Nesta terça-feira, 21, a Receita Federal apreendeu nos Correios aproximadamente 19kg de Skank e 1500 comprimidos de ecstasy, em operação realizada no Centro de Distribuição dos Correios em Natal.
A droga iria para destinatários no Rio Grande do Norte, como forma de tentar ludibriar a fiscalização.
Com a utilização de dois cães de faro, faz parte das ações da Receita Federal no combate ao tráfico de drogas, contrabando e descaminho, contrafação e pirataria. A operação é resultado de trabalho integrado de inteligência e de análise de risco.
A Polícia Federal se encarregará das investigações para identificar os responsáveis pelo crime, bem como receberá as drogas.
A partir dessa apreensão, mais de 2,5 toneladas de cocaína apreendidas apenas no ano de 2021, no Porto de Natal. Essa apreensão de drogas se soma a outras apreensões realizadas pela Receita Federal aqui na capital.
Restos mortais foram localizados pela equipe da Polícia Federal a cerca de três quilômetros do Rio Itaguaí e levados para perícia. Foto: TV Brasil
A Polícia Federal afirmou ontem que restos mortais encontrados na região do Vale do Javari, no extremo oeste do Amazonas, são do jornalista britânico Dom Phillips, de 57 anos. Ainda de acordo com a corporação, o assassinato do repórter e do indigenista Bruno Pereira, de 41 anos, não teve um mandante. Dois pescadores já estão detidos por suposto envolvimento no caso, e um terceiro mandado de prisão foi expedido, mas o suspeito não havia sido localizado.
A análise de corpos feita no Instituto Nacional de Criminalística, em Brasília, confirmou a identidade do repórter. Os peritos fizeram exames na arcada dentária e usaram técnicas de antropologia forense, que analisa características físicas, como estrutura óssea. O Portal Estadão apurou que o material ainda deve passar por uma análise de DNA para uma terceira confirmação.
“Encontram-se em curso os trabalhos para completa identificação dos remanescentes, para a compreensão das causas das mortes, assim como para indicação da dinâmica do crime e ocultação dos corpos”, diz um trecho do comunicado divulgado pela PF. Os peritos trabalham agora na identificação de Pereira, o que deve ser feito por meio de DNA.
Na quarta-feira à noite, a PF anunciou que Amarildo Oliveira, o “Pelado”, havia confessado a morte da dupla, que estava desaparecida desde o dia 5 deste mês. O suspeito apontou aos agentes o local onde estavam os corpos. Os restos mortais foram localizados a cerca de três quilômetros do Rio Itaguaí, em Atalaia do Norte (AM).
Segundo o depoimento de Pelado, a intenção era matar Pereira, servidor licenciado da Fundação Nacional do Índio (Funai), em razão do trabalho desenvolvido por ele para coibir pesca ilegal em terra indígena. Com Pelado, está preso também seu irmão, o pescador Oseney da Costa de Oliveira, o “Dos Santos”, por envolvimento no caso.
Mais cedo, os investigadores informaram ontem que os assassinos agiram sozinhos e que o crime não teve um mandante. O envolvimento de facções criminosas também foi descartado. O narcotráfico atua naquela região de tríplice fronteira com Peru e Colômbia.
As linhas de investigação foram consideradas inicialmente tanto por causa do trabalho desenvolvido por Pereira, que orientava moradores a denunciar irregularidades nas reservas indígenas, quanto pela presença de traficantes de drogas e armas, caçadores ilegais, madeireiros e garimpeiros na área. Os policiais federais desconfiam, no entanto, que mais pessoas tenham participado do assassinato. A PF afirmou que, “com o avanço das diligências, novas prisões poderão ocorrer” nos próximos dias. Tanto que, mais tarde, foi divulgado que havia sido expedido pela Justiça Estadual do Amazonas um mandado de prisão contra Jeferson da Silva Lima, conhecido “Pelado da Dinha”, que não fora localizado. Os agentes seguem ainda nas buscas pela embarcação usada por Pereira e Phillips, com apoio de indígenas da região.
Dom Phillips era jornalista e cobria Amazônia para o jornal inglês The Guardian. Foto: Reprodução / Twitter
Familiares britânicos do jornalista Dom Phillips se manifestaram na quinta-feira (16) a respeito da confirmação de seu assassinato e do indigenista Bruno Pereira, no Amazonas. Em nota divulgada via redes sociais, eles se dizem de “coração partido” e agradecem pelo esforço de buscas pela dupla, “especialmente aos grupos indígenas que trabalharam incansavelmente para encontrar evidências do ataque”.
“Estamos de coração partido com a confirmação de que Dom e Bruno foram assassinados e estendemos nossas mais profundas condolências a Alessandra, Beatriz e a outros membros brasileiros das famílias de ambos. Agradecemos a todos que participaram da busca, especialmente aos grupos indígenas que trabalharam incansavelmente para encontrar evidências do ataque” diz a nota.
No texto, a família também pede para que profissionais da mídia não a procurem pelos próximos dias, para que seja possível “lidar de forma privada com o que aconteceu”. “No devido tempo, daremos nossa perspectiva sobre a vida e o trabalho desses homens.”
Junto ao comunicado, foi divulgada novamente uma vaquinha de emergência para levantar fundos para os familiares da dupla.
Até o momento, a campanha já arrecadou 51 mil dólares.
A viatura CR 0308, do 2º Pelotão de trânsito, que pertence a 3ª CIPRV foi acionada para auxiliar aos motoristas, devido uma carreta ter ficado atravessada na RNT 226, nas proximidades do município de São Vicente na tarde desta terça-feira (24).
Os policiais isolaram a via e felizmente nenhum acidente foi registrado e o fluxo voltou ao normal. O subtenente da Silva, comandante do 2º Pel, estava comandando a ação e relatou que não demorou muito, após a chegada da polícia para a situação voltar a sua normalidade.
O ex-ministro Rogério Marinho em imagem de arquivo — Foto: Edu Andrade/Ministério da Economia
A Sexta Turma do Superior Tribunal de Justiça (STJ) decidiu manter nesta terça-feira (5) uma ação penal contra o ex-ministro do Desenvolvimento Regional Rogério Marinho (PL-RN) por peculato (apropriação de bem público).
O caso envolve a suposta contratação de funcionários fantasmas na Câmara Municipal de Natal, entre 2005 e 2007 – período em que ocupou a presidência da Casa Legislativa.
A investigação começou a partir de uma lista apreendida durante uma operação policial. O documento trazia cerca de 900 pessoas que teriam cargos na Câmara. Cada nome tinha ao lado o nome do suposto padrinho.
Os ministros julgaram um recurso da defesa de Marinho que pedia o encerramento da ação penal. Os advogados argumentaram que a denúncia oferecida pelo Ministério Público não tinha fundamento e que Marinho foi acusado sem a individualização de sua conduta, sendo denunciado apenas por ser o presidente da Câmara de Vereadores.
Por unanimidade, a Sexta Turma rejeitou o recurso. Os ministros seguiram o voto da relatora, Laurita Vaz. A ministra defendeu que a denúncia do Ministério Público tem os elementos necessários para que a acusação seja analisada.
A Polícia Rodoviária Federal (PRF) recuperou, na tarde desta quarta-feira (23), em meio a um canavial, em São José de Mipibu/RN, um veículo roubado.
Minutos após o roubo, o proprietário do veículo buscou a Unidade Operacional da PRF de São José de Mipibu para comunicar o crime. Após a denúncia, as equipes de serviço efetuaram buscas nos locais indicados pela vítima e encontraram o veículo abandonado em meio ao canavial.
Os suspeitos fugiram a pé quando perceberam a aproximação da PRF e ninguém foi preso.
Um policial militar do Rio Grande do Norte foi morto com pelo menos um tiro no início da manhã desta segunda-feira (21). O crime aconteceu nas proximidades da cidade de Remígio, no interior da Paraíba.
De acordo com a corporação potiguar, o militar foi identificado como Márcio Kleyson de Souza Silva e Silva, de 28 anos. Ele havia ingressado na PMRN em 2020 e era lotado no 15º Batalhão de Polícia Militar, na cidade de Jaçanã.
Segundo a PM, o policial estava em uma motocicleta quando foi alvejado com um tiro nas costas. Baleado, ele perdeu o controle do veículo e sofreu um acidente. Ele não resistiu.
Em nota, a Polícia Militar do RN lamentou a morte do soldado. “A Polícia Militar lamenta a morte deste honrado profissional de segurança pública, externando aos amigos, companheiros de trabalho e familiares, os nossos sentimentos de mais profundo pesar”, pontuou.
Até o momento, ninguém foi preso. A Polícia Civil da Paraíba vai investigar o crime.
Uma tentativa de assalto acabou sem sucesso para um criminoso na tarde desta terça-feira (15), no bairro de Nova Parnamirim, em Parnamirim, na Grande Natal. O bandido se passou por cliente de uma loja de roupas masculinas para tentar roubar o estabelecimento.
De acordo com as informações, ele chegou ao local por volta do meio-dia. Apenas uma funcionária estava no estabelecimento. O homem viu vários produtos e se dirigiu ao provador.
Na volta, ele anunciou o assalto. Para intimidar a vendedora, o criminoso mostrou uma pistola de cola quente. Nervosa, ela disse que não tinha dinheiro para entregar e foi obrigada a ir para os fundos.
Nesse momento, a mulher conseguiu chamar uma vizinha, que é lutadora de jiu-jitsu. O bandido tentou fugir, mas foi rendido pela faixa preta. A Polícia Militar foi acionada e conduziu o suspeito para a delegacia.
Embarcação com contrabando foi interceptada em alto mar no litoral cearense. (Foto: Divulgação / Polícia Federal)
A Polícia Federal prendeu 7 homens e realizou a apreensão de uma carga de 6,2 mil caixas de cigarros contrabandeados que eram transportados em uma embarcação na costa do vizinho estado cearense.
O flagrante foi resultado de um trabalho conjunto desenvolvido com a Marinha do Brasil, que utilizou o Navio-Patrulha Oceânico “Araguari”, e que contou com policiais federais no Rio Grande do Norte, que embarcaram em Natal.
O barco com a carga de cigarros foi interceptado mais próximo de Fortaleza, por isso foi escoltado até o Porto do Mucuripe, na capital cearense, onde chegou no final da noite da última sexta-feira, 11/03.
Autuados em flagrante, durante seus depoimentos, os presos não deram maiores detalhes sobre suas condutas, informando apenas que foram contratados para fazer o transporte das caixas.
Os acusados foram indiciados por crime de contrabando qualificado, conforme o artigo 334-A § 3º do Código Penal Brasileiro, que prevê pena de reclusão de 4 a 10 anos e encontram-se à disposição da Justiça Federal.
As investigações continuam para identificação de demais participantes do crime flagrado.