Os trabalhadores terceirizados da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN) paralisaram as atividades, nesta segunda-feira (14), após não entrarem em acordo com a empresa. Os funcionários reinvidicam um salário retroativo do mês de novembro, desconto que foi dado no dia em que foram ao Ministério do Trabalho para negociar, enquadramento sindical, além de melhores condições de trabalho.
Na manhã desta segunda eles se reuniram, na reitoria da UFRN, e decidiram por manter a paralisação. Ainda neste tarde, às 16h, haverá mais uma rodada de reunião na reitoria, para a UFRN tentar uma intermediação.
“Além de todas as reinvidincações dos trabalhadores, ainda há o fato de péssimas condições de trabalho. Eles reclamam do café da manhã que é oferecido, que é pão com copo de café. Um trabalhador braçal, de obra ou jardinagem, aguentar só essa refeição até o almoço? Isso é muito pouco”, esclareceu Rodrigo Tomazini, membro do Comitê em Defesa dos Terceirizados da UFRN. Nesta terça-feira (15) haverá outra mobilização às 06h30.
O Blog Gláucia Lima registra, com profundo pesar, a morte do empresário e ex-vice-prefeito de Caicó, na gestão do médico Sílvio Santos, Binha Torres.
Ele vinha sofrendo com algumas patologias, estava sendo acompanhado pela equipe médica em Natal, mas não resistiu. Casado com Maria Veras, Binha era muito querido por todos os caicoenses.
Tinha 84 anos, era pai de 3 filhos e avô de 5 netos.
Durante os dias 14 e 15 de agosto, Carnaúba dos Dantas recebe o projeto “Planejamento de Longo Prazo para Arranjos Produtivos Locais de Base Mineral” em conjunto com o SINDICER, ACEVALE, ACESE e ACVC. A iniciativa visa desenvolver,de forma sustentável, a indústria de cerâmica vermelha das regiões do Seridó e do Vale do Açu.
Com participação ativa dos empresários, parceiros, entidades públicas e daqueles que se interessam pelo desenvolvimento do setor, o programa contará com oficinas e seminários que irão orientar a indústria a planejar estratégias de médio e longo prazo, enfrentar as adversidades, alinhar e engajar as partes interessadas, desenvolver competências e aumentar a qualidade e competitividade dos produtos.
Para Vinicius Costa Lima, presidente do SINDICER, o o futuro do setor será permeado por desafios, principalmente em relação ao mercado consumidor que exige cada vez mais maior responsabilidade ambiental por parte da indústria de cerâmica. Ele também abordou a importância de se atentar aos cuidados que o ciclo de vida dos produtos requer, além da competição com as multinacionais que impulsiona o surgimento constante de novos produtos. O presidente também falou sobre a necessidade de se investir em tecnologia e inovação, em softwares, conectividade, comunicação com os clientes e romper barreiras para que seja possível criar a indústria cerâmica do futuro.
Neném de Ramalho, que representa a Associação dos Ceramistas do Vale Carnaúba, destacou o quanto as cerâmicas de nossa cidade evoluíram nos últimos dez anos, passando de cerâmicas artesanais para empresas industrializadas, e ressaltou que quem não se modernizou, não conseguiu se manter no mercado.
Para o prefeito Gilson Dantas, essas discussões são extremamente importantes para o desenvolvimento do nosso estado e que tudo isso servirá para melhorar o dia a dia, a geração de emprego e o crescimento das cerâmicas de Carnaúba dos Dantas e região. Ele destacou a importância da gestão municipal, dos ceramistas e da comunidade acadêmica estarem juntas no evento, trabalhando para que o polo cerâmico movimente ainda mais nossa economia, ao mesmo tempo em que se torna mais tecnológico e sustentável.
Parte do topo da Serra do Feiticeiro já ocupado e descaracterizado por parques eólicos. Foto: Ramiro Camacho.
Bioma seco, semiárido, a Caatinga é recorrentemente associada a espaços em que não há vida. Mas, ao contrário desse imaginário, é um bioma rico em fauna e flora, com várias espécies únicas. No Rio Grande do Norte, estado que tem mais 90% do território coberto pela Caatinga, as áreas de serra ainda são áreas com a vegetação nativa bastante preservada, mas que vem sendo devastada pela chegada das eólicas. A denúncia é do movimento Seridó Vivo.
A articulação é composta por grupos e pessoas que fiscalizam os processos de instalação dos complexos eólicos no Estado do RN. A partir desse trabalho, pesquisadores, biólogos, ecólogos, historiadores, antropólogos, sociólogos, geógrafos, estudantes, integrantes de organizações não governamentais e ativistas da sociedade civil elaboraram um abaixo-assinado para tentar barrar o avanço da colocação dos aerogeradores e a criação de uma Unidade de Conservação (UC) na Serra do Feiticeiro.
Situada no município de Lajes, a Serra oferece uma panorâmica espetacular, revelando vastas extensões de vales e montanhas cobertas por uma caatinga bem preservada. Esses terrenos são santuários para papagaios, maracanãs e ararinhas, incluindo a ameaçada Arara Maracanã, uma espécie nativa da região. Segundo levantamento do Grupo Seridó Vivo, existem hoje apenas 30 exemplares dessas aves.
De acordo com os dados do Mapa das Energias Renováveis, desenvolvido pela Federação das Indústrias do Rio Grande do Norte (Fiern), o município onde está localizada a Serra do Feiticeiro já possui 36 parques instalados e tem mais 22 projetos em andamento. Esses novos empreendimentos devem gerar uma produção adicional de 1,5 gigawatts/hora.
“O que resta da Serra do Feiticeiro está ameaçado pela instalação de um novo empreendimento eólico. O licenciamento do parque eólico em questão se arrasta desde 2014 e existe uma Licença de Instalação emitida pelo IDEMA em 2020 (Número do processo: 2020-154271/TEC/LI-0108). No entanto, desde 2014, pesquisadores e ativistas têm atuado alertando para a relevância biológica, geológica e cultural da área através de participação em audiência públicas, reuniões com os órgãos ambientais, publicação de trabalhos científicos e técnicos e de matérias em portais ambientais atestando que se trata de uma área única que precisa ser preservada”, afirma texto do abaixo-assinado organizado pelo movimento Seridó Vivo.
O grupo alerta que está prevista a instalação de mais de 120 aerogeradores nas serras da região do Seridó nos próximos anos. Segundo o Instituto do Desenvolvimento Sustentável e Meio Ambiente (Idema), entre 2019 e 2022, foram concedidas 700 licenças de operações para atividades eólicas em todo o estado, que hoje é líder na geração desse tipo de energia em toda a América Latina.
A expansão desses empreendimentos em Áreas Prioritárias para a Conservação da Caatinga ameaçam o futuro da biodiversidade do Rio Grande do Norte, segundo estudiosos e pesquisadores que integram o Seridó Vivo.
Em abril de 2022, a Organização das Nações Unidas para a Educação, Ciência e Cultura (Unesco) oficializou a designação do Geoparque Seridó. O reconhecimento implica em ações de conservação ambiental e preservação das características geológicas, mas não conseguiu conter o desmatamento provocado pela implantação dos parques eólicos. Ainda que pouco conhecida pelo público em geral, a certificação de Geoparque Mundial foi estabelecida com o objetivo de fomentar o desenvolvimento sustentável de regiões de significância geológica ímpar na história do planeta.
Nos últimos anos, contudo, os parques eólicos vêm sendo instalados em extensas áreas de vegetação nativa nos municípios de Lagoa Nova, Cerro Corá, Caiçara do Rio do Ventos, São Tomé e Lajes, incluindo boa parte de Áreas Prioritárias para a Conservação da Caatinga reconhecidas pelo Ministério do Meio Ambiente do Brasil. Além do desmatamento das áreas de instalação dos aerogeradores, também são desmatadas vastas áreas para a construção de estradas.
“Diante disto, nós, abaixo-assinados, solicitamos ao governo municipal de Lajes, ao governo do Estado do Rio Grande do Norte, através do Instituto de Desenvolvimento Sustentável e Meio Ambiente e da Secretaria de Meio Ambiente e Recursos Hídricos do estado, aos Ministérios Públicos Estadual e Federal, ao Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade e ao IPHAN a suspensão imediata de quaisquer empreendimentos que causem significativo impacto ambiental à Serra do Feiticeiro, e que se inicie imediatamente o planejamento para garantir a conservação desta área única através da criação de uma unidade de conservação de proteção integral que garanta a manutenção deste importante patrimônio potiguar”, ressalta a petição.
O link para assinatura do documento está disponível aqui.
Projeto de lei segue para avaliação no Senado. Foto: UnB/ Divulgação
Nesta semana, foi aprovado na Câmara dos Deputados o projeto de lei com a revisão da Lei de Cotas, que garante a reserva de vagas nas universidades e institutos federais para estudantes negros, pardos, indígenas, com deficiência e de baixa renda da escola pública. O projeto de lei nº 5384/20 segue para avaliação do Senado Federal.
A Lei 12.711/12, que criou o sistema de cotas, já previa a reformulação da política após dez anos de implantação, o que deveria ter ocorrido em 2022.
Veja as mudanças previstas no projeto de lei:
Redução da renda
Metade das vagas reservadas aos cotistas será destinada aos estudantes com renda familiar de até um salário mínimo (R$ 1.320) por pessoa. Atualmente, a renda familiar exigida é de um salário mínimo e meio per capita.
Quilombolas
Está prevista a inclusão de estudantes quilombolas nas cotas das universidades e institutos federais de ensino. Até o momento, os alunos beneficiados são negros, pardos, indígenas, com deficiência e de baixa renda da rede pública.
Preenchimento das cotas
O projeto traz um novo critério para o preenchimento das cotas. Primeiro, os candidatos cotistas vão concorrer às vagas da ampla concorrência. Se a nota não for suficiente para ingressar por meio desta modalidade, irão concorrer às vagas destinadas aos seus subgrupos (pretos, pardos, indígenas, quilombolas, pessoas com deficiência e alunos da escola pública). Com isso, os cotistas terão mais de uma opção para entrar no curso universitário.
Auxílio estudantil
Os estudantes que optarem pelas cotas terão prioridade para receber bolsa de permanência e outro tipo de auxílio estudantil.
Pós-graduação
Pelo projeto de lei, as instituições deverão promover ações afirmativas para inclusão de negros, indígenas, quilombolas e pessoas com deficiência nos programas de pós-graduação. O projeto não define qual política deve ser adotada, dando autonomia às entidades. De acordo com o Ministério da Igualdade Racial, até dezembro de 2021, mais da metade dos programas de pós-graduação das universidades públicas tinham algum tipo de ação afirmativa no processo seletivo.
Revisão
A cada dez anos, a política de cotas deverá passar uma avaliação, com monitoramento anual.
Para o Ministério da Igualdade Racial, que atuou para a aprovação do PL, a previsão de ações afirmativas nos programas de pós-graduação é um avanço.
“A inclusão da pós-graduação é um avanço significativo, especialmente porque a redação não prevê necessariamente a modalidade de cotas. O projeto de lei reconhece a autonomia inerente aos programas de pós-graduação e estabelece como regra a proposta de ações afirmativas com flexibilidade para que cada programa possa propor e executar suas políticas afirmativas de maneira a atender às suas especificidades e às diferenças em seus processos seletivos”, destaca a diretora de Políticas de Ações Afirmativas do ministério, Anna Venturini.
A diretora da Faculdade de Comunicação da Universidade de Brasília (UnB) e relatora da política de cotas raciais na instituição em 2003, Dione Moura, avalia que a renovação das cotas é necessária no país, porém não se pode perder de vista que é uma política temporária.
“A universidade é a metade do caminho para formação de pessoal qualificado para o mercado de trabalho. Esse trajeto começa com cinco anos de idade, quando precisa ter creche. Depois, tem que ter pré-escola, ensino fundamental, médio para chegar na universidade. Nesse percurso, estamos perdendo crianças e jovens. A questão que impressiona e deixa a gente com a necessidade contundente de clamar, de reivindicar e destacar que a política de cotas é uma ação regulatória provisória. Permanente é a educação para todos”, disse a pesquisadora e pioneira na implantação de políticas afirmativas no ensino superior do país.
O que diz a lei hoje
Sancionada em agosto de 2012, a Lei 12.711 estabeleceu reserva de 50% das matrículas nas universidades federais e institutos federais de ensino a alunos que cursaram o ensino médio em escolas públicas. A outra metade continua com a ampla concorrência.
Dentro das cotas, metade é para estudantes de escolas públicas com renda familiar igual ou inferior a um salário mínimo e meio por pessoa. Os 50% restantes para alunos da rede pública com renda familiar acima desse valor. Nas duas situações, há reserva de vagas para autodeclarados pretos, pardos e indígenas a partir da proporção desses grupos na população total da unidade da Federação onde a instituição está localizada, conforme dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística.
Em 2017, as pessoas com deficiência passaram a ter também acesso às cotas, com base na proporcionalidade da população do estado e Distrito Federal.
“Nós tivemos a pior baixa estação do Rio Grande do Norte, desde que tivemos a ascensão do turismo. Com uma ocupação de 42%, isso é terrível”, destacou o parlamentar.
Luiz Eduardo destacou a importância do turismo que é a maior cadeia produtiva do estado e como essa baixa impacta diretamente esse setor.
O boletim Observa Infância da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) e do Centro Universitário Arthur de Sá Earp Neto (Unifase), da Faculdade de Medicina de Petrópolis, divulgado nesta sexta-feira (11), mostra que foi reduzido o número de crianças com até 5 anos tomaram pelo menos duas doses da vacina contra a covid-19. Dados do Ministério da Saúde, usados para análise da pesquisa, indicam que apenas 11,4% das crianças com idade entre 6 meses e 5 anos, foram imunizadas com duas doses da vacina.
Segundo o coordenador do Observatório, Cristiano Boccolini, os números são preocupantes e revelam cobertura vacinal de apenas 2,9% entre bebês de 6 meses a 2 anos. Boccolini disse que vários fatores contribuíram para os baixos índices de vacinação: a demora para a compra de vacinas, informações falsas de que as crianças não sofrem com a forma grave de covid-19, ou que há falta de segurança e eficácia da vacina, são alguns desses fatores.
Conforme dados epidemiológicos recentes sobre a covid-19, o Brasil registrou, entre 1º de janeiro e 11 de julho de 2023, 80 mortes de crianças de até 4 anos. Desse total, 23 foram de crianças entre 1 e 4 anos, o que representa média de aproximadamente 1 óbito semanal nesse grupo etário. No mesmo intervalo, houve 2.764 hospitalizações em razão da doença, das quais 994 envolveram crianças de 1 a 4 anos. “Isso significa média semanal de 38 hospitalizações para essa faixa etária”, informaram os pesquisadores.
A pesquisadora do Unifase Patrícia Boccolini lembra que as vacinas estão disponíveis no Sistema Único de Saúde (SUS), em todo o território nacional para toda a população. Ela sugere que, gerencialmente, as unidades de saúde aproveitem quando as crianças aparecem para o esquema vacinal regular e apliquem também o imunizante contra a covid-19. Patrícia propõe também a ampliação dos horários dos postos de saúde e a instalação de pontos de vacinação móveis, como em metrôs e shopping centers, por exemplo.
Como forma de ampliar a vacinação nessa faixa etária, os coordenadores do Observa Infância defendem a realização de campanhas direcionadas para a faixa etária de até 5 anos. A finalidade é ampliar o acesso à informação qualificada e facilitar a compreensão sobre dados obtidos junto a sistemas de informação nacionais.
Na tarde dessa quinta-feira (10), aconteceu a inauguração do Centro de Referência Especializado em Assistência Social (CREAS) do Município de Cruzeta com co-financiamento estadual, recebendo como denominação Cleide Lúcia dos Santos, em referência a servidora, já falecida, que ingressou na Assistência Social em 2013, quando iniciou seus trabalhos no Centro de Referência de Assistência Social – CRAS, e sempre se preocupava em acolher com alegria os usuários que ali chegavam.
O evento contou com a presença do Prefeito Municipal, Joaquim de Medeirinho, da Primeira Dama e Vereadora Arilúzia Sasnara, da Vice Prefeita Elismária Catarina, do Presidente da Câmara Municipal Itan Lobo, da Secretária de Estado do Trabalho, da Habitação e da Assistência Social, Íris Maria de Oliveira, da Secretária Municipal de Assistência Social, Francineide Medeiros, da Coordenadora da Gestão Estadual do Sistema Único de Assistência Social – Edvania Freitas, e da Coordenadora do CREAS, Angelynna Botelho, além das equipes Técnicas do Programa Criança Feliz, CRAS, CREAS, o Conselho Tutelar, e familiares de Cleide Lucia dos Santos.
O Centro está localizado na Rua Francisco Gomes, nº 53, no centro da cidade, e permitirá que a população seja atendida com muito mais qualidade e conforto, cuja equipe ofertará serviços primordiais, atendimento especializado às famílias e indivíduos em situação de risco pessoal e social, tais como vítimas de violência física, psicológica e/ou sexual, de trabalho infantil, negligência, abandono e discriminação, entre outras possibilidades.
Alem disso, o CREAS prestará informações, orientação jurídica, apoio à família e de acesso à documentação pessoal, o total acolhimento, orientação e acompanhamento às famílias e indivíduos em situação de violação de direitos, fortalecendo e reconstruindo os vínculos familiares, comunitários e quando necessário, realizará o encaminhamento dos cidadãos aos demais serviços públicos de Assistência Social existentes no município, sendo um equipamento de proteção social especial de média complexidade.
O Prefeito Municipal Joaquim de Medeirinho destacou que o novo espaço é um grande de sonho da população cruzetense, e proporcionará mais qualidade e conforto nos serviços da Assistência Social.
O tradicional Desfile do Agricultor chega à sua 37ª edição, como parte das festividades alusivas à celebração de Nossa Senhora da Guia, padroeira da cidade. O evento acontece neste sábado, dia 12/08. Convidamos a todos e todas para prestigiarem esse momento, que além de fé e devoção, enaltece a lida do homem e da mulher do campo.
Para ficar melhor ainda, às 12h00 (meio-dia), teremos música ao vivo com Rodson Carneiro & Forró de Autoridade, no Forró do Vaqueiro, nas barracas do Pavilhão Cultural.
CONFIRA A PROGRAMAÇÃO COMPLETA: 07H30: CONCENTRAÇÃO EM FRENTE À BASÍLICA MENOR 08H00: MISSA CAMPAL NA BASÍLICA MENOR 09H00: DESFILE PELAS PRINCIPAIS RUAS DE ACARI (Logo após desfile, Bênção Final em frente à Basílica e partilha de lanche no grupo escolar Tomaz de Araújo)
12H00: O FORRÓ DO VAQUEIRO Local: Barracas do Pavilhão Cultural (Rua Otávio Lamartine) Atração: Robson Carneiro & Forró de Autoridade
Há 50 anos surgia a Pastoral da Saúde na antiga Catedral Metropolitana de Natal, Rio Grande do Norte. A ação evangelizadora que atua nos hospitais da cidade terá um baile especial comemorativo neste sábado (12) com a banda Los Manos na sede social da AABB na Avenida Hermes da Fonseca.
De acordo com o padre responsável pela capelania dos hospitais, Humberto Negreiros, a pastoral é uma instituição eclesiástica de nível nacional que tem a missão de trabalhar pela dignidade humana em três dimensões: solidária, com visitas a enfermos em hospitais e nas residências; comunitária, com formação na área da saúde e formação pastoral e dimensão sócio-transformadora, com a busca de uma política de saúde sadia, justa e ética. Em Natal, o trabalho é feito em grupos paroquias.
E para comemorar a atuação dos grupos será realizado o baile unindo à data da celebração do Dia dos Pais que ocorre no domingo. O baile com a banda Los Manos acontece às 21h com venda de mesas também na hora. Informações: 98868-3727.