Terreno que abrigava prédio do MPRN está entregue ao mato e ao lixo

Algumas partes da vegetação já superam um metro de altura – Foto: Heilysmar Lima

Sujeira, matagal e abandono. Esse é o cenário encontrado em um terreno localizado em uma das principais avenidas de Natal, a Deodoro da Fonseca, na Cidade Alta. O local em questão carrega uma série de polêmicas ao longo dos anos.

Inicialmente, era um prédio de três andares adquirido pelo Ministério Público do Rio Grande do Norte, por cerca de R$ 800 mil, em 2008. No entanto, nunca foi usado pelo órgão. Pior, com o descaso e abandono, a estrutura foi demolida e restou apenas o terreno.

Desde a última sexta-feira (8) a reportagem tenta o contato com a secretaria para saber como foi estabelecida a cessão do imóvel, desde quando foi cedido, por que foi repassado à SMS, para que vai servir e ainda quem é responsável pela limpeza. O próprio Ministério Público foi procurado, mas também não respondeu às chamadas.

A cerca instalada no perímetro do terreno, após a demolição do prédio, não impede o acúmulo de lixo, muito menos o crescimento do mato. Algumas partes da vegetação já superam um metro de altura. Apenas pequeno espaço aparenta alguma limpeza. Segundo o funcionário de uma obra em um estabelecimento vizinho, o próprio chefe dele foi responsável por mandar limpar. “O mato estava encostando no muro daqui e eu limpei”, contou Jean Carlos.

Outro vizinho também relata os problemas causados pelo abandono. De acordo com Eriberto Ferreira, que trabalha em uma gráfica nos fundos do terreno, é comum bichos aparecerem no local. “Sempre aparece barata, rato, escorpião. Faz muito tempo que não limpam isso aí”, declarou.




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Cidades no Seridó serão afetadas por supensão do abastecimento de água na terça-feira

O prazo de normalização é de 48h após a manutenção

A Companhia de Águas e Esgotos do Rio Grande do Norte (Caern) programa para esta terça-feira, 12 uma manutenção na Adutora Monsenhor Expedito. O serviço será realizado próximo a cidade de Monte Alegre e tem previsão de duração de oito horas.

De acordo com a companhia, 31 cidades que já abastecidas pela adutora terão o fornecimento de água suspenso. O prazo de normalização é de 48h após a manutenção.

Os municípios atingidos são: Ruy Barbosa, São Pedro, São Tomé, São Paulo do Potengi, Japi, Coronel Ezequiel, Jaçanã, São Bento do Trairi, Lajes Pintadas, São José de Campestre, Serrinha, Sítio Novo, Boa Saúde, Serra Caiada, Lagoa de Velhos, Barcelona, Bom Jesus, Lagoa Salgada, Lagoa de Pedras, Tangará, Santa Cruz, Monte das Gameleiras, Serra de São Bento, Passa e Fica, Lagoa D`anta, Monte Alegre, Ielmo Marinho, Santa Maria, Senador Eloi de Souza e Campo Redondo.

Também será afetada a cidade de Santa Cruz, que não tem o sistema operado pela Caern, mas que recebe água da Adutora Monsenhor Expedito.



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Grande Natal está com todas as praias próprias para banho

A recomendação é para evitar o banho quando se constatar a incidência do óleo na areia ou na água das praias.

O Boletim da Balneabilidade das praias do RN (nº 45/2019), baseado na quantidade de coliformes fecais encontrados nas águas (Resolução nº 274/2000 do Conselho Nacional do Meio Ambiente – CONAMA) e emitido nesta sexta-feira (8), informa que todas as praias potiguares atualmente monitoradas continuam próprias para o banho.

Foram coletadas, analisadas e classificadas amostras de água em 33 pontos nas praias potiguares, distribuídas na faixa costeira situada entre os municípios de Nísia Floresta e Extremoz, a fim de classificar e informar aos banhistas quais as condições das praias monitoradas para o banho.

Considerando o recente derramamento de petróleo em alto mar e a chegada deste em muitas praias da costa do Rio Grande do Norte, a recomendação é para evitar o banho quando se constatar a incidência do óleo na areia ou na água das praias.

O estudo é uma parceria entre o Instituto de Desenvolvimento Sustentável e Meio Ambiente (IDEMA), o Instituto Federal de Educação Ciência e Tecnologia do Rio Grande do Norte (IFRN) e a Fundação de Apoio à Educação e ao Desenvolvimento Tecnológico do RN (FUNCERN), fazendo parte do Programa Água Azul.



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Brasil: Emissões de gases estufa ligadas ao desmatamento crescem 3,6%

No total, puxadas pelo desmatamento relacionado ao agronegócio, as emissões brasileiras entre 2017 e 2018 tiveram um leve aumento de 0,3%

As emissões brasileiras de gases-estufa ligadas ao desmatamento cresceram 3,6% em 2018. Entre 2017 e 2018, o desmatamento da Amazônia cresceu cerca de 14% e alcançou o maior valor desde 2008, o que fez o país patinar no objetivo de reduzir as emissões de gases do efeito estufa.

Os dados do Seeg (Sistema de Estimativas de Emissões de Gases de Efeito Estufa), projeto do Observatório do Clima, que reúne 47 organizações da sociedade civil, foram divulgados na manhã desta terça (5), em São Paulo.

No total, puxadas pelo desmatamento relacionado ao agronegócio, as emissões brasileiras entre 2017 e 2018 tiveram um leve aumento de 0,3%.

Sozinho, o setor do agronegócio respondeu por 69% das emissões do país em 2018. Levando-se em conta o período de 1990 até 2017, o agronegócio responde por cerca de 80% das emissões brasileiras.

Considerando somente a atividade agropecuária -que responde por emissões relacionadas a gases relativos à fermentação entérica (com a produção de metano na digestão de animais ruminantes), o manejo dos dejetos animais (que também produzem metano) e até mesmo o cultivo de arroz em áreas inundadas, houve diminuição de 0,8% nas emissões.

O problema é que no Brasil a agropecuária ainda encontra-se associada ao desmatamento (o que no inventário de emissões aparece como mudança de uso da terra). E, nessa área, as emissões subiram pouco mais de 3%. Folhapress



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No Brasil, são cinco milhões de pessoas superendividadas

Os pesadelos e a visita incômoda de cobradores acabaram quando Lindaura procurou a Justiça para forçar a renegociação das dívidas que tinha junto a dois dos maiores bancos privados do país

“Em oito meses minha dívida com eles cresceu mais de cinco vezes. Eles chegaram a bater na minha casa, criando constrangimento. Tinha noites que eu não dormia achando que eles iam penhorar e leiloar o meu imóvel.”O depoimento é da bancária aposentada Lindaura Luz (nome fictício) que, nos últimos anos, acumulou dívidas de empréstimos consignados, cheque especial e cartão de crédito com dois dos maiores bancos privados do país, após perder parte de sua renda mensal, com o término do aluguel de uma loja na avenida W3 Sul, em Brasília, que herdou após a morte do marido.

Os pesadelos e a visita incômoda de cobradores acabaram quando Lindaura procurou a Justiça para forçar a renegociação das dívidas que tinha junto a dois dos maiores bancos privados do país. O Centro Judiciário de Solução de Conflitos e de Cidadania Superendividados (Cejusc) do Tribunal de Justiça do DF e Territórios mediou reuniões entre credores e a ex-bancária. As dívidas foram amortizadas e reparceladas. Parte foi quitada e parte está com pagamento em dia.

A história de Lindaura Luz é ilustrativa dos casos de superendividamento no Brasil. Segundo levantamento, ainda em finalização, do Banco Central (BC), há cerca de cinco milhões de pessoas superendividadas em um universo de 83 milhões de tomadores de empréstimo (6% do total).

De acordo com apresentação feita por técnicos do Bacen em evento do Cejusc, em Brasília (31/10), e em simpósio da Comissão de Valores Mobiliários (CVM) e da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económico (OCDE), no Rio (10/10), o risco de superendividamento é maior quando o mutuário acumula mais de uma modalidade de crédito.

De acordo com apresentação feita por técnicos do BC o risco de superendividamento é maior quando o mutuário acumula mais de uma modalidade de crédito. Em junho de 2019, conforme dados expostos pelo BC, 10 milhões de tomadores de crédito estavam em atraso com seus compromissos. Mais de 9 milhões de pessoas tinham pelo menos mais de uma modalidade de dívida. Dessas, a situação de superendividamento atingia, então, mais da metade (55%) dos endividados.

A condição de superendividamento não tem necessariamente relação com as taxas inadimplência (dívida em aberto há mais de 90 dias). Conforme a página de estatísticas monetárias do site do Banco Central, naquele mês a taxa de inadimplência do crédito consignado era de 3,6% e da aquisição de veículo, 3,3%. O não pagamento em dia do crédito pessoal atingia 7,4%; do cheque especial, 14%; e do rotativo do cartão de crédito, 33,5%.



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Nos Parrachos de Maracajaú, operação busca vestígios de óleo

De acordo com o Idema, a área analisada levou em consideração “a influência das ondas e do vento no deslocamento do óleo no mar”

O Instituto de Desenvolvimento Sustentável e Meio Ambiente do RN (Idema-RN) realizou uma vistoria nos Parrachos de Maracajaú e de Rio do Fogo no último sábado (26) em busca de vestígios de óleo nos corais.

No entanto, de acordo com o boletim, “não foi detectada qualquer presença de óleo na superfície, substrato e nos corais. Assim como não foi observado nenhuma evidência de efeito da substância, como corais doentes ou mortos, em proporção anormal ao padrão verificado.”

No boletim, o instituto potiguar definiu ainda a área que passará por vistoria diária. De acordo com o Idema, a área analisada levou em consideração “a influência das ondas e do vento no deslocamento do óleo no mar”.



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Ressaca: Marinha emite alerta para litoral do RN

O alerta é válido para o trecho a partir de Macau até Atins, no Maranhão, entre a noite desta segunda-feira (28) e a manhã da quarta-feira (30)

A Marinha do Brasil emitiu um alerta de ressaca para o litoral do Rio Grande do Norte. De acordo com o aviso, o mar potiguar poderá ter ondas de até 2,5 metros. O alerta é válido para o trecho a partir de Macau até Atins, no Maranhão, entre a noite desta segunda-feira (28) e a manhã da quarta-feira (30).



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Falhas em reformas de apartamentos podem comprometer estruturas de prédios

Ainda não se sabe as causas do desabamento em Fortaleza, mas até o momento uma pessoa morreu

É necessário muita atenção na hora de reformar um apartamento. Se feita de forma equivocada, sem os devidos cuidados, pode até comprometer a estrutura do prédio e, em casos extremos, provocar desabamentos. A orientação é do Conselho Regional de Engenharia e Agronomia do Rio Grande do Norte (Crea-RN). O assunto ganha destaque após o presidente do Crea do Ceará, Emanuel Maia Mota ter afirmado que o órgão foi notificado sobre uma reforma que o prédio que desabou hoje (15) em Fortaleza passaria por obras de manutenção. Ainda não se sabe as causas do desabamento lá, mas até o momento uma pessoa morreu, com estimativas de dez desaparecidos e nove resgatados com vida até esta tarde.

Além da possível reforma, o prédio tinha estrutura antiga e, segundo imagens divulgadas nas redes sociais, estava com a estrutura em más condições. A presidente do Crea/RN, Ana Adalgisa, explica que o síndico tem um papel fundamental neste processo. “Ele é o responsável por só permitir um serviço de reforma se houver a apresentação de um projeto, com um profissional habilitado e registrado no conselho. É preciso que esse profissional faça a Anotação de Responsabilidade Técnica (ART). Às vezes fazem reformas com sem profissional habilitado, apenas com pedreiro e servente e pode comprometer a estrutura do edifício ao se danificar ou alterar uma parte importante do prédio”, relata.

A ART é um documento que define os responsáveis técnicos pelo empreendimento de engenharia, arquitetura e agronomia. Ana Adalgisa alerta que os próprios moradores devem ficar atentos sobre reformas nos apartamentos vizinhos e cobrar ao síndico que sejam feitas de forma segura para todos. Ela também destaca que quando se trata de um edifício mais antigo, a atenção precisa ser redobrada. 



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Anvisa se pronuncia sobre remédio polêmico usado por gestantes: ‘causa malformação do bebê’

Atualmente, esse medicamento pertence à categoria B de gravidez, ou seja, não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) emitiu um alerta para que profissionais prescritores tenham cautela ao indicar ondansetrona a mulheres no primeiro trimestre de gravidez. A agência investiga se o medicamento causa malformação do bebê. Após a conclusão dos estudos, há a possibilidade de contraindicar o uso desse medicamento por mulheres grávidas.

O alerta da Anvisa cita um estudo que comparou 88.467 mulheres expostas à ondansetrona durante o primeiro trimestre de gravidez com 1.727.947 mulheres não expostas à substância. O resultado foi de três casos adicionais, 14 contra 11, de defeitos de fechamento orofacial identificados para cada 10 mil nascimentos de descendentes de mulheres expostas, principalmente relacionados à ocorrência de casos de fissura palatina. 

Segundo a Anvisa, o mecanismo pelo qual a ondansetrona pode interferir na gravidez é desconhecido. Dessa forma, a segurança de uso desse medicamento durante o segundo e o terceiro trimestres de gravidez também não está estabelecida.

Diante dessas informações, a agência diz que analisa a possibilidade de se alterar esse medicamento para a categoria D de risco na gravidez, categoria em que há evidências positivas de risco fetal humano, no entanto os benefícios potenciais para a mulher podem, eventualmente, justificar o risco.

Atualmente, esse medicamento pertence à categoria B de gravidez, ou seja, não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica ou do cirurgião-dentista.



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Quatro tremores são registrados no Oceano Atlântico a 1 mil quilômetros do litoral do Nordeste

Todos os tremores foram de magnitude maior a 4.5 e aconteceram próximos uns dos outros

Quatro tremores foram registrados no domingo passado (25) num período de cerca de quatro horas no Oceano Atlântico em um trecho com distância de mais de 1 mil quilômetros do litoral do Nordeste. Os tremores foram registrados e divulgados nesta segunda-feira (26) pelo Laboratório Sismológico da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (LabSis-UFRN).

Todos os tremores foram de magnitude maior a 4.5 e aconteceram próximos uns dos outros. O primeiro aconteceu às 14h54 e o último foi registrado às 19h05. A maior magnitude foi de 5.0 e teve o epicentro localizado a 1.640 quilômetros de Natal, 1.490 quilômetros de Belém, 1.345 quilômetros de Fortaleza e 1.340 quilômetros de São Luís, o ponto mais próximo.



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