Ministério da Saúde amplia a vacinação contra o sarampo

Para viabilizar a estratégia de vacinação, foram enviadas 4  milhões e 300 mil doses da vacina

O Ministério da Saúde ampliou a vacinação contra o sarampo, da população de 20 a 49 anos, para até 31 de agosto, em todo o país. 

Dados preliminares apontam que desde o início da vacinação em 16 de março  até o dia 15 de julho, foram vacinadas 3 milhões e 700 mil pessoas nessa faixa-etária. 

Nesta quarta etapa da Mobilização Nacional de Vacinação contra o Sarampo, a população-alvo nesta faixa-etária totaliza mais de 90 milhões de pessoas. 

A principal medida de prevenção e controle do sarampo é a vacinação, disponível durante todo o ano na rotina de vacinação dos serviços de saúde do país.

Para viabilizar a estratégia de vacinação, foram enviadas 4  milhões e 300 mil doses da vacina. 

Também está em andamento a aquisição emergencial de 29 milhões de seringas e agulhas para apoiar os estados no andamento da operacionalização da vacinação.

O Ministério da Saúde tem alertado a população quanto à importância da vacinação contra o sarampo, mesmo com a pandemia da Covid-19 em evidência no país. 

O sarampo é uma doença grave e de alta transmissibilidade. Uma pessoa infectada pode transmitir para até outras 18 pessoas. A disseminação do vírus ocorre por via aérea ao tossir, espirrar, falar ou respirar. 

Neste caso, não é necessário o contato direto porque o vírus pode se disseminar pelo ar a metros de distância da pessoa infectada.

A vacinação contra o sarampo é uma estratégia do Ministério da Saúde para interromper a transmissão e eliminar a circulação do vírus no Brasil. 



Pandemia mudará conceito de trabalho e moradia, dizem especialistas

A análise é de especialistas em tecnologia e urbanismo, que discutirão o tema dentro do conceito de cidades inteligentes, no congresso Inovacity Digital

A pandemia de covid-19 mudará em definitivo a vida nas cidades. A doença acelerou processos que já vinham se desenhando há anos, como o uso intensivo da internet nos negócios, o teletrabalho e o encolhimento dos escritórios. E nem mesmo a descoberta de uma vacina fará a sociedade voltar ao que era antes.

A análise é de especialistas em tecnologia e urbanismo, que discutirão o tema dentro do conceito de cidades inteligentes, no congresso Inovacity Digital, que será realizado nos dias 22 e 23 próximos, aberto a todos, por meio do Youtube, com inscrição gratuita na página do evento.

“Nós não seremos mais os mesmos, definitivamente. Teremos vários ‘novos normais’. A nossa casa não vai ser mais como era. Nós vamos ter que redesenhar os espaços. Vamos trabalhar a partir de casa. Nós mudamos os nossos hábitos. O digital chegou de vez para ficar. Vamos ter que mudar o modelo de negócios, a forma de produção, que vai ser híbrida: físico e digital, presencial e a distância. A convivência desse modelo híbrido de gestão do negócio é o maior desafio que temos”, disse o engenheiro Claudio Marinho, especializado em planejamento urbano e economia do setor público.

Ex-secretário estadual de Tecnologia de Pernambuco, Claudio é um dos conferencistas do Inovacity e também um dos criadores do Porto Digital do Recife, um núcleo de tecnologia que hoje tem 340 empresas. Funciona no antigo cais do porto da cidade e gera, segundo ele, trabalho para 11 mil pessoas, com um faturamento anual de R$ 2,250 bilhões. Ele acredita que os centros históricos das cidades brasileiras passarão por um processo de transformação, acelerado por causa da covid-19, atraindo novos moradores, em um processo inverso ao verificado a partir dos anos 1970, quando os escritórios substituíram as residências.

Com o conceito de teletrabalho se mostrando bem-sucedido por causa da pandemia, muitas empresas decidiram reduzir ou até mesmo fechar os escritórios, como forma de reduzir custos, colocando seus funcionários para trabalhar de casa. Em sentido oposto, o mercado imobiliário já começa a planejar a transformação de prédios comerciais em residenciais, se aproveitando da infraestrutura de transporte, saneamento e telecomunicações que as áreas centrais das cidades já possuem.

A tendência de mudanças também é apontada pelo advogado Vinícius Casales, organizador do Inovacity, especializado em gestão empresarial com foco em tecnologia. Segundo ele, as transformações que os espaços imobiliários vão sofrer nas áreas centrais das grandes cidades serão acelerados com a nova realidade trazida a partir da pandemia.

“Muitas empresas devolveram salas, andares inteiros, para colocar seus funcionários trabalhando dentro de casa. O que vai ser esse ‘novo comum’? Vai levar um tempo, talvez um ano, para todo mundo voltar a trabalhar nos escritórios. Talvez em um modelo mais flexibilizado, fazendo trabalho a distância uma ou duas vezes por semana. Os estudantes também vão experimentar um modelo misto, de conteúdo online de casa e conteúdo presencial em sala de aula”, analisou Vinícius.

Segundo ele, a sociedade estará passando por uma grande fase de ajustes, o que demandará adaptações pessoais de cada um: “O momento que estamos vivendo é de desafio, de reconstrução de tudo. De mudança de cultura. Para entender que o trabalhador, o empregado, para que ele seja produtivo, não precisa estar sob o olhar do chefe. Ele consegue ser produtivo trabalhando de casa e ter qualidade de vida. Estamos em um momento de revisão e análise, transformação e ressignificação de sociedade”.

No primeiro dia, o encontro Inovacity Digital vai trazer cinco diferentes linhas de inovação, abrindo espaço para exposição de startups, que apresentarão soluções de negócios conectados com as cidades, entre produtos e serviços. O segundo dia reunirá especialistas e lideranças dos setores público e privado em seis painéis de debate: Urbanismo, Transformação Digital, Inclusão, Mobilidade e Gestão e Governança. O evento é gratuito, dirigido a os todos interessados, incluindo profissionais da área e estudantes universitários.



LBV promove ação humanitária a imigrantes e indígenas no RN

Cestas de alimentos, kits de higiene e limpeza serão entregues aos refugiados e indígenas

A Legião da Boa Vontade (LBV) intensifica suas ações e vem provendo famílias em situação de vulnerabilidade social e risco alimentar, assistidas em seus serviços socioassistenciais e por organizações parceiras em todo o país, através da Rede Sociedade Solidária, com cestas de alimentos, kits de limpeza e higiene para que não passem fome e se protejam da Covid-19.

Na capital potiguar, as atividades de apoio e socorro as famílias não param, nesta quinta-feira (16), às 10h, na Sede da LBV no Dix Sept-Rosado, a Instituição através da Associação de Solidariedade aos Imigrantes no RN (ASIRN), receberá as cestas de alimentos e kit limpeza, para as famílias refugiadas e imigrantes indígenas de países como a Venezuela, Egito, Síria, Senegal, Colômbia, Marrocos, Cuba, Gana, Itália, Nigéria, as quais vieram para o Brasil em busca de melhores condições de vida.

A ação faz parte da Campanha LBV – SOS Calamidades, que com o apoio da Subcoordenadoria de Assuntos Comunitários – SAC/CPCID, da Secretaria Estadual de Segurança Pública e da Defesa Social – Sesed/RN e de voluntários do Grupo COMUNITÁRIOS contra a COVID, que doaram os itens que vão assistir as dezenas de famílias refugiadas.

Já no sábado (18), a Caravana da Boa Vontade, segue para o município de Canguaretama, para amparar a comunidade Eleotérios do Katu, com cestas de alimentos e kit de limpeza e higiene, arrecadadas pela campanha emergencial da LBV. A recepção será conduzida pelo cacique José Luiz Soares, o Luiz Katu, professor e diretor da única escola Indígena no Estado.

A Solidariedade não pode parar

Para que mais famílias sejam amparadas, a Solidariedade não pode parar. Por isso, quando a LBV chamar, atenda com o coração: Diga Sim! Ou acesse o site www.lbv.org e faça a sua doação. Confira pelo endereço @LBV Brasil no Facebook e no Instagram as ações realizadas pela Instituição.

O Centro Comunitário de Assistência Social da LBV em Natal/RN, está localizado na Rua dos Caicos, 2148 – Dix Sept Rosado. Informações ligue (84) 3613-1655.



Polícia Federal pede dados do Facebook sobre contas que envolvem gabinete de Bolsonaro

A PF argumenta no pedido que a determinação à rede social deve ocorrer de maneira urgente, para que as pessoas envolvidas com as contas removidas não tenham tempo de se desfazer dos dados

Após o Facebook excluir contas inautênticas, a situação de integrantes do gabinete do presidente Jair Bolsonaro, de seus filhos e aliados deve se agravar. A Polícia Federal quer ter acesso a todos os dados da investigação privada realizada pela empresa. O pedido da PF foi feito no inquérito que apura o financiamento dos atos antidemocráticos, cuja relatoria é do ministro Alexandre de Moraes, do STF. A apuração da rede social ligou um assessor do Planalto a ataques contra opositores de Bolsonaro.

A PF argumenta no pedido que a determinação à rede social deve ocorrer de maneira urgente, para que as pessoas envolvidas com as contas removidas não tenham tempo de se desfazer dos dados. É Moraes quem deve decidir sobre a solicitação.

A Polícia Federal entrou de fato na investigação do caso há alguns dias —antes, apenas cumpria medidas autorizadas pelo Supremo. O documento enviado ao ministro foi assinado pela delegada Denisse Dias Ribeiro.

Há cerca de um mês, um despacho da delegada gerou polêmica. Ela solicitou ao ministro do STF uma postergação ou até cancelamento da operação que pegou bolsonaristas, por divergências de metodologia. Entre os argumentos usados, Denisse alegou “risco desnecessário” à estabilidade das instituições.



Prêmio selecionará projeto de professores contra covid-19

O melhor projeto entre os professores receberá como prêmio R$ 8 mil em um cartão bônus e uma viagem educativa a Londres, na Inglaterra

O Prêmio Shell Educação Científica, voltado para professores dos ensinos fundamental e médio, selecionará neste ano também projetos voltados para o enfrentamento da pandemia de covid-19. A premiação especial covid-19 escolherá a melhor experiência educativa desenvolvida pelo professor, que tenha contribuído para a conscientização de seus alunos acerca da doença.

O prêmio é aberto a professores das redes públicas (federal, estadual ou municipal) do Rio de Janeiro e Espírito Santo, das disciplinas de ciências e matemática do ensino fundamental ou de biologia, física, química e matemática do ensino médio.

O melhor projeto entre os professores receberá como prêmio R$ 8 mil em um cartão bônus e uma viagem educativa a Londres, na Inglaterra. As inscrições podem ser feitas pelo site do prêmio até as 23h59 de 5 de outubro de 2020.

Além da premiação especial de covid-19, também haverá os prêmios regulares para experiências educativas (em qualquer tema, desde que de acordo com o modelo que está no site do prêmio) nas categorias ensino fundamental e ensino médio.



Instagram vai lançar atualização com recurso post de blog: o Guides

Veja na matéria os detalhes

Se você acha que a rede social queridinha do momento está satisfeita em trazer recursos novos, você está errado.

Os tempos mudaram e o Instagram que geralmente é focado em fotos e vídeo vai trazer o Guides.

As Guias, vão aparecer como uma seção separada no perfil, assim como o IGTV e o Reels. 😉

E vai permitir postagem de blog com direito a textos, fotos e vídeos.

Fonte:https://www.instagram.com/p/CCGg7GlF0Fu/?utm_source=ig_web_copy_link



Currais Novos: Projeto Praça Digital com internet livre atenderá Comunidade Quilombola dos Negros do Riacho

A Comunidade tinha um ponto antigo de acesso já existente com um Projeto Comunitário

O Presidente da Associação da Comunidade Quilombola Negros do Riacho, José Amauri, assinou na manhã desta segunda-feira (29), o Convênio com a Prefeitura de Currais Novos para fornecimento de sinal de Internet Livre na Comunidade Negros do Riacho, através do Projeto Praça Digital e o ponto será no próprio prédio da Associação.

A Comunidade tinha um ponto antigo de acesso já existente com um Projeto Comunitário. Porém, o antigo projeto venceu os prazos e a internet foi desligada. Vendo a demanda da Comunidade que ficou sem internet, a Prefeitura articulou um ponto de internet do Projeto Praça Digital para atender a Comunidade Quilombola.



Manifestantes fincam cruzes em frente ao Congresso e criticam Bolsonaro

O ato faz parte do movimento intencional #StopBolsonaro

Manifestantes fincaram mil cruzes em frente ao Congresso Nacional na manhã deste domingo, 28, em homenagem às vítimas da covid-19 e em protesto contra a postura do presidente Jair Bolsonaro (sem partido) em combate à pandemia do novo coronavírus. O País já registra mais de 57 mil mortes pela doença.

A ação foi organizada pelo coletivo Resistência e Ação, grupo com cerca de 60 integrantes. “São pessoas que não concordam com a ausência de política de valorização da vida, com o descaso do governo”, disse Cleide Martins, uma das organizadoras do ato, ao Broadcast. “Sabemos que muitas das pessoas que estão perdendo as pessoas não podem sequer se despedir.”Além das cruzes, foram colocadas faixas no local com dizeres contra o presidente. Em uma delas estava escrito “Fora Bolsonaro, Mourão e Centrão”. O ato faz parte do movimento intencional #StopBolsonaro.

O ato contou com a presença de algumas parlamentares. “Foi um ato muito bonito em homenagem às vítimas e ao mesmo tempo pontuado a necessidade de retirar Bolsonaro para que possamos enfrentar essa crise”, disse a deputada federal Érika Kokay (PT-DF). A deputada Benedita da Silva (PT-RJ) e a presidente nacional do partido, Gleisi Hoffmann, também estiveram presentes.



RN: Mais da metade dos domicílios teve algum morador que recebeu auxílio emergencial

A média do rendimento proveniente do auxílio emergencial recebido pelos domicílios foi R$ 888,00

Mais da metade dos domicílios do RN, 53%, teve algum morador que recebeu auxílio emergencial. A média do rendimento proveniente do auxílio emergencial recebido pelos domicílios foi R$ 888,00.

No Nordeste, 54,8% dos domicílios tiveram recebimento do auxílio, que correspondeu, em média, a R$ 907,00. O Amapá foi o estado com média mais alta do valor recebido de auxílio por domicílio R$ 1.028,00 e o maior percentual de residências onde moradores recorreram ao auxílio (61,8%).



Banco Central suspende novo serviço de pagamentos do WhatsApp no Brasil

Em nota, o BC informou que o órgão quer avaliar os riscos da nova tecnologia

Os consumidores não poderão usar o novo serviço do WhatsApp que permite pagamentos e transferências de dinheiro, decidiu hoje (23) o Banco Central (BC). A autoridade monetária determinou que as operadoras Visa e Mastercard suspendam as atividades da ferramenta lançada pelo aplicativo de mensagens na semana passada.

Em nota, o BC informou que o órgão quer avaliar os riscos da nova tecnologia, que está sendo liberada aos poucos no Brasil. O país foi o primeiro a ser escolhido pelo Facebook, empresa dona do WhatsApp, para testar a ferramenta. “A motivação do BC para a decisão é preservar um adequado ambiente competitivo, que assegure o funcionamento de um sistema de pagamentos interoperável, rápido, seguro, transparente, aberto e barato”, informou o texto.

Segundo o comunicado, o serviço não poderia ter começado a funcionar sem autorização do BC. “O eventual início ou continuidade das operações sem a prévia análise do [órgão] regulador poderia gerar danos irreparáveis ao SPB [Sistema de Pagamentos Brasileiro] notadamente no que se refere à competição, eficiência e privacidade de dados”, destacou o BC, que verificará se o novo recurso cumpre as regras previstas na Lei 12.865, de 2013, que regula os meios de pagamento no país.

O descumprimento da determinação acarretará o pagamento de multa e a abertura de processo administrativo contra os responsáveis pela plataforma. De acordo com o próprio Facebook, instituições financeiras como Banco do Brasil, Sicredi e Nubank são parceiras da iniciativa para a transferência entre pessoas físicas. O pagamento a empresas era realizado em associação com a operadora de cartões de crédito Cielo.