Rodovia às margens de falésia no litoral Sul do RN pode desabar, alerta relatório

Um trecho da rodovia RN-063, na praia de Barra de Tabatinga, no município de Nísia Floresta, está sob risco de desabamento. A via fica a poucos metros de uma falésia. O risco foi divulgado em relatório do Projeto Falésias, desenvolvido por pesquisadores da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN) e da Universidade Federal do Ceará (UFC).

De acordo com o documento, a rodovia está ameaçada por um intenso processo de voçorocamento, que é um fenômeno geológico que consiste na formação de grandes buracos de erosão. O relatório indica 15 ocorrências em menos de 100 m².

Vale lembrar ainda que, na Praia de Pipa, parte da falésia desabou em janeiro deste ano, não tendo deixado feridos. O trecho, entre a Praia do Centro e a Baía dos Golfinhos, foi o mesmo em que, em 2020, morreu uma família inteira após um deslizamento. 

De acordo com os pesquisadores, o promontório da Baía dos Golfinhos configura atualmente zona de risco elevado por apresentar cicatrizes de colapso, fratura de desplacamento, reentrância erosional e, em sua base, blocos recém-colapsados.

“A ocupação da borda do Tabuleiro, nas proximidades da falésia, além de aumentar a instabilidade da área, gera uma zona de risco duplo. Tanto para quem está em cima, ter sua construção destruída pela erosão, quanto para quem transita pela praia”, destaca o professor Rubson Pinheiro, do Curso de Geografia da UFC e um dos coordenadores do Projeto Falésias, ao falar sobre o processo erosivo nesses paredões litorâneos.

Além das construções urbanas, outros fatores de impacto são tráfego de veículos, drenagem pluvial inadequada de rodovias e até mesmo consequências diretas do aquecimento global. “Temos um contexto de elevação do nível do mar associado a praias estreitas. Assim, nas marés altas, as ondas incidem diretamente na base das falésias acelerando sua erosão”, acrescenta o professor. Segundo o relatório da pesquisa, atualmente 60% da costa norte-riograndense, um total de 245 quilômetros, sofre erosão ou ação de processos erosivos.

Turismo

Outro elemento que tem repercutido na erosão das falésias é o fluxo turístico desordenado. Com um grande trânsito de veículos nessas praias, que estacionam na borda das escarpas, ou de banhistas, que posam para fotos ao lado de placas de aviso de perigo, acidentes, inclusive fatais, são iminentes. 

“De imediato, é preciso estabelecer restrições e disseminar a cultura do risco entre os turistas. Como medida emergencial, estamos orientando a Defesa Civil a colocar placas nos lugares mais críticos, e as Prefeituras, para colocar guardas municipais orientando os turistas”, relata o docente.

Projeto 

Com financiamento do Ministério do Desenvolvimento Regional (MDR), o projeto Falésias desenvolveu suas ações de março a novembro de 2021, com o objetivo de elaborar um diagnóstico e apontar ações mitigadoras de riscos nas falésias de Pipa, no município de Tibau do Sul, e Barra de Tabatinga, em Nísia Floresta, no Rio Grande do Norte. 

A iniciativa contou com uma equipe de geógrafos, geólogos, engenheiro civil, além de estudantes de graduação, que atuaram na coleta de dados e imagens em alta resolução por meio de tecnologias como drones, radares e scanners. Nesse processo foram consideradas as particularidades geológicas e geomorfológicas, bem como as dinâmicas costeira, territorial, ambiental e cultural.

No início deste ano foi divulgado o relatório final do projeto que detectou situações preocupantes nos municípios estudados: foram encontradas alterações como fraturas, voçorocas (erosão causada pela chuva), formação de reentrâncias, e cicatrizes de colapso de blocos, representando, assim, um grande risco tanto para pessoas ou veículos que transitem no topo quanto para banhistas que passeiam próximo à base das falésias analisadas.



RN terá trimestre com chuvas de normal a acima do normal, prevê Emparn

O cenário é favorável para chuvas durante período de fevereiro a abril de 2022 no Norte do Nordeste brasileiro. Para a região do semiárido do Rio Grande do Norte, o prognóstico é de volumes de normal a acima do normal. 

O resultado foi divulgado nesta quinta-feira (20) a partir da Reunião de Análise e Previsão Climática para o Norte do Nordeste do Brasil, coordenada pela Fundação Cearense de Meteorologia (FUNCEME), que contou com a participação da equipe da Empresa de Pesquisa do Rio Grande do Norte (Emparn) e de pesquisadores e especialistas de centros estaduais de meteorologia do Nordeste e outras instituições.

“A atuação da Zona de Convergência Intertropical (ZTCI) associada ao esfriamento das águas do oceano Pacífico (Lã Niña) são algumas das condições meteorológicas que se apresentam favoráveis para a ocorrência de chuvas no RN no próximo trimestre”, disse o chefe da unidade de Meteorologia da Emparn, Gilmar Bristot.

A temperatura das águas superficiais dos oceanos Atlântico e Pacífico, a condição dos ventos alísios de sudeste e o deslocamento da Zona de Convergência Intertropical (ZCIT) sobre a região foram alguns dos parâmetros que os pesquisadores avaliaram durante a reunião virtual realizada na última quarta-feira (19).

O Monitor da Seca, do mês de dezembro/21, publicado pela Agência Nacional de Águas (ANA) em janeiro, registrou o recuo da área da seca grave no norte do estado, devido ao aumento das chuvas no mês. “Desde dezembro estamos observando uma boa distribuição das precipitações tanto em volume como em espaço territorial no RN refletindo inclusive na área da seca no estado”, comentou Bristot.

Em 2021, o Rio Grande do Norte registrou chuvas abaixo do esperado na maior parte do seu território. “Somente a região do Alto Oeste registrou volumes positivos que variaram entre 800 e 1000 milímetros, em 2021. No restante do RN, a média foi abaixo de 600mm”, comentou Bristot.

Reunião Climática

A Reunião de Análise e Previsão Climática para o semiárido potiguar, para apresentar a previsão para o período do inverno no interior, que ocorre de março à maio, está programada para a segunda quinzena de fevereiro.

Previsão para o trimestre fevereiro, março e abril de 2022-chuva mínima esperada:

OESTE
Fevereiro – 116,5mm
Março – 197,5mm
Abril – 180,2mm

CENTRAL
Fevereiro – 93,2mm
Março – 155,1mm
Abril – 150,2mm

AGRESTE
Fevereiro – 69,6mm
Março – 119,2mm
Abril – 133,0mm

LESTE
Fevereiro – 92,2mm
Março – 166,9mm
Abril – 195,8mm



Reservatórios vão encerrar o ano em nível maior que 2020 por aumento de chuvas

O nível dos reservatórios do Sistema Integrado Nacional (SIN), que abrange o complexo de armazenamento energético do país, encerrará este ano com um panorama melhor do que em dezembro do ano passado.

De acordo com dados disponibilizados no site do Operador Nacional do Sistema elétrico (ONS), os subsistemas Nordeste, Norte, Sudeste/Centro-Oeste e Sul terminaram o ano de 2020, respectivamente, com 46,1%, 28,1%, 18,67% e 27,5%, de energia armazenada nas usinas. Este ano, segundo o operador, eles terminarão com 47,15%, 41%, 23,53% e 44%.

Durante 2021, o armazenamento energético do SIN oscilou, devido à crise hídrica que assolou país, classificada como a pior dos últimos 91 anos. Dessa forma, as hidrelétricas deixaram de produzir muito e as termelétricas precisaram ser acionadas. Uma das consequências foi o encarecimento da energia elétrica, que aumentou 20,09% no último ano.

Segundo o ex-presidente da Empresa de Pesquisa Energética (EPE) e professor da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), Mauricio Tolmasquim, para o ano de 2022, as previsões apontam que o país terá mais chuvas do que em 2021, e as precipitações nos meses de outubro, novembro e dezembro contribuíram para o cenário atual, de mais conforto.

“Houve uma melhora muito grande nesses meses, porque choveu razoavelmente bem. O problema era justamente chegar em novembro com a probabilidade de não atender a demanda dessa época do ano, que é mais alta. Então a chuva acima que do esperado ajudou, mas ainda estamos despachando mais térmica que o normal nessa época ano.”, explica.

O diretor-geral do ONS, Luiz Carlos Ciocchi, afirmou na semana passada que o nível dos reservatórios não será motivo para ocorrer racionamento de energia elétrica ou apagão em 2022. Ciocchi disse que os reservatórios devem chegar ao período seco de 2022 mais cheios do que estavam nesta fase de 2021, abastecidos entre 58% e 62% ao fim do período úmido. Ele também destacou a expansão da infraestrutura do sistema.

“Devemos ter a entrada de mais 10 mil megawatts de energia nova no sistema ao longo de 2020, e mais linhas de transmissão, favorecendo trazer mais energia do Norte e do Nordeste para o Sudeste. Uma situação bastante boa que devemos ter para rodar em 2022”, explica.

A previsão do professor Tolmasquin converge com a previsão anunciada pelo órgão. Segundo ele, o aumento das chuvas no ano que vem ajudará a desativar algumas térmicas, o que pode baratear a conta de luz.

“Se as chuvas continuarem abundantes, tem que continuar desligando as térmicas, principalmente por conta do preço desse tipo de energia. Por mais que não tenha tido racionamento, tivemos um choque de preços que atingiu a economia e vai durar nos próximos anos. Ou seja, o racionamento foi evitado, mas isso não é de graça, e vai deixar uma conta muito salgada para os consumidores nos próximos anos.”, afirma o engenheiro.

O especialista pontua ainda a importância de se agilizar a transição das matrizes energéticas no Brasil. Segundo o ONS, hoje, 63,2% da matriz energética do Brasil vem das hidrelétricas, enquanto 21,69% vêm das usinas termelétricas. As energias eólica e solar correspondem, respectivamente, a 11,39% e 2,62% do sistema.



Prefeito de Serra Negra do Norte é eleito presidente do Consórcio de Resíduos Sólidos do Seridó

Serginho assume o Consórcio no biênio 2021-2022

A nova diretoria do Consórcio Público Regional de Resíduos Sólidos do Seridó foi eleita nesta segunda-feira (11). A reunião virtual aclamou de forma unânime a chapa única encabeçada pelo prefeito da cidade de Serra Negra do Norte, Sérgio Fernandes, para o biênio 2021-2022.

Abrangendo 25 municípios (24 da região do Seridó além de Santana do Matos), o consórcio em 2021 deverá debater pautas importantes, com foco na proteção do meio-ambiente. Além de Serginho como presidente, a nova composição tem como vice-presidente o prefeito de Lagoa Nova, Luciano Santos, que já esteve à frente do órgão; o prefeito de Timbaúba dos Batistas, Ivanildinho, como tesoureiro. Já no conselho fiscal os prefeitos Odon de Currais Novos, Amazan de Jardim do Seridó e Gilson de Carnaúba dos Dantas.

O Consórcio de Resíduos Sólidos do Seridó foi formalizado em 2009 e a grande luta dos gestores é quanto à viabilidade de contar com um aterro regional para destinação adequada dos rejeitos. Para Serginho um grande desafio que abraça e tentará lutar por toda região. “Com o sentimento de unidade e amor ao nosso Seridó, aceitei o desafio, que não será fácil. Mas, com a ajuda de todos os prefeitos, vamos tirar do papel o sonho de construção do aterro sanitário da região do Seridó”.



Poluição de plástico em oceanos pode triplicar até 2040, alerta estudo

A nova pesquisa, produzida por cientistas e especialistas da indústria para o The Pew Charitable Trusts e a Systemiq, oferece soluções que poderiam cortar em mais de 80% o volume projetado de plástico nos oceanos

A quantidade de resíduo plástico fluindo para os oceanos e matando a vida marinha pode triplicar nos próximos 20 anos, a menos que empresas e governos consigam diminuir drasticamente a poluição provocada pelo produto, mostrou estudo publicado nessa quinta-feira (23).

O consumo de plástico descartável aumentou durante a pandemia do novo coronavírus, de acordo com a organização não governamental (ONG) Associação Internacional de Resíduos Sólidos. Máscaras e luvas de látex estão indo parar em praias remotas da Ásia todos os dias. Aterros sanitários de todo o mundo estão recebendo quantidades recordes de embalagens de comida e de outros tipos de produtos entregues em domicílio.

A nova pesquisa, produzida por cientistas e especialistas da indústria para o The Pew Charitable Trusts e a Systemiq, oferece soluções que poderiam cortar em mais de 80% o volume projetado de plástico nos oceanos.

O roteiro para conter a crise desenfreada de resíduo plástico lançado nos oceanos é um dos mais detalhados já apresentados em estudo. No entanto, se nenhuma ação for tomada, a quantidade de plástico seguindo para os mares a cada ano aumentará de 11 milhões de toneladas para 29 milhões, deixando um acúmulo de 600 milhões de toneladas à deriva nos oceanos até 2040 – peso equivalente a 3  milhões de baleias-azuis, segundo o estudo publicado no periódico científico Science.

“A poluição plástica é algo que afeta a todos. Não é algo do tipo ‘o problema é seu, não meu’. Não é problema de um país. É problema de todos”, disse Winnie Lau, gerente-sênior do Pew e coautora do estudo. “Vai piorar se não fizermos nada”.

A quantidade de resíduo plástico produzido anualmente vem aumentando rapidamente desde 1950. Em 2017, estava em 348 milhões de toneladas, e deve voltar a dobrar até 2040, estima o documento.

Agência Brasil



Inverno no RN começa neste sábado; temperatura em Natal pode cair para 21ºC

O meteorologista explica que ‘a condição do oceano Atlântico Sul, também influenciará nas características desta estação, devido ao Sistema de Alta Pressão do Atlântico Sul, estar próximo da América do Sul e mais intenso, e as águas superficiais deste oceano estarem um pouco mais quentes do que o normal próximo da costa do Nordeste

O inverno de 2020 começa neste sábado (20) e segue até o dia 22 de setembro, quando inicia a primavera. No Rio Grande do Norte, as análises da unidade de Meteorologia da Empresa de Pesquisa Agropecuária do RN (Emparn) apontam a tendência de inverno com temperaturas um pouco abaixo do normal, devido às condições oceânicas, a maior circulação do vento, aumento da umidade e a predominância de dias nublados.

Na capital potiguar, a temperatura pode cair para 21ºC. As temperaturas médias do Estado deverão variar em junho, entre 20,8°C e 27,8°C, em julho, entre 19,5ºC e 28,5°C, em julho, 20,0°C e 30ºC em agosto, 22° e 31ºC, em setembro. Nas regiões serranas poderão acontecer temperaturas com variando entre 15oC a 16oC, nas regiões serranas (Serra de Martins, Serra de Santana, Serra João do Vale, Serra do Doutor e Serra de São Miguel).

O meteorologista explica ainda que ‘a condição do oceano Atlântico Sul, também influenciará nas características desta estação, devido ao Sistema de Alta Pressão do Atlântico Sul, estar próximo da América do Sul e mais intenso, e as águas superficiais deste oceano estarem um pouco mais quentes do que o normal próximo da costa do Nordeste. Desta forma, com ventos atuando na costa do Estado, ora de sudeste, ora de leste, e com mais umidade, as condições para ocorrência de chuvas no Leste e Agreste do Estado devem aumentar’.



Presidente do Consórcio de Resíduos Sólidos do Seridó, Luciano Santos, é recebido na FUNASA em Brasília

Prefeito de Lagoa Nova, Luciano Santos, é o presidente do Consórcio e Resíduos Sólidos

O presidente do Consórcio de Resíduos Sólidos do Seridó, Luciano Santos, que é prefeito de Lagoa Nova, esteve participando em Brasília, de uma reunião com o presidente da FUNASA (Fundação Nacional de Saúde), Márcio Sidney Sousa Cavalcante. A audiência, que aconteceu quarta-feira (11), teve como objetivo propor a inserção do consórcio regional no convênio que há entre a FUNASA e o Governo do Estado do Rio Grande do Norte. Luciano disse que com esta mudança daria mais celeridade as ações para implantação do sistema no Seridó.

Além de Luciano, o encontro foi acompanhado dos prefeitos Assis Pinheiro (Touros), Renato de Doquinha (São Miguel do Gostoso), além das prefeitas Fátima Araújo (Ouro Branco), Lydice Brito (São João do Sabugi), Bernadete Rego (Riacho da Cruz) e as advogadas Tatiane Meiroz e Ylmara Rampinelli.

“Saímos animados com a receptividade do presidente da FUNASA, Márcio Sidney. Agora vamos iniciar uma peregrinação burocrática que certamente dará uma resposta imediata ao tão sonhado momento, que é o de executarmos a devida implantação do Sistema de Resíduos Sólidos”, explicou Luciano Santos.



Sai Relatório da Situação Volumétrica dos Reservatórios de Currais Novos e outros municípios do RN

O acumulado das reservas superficiais totais atualmente é de 960.374.486 m³, dos 4.376.444.842 de metros cúbicos que as Bacias estaduais conseguem armazenar, em termos percentuais, 21,94%

 Governo do Estado do Rio Grande do Norte monitora, por meio do Instituto de Gestão das Águas do RN (Igarn), 47 reservatórios com capacidade superior a 5 milhões de metros cúbicos, responsáveis pela segurança hídrica estadual.

O Relatório da Situação Volumétrica dos principais reservatórios do Estado, divulgado nesta segunda-feira (27), indica que a barragem Armando Ribeiro Gonçalves, maior manancial do Estado, com capacidade para 2,37 milhões de metros cúbicos atualmente acumula 537.608.759 m³, percentualmente, 22,65% do seu volume total. No mesmo período de 2019, o reservatório estava com 484.475.200 m³, percentualmente, 20,19% da sua capacidade.

O segundo maior reservatório do Estado, Santa Cruz do Apodi, com capacidade para 599.712.000 m³, atualmente está acumulando 111.074.618 m³, percentualmente, 18,52% da sua capacidade. No mesmo período de janeiro do ano passado o manancial estava com 132.484.526 m³, o que representava 22,09% do seu volume total.

Já Umari, com capacidade para 292.813.650 m³, está acumulando 83.566.080 m³, percentualmente, 28,54%do seu volume total. No ano passado o açude acumulava 100.155.422 m³, o que representava 34,20% da sua capacidade total.

Dos 47 reservatórios monitorados pelo Igarn, 12 estão com níveis inferiores a 10% da sua capacidade total, percentualmente, 25% dos mananciais. Já os secos são 6, em porcentagem, 12% dos reservatórios. No mesmo período do ano passado os reservatórios em nível de alerta eram 8, percentualmente, 17% dos mananciais monitorados. Os secos também eram 8, outros 17%.

Os reservatórios com níveis inferiores a 10% são: Bonito II, localizado em São Miguel; Jesus, Maria, José, em Tenente Ananias; Lucrécia, localizado no município de Lucrécia; Malhada Vermelha, em Severiano Melo; Zangalheiras, em Jardim do Seridó; Marechal Dutra (Gargalheiras), em Acari; Passagem das Traíras, em São José do Seridó; Itans, em Caicó; Esguicho, em Ouro Branco; Cruzeta, localizado na cidade de Cruzeta; Dourado, em Currais Novos; e Santa Cruz do Trairi, em Santa Cruz.

Já os secos são: Santana, localizado em Rafael Fernandes; Pau dos Ferros, localizado em Pau dos Ferros; Pilões, localizado no município de Pilões; Inharé, em Santa Cruz; Trairi, em Tangará e Japi II, em São José do Campestre.

O acumulado das reservas superficiais totais atualmente é de 960.374.486 m³, dos 4.376.444.842 de metros cúbicos que as Bacias estaduais conseguem armazenar, em termos percentuais, 21,94%. Em um comparativo com o mesmo período de 2019 o acumulado total superficial estadual era de 940.815.907 m³, em termos percentuais, este número correspondia a 21,49%. 



UFRN aplica recurso na construção de sistema de energia solar

De acordo com a pró-reitora de Administração (Proad), Maria do Carmo de Oliveira, o recurso será aplicado na contratação de uma empresa especializada para a elaboração do projeto

Com o intuito de incentivar o uso de energias sustentáveis, a Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN) recebeu um recurso no valor de R$ 1.943.010, via Termo de Execução Descentralizada (TED) do Ministério da Educação (MEC). A verba será utilizada no projeto de instalação de sistemas de microgeração de energia solar fotovoltaica no Campus Central.

De acordo com a pró-reitora de Administração (Proad), Maria do Carmo de Oliveira, o recurso será aplicado na contratação de uma empresa especializada para a elaboração do projeto; aprovação junto à concessionária de energia; fornecimento de todos os equipamentos e materiais; instalação e efetivação do acesso junto à concessionária de energia; além dos serviços de treinamento, manutenção e suporte técnico.

Os sistemas ficarão na Biblioteca Central Zila Mamede (BCZM) e no Instituto Metrópole Digital (IMD), localizados no Campus Central. Contudo, o superintendente de Infraestrutura (INFRA), Luiz Pedro de Araújo, contou que outros setores da UFRN, na capital e no interior, estão sendo analisados para verificar se possuem estrutura adequada para futuras instalações do sistema de energia solar.

A ação conjunta entre a Proad, a Pró-Reitoria de Planejamento (Proplan) e a INFRA contou com a participação de diversos departamentos acadêmicos da universidade e trará benefícios financeiros, ambientais e acadêmicos, visto que possibilitará um consumo energético mais adequado para o meio ambiente e o desenvolvimento de atividades nos campos do ensino, da pesquisa e da extensão.

Sobre a redução do gasto com energia, o coordenador de Gestão dos Sistemas Elétricos da INFRA, João Maria Vital de Paiva, prevê que a instalação da energia solar trará uma economia inicial de 4% na fatura de energia da instituição de ensino. Representando a segunda maior despesa no orçamento da universidade, em 2019, a conta de energia elétrica de todos os campi da UFRN teve um impacto médio de R$19 milhões. Dessa forma, com a instalação do sistema de energia solar, estima-se que nos primeiros anos a economia mensal na conta de luz será em torno de R$ 420 mil.

Energia Solar

Conhecida como uma fonte limpa, a energia solar é proveniente da luz e do calor do sol, podendo ser utilizada por meio de diversas tecnologias, como o aquecimento solar, a energia solar fotovoltaica, a energia heliotérmica, a arquitetura solar e a fotossíntese artificial.

por: ufrn.br – Williane Silva de Ascom/Reitoria



Instituto de Meteorologia emite alerta de chuvas com ‘perigo potencial’ para mais de 40 municípios do RN

No Rio Grande do Norte, o alerta abrange as regiões Central Potiguar, Oeste Potiguar, Leste Potiguar e Agreste Potiguar

O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) emitiu alerta de chuvas intensas com “perigo potencial” nesta terça (24) e na quarta-feira (25) em 44 municípios do Rio Grande do Norte. De acordo com o Inmet, pode chover de 20 a 30 milímetros por hora, ou até 50 milímetros por dia nessas localidades, com ventos de 40 a 50 quilômetros por hora.

O alerta também é válido para 70 cidades do Ceará. O Instituto orienta que, em caso de rajadas de vento, as pessoas não devem se abrigar debaixo de árvores, pois há “leve risco” de queda e também de descargas elétricas. Além disso, o Inmet diz também para não estacionar veículos próximos a torres de transmissão e placas de propaganda.

No Rio Grande do Norte, o alerta abrange as regiões Central Potiguar, Oeste Potiguar, Leste Potiguar e Agreste Potiguar.

Confira as cidades do RN para as quais foi emitido o alerta:

  • Afonso Bezerra
  • Alto do Rodrigues
  • Angicos
  • Areia Branca
  • Açu
  • Baraúna
  • Bento Fernandes
  • Caiçara Do Norte
  • Carnaubais
  • Ceará-Mirim
  • Extremoz
  • Galinhos
  • Governador Dix-Sept Rosado
  • Grossos
  • Guamaré
  • Ielmo Marinho
  • Ipanguaçu
  • Jandaíra
  • Jardim De Angicos
  • João Câmara
  • Lajes
  • Macau
  • Maxaranguape
  • Mossoró
  • Natal
  • Parazinho
  • Pedra Grande
  • Pedra Preta
  • Pedro Avelino
  • Pendências
  • Porto Do Mangue
  • Poço Branco
  • Pureza
  • Riachuelo
  • Rio Do Fogo
  • Santa Maria
  • Serra Do Mel
  • São Bento Do Norte
  • São Gonçalo Do Amarante
  • São Miguel Do Gostoso
  • Taipu
  • Tibau
  • Touros
  • Upanema

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