Um idoso foi vítima de latrocínio após sair de seu apartamento no cruzamento da avenida Prudente de Morais com avenida Jundiaí, em Natal, neste domingo (10).
Segundo a Polícia Militar (PM), três homens armados cometeram o crime, mas já estão presos. As armas foram apreendidas.
A vítima foi amarrada e colocada no banco traseiro. O carro seguiu em direção a São José do Mipibu, na Grande Natal
Três assaltantes foram presos na noite desta sexta-feira (8) pela Polícia Rodoviária Federal (PRF), após terem feito refém um motorista de aplicativo. A prisão aconteceu por volta das 20h, nas proximidades do Instituto Federal de Educação (IFRN), em Parnamirim, na região Metropolitana de Natal. O motorista foi resgatado pelos policiais e o carro dele, recuperado.
De acordo com a PRF, uma equipe fazia um patrulhamento na BR 101, quando observou um veículo suspeito, do tipo Classic, de cor branca. Ao perceber a presença da viatura, o condutor do veículo entrou em uma estrada carroçável, às margens da rodovia e seguiu em alta velocidade.
O carro foi seguido pelos policiais. Depois de percorrer aproximadamente dois quilômetros, o veículo entrou em um matagal e caiu em uma vala. No carro estavam quatro homens. Um deles tinha as mãos amarradas. Era a vítima, que informou à PRF ter sido sequestrada.
Os três bandidos foram presos. Junto com eles foram encontrados uma pistola, um aparelho celular, além da quantia de R$ 119 em espécie, valor que, segundo os policiais, havia sido roubado da vítima. Em depoimento à polícia, o motorista informou que recebeu uma chamada para uma corrida em Parnamirim. Chegando ao local, os três criminosos embarcaram no veículo e seguiram até o bairro de Emaús, onde foi anunciado o assalto.
A vítima foi amarrada e colocada no banco traseiro. O carro seguiu em direção a São José do Mipibu, na Grande Natal. O motorista relatou que sofreu ameaças de morte e que, durante o percurso, os assaltantes revelaram a intenção de praticar outros assaltos. Os bandidos foram presos e encaminhados à Central de Flagrantes em Natal. Eles responderão pelos crimes de associação criminosa, sequestro e cárcere privado, além de roubo de veículo.
Os dados da Coine apontam que os homicídios dolosos ao longo deste mês de abril saíram de 77 para 106 (aumento de 37,66%)
O deputado Ezequiel Ferreira (PSDB), presidente da Assembleia Legislativa do Rio Grande do Norte, solicitou ao Governo do Estado que sejam adotadas ações de combate à criminalidade no Estado diante dos elevados índices de violência registrados nos últimos meses. O parlamentar apresentou requerimento neste sentido endereçado à governadora Fátima Bezerra e ao secretário estadual de Segurança Pública, Francisco Araújo.
Na justificativa, o deputado relata que a violência cresceu no RN durante o mês de abril. Entre os dias 21 e 27 deste mês, o Estado registrou 142 Crimes Violentos Letais Intencionais (CVLIs). O aumento é de 28% com relação ao mesmo período do ano passado, quando 111 mortes foram contabilizadas. Os dados estatísticos são da Coordenadoria de Informações Estatísticas e Análise Criminal (Coine) da Secretaria de Estado da Segurança Pública e da Defesa Social (Sesed/RN).
Os dados da Coine apontam que os homicídios dolosos ao longo deste mês de abril saíram de 77 para 106 (aumento de 37,66%) em relação ao mesmo período do ano passado. As intervenções policiais resultaram em 10 mortes – sete a mais que em abril de 2019. Aumento de 70%. As lesões corporais seguidas de morte, feminicídios e latrocínios, por sua vez, apresentaram redução no período analisado.
Os crimes aconteceram nos dias 27 de fevereiro de 2018 e 07 de março de 2019, respectivamente
A Força-Tarefa de Combate às Facções Criminosas no Rio Grande do Norte, coordenada pela Polícia Federal, deu início, na manhã desta quinta-feira (16), à Operação Tríceps, para dar cumprimento a cinco mandados de prisão preventiva expedidos pela 11ª Vara Federal de Assu.
Os mandados foram expedidos contra pessoas envolvidas em práticas de arrombamentos e furtos em mais de 40 estabelecimentos comerciais nos estados de Alagoas, Pernambuco, Paraíba e Rio Grande do Norte.
Dentre os estabelecimentos arrombados e furtados, estão as agências dos Correios das cidades de Paraú e Triunfo Potiguar, ambas na região Oeste do Rio Grande do Norte. Os crimes aconteceram nos dias 27 de fevereiro de 2018 e 07 de março de 2019, respectivamente.
Segundo a PF, todos os presos possuem um extenso histórico criminal ligado à prática de crimes contra o patrimônio, e se envolveram em incidências de grande abalo social, especialmente em pequenos municípios do interior dos estados.
A Força-Tarefa de Combate às Facções Criminosas no Rio Grande do Norte é composta por policiais federais, policiais militares e policiais civis da Secretaria da Segurança Pública e da Defesa Social do estado (Sesed) e, ainda, por agentes penitenciários federais que atuam com o apoio da Secretaria de Operações Integradas do Ministério da Justiça e Segurança Pública (SEOPI/MJSP).
Ele desembarcou no Aeroporto Aluízio Alves por volta das 22h40, no voo TAP 5, vindo de Lisboa, Portugal, e foi recebido por policiais federais
O ex-governador da Paraíba, Ricardo Coutinho (PSB), foi preso na noite desta quinta-feira (19), em Natal, ao retornar de viagem à Europa.
Ele desembarcou no Aeroporto Aluízio Alves por volta das 22h40, no voo TAP 5, vindo de Lisboa, Portugal, e foi recebido por policiais federais. Em seguida, o ex-político foi encaminhado para a sede da Polícia Federal (PF) da Paraíba.
Apreendidas pela Polícia Civil e analisadas pela Folha de S.Paulo, as planilhas de controle de acesso indicam que, em 11 dessas visitas, Élcio sempre teve como destino a casa 65
O ex-policial militar Élcio Queiroz, acusado de participação no assassinato de Marielle Franco e do motorista Anderson Gomes, entrou ao menos 12 vezes no condomínio Vivendas da Barra de janeiro a outubro do ano passado -a vereadora do PSOL foi morta em março.
Apreendidas pela Polícia Civil e analisadas pela Folha de S.Paulo, as planilhas de controle de acesso indicam que, em 11 dessas visitas, Élcio sempre teve como destino a casa 65, de Ronnie Lessa, policial militar aposentado também acusado e preso pelo crime.
A única exceção é a entrada no dia do crime, 14 de março, quando a planilha manuscrita indica que a autorização de acesso na portaria foi dada por algum morador da casa 58, onde vivia o atual presidente Jair Bolsonaro -então deputado federal.
Essa menção ao imóvel do presidente passou a ser alvo de averiguação no mês passado quando um dos porteiros declarou, em depoimentos à polícia, que o ex-PM Élcio entrou no condomínio naquele dia após autorização do “seu Jair”, da casa 58.
A citação ao presidente, porém, logo foi considerada equivocada na investigação. Isso porque, no dia do crime, o então parlamentar Bolsonaro estava em Brasília e registrou presença em sessões de votação na Câmara.
Além disso, uma perícia feita pelo Ministério Público em gravações da portaria apontou que quem autorizou a entrada de Elcio naquele dia foi Ronnie Lessa.
Presos, tanto Élcio como Ronnie afirmaram em interrogatório na Justiça que são amigos de duas décadas e frequentam um a casa do outro.
As tabelas de controle de acesso ao condomínio têm colunas para que os porteiros indiquem as seguintes informações sobre o visitante: nome da pessoa, modelo, cor e placa do veículo, casa de destino, horário de entrada e de saída, identidade e de quem foi a autorização para entrar.
A reportagem identificou as entradas de Élcio com base na placa do carro que ele declarou à Polícia Civil. Trata-se de um Renault Logan, de placa AGH-8202, registrado em nome de sua mulher.
Além disso, as entradas descrevem seu número de identidade da PM –corporação da qual foi expulso em 2015. Na coluna de nome, por vezes ele aparece equivocadamente identificado como Elson.
Dos 12 acessos de Élcio no condomínio de janeiro a outubro de 2018, 3 ocorreram antes do crime –nos dias 11, 15 e 18 de fevereiro. As planilhas apontam como destino nessas ocasiões a casa 65.
Outras 8 entradas ocorreram após o assassinato de Marielle. A primeira delas se deu cinco dias após o crime, no dia 19. A segunda, em 14 de abril. Em maio, foram três visitas a Ronnie, segundo as planilhas: nos dias 16, 26 e 29. Há 2 acessos em junho (9 e 11) e outro no dia 6 de outubro.
Além do destino, existe outra diferença entre os 11 registros de entrada de Élcio à casa de Ronnie e o único que aponta como destino a antiga residência de Bolsonaro.
Em todos os acessos feitos para o imóvel de Ronnie, a coluna sobre o responsável pela autorização está preenchida –constam cinco nomes diferentes nesse período. Na referência à casa do presidente, o campo não foi preenchido.
As planilhas mostram ainda que os porteiros do condomínio se dividem em plantões com uma equipe de quatro pessoas. O funcionário que citou Bolsonaro em seu depoimento estava presente em 2 desses 12 acessos de Élcio ao Vivendas da Barra: no dia do crime, 14 de março, e depois em 6 de outubro.
A menção a Bolsonaro pelo porteiro levou a Promotoria a consultar o STF (Supremo Tribunal Federal) sobre a possibilidade de continuar com a investigação no Rio. A Procuradoria-Geral da República considerou não haver indícios contra o presidente e autorizou a sequência da apuração sobre o mandante do crime.
A primeira medida após a autorização da PGR foi recolher o computador da administração do condomínio. O objetivo dos peritos é analisar se houve alguma alteração no sistema de gravação de chamadas entre a portaria e as casas do local.
A gravação usada pelo Ministério Público para contradizer o porteiro faz parte de um CD entregue pelo próprio condomínio em outubro.
A Folha de S.Paulo revelou, contudo, que a perícia da Promotoria não avaliou a possibilidade de algum arquivo ter sido apagado ou renomeado antes de ser entregue às autoridades. Ela tinha como único objetivo instruir a ação penal contra os acusados de matar Marielle e Anderson, provando o encontro dos dois réus.
Em paralelo, a Polícia Federal abriu inquérito para apurar possíveis delitos de obstrução de Justiça, falso testemunho e denunciação caluniosa pelo porteiro contra Bolsonaro.
O presidente atribuiu o depoimento do porteiro como uma suposta influência do governador Wilson Witzel (PSC) na condução do inquérito. Eleito colando sua imagem à de Bolsonaro, o chefe do Executivo fluminense viu a família presidencial romper com a aliança há dois meses.
A investigação iniciada logo após o assassinato, em 14 de março, teve falhas reconhecidas pelo delegado Giniton Lages, responsável pelo inquérito até março deste ano, quando Ronnie Lessa e Élcio Queiroz foram presos.
As falhas atrasaram a identificação dos acusados do crime e ocorreram na coleta e análise de imagens a fim de identificar o trajeto feito pelo veículo usado pelos assassinos, um Cobalt. Isso impediu, inclusive, que a polícia pudesse determinar se o carro saiu ou não do condomínio Vivendas da Barra.
Os delegados e delegadas que compõem a Divisão de Combate ao Homicídio e Proteção a Pessoa (DHPP) também decidiram que não irão mais fazer os trabalhos de locais de homicídios
Neste final de semana, 38 municípios da região Oeste potiguar estão funcionando com apenas um delegado de Polícia Civil para atender todas as ocorrências criminais. Além disso, as prisões em flagrantes de 32 outros municípios, incluindo os situados nas regiões de Santa Cruz, João Câmara e Grande Natal, serão encaminhadas para as Plantões Norte e Sul da capital, pela ausência de delegados voluntários no interior do estado.
Nessa quinta-feira (14) os delegados de polícia decidiram manter a mobilização que iniciaram esta semana, de não trabalhar fora do horário convencional de trabalho, em protesto pela demora do governo em analisar pleitos emergenciais da categoria.
Atualmente, em razão do déficit de efetivo, os delegados além de cumprirem o expediente de segunda a sexta-feira nas delegacias, voluntariam-se a trabalhar nos finais de semana e feriados, mediante o pagamento de diárias operacionais. Porém, eles decidiram a partir de agora por rejeitar tais diárias.
Os delegados e delegadas que compõem a Divisão de Combate ao Homicídio e Proteção a Pessoa (DHPP) também decidiram por unanimidade, que não irão mais fazer os trabalhos de locais de homicídios fora de sua carga horária.
Segue a lista de municípios que estão sem delegados neste final de semana PAU DOS FERROS ÁGUA NOVA FRANCISCO DANTAS RAFAEL FERNANDES RIACHO DE SANTANA SÃO FRANCISCO DO OESTE PORTALEGRE DOUTOR SEVERIANO ENCANTO VENHA VER CORONEL JOÃO PESSOA RIACHO DA CRUZ TABULEIRO GRANDE VIÇOSA CARAUBAS CAMPO GRANDE TRIUNFO POTIGUAR PARAÚ MARCELINO VIEIRA ALMINO AFONSO UMARIZAL LUCRÉCIA RAFAEL GODEIRO FRUTUOSO GOMES OLHA D’ÁGUA DOS BORGES MESSIAS TARGINO JANDUIS ALEXANDRIA ANTONIO MARTINS MARTINS SERRINHA DOS PINTOS JOÃO DIAS PILÕES TENENTE ANANIAS LUIS GOMES JOSÉ DA PENHA MAJOR SALES PARANÁ SANTA CRUZ CAMPO REDONDO CORONEL EZEQUIEL JAPÍ LAJES PINTADA SÃO BENTO DO TRAIRÍ JAÇANÃ BOA SAÚDE SERRA CAIADA SENADOR ELOI DE SOUZA SÍTIO NOVO TAIPU BENTO FERNANDES JANDAÍRA PARAZINHO JARDIM DE ANGICOS TOUROS SÃO MIGUEL DO GOSTOSO RIO DO FOGO SÃO BENTO DO NORTE CAIÇARA DO NORTE PEDRA GRANDE JOAO CAMARA IELMO MARINHO CEARA MIRIM PUREZA EXTREMOZ MAXARANGUAPE POÇO BRANCO PARNAMIRIM SÃO JOSE MIPIBU MACAIBA
O veículo havia sido roubado no dia 04 de novembro
Um casal que conduzia um veículo com registro de roubo, foi detido na manhã da última quinta-feira (7), pela Polícia Rodoviária Federal (PRF), na BR 232, em Gravatá, Agreste Pernambucano. O veículo havia sido roubado no dia 04 de novembro na cidade de Currais Novos, Rio Grande Norte.
Durante uma fiscalização de rotina, policias rodoviários Federais deram ordem de parada a um veículo e após consulta aos sistemas foi constatado que o carro possuía registro de roubo. Ao ser questionado sobre a compra do veículo, o condutor informou que teria adquirido o carro pelo valor de R$ 2.000 e que sabia que o veículo era roubado.
O casal foi detido e encaminhado junto com o veículo para a delegacia de Polícia Civil de Gravatá, que dará continuidade aos procedimentos legais. Em princípio, responderá pelo crime de receptação.