Uma mulher que estava no segundo mês da gestação morreu depois de ser agredida por uma esteticista em Potim, interior paulista.
Segundo informações, a agressora acusava a vítima de ter um caso com o marido dela. As duas discutiram e a gestante foi agredida com socos e chutes no meio da rua.
Ela perdeu a consciência, foi socorrida ao hospital, ficou internada, mas morreu de complicações. O caso foi registrado como lesão corporal, mas a esteticista ainda não é considerada suspeita pela polícia.
Nas redes sociais, ela disse que não matou ninguém e que o laudo vai dizer que a causa da morte não foi a agressão.
Casos de crimes raciais ganharam notoriedade nos últimos dias. A situação vivida pelo cantor seu Jorge, que foi alvo de xingamentos durante um show, e pelo humorista Eddy Junior, impedido de entrar em um elevador junto da sua vizinha, fizeram o debate sobre esse tipo de ocorrência voltar a ficar em alta. No Rio Grande do Norte, um caso de racismo ou de injúria racial é registrado a cada dois dias em 2022, conforme dados da Coordenadoria de Informações Estatísticas e Análises Criminais (Coine), da Secretaria de Segurança do Estado (Sesed).
De acordo com os números apresentados desde janeiro até o dia 30 de setembro, o RN já teve 24 casos de racismo e 108 de injúria racial, que é o mais recorrente por se tratar de ofensas e xingamentos. Em 2021, 102 casos do tipo foram registrados. No entanto, pelo fato de ainda não ter sido implantado o sistema de Procedimentos Policiais Eletrônicos (PPE), os números não são precisos.
Conforme a delegada da Polícia Civil, Paoulla Maués, os crimes diretos de racismo possuem um índice menor também por conta da especificação da lei, que considera apenas siutações em que, atrelado aos fatores da injúria, há uma distinção de atendimento ou recepção por conta da cor da pele.
“Racismo, além da ofensa em razão da cor e religião, há também a segregação da pessoa, em razão dessa condição. Por exemplo, proibir o acesso de alguém a um cargo de aministração pública, ou contratação em iniciativa privada, recusar uma hospedagem ou entrada em restaurante”, contou.
A injúria racial é de ação penal pública, condicionada à representação da vítima. Ou seja, o alvo da injúria precisa registrar ocorrência e manifestar o desejo de representar o criminoso. Assim como o racismo, é imprescritível e inafiançável e a pena é de até três anos.
Para prestar melhor atenção a estes tipos de crime, uma nova delegacia de combate à intolerância e ao racismo será implantada dentro do Departamento de Proteção a Grupos em Situação de Vulnerabilidade Social (DPGV). O intuito é poder registrar melhor os casos e evitar que pessoas se sintam a vontade para realizar denúncias.
Segundo a Polícia Civil, ainda há um percentual considerável de vítimas que evitam levar o caso adiante. Segundo Paoulla, alguns agentes recém-convocados serão utilizados para o auxílio do andamento desta unidade para melhor apurar os casos relacionados aos crimes raciais.
Clientes da empresa Sidy’s TV Internet sofreram tentativas de golpes pelo whatsApp na tarde desta sexta-feira(23), um suposto homem mandou mensagens para clientes orientando regularização de débitos com a empresa oferecendo descontos de 50%.
O Blog do repórter Cleto Filho entrou em contato com a direção da Sidy’s onde foi informado que as medidas no âmbito da policia judiciária já estão sendo tomadas.
A influenciadora digital russa Anastasia Grishman, de 26 anos, foi encontrada morta no apartamento onde vivia em São Petersburgo, com seis marcas de facadas na região do pescoço. De acordo com o site Euro Weekly News, o namorado dela, Dmitri Chernyshov, teria confessado o crime e foi preso. Ele tinha condenações anteriores por roubo e evasão militar.
Muita conhecida entre os usuários russos do aplicativo TikTok e do OnlyFans, Anastasia estava desaparecida há mais de uma semana. Amigos acionaram a polícia, que precisou arrombar a porta do apartamento da jovem e descobriram o corpo.
A Polícia Civil do Rio Grande do Norte (PCRN), por meio da Delegacia Especializada na Proteção da Criança e do Adolescente de Natal (DPCA), identificou na tarde desta quinta-feira (8), o suspeito de estuprar um menino de 10 anos dentro do banheiro de um shopping de Natal. O crime aconteceu no dia 9 de julho.
UDe acordo com a titular da DPC, a delegada Igara Rocha, após a divulgação das imagens do suspeito, a polícia recebeu várias denúncias, inclusive com fotos, sobre a identidade do suspeito.
Após um levantamento feito pela equipe de investigação da delegacia, nós verificamos que ele responde dois inquéritos policiais, um de 2012 e outro de 2017, pelo crime de estupro de vulnerável. As duas situações muito parecidas com essa, as vítimas eram crianças também. Nas duas situações ele chegou a ser preso, mas depois foi colocado em liberdade”, disse Igara.
A ação criminosa aconteceu em um sábado, dia 09 deste mês, por volta das 18h30min, consistindo no ato do suspeito obrigar um menino de 10 anos a praticar atos sexuais com ele no interior de um banheiro do shopping.
Nas imagens colhidas pela equipe de investigação da DPCA/NATAL é possível verificar que o suspeito permaneceu 32 (trinta e dois) minutos no interior do banheiro e que ele saiu do local vestindo outra camisa.
A delegada explicou a vítima entrou no banheiro depois do suspeito, ficou no local por volta de quinze minutos e saiu aparentando estar nervoso. Ainda segundo a polícia, o pai da criança estava aguardando por ela na praça de alimentação.
“A orientação que a gente pode dar é que os pais acompanhem os filhos nessas situações, porque onde há criança, há o abusador e ele se aproveita justamente desse momento que a criança está sozinha”, contou a delegada.
O desembargador Joaquim Domingos de Almeida Neto, da Sétima Câmara Criminal do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro, relator da decisão do retorno da professora Monique Medeiros da Costa e Silva para o sistema penitenciário, a encaminhou para cumprimento de pena no Instituto Penal Santo Expedito, em Bangu, na capital carioca. A decisão leva em conta restrições para o encarceramento feminino no Batalhão Especial Prisional da Polícia Militar, local anteriormente determinado para a pena.
No despacho, o magistrado informou que a custódia provisória feminina de Monique Medeiros em Bangu fica na área de maior segurança de prisão especial do Estado, e que no batalhão prisional ficaria impossibilitado o banho de sol para a detenta.
Monique Medeiros é acusada da morte do filho Henry Borel, no dia 8 de março do ano passado, juntamente com o ex-vereador Jairo Souza dos Santos Júnior, o Dr. Jairinho, na época, companheiro de Monique. A professora chegou ontem à noite à 16ª delegacia policial, na Barra da Tijuca, zona oeste do Rio de Janeiro, de onde foi levada hoje para o Instituto Médico Legal (IML), onde realizou exames de entrada no sistema prisional do estado.
Por meio de nota, a Secretaria de Estado de Administração Penitenciária (Seap) informa que Monique Medeiros passou por audiência de custódia nesta quarta-feira, (29) e após decisão judicial, foi encaminhada para o Instituto Penal Santo Expedito, em Bangu, onde já se encontra acautelada.
O Instituto Técnico-Científico de Perícia do Rio Grande do Norte (Itep-RN) concluiu o laudo de conjunção carnal que comprovou que Adalgisa Fagundes Neves, de 61 anos, foi estuprada antes da morte. O corpo foi encontrado no último dia 23 de maio em Baraúna, mas a idosa só morreu em Mossoró, na Região Oeste do RN, no mesmo dia.
Segundo o delegado Luiz Fernando, responsável pelas investigações, o inquérito foi remetido à Justiça com o indiciamento por homicídio e estupro. O resultado foi divulgado na quinta-feira (23).
“Ela teve um traumatismo craniano pelas agressões. O resultado do laudo foi anexado ao inquérito remetido à Justiça”, afirma Luiz.
O suspeito de cometer o crime é Matheus Mangueira da Silva, de 23 anos, que segue foragido da justiça.
Morreu, no hospital, a mulher que foi baleada pelo marido em São Bento, no Sertão da Paraíba. O crime aconteceu às 10h da manhã desta quinta-feira (2) quando o homem atacou não somente a esposa, mas também os pais dela, que morreram no local do atentado.
O marido foi preso quando tentava fugir da cidade. Ele foi levado para a delegacia de São Bento, juntamente com a arma que teria sido usada no crime. Segundo informações repassadas pelos policiais militares que atuam em São Bento, o acusado chegou em casa armado, atirou contra a esposa, depois atirou na sogra e, quando estava saindo da residência, encontrou o sogro e o baleou.
A Polícia Federal deflagrou nesta quarta-feira (1º) a Operação QRT visando combater possível crime de desenvolvimento clandestino de atividades de telecomunicação na cidade de Pau dos Ferros, Região Oeste Potiguar.
Oito policiais federais estão cumprindo dois mandados de busca e apreensão expedidos pela 12ª Vara Federal/RN.
De acordo com as investigações foram levantados indícios que apontaram a existência de duas rádios clandestinas em funcionamento em residências distintas naquele município, conduta penalmente prevista na Lei Geral de Telecomunicações, e que pode resultar aos implicados, em caso de condenação, na pena de dois a quatro anos de prisão, além de multa de R$ 10 mil (artigo 183 da Lei nº 9.472/1997).
O nome da operação “QRT” faz referência ao código utilizado nas comunicações pelas forças de segurança e significa “fora do ar”.
Um grupo de homens encapuzados e armados invadiu uma agência bancária próxima ao Parque da Criança, em Campina Grande. O assalto ocorreu na tarde desta quarta-feira (11).
Segundo informações apuradas pela TV Correio, os homens renderam uma vigilante e roubaram a arma que ele usava. Eles também teriam levado uma quantia em dinheiro dos caixas.
Uma funcionária que trabalha na agência relatou como foi o momento da invasão. “Ouvi o barulho e quando vi que a vigilante tinha se afastado, vi todo mundo correndo. Peguei meu celular e saí correndo também. Ficamos no final da agência, mas muita gente ficou no atendimento”, disse.
Até a publicação desta matéria, a polícia ainda não havia localizado os suspeitos da ação criminosa.