No Paraguai, 75 de facção de SP fogem da cadeia por túnel

O Ministério Público informou que vídeos das câmeras de segurança do presídio mostram uma movimentação intensa desde as 4h deste domingo

Setenta e cinco integrantes de uma facção criminosa brasileira fugiram por um túnel da Penitenciária Regional de Pedro Juan Cabellero, no Paraguai, que fica na fronteira com a cidade brasileira de Ponta Porã (Mato Grosso do Sul), na madrugada deste domingo (19).

A ministra da Justiça do Paraguai, Cecilia Perez, informou pela manhã que 91 presos conseguiram escapar da prisão por volta das 4h (3h, em Ponta Porã) e disse que eles são integrantes do Primeiro Comando da Capital (PCC). Mais tarde, a procuradora Reinalda Palacios declarou que o número de fugitivos foi atualizado para 75, de acordo com o jornal “ABC Color”.

Uma lista de foragidos brasileiros e paraguaios foi divulgada pelo Ministério da Justiça. Entre eles, estão o brasileiro Timóteo Ferreira, apontado como líder da facção dentro do presídio, e seis supostos integrantes do grupo de matadores de aluguel ligados ao tráfico “Minotauro”. Eles atuam na fronteira e na semana passada buscavam deixar a prisão com uma ordem judicial.

O Ministério Público informou que vídeos das câmeras de segurança do presídio mostram uma movimentação intensa desde as 4h deste domingo. Para a promotora, é impressionante que os guardas não tenham agido diante das imagens que tinham à disposição.

Cinquenta dos detidos estavam em um piso superior e 25 no inferior, onde o túnel foi cavado. Para ter acesso ao piso inferior, os detentos devem passar por um portão, que deve permanecer trancado.

O que chamou a atenção dos promotores foi que esse portão estava trancado no momento em que Ministério Público foi visitar o local após a fuga.

As autoridades paraguaias investigam se houve uma rede de corrupção que facilitou a fuga. A ordem de captura dos foragidos deve ser emitida em algumas horas. Até a última atualização dessa matéria, nenhum deles havia sido recapturado.

Crise na segurança

A ministra da Justiça afirmou ainda nesta manhã que sua pasta denunciou ao Ministério Público um suposto plano de fuga e pagamento de 80 mil dólares (mais de R$ 330 mil) por parte de integrantes da facção criminosa para os funcionários da prisão regional de Pedro Juan Caballero, de acordo com o jornal “La Nación”.

Na ocasião, foi recomendado um aumento na segurança interna e externa ao centro de detenção. Porém, segundo ela, instituições envolvidas no serviço de segurança interna do país não tomaram medidas de precaução. Após a fuga, ela disse que colocou o cargo à disposição do presidente Mario Abdo Benítez.

Segurança do lado brasileiro

A Secretaria de Estado de Justiça e Segurança Pública (Sejusp) de Mato Grosso do Sul informou que está em contato com as autoridades paraguaias. O policiamento em Ponta Porã e Dourados, maior cidade da região e possível destino de fugitivos, foi reforçado com equipes da Polícia Militar e da Polícia Civil.



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“Trump é um palhaço que vai trair os iranianos”, é o que afirma o líder supremo do Irã

A Guarda Revolucionária se preparava para uma retaliação e, por engano, derrubou um avião ucraniano em Teerã, e mataram 176 pessoas

O líder supremo do Irã, Ali Khamenei, afirmou nesta sexta-feira (17) que o presidente Donald Trump é um palhaço que só finge apoiar os iranianos, mas que vai enfiar uma faca envenenada em suas costas.

Os comentários foram feitos durante seu primeiro sermão de sexta-feira em oito anos. O aiatolá disse que o velório para o general Qassem Soleimani, que foi morto por um ataque dos EUA no começo deste mês, mostra que o povo iraniano apoia a república islamita.

Ele afirmou que o assassinato covarde de Soleimani tirou de campo o mais eficaz comandante contra o Estado Islâmico. Em resposta, o Irã lançou mísseis contra bases americanas no Iraque. Khamenei disse que o ataque foi um golpe contra a imagem dos EUA como um superpoder.

Na parte do sermão feita em árabe, ele disse que a punição real seria forçar os EUA a sair do Oriente Médio. A Guarda Revolucionária se preparava para uma retaliação e, por engano, derrubou um avião ucraniano em Teerã, e mataram 176 pessoas.

Durante três dias, as autoridades do Irã esconderam o motivo verdadeiro da queda do avião –elas disseram que a aeronave havia caído por problemas técnicos. Depois que elas admitiram a responsabilidade, houve dias de protestos no Irã. Khamenei classificou a queda do avião como um acidente amargo que entristeceu o Irã e deixou os inimigos felizes.

Ele disse que os inimigos usaram o avião para questionar a República Islâmica, a Guarda Revolucionária e as forças armadas. Ele também atacou países do Ocidente, dizendo que eles são muito fracos para “colocar o Irã de joelhos”.

O Reino Unido, a França e a Alemanha disseram nesta semana que protocolaram um pedido para que o Irã aos seus compromissos pactuados no acordo nuclear de 2015. O líder iraniano classificou os países como desprezíveis e servis aos EUA. O Irã, disse ele, está disposto a negociar, mas não com os EUA.

Khamenei é o líder supremo desde 1989. Ele tem a palavra final em todas as principais decisões. O aiatolá de 80 anos chorou no velório de Soleimani e prometeu uma retaliação dura contra os EUA. Milhares de pessoas compareceram às cerimônias religiosas de sexta-feira. Eventualmente, o seu discurso era interrompido como gritos de “Deus é grande” e “Morte aos EUA”. Khamenei nunca foi entusiasmado pelo acordo nuclear, mas permitiu que o presidente Hassan Rouhani, que é considerado um moderado, o concluísse com o presidente Barack Obama.


G1



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Estados Unidos elevam alerta de segurança para viagens ao Brasil

O alerta não se aplica, entretanto, a viagens ao Parque Nacional de Foz do Iguaçu e ao Parque Nacional do Pantanal

O Departamento de Estado dos Estados Unidos elevou o nível de alerta para turistas que viajam para o Brasil e para aqueles que visitam determinadas áreas, como favelas, áreas de fronteira e algumas regiões administrativas do Distrito Federal. A medida foi tomada devido ao aumento do risco de crimes.

De acordo com as recomendações de viagem divulgadas hoje (14), o alerta de segurança para o Brasil é nível 2, em que é recomendado aumentar cautela. Os níveis vão de 1 a 4. No caso das áreas especificadas, o nível sobre para 4, em que o governo norte-americano não recomenda a viagem. Funcionários do governo dos Estados Unidos também só podem visitar esses locais com autorização prévia.

O comunicado aconselha aos turistas a não visitarem “empreendimentos informais de habitação (comumente referidos no Brasil como favelas, vilas, comunidades e/ou conglomerados) a qualquer hora do dia devido a crimes”, nem mesmo em uma visita guiada. De acordo com o órgão, mesmo nessas comunidades que a polícia ou os governos locais consideram seguros, a situação pode mudar rapidamente e sem aviso prévio. A cautela também se estende às áreas próximas, já que “ocasionalmente, os combates entre gangues e os confrontos com a polícia ultrapassam os limites dessas comunidades.”

Distrito Federal

Segundo o Departamento de Estado, também não é aconselhado a ida de turistas para as regiões administrativas (conhecidas como cidades satélites) de Ceilândia, Santa Maria, São Sebastião e Paranoá, todas no Distrito Federal, durante a noite.

A orientação também vale para regiões a menos de 150 quilômetros da fronteira do Brasil com a Venezuela, Colômbia, Bolívia, Guiana, Guiana Francesa, Peru, Suriname e Paraguai. O alerta não se aplica, entretanto, a viagens ao Parque Nacional de Foz do Iguaçu e ao Parque Nacional do Pantanal.

Ainda de acordo com o comunicado, no Brasil “crimes violentos, como assassinato, assalto à mão armada e roubo de carros, são comuns nas áreas urbanas, dia e noite. A atividade de gangues e o crime organizado é generalizada. Assaltos são comuns. Os funcionários do governo dos EUA são desencorajados a usar ônibus públicos municipais em todas as partes do Brasil devido ao risco elevado de assalto e agressão a qualquer hora do dia e, especialmente, à noite”.

Caso o turista decida viajar para o Brasil, o órgão orienta, por exemplo, a estar atento ao entorno e ter mais cuidado em áreas isoladas; não resistir a tentativas de assalto; não caminhar nas praias depois de escurecer; não exibir sinais de riqueza, como relógios ou joias caras; ser extremamente vigilantes em bancos ou caixas eletrônicos; e ter cuidado no transporte público, especialmente à noite. “Os passageiros enfrentam um risco elevado de roubo ou assalto usando transporte público de ônibus municipal em todo o Brasil”, diz a recomendação.


Agência Brasil



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Rainha Elizabeth II convoca reunião para discutir decisão de duques

O Palácio de Buckingham disse que essas questões são complicadas

A Rainha Elizabeth II convocou para esta segunda-feira (13) uma reunião de emergência com integrantes da família real britânica para discutir o futuro papel na monarquia dos duques de Sussex, Harry e Meghan.

De acordo com a imprensa britânica, será o primeiro “frente a frente” do príncipe Harry, de 35 anos, com a sua avó, depois de ter anunciado na quarta-feira (8) a vontade de ter sua “independência financeira” com a mulher Meghan, e de viver uma parte do ano na América do Norte.

Além de Harry, vão estar presentes na residência da rainha, em Sandringham, o príncipe William e o seu pai, o príncipe Charles, herdeiro da coroa, enquanto Meghan participará por telefone do Canadá, informou hoje um porta-voz do Palácio de Buckingham.

Harry e a mulher anunciaram a intenção de “recuar” dos deveres de membros seniores da família real do Reino Unido, para se tornarem financeiramente independentes. O Palácio de Buckingham disse que essas questões são complicadas.

“Depois de muitos meses de reflexão e discussões internas, decidimos fazer uma transição este ano para começarmos a construir um novo papel progressivo nesta instituição. Queremos recuar, enquanto membros seniores da família real [do Reino Unido] e trabalhar para nos tornarmos financeiramente independentes”, declararam os duques de Sussex, em publicação no Instagram.

A mensagem acrescenta que os duques de Sussex vão dividir o tempo entre o Reino Unido e os Estados Unidos, de onde é natural a mulher do príncipe Harry, Meghan Markle. Na reunião de amanhã vão ser analisados os próximos passos a serem tomados em relação aos duques e os planos que foram estudados, em coordenação com os funcionários do governo britânico e do Canadá, onde, ao que tudo indica, os duques querem estabelecer residência.

O inesperado anúncio de Harry e Meghan, que asseguram ter a intenção de “trabalhar para ser financeiramente independentes”, provocou mal-estar entre o resto dos membros da monarquia e levantou dúvidas sobre as futuras fontes de financiamento dos duques.

Segundo a imprensa, prevê-se uma “atmosfera tensa” numa “família real ferida”, que foi surpreendida pelo anúncio do casal, revivendo a memória da abdicação em 1936 do rei Eduardo VIII para casar com Wallis Simpson, uma norte-americana divorciada, como Meghan.

A rainha Elizabeth II, de 93 anos, pediu aos membros da família que encontrem rapidamente “uma solução” para o neto, sexto na sucessão, e a sua mulher. Entre os assuntos da reunião, estará o valor da doação financeira que o príncipe Charles atribuirá ao casal, da reserva pessoal, que representa a maior parte do seu rendimento, bem como a questão dos títulos reais e o perímetro das transações comerciais que Harry e Meghan serão autorizados a fazer.

De acordo com o jornal The Guardian, Harry e Meghan receberam cerca de 5 milhões de libras (5,87 milhões de euros) em 2018-2019. A notícia da intenção dos duques de Sussex causou inquietação pública e indignação, difundida pelos meios de comunicação social britânicos. Até o museu Madame Tussauds, em Londres, que exibe 250 estátuas de cera das grandes figuras do mundo, agiu rapidamente e separou Harry e Meghan do resto da família real.


Agência Brasil



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Iranianos saem às ruas para protestar contra governo

Eles criticaram o líder supremo do país, o aiatolá Ali Khamenei, gritando “Morte ao ditador”

Milhares de pessoas saíram às ruas de Teerã, hoje (11), para protestar contra o governo iraniano. A manifestação foi causada pela indignação com o fato de militares iranianos terem derrubado, por engano, na última quarta-feira (8), um Boeing 737 da companhia Ukraine Airlines que transportava 176 pessoas de várias nacionalidades. Mais cedo, o presidente Hassan Rouhani admitiu publicamente a responsabilidade iraniana, afirmando que o avião foi derrubado “por acidente”, ao ser confundido com um míssil.

Entre os passageiros e tripulantes do avião havia dezenas de iranianos. Segundo a emissora pública de TV do Japão NHK, os manifestantes ficaram furiosos com o que eles chamaram de tentativa do governo de encobrir o fato de que vários mortos eram cidadãos iranianos. Eles criticaram o líder supremo do país, o aiatolá Ali Khamenei, gritando “Morte ao ditador”.

Mais cedo, logo após Hassan Rouhani admitir que o Irã abateu o avião, Khamenei divulgou uma nota em que atribui o incidente a um “erro humano” o “trágico acidente”. Os manifestantes disseram que o governo provavelmente sabia desde o início o que realmente aconteceu, mas que mentiram sobre os fatos.

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, usou sua conta no Twitter para comentar a situação no Irã. “Ao corajoso e sofredor povo do Irã: estou ao seu lado desde o início do meu mandato e meu governo continuará ao seu lado. Estamos acompanhando de perto seus protestos e somos inspirados por sua coragem”, escreveu Trump em um primeiro tuíte. “O governo iraniano deve permitir que grupos de direitos humanos monitorem e denunciem fatos sobre os protestos em andamento. Não pode haver outro massacre de manifestantes pacíficos, nem um desligamento da internet. O mundo está assistindo”, acrescentou o mandatário norte-americano.

O secretário de Estado dos EUA, Mike Pompeo, também usou as redes sociais para comentar os protestos. “A voz do povo iraniano é clara. Eles estão fartos das mentiras, da corrupção, da inaptidão e da brutalidade do regime do IRGC [Guarda Revolucionária Iraniana] sob a cleptocracia de Ali Khamenei. Estamos do lado do povo iraniano que merece um futuro melhor”, escreveu Pompeo em uma postagem acompanhada por um vídeo com supostas imagens dos protestos nas ruas de Teerã.

NHK – Emissora pública de televisão do Japão



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Dois soldados dos norte-americanos são mortos em ataque talibã no sul do Afeganistão

A pausa nas negociações foi decidida, de acordo com as partes, com o objetivo de finalizar uma ronda de consultas internas entre talibãs sobre a redução da violência

Pelo menos dois soldados norte-americanos morreram este sábado e outros dois ficaram feridos no sul do Afeganistão, na sequência da explosão de uma mina quando passava um veículo de tropas internacionais, ação já reivindicada pelos talibãs.”

Dois militares norte-americanos foram mortos hoje e outros dois ficaram feridos em operações, quando o seu veículo atingiu um explosivo na província de Kandahar”, no sul do país, informou a missão da NATO no Afeganistão, em comunicado.

A nota explica ainda que a identidade dos soldados mortos não será revelada até que tenham decorrido 24 horas, para que a comunicação “possa ser feita em primeiro lugar às famílias”.

O porta-voz dos talibãs, Zabihullah Mujahid, reinvindicou, numa mensagem publicada na rede social Twitter, a autoria de uma “poderosa explosão” que atingiu “um veículo de tropas estrangeiras numa área perto da base aérea de Kandahar”, que abriga soldados norte-americanos.

O atentado aconteceu numa altura em que inverno afegão está intenso e a neve e baixas temperaturas tendem a desacelerar os combates dos talibãs contra as tropas afegãs e estrangeiras, período que normalmente precede o lançamento anual de uma ofensiva na primavera.

Atualmente, talibãs e delegação de Washington estão a fazer uma “breve pausa” nas negociações de paz anunciadas em 12 de dezembro e este incidente aconteceu um dia após uma ação dos talibãs contra a base aérea de Bagram, a maior instalação militar dos EUA no Afeganistão, na qual dois civis e os sete atacantes morreram e pelo menos 70 outras pessoas ficaram feridas.

A pausa nas negociações foi decidida, de acordo com as partes, com o objetivo de finalizar uma ronda de consultas internas entre talibãs sobre a redução da violência.



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Venezuela pede ao Brasil para entregar militares detidos em Roraima

Cinco militares venezuelanos foram localizados na região da terra indígena de São Marcos, no nordeste de Roraima, durante missão de patrulhamento de áreas de fronteira feita pelo Exército.

O ministro das Relações Exteriores da Venezuela, Jorge Arreaza, informou, neste sábado (28), que o regime de Nicolás Maduro iniciou os trâmites diplomáticos a fim de solicitar ao Brasil a entrega de cinco militares venezuelanos detidos em Roraima na quinta-feira (26).

Conforme nota conjunta dos ministérios da Defesa e das Relações Exteriores do Brasil, divulgada na sexta (27), cinco militares venezuelanos foram localizados na região da terra indígena de São Marcos, no nordeste de Roraima, durante missão de patrulhamento de áreas de fronteira feita pelo Exército.

Segundo o governo da Venezuela, os cinco detidos são desertores do Exército venezuelano suspeitos de participar de um ataque armado, no último domingo (22), ao Batalhão de Infantaria de Selva Mariano Montilla, na localidade de Luepa, perto da fronteira com o Brasil.

A nota emitida por Arreaza afirma que a Venezuela aspira contar com a colaboração das autoridades brasileiras como resultado da cooperação que deve imperar entre os Estados na luta contra o terrorismo e as ameaças à paz social.

No dia seguinte ao ataque à unidade militar, o ministro da Comunicação da Venezuela, Jorge Rodríguez, disse que os militares desertores que invadiram o batalhão ficaram hospedados por 15 dias em um hotel de Pacaraima (RR).

Rodríguez afirmou que o grupo foi financiado por Andrés Antonio Fernández Soto, a quem o ministro acusou de ser traficante de ouro. Ele estaria vivendo no Brasil.



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Aproximadamente 90 pessoas morrem em atentado na Somália

As autoridades dizem que o número de vítimas mortais deve aumentar já que dezenas de feridos estão em estado muito grave

Pelo menos 90 pessoas morreram na manhã de sábado (28), num atentado na capital da Somália. Entre as vítimas há vários estudantes que seguiam numa carrinha no momento em que um camião armadilhado explodiu.

O ataque aconteceu por volta das oito da manhã numa estrada com muito movimento. A explosão destruiu várias viaturas e deixou marcas nos edifícios vizinhos.

Este foi um dos atentados mais violentos em Mogadíscio e faz lembrar um outro ataque que há dois anos fez centenas de vítimas. As autoridades dizem que o número de vítimas mortais deve aumentar já que dezenas de feridos estão em estado muito grave.

O ataque foi desencadeado por um suicida mas ainda não foi reivindicado. Nos últimos anos, a Somália tem sido palco de diversos atentados da autoria dos radicais Al Shabab. Um grupo jihadista que controla parte do centro e o sul do país. Querem instaurar um estado islâmico.


Agência Brasil



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Chile: Fogo destrói 120 casas em Valparaíso

Há suspeitas de que tenha sido provocado de forma criminosa

Um incêndio na cidade de Valparaíso, no Chile, destruiu pelo menos 120 casas, em plena véspera de Natal. O fogo começou numa floresta próxima à cidade e rapidamente atingiu alguns dos bairros mais pobres.

Pelo menos 90 mil pessoas ficaram sem energia e duas escolas foram transformadas em centros de abrigo para quem teve de abandonar suas casas.

As autoridades decretaram alerta vermelho na cidade e 28 equipes de bombeiros estão no local. A polícia investiga as causas do incêndio. Há suspeitas de que tenha sido provocado de forma criminosa.


Agência Brasil



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ONU considera 2019 um ano de esperança

Para a entidade, 2019 foi um “ano de esperança” devido à mobilização dos jovens quanto às mudanças do clima e outras questões

Um porta-voz das Nações Unidas, Stéphane Dujarric, declarou que o secretário-geral, António Guterres, considera que 2019 foi um “ano de esperança” apesar das crises em todo o mundo.

Dujarric participou, nessa terça-feira (24), da última entrevista do ano na sede da ONU em Nova York. Segundo Dujarric, o secretário-geral testemunhou grande número de crises no último ano, inclusive confrontos e mortes na Síria. O porta-voz declarou que Guterres ficou claramente decepcionado com o resultado da conferência da ONU sobre mudanças climáticas.

No entanto, ele considera que 2019 foi um “ano de esperança” devido à mobilização dos jovens quanto às mudanças do clima e outras questões. Dujarric disse ainda que o ímpeto dos jovens para melhorar o mundo e exigir que líderes políticos sejam responsabilizados é algo que dá grande esperança.



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