeira e pela participação na fundação do Sport Club Carneiro, time local.
Ao todo, 54 ruas foram beneficiadas, alcançando cerca de três mil famílias.








