Inscrições para o 1º semestre do FIES E do P-FIES começam dia 5 de janeiro

Inscrições para o 1º semestre do FIES E do P-FIES começam no próximo dia 5

As inscrições do processo seletivo do Fies, o Fundo de Financiamento Estudantil, para o primeiro semestre de 2020, e do P-Fies, o Programa de Financiamento Estudantil, começam no dia 5 de fevereiro e vão até as 23 horas e 59 minutos do dia 12 de fevereiro.

O programa tem o objetivo de conceder financiamento a estudantes em cursos superiores pagos e é dividido em duas modalidades, uma que é pela renda do candidato e a outra, pelo agente financiador.

Na primeira, o fundo oferta vagas com juros zero para os estudantes que tiverem uma renda per capita mensal familiar de até três salários mínimos. 

Já a segunda, chamada P-Fies, é direcionada a estudantes com renda per capita mensal familiar de até cinco salários mínimos. Nesse caso, os recursos são de bancos privados ou fundos constitucionais e de desenvolvimento. Os interessados devem acessar o portal do programa, no endereço fies.mec.gov.br.



Corrida do IFRN Currais Novos movimentou atletas

A concentração aconteceu dentro do próprio instituto

O IFRN de Currais Novos realizou pela primeira vez sua corrida na tarde do último sábado (14). A concentração aconteceu dentro do próprio instituto e contou com a presença de diversos atletas, curiosos e parceiros em busca de ganharem os prêmios ofertados ou pelo prazer em maratonar os 6 quilômetros. A competição pretende ganhar força para entrar no calendário esportivo do município.



Brasil: Sistema de alerta por TV digital é estudado

A adoção do sistema será conduzida pelo ministério, que além dos estudos de viabilidade de implantação, deverá elaborar normas de funcionamento

O governo federal poderá no próximo ano criar um sistema de alerta via TV digital (sinal aberto) para repasse de informação imediata à população sobre de riscos como deslizamento de terra, enchentes e rompimento de barragem. Ainda não há cronograma de implantação.

O propósito é “usar a robustez da radiodifusão e a capilaridade que essa estrutura tem por todo o país para trafegar alertas de emergência”, explicou André Fonseca, coordenador geral de televisão digital do Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC). 

Segundo Fonseca, a ideia em discussão é aproveitar o sinal da TV Brasil, da Empresa Brasil de Comunicação (EBC), para veicular mensagens por escrito nas telas dos televisores, monitores e celulares. “A gente teria preferência por trafegar o alerta pela EBC por ser uma emissora da União.”

A adoção do sistema será conduzida pelo ministério, que além dos estudos de viabilidade de implantação, deverá elaborar normas de funcionamento. A iniciativa depende do estabelecimento de uma política pública elaborada em conjunto pelo ministério e outras áreas do governo, como o Centro Nacional de Monitoramento e Alertas de Desastres Naturais (Cemaden), a Secretaria Nacional de Proteção e Defesa Civil, o Instituto Nacional de Meteorologia e o Gabinete de Segurança Institucional da Presidência da República (SGI).



Gestores pedem solução conjunta para abastecimento de água no Trairi e Potengi

Atualmente a capacidade da adutora que abastece as regiões é considerada baixa

Assembleia Legislativa discutiu, na tarde desta terça-feira (3), alternativas para o abastecimento de água na região do Trairi do Rio Grande do Norte. O foco da audiência pública, proposta pelo deputado Tomba Farias (PSDB), foi a adutora Monsenhor Expedito.

O parlamentar e os participantes do encontro cobraram a realização de uma discussão conjunta entre gestores para se chegar a um melhor aproveitamento da água da adutora.  A adutora Monsenhor Expedito foi construída em 1998 e, inicialmente, o foco era abastecer 10 cidades. Contudo, atualmente, ela é responsável pelo abastecimento de água em 30 cidades, o correspondente a 278.653 habitantes, segundo estimativa do IBGE de 2017. A adutora impulsiona água a partir da Lagoa do Bonfim e de 19 poços tubulares, através de 28 Estações Elevatórias posicionadas ao longo de uma malha de adutoras de 430km de extensão total.

Atualmente, a capacidade é considerada baixa e os participantes da audiência cobram ações para melhorar o abastecimento. De acordo com o deputado Tomba Farias, são comuns episódios de falta de água na região, inclusive em Santa Cruz, que é a principal cidade da região. De acordo com ele, o crescimento da população do município, assim como da circulação de turistas no local, aumentaram a demanda de água, o que atrapalha ainda mais a situação na cidade. “Santa Cruz é uma das cidades que mais cresce no Rio Grande do Norte e tem população flutuante devido às universidades, turismo e até pessoas de cidades vizinhas que circulam por lá. Para se ter uma ideia, são 820 leitos em hotéis e, com o aumento no calor, o consumo é ainda maior. Não é problema de gestão, e sim que houve um aumento significativo no consumo de água e, com a seca, precisa distribuir para outras regiões, favorecendo o desabastecimento. Precisamos de uma alternativa”, disse Tomba Farias.

Também participando do debate, o deputado Ubaldo Fernandes (PL) falou sobre a necessidade de se chegar a uma solução para o problema de abastecimento, seja através de melhoria na gestão dos recursos hídricos, ou através de ampliação e melhorias na adutora.  “A adutora tinha uma capacidade de abastecer um número muito menor de pessoas. As cidades cresceram e outras cidades passaram a integrar e, por isso, a capacidade foi obstruída. É necessário que se tenha uma solução. A Caern tem quadros para conseguir chegar a uma solução, seja para ampliar ou construir uma nova adutora. Vamos buscar uma alternativa”, disse Ubaldo Fernandes. 

No debate, diversos prefeitos falaram sobre a situação de suas cidades. Chefe do Executivo de Japi, Jodoval Pontes relatou que a cidade, que possui 7 mil habitantes, enfrenta constantemente a falta de água. Segundo ele, apesar da situação ter melhorado, é importante que uma medida para sanar o problema do desabastecimento seja tomada. “Tivemos com a Caern na gestão passada, melhorou muito, mas ainda deixa a desejar. Precisamos que sejam feitos os novos ajustes e atendamos à população”, disse o prefeito. Participando da discussão, o engenheiro Celso Veiga, que atuou durante a construção da adutora, disse que estado tem os mecanismos começar a atacar o problema sem gastos. “Estamos diante de um problema de gestão”, acredita o engenheiro.

Após argumentar que as cidades cresceram e a demanda cresceu depois de 21 anos da construção, Veiga sugere que os gestores da cidades, a Companhia de Águas do Rio Grande do Norte (Caern) e a o Igarn conduzam o processo para solucionar o caso.  “É preciso estabelecer as cotas de cada cidade. Serão cotas com sacrifício. Estamos carentes de água, o conflito de água existe no mundo todo. Não é só problema de engenharia. É financeiro, econômico e, antes de tudo, de entendimento. Todas as ligações que foram feitas foram estudadas.

A adutora suporta, mas em uma operação ideal. Será que não está sendo realizada da forma correta? É preciso sentar e discutir”, sugeriu o engenheiro. Gestores da Caern participaram do debate e responderam aos questionamentos dos prefeitos, colocando-se à disposição para os esclarecimentos e para tratar de alternativas ao problema, que eles ressaltaram não ser responsabilidade exclusiva da Caern.  “Todas as pessoas envolvidas no processo estão aqui e estarão presentes sempre que vocês precisarem. Sei que existe uma pressão grande, mas estamos sempre dispostos a conversar com vocês sobre a situação.

A Caern é parceira de todos. Usem a água de forma sustentável, é um conselho que damos sempre”, disse o diretor de Operações da Caern, Tiago Índio. Ao fim da reunião, o deputado Tomba Farias garantiu que vai pedir auxílio da bancada de parlamentares do Rio Grande do Norte. “Eu me comprometo a buscar todos para que, juntos, possamos solucionar o caso do abastecimento na região”, disse o deputado.



Para combater evasão escolar, rede estadual de educação do RN usa Inteligência Artificial

A ideia é que as escolas do RN consigam prever e traçar estratégias de combate ao problema

O cenário de abandono escolar é preocupante em todo Brasil e não é diferente no Rio Grande do Norte. De acordo com a Secretária de Estado da Educação e da Cultura (SEEC), no Ensino Médio o índice de evasão escolar chegou aos 11,6% no ano passado. Para enfrentar o problema, a Secretaria decidiu usar a inteligência artificial para revelar que estudantes possuem risco de evasão antes que ela ocorra.

A ideia é que as escolas do RN consigam prever e traçar estratégias de combate ao problema, como explica a coordenadora de Gestão de Informação e Tecnologia na SEEC, professora Ana Paula Flor. Segundo a coordenadora, os esforços feitos pelos órgãos de ensino no país sempre são voltados para agir após o momento da evasão.

Ela revela ainda que o Rio Grande do Norte está se adiantando ao fazer um trabalho de prevenção, no qual se utiliza a Inteligência Artificial (IA). “Nós disponibilizamos para gestores de escolas e regionais, além dos professores, todos aqueles alunos que têm alto início de evadir, no início do ano letivo, para que os educadores possam atuar e evitar que eles abandonem a escola”, complementa.



Versão atualizada do Sistema de Consulta de Jurisprudência está à disposição dos usuários

A consulta pode ser realizada através do link https://jurisprudencia.tjrn.jus.br/ ou diretamente através do site do TJRN

A Secretaria de Tecnologia da Informação e Comunicação do Tribunal de Justiça (TJRN) informa aos usuários dos sistemas de informática do Poder Judiciário potiguar que já está em funcionamento a nova versão do Sistema de Consulta de Jurisprudências da Justiça Estadual. A consulta pode ser realizada através do link https://jurisprudencia.tjrn.jus.br/ ou diretamente através do site do TJRN.

A pesquisa já contempla toda a base de processos judiciais do sistema Processo Judicial Eletrônico (PJe) e em breve serão incluídos os processos judiciais do sistema legado, SAJ. Isto irá unificar as consultas em um só ambiente, sem necessitar que o usuário realize mais de uma pesquisa para a mesma solicitação, facilitando as buscas de forma rápida e simplificada.

A consulta poderá ser realizada por acórdãos, decisões colegiadas e decisões monocráticas, tanto em segundo grau como em primeiro grau de jurisdição, dentre vários filtros existentes, como pesquisa livre, ementa, classe processual, número de processo, dentre outros.



Cientistas identificam novo subtipo do vírus HIV

A descoberta só foi possível por meio do sequenciamento genético de três pacientes

Um novo subtipo do vírus HIV foi identificado por pesquisadoras americanas da Universidade do Missouri. A novidade foi publicada ontem no Journal of Acquired Immune Deficiency Syndromes (Jornal de Síndromes de Imunodeficiência Adquirida, traduzido do inglês). A mutação identificada pelos cientistas — como subtipo L — ocorreu na versão mais comum da doença, os vírus HIV do Grupo M, encontrado em todo o mundo. Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), 37,9 milhões de pessoas vivem com o HIV, responsável pelo desenvolvimento da Aids.

A descoberta só foi possível por meio do sequenciamento genético de três pacientes. As amostras de sangue foram coletadas nas décadas de 1980 e 1990 e em 2001.

— Identificar novos vírus como esse é como procurar uma agulha no palheiro — disse Mary Rodgers, uma das autoras do estudo, que complementou: — Ao avançar nossas técnicas e usar a nova geração de tecnologia de sequenciamento, puxamos essa agulha com um ímã.

As cientistas defenderam que este avanço poderá facilitar a identificação de possíveis pandemias e até mesmo antecipar o combate às infecções.

— Em um mundo tão conectado, nós não podemos mais pensar que os vírus fiquem restritos a certas regiões — disse, por meio de nota, Carole McArthur, outra autora do estudo.

De acordo com as cientistas, o vírus HIV não é um “agente infeccioso estático”, isso quer dizer que ele sofre mutações e está “em constante evolução”. Para elas, a descoberta do novo subtipo vai ajudar no desenvolvimento de outras pesquisas voltadas ao diagnóstico do vírus.

Consequências no corpo ainda são estudadas

Para que os cientistas possam declarar que esse era um novo subtipo, três casos devem ser detectados independentemente. Os dois primeiros foram encontrados no Congo em 1983 e 1990. As duas cepas eram “muito incomuns e não combinavam com outras cepas”, disse Rodgers.

A terceira amostra encontrada no Congo foi coletada em 2001 como parte de um estudo destinado a impedir a transmissão do vírus de mãe para filho. A amostra era pequena e, embora parecesse semelhante às duas amostras mais antigas, os cientistas queriam testar todo o genoma para ter certeza. Na época, não havia tecnologia para determinar se esse era o novo subtipo.

Os cientistas desenvolveram novas técnicas para estudar e mapear a última amostra coletada para pesquisa. Eles conseguiram sequenciar completamente a amostra, o que significa que foram capazes de criar uma imagem completa e determinar que era, de fato, o subtipo L do Grupo M.

Para os cientistas, não está claro se essa variante do vírus pode afetar o corpo de maneira diferente. Os tratamentos atuais para o HIV têm capacidade de combater uma grande variedade de cepas de vírus, e acredita-se que essas terapias possam atacar também este subtipo recém-descoberto.

— Nós nunca podemos nos tornar complacentes, precisamos ser proativos e trabalharmos para ficar um passo à frente do vírus. Para evitar novas infecções, precisamos entender como elas se espalharam no passado — finaliza Rodgers.


Extra



Assembleia Legislativa adota brasão do RN na sua identidade visual

A arte recuperada pelo Governo volta a ser incorporada como símbolo

Assembleia Legislativa do Rio Grande do Norte, como tem feito durante toda sua história de quase 185 anos, vai padronizar o uso do brasão também na logomarca. O brasão é utilizado pelos poderes instituídos do Rio Grande do Norte, usado na identidade visual de documentos oficiais, seguindo a medida adotada pelo Executivo, resgatando a história e cultura do Estado.

“É compromisso desta Casa Legislativa preservar a história do Rio Grande do Norte, seja por meio da simbologia utilizada em sua logomarca, seja através de documentos históricos que guardamos no nosso Memorial do Legislativo. Esta Assembleia tem apresentado à população, através de visitas e de exposições externas, todo o acervo de quase 185 anos, preservado por uma equipe comprometida em contar a história do nosso Estado, como fizemos agora na celebração dos 30 anos da Constituição Estadual”, declarou o presidente da Assembleia, deputado Ezequiel Ferreira de Souza (PSDB).

O brasão original do Rio Grande do Norte foi resgatado pelo Governo e deverá ser seguido também pelos órgãos e instituições do Estado. A arte recuperada pelo Governo volta a ser incorporada como símbolo, e entre as alterações estão o novo formato das varetas de cana de açúcar ligando os troncos de árvore que desenham a logomarca, e as cores da jangada e das flores e capuchos do algodão