O teto de um supermercado localizado no Centro de Acari, município na região Seridó, desabou na noite de sexta-feira (22). O proprietário do estabelecimento chegou a ficar preso aos destroços. A esposa dele e a filha de 8 anos também se feriram, mas todos passam bem.
Na manhã deste sábado (23), equipes da prefeitura estiveram no local. A causa prévia foi um ataque de cupim que acabou deteriorando a madeira que sustentava a estrutura do prédio.
Segundo a família, eles estavam fechando o estabelecimento quando o teto desabou. O dono do supermercado, José Euder de Araújo Silva, estava guardando uma moto quando a estrutura cedeu. Ele precisou de atendimento médico porque uma das pernas ficou presa e apresentou um inchaço. O comerciante chegou a ser levado a um hospital de Natal, mas, apesar do susto, nada grave foi constatado e ele já está em casa.
A esposa do proprietário, Rayane Soares de Oliveira, e uma filha de 8 anos também estavam no local no momento do desabamento. Elas tiveram apenas algumas escoriações e passam bem.
“A gente não escutou nenhum barulho, nada que fosse suspeito. Estava tudo normal. A gente passou o dia todo lá, e, na hora de fechar, caiu tudo”, contou Rayane.
“Minha menina conseguiu correr logo. Ela levou alguns pontos na cabeça, mas está bem também. Quando vi que não tinha mais nada para cair, consegui sair. E ele ficou preso. Os meninos entraram e retiraram ele”, lembra.
Natal é uma das últimas capitais brasileiras que menos consumiu bebida alcoólica em 2021, segundo levantamento da Vigilância de Fatores de Risco e Proteção para Doenças Crônicas por Inquérito Telefônico (Vigitel) do Ministério da Saúde.
No ranking geral, com todas as capitais nacionais, Natal aparece em 21º lugar, sendo a penúltima do Nordeste, ficando apenas na frente de Maceió
A Assembleia Legislativa da Paraíba (ALPB) aprovou, na sessão desta terça-feira (19), o Projeto de Lei 71/2019, de autoria do deputado Wilson Filho (PTB), que proíbe uso de canudos de plástico em bares, restaurantes e estabelecimentos comerciais e similares no estado. Medida depende de sanção do governador João Azevêdo (PSB).
Wilson Filho ressalta que o projeto delega a fiscalização e aplicação de penalidades à Superintendência de Administração do Meio Ambiente (Sudema).
O deputado argumentou a necessidade de preservação do meio ambiente e apresentou dados de uma pesquisa realizada pela Organização das Nações Unidas pelo Meio Ambiente onde cerca 4% de todo lixo descartado nos oceanos, ao redor do mundo, são canudos plásticos.
De acordo com o deputado Wilson Filho, com a aprovação do texto, a Paraíba se torna o 12º estado do país a propor a mudança, acompanhando Rio Grande do Norte, Espírito Santo, Maranhão, São Paulo, Mato Grosso do Sul, Amapá, Pernambuco, Sergipe, Amazonas, Ceará e o Distrito Federal.
Os aposentados e pensionistas do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) já podem consultar o extrato com os valores e as datas de pagamento do décimo terceiro. O procedimento pode ser feito tanto pelo aplicativo Meu INSS, disponível para celulares e tablets, como pelo site gov.br/meuinss
O decreto com a antecipação do décimo terceiro foi assinado em março. Este será o terceiro ano seguido em que os segurados do INSS receberão o décimo terceiro antes das datas tradicionais, em agosto e em dezembro. Em 2020 e 2021, o pagamento ocorreu mais cedo por causa da pandemia de covid-19.
Segundo o Ministério do Trabalho e Previdência, o pagamento do décimo terceiro antecipará a injeção de R$ 56,7 bilhões na economia. Desse total, R$ 28,35 bilhões correspondem à primeira parcela, referente à competência de abril, que será paga entre o fim de abril e o início de maio. O restante corresponde à segunda parcela, da competência de maio, a ser paga no fim de maio e início de junho.
A maioria dos aposentados e pensionistas receberá 50% do décimo terceiro na primeira parcela. A exceção é para quem passou a receber o benefício depois de janeiro e terá o valor calculado proporcionalmente.
O Ministério do Trabalho e Emprego esclarece que os segurados que recebem benefício por incapacidade temporária (antigo auxílio-doença) também têm direito a uma parcela menor do décimo terceiro, calculada de acordo com a duração do benefício. Por lei, os segurados que recebem benefícios assistenciais, como o Auxílio Brasil, não têm direito a décimo terceiro salário.
Os divórcios no Brasil caíram 13,6% em 2020 em relação a 2019, o equivalente a 52.101 divórcios a menos. Ao todo, foram registrados 331.185 divórcios concedidos, dos quais 249.874 (75,4%) judiciais e 81.311 (24,6%) extrajudiciais lavrados em cartório. Em 2019, foram contabilizados 383.286 divórcios, do portal Migalhas, com informações da Agência Brasil.
Os dados constam da pesquisa Estatísticas do Registro Civil – Divórcios 2020, divulgada em fevereiro deste ano pelo IBGE. Veja a íntegra da pesquisa.Foto: Reprodução
Subnotificações
Segundo a gerente da Pesquisa de Registro Civil do IBGE, Klívia Brayner de Oliveira, essa queda dos divórcios concedidos foi afetada pelo isolamento social em decorrência da pandemia de covid-19. O fechamento das varas judiciais para atendimento ao público e a demora na concessão dos divórcios são as hipóteses do instituto para a subnotificação dos divórcios.
“A pandemia trouxe impacto muito grande na nossa coleta de dados de divórcio”, disse a pesquisadora, pois em 88,1% das varas a coleta da informação é feita por meio de questionários impressos em que um funcionário do IBGE tem que ir presencialmente à unidade.
A idade média dos cônjuges na data do divórcio era de 40 anos para as mulheres e 43 anos para os homens. O tempo médio de casamento ficou em torno de 13 anos.
Tempo de casamento
O período médio de casamento foi de menos de dez anos em 49,8% dos divórcios. Em 24,2%, os casamentos duraram entre dez e 19 anos. Em 26,1% dos divórcios, a duração foi de 20 anos ou mais.
Em relação ao regime de bens, 89,9% dos casamentos tinham comunhão parcial. Ainda em 2020, 56,5% dos divórcios foram de casais com filhos menores de idade.
Em 2014, em 85% dos divórcios a mulher era a responsável pela guarda dos filhos menores de idade e em 7,5%, a guarda era compartilhada. Esse cenário começou a mudar com a entrada em vigor da lei 13.058/14, que estabeleceu como prioridade a guarda compartilhada.
Em 2020, em 57,3% dos divórcios a guarda era responsabilidade das mulheres e em 31,3%, compartilhada.
Os preços dos alimentos no Brasil, que vinham em alta desde o início da pandemia, ganharam novo impulso após a invasão da Ucrânia pela Rússia, em 24 de fevereiro. O fenômeno atingiu especialmente itens produzidos nos dois países envolvidos no conflito, como milho, trigo e óleo vegetal. O aumento trouxe pressão extra para o bolso dos consumidores brasileiros e preocupa governos mundo afora, acendendo um alerta sobre a insegurança alimentar da população mais vulnerável.
Uma vez por semana, a cuidadora Emanuelly Ximenes, de 35 anos, percorre de ponta a ponta uma feira livre na zona sul do Rio de Janeiro comparando preços das barracas. Praticamente tudo está mais caro. Para abastecer a despensa da patroa, uma idosa de 94 anos, ela gastava de R$ 40 a R$ 60 por semana um ano atrás. Agora, as despesas pela mesma quantidade estão mais altas, na faixa de R$ 60 a R$ 90 por semana.
“Folhas como alface e agrião custavam aqui na feira R$ 1, R$ 1 e pouco. Agora, custa quase o dobro”, diz Emanuelly, apontando para a placa de preço de uma das barracas da feira, com R$ 1,99 escrito. “Frutas também ficaram mais caras, como mamão. Eu continuo comprando tudo que está na lista, não faço substituições, porque são coisas que ela precisa, mas evito comprar em supermercados.”
Os alimentos vendidos para consumo em casa, como os comprados em supermercados e feiras, subiram 3,09% desde o começo da guerra, segundo a inflação oficial medida pelo IPCA. Sob influência da cotação internacional, houve aumento de preços de óleo de soja (8,99%), farinha de trigo (4,03%) e macarrão (2,69%). O pão francês subiu 2,97%. O comportamento não é muito diferente do restante do mundo. Segundo a ONU, os preços dos alimentos dispararam 13% em março no mundo.
Bem-estar
Especialistas afirmam que a pressão dos preços resultou em perda de bem-estar, especialmente na parcela mais pobre da população. Desde o início da pandemia, a confiança das famílias de baixa renda permanece inferior à das famílias de renda mais alta, segundo estudo da FGV. Em março de 2022, a confiança do consumidor com renda familiar de até R$ 2.100 mensais estava em 69 pontos, 17% mais baixa que a do grupo com renda familiar acima de R$ 9.600, de 83,6 pontos.
“Mesmo que a inflação fosse igual para todas as faixas de renda, ela ainda afetaria mais os mais pobres, pois eles não têm reservas, não têm estoque de poupança, nem folga no fluxo de renda mensal”, ressaltou Aloisio Campelo Júnior, superintendente de estatísticas públicas do Instituto Brasileiro de Economia da FGV (Ibre/FGV). “Pelo contrário, elas (as famílias mais pobres) tendem a despoupar, ou seja, consomem mais do que auferem de renda.”
Marcelo Neri, diretor do FGV Social, afirma que o cenário agrava a insegurança alimentar. Levantamento da FGV Social a partir de dados do Gallup World Poll mostra que 17% da população do Brasil concordava que não tinha recursos financeiros suficientes para se alimentar em 2014. Esse porcentual cresceu para 28%, em novembro de 2020. “O Brasil é a fazenda do mundo e tem pessoas em insegurança alimentar”, disse Neri.
A Polícia Civil está com investigação em aberto para elucidar o assassinato do advogado Eliel Ferreira Cavalcante Júnior, de 25 anos, ocorrido no último sábado (9), em Mossoró. Um mandado de prisão contra o suspeito pelo crime já foi expedido, mas ele está foragido. A motivação do crime ainda é motivo de dúvidas e o delegado do caso preferiu não dar mais declarações sobre o assunto. A investigação pode levar até 30 dias.
O prazo depende justamente da prisão ou não do suspeito. Se preso, o tempo para conclusão dado é de dez dias. Com ele ainda foragido, o prazo é alongado e chega ao limite de 30 dias, de acordo com a Polícia Civil. O caso tem gerado repercussão na cidade. A primeira hipótese levantada é de que o advogado teria sido confudido como um assaltante e morto a tiros. Em entrevista, o delegado Rafael Arraes, que conduz a investigação, afirmou, inicialmente, que a vítima estava conversando com um amigo, quando foi abordado pelo atirador em uma praça, no bairro Boa Vista.
Ainda de acordo com o delegado, o advogado imaginou que se trataria de uma abordagem criminosa e teria corrido. Na confusão, outra pessoa teria segurado a vítima, que foi alvo de vários tiros até a morte. Outra pessoa também teria sido alvejada e foi levada ao hospital.
O suspeito pelo crime já foi identificado, mas ainda não foi detido. A Polícia pede que a população passe informações sobre o paradeiro do suspeito e sobre o caso no telefone (84) 98118-1478 ou no 181. Segundo o delegado, o suspeito tinha posse de arma de fogo.
Os registros de casos de dengue, zika e chikungunya em Natal cresceram 407,6% entre os meses de janeiro e (início) de abril de 2022, se comparado com igual período do ano passado. Os dados são do Boletim Epidemiológico Centro de Controle de Zoonoses de Natal (CCZ). Foram notificados, de acordo com os números, 184 casos em 2021 contra 934 neste ano, no mesmo recorte. O Boletim, que já inclui alguns números deste mês de abril, foi divulgado na última sexta-feira (8).
Os casos de dengue foram os que tiveram maior aumento de registros (336,91%), seguidos pelo crescimento nas notificações de zika (266,67%) e chikungunya (75%). No recorte mês a mês, março é o que registra o maior número de notificações de arboviroses (651) até o momento, segundo o CCZ. Depois, vem o mês de fevereiro (154). Os primeiros dias de abril chamam a atenção, uma vez que o boletim já apresentam 69 notificações.
O Governo do Estado do Rio Grande do Norte, por meio do Instituto de Gestão das Águas do RN (Igarn), monitora 47 reservatórios, com capacidades superiores a 5 milhões de metros cúbicos, responsáveis pelo abastecimento das cidades potiguares. O Relatório do Volume dos Principais Reservatórios Estaduais, divulgado nesta segunda-feira (11), indica, que as reservas hídricas superficiais totais do RN somam 1.856.039.937 m³, percentualmente, 42,40% da sua capacidade total, que é de 4.376.444.842 m³. No relatório divulgado no dia 04 de abril, as reservas hídricas acumulavam 1.822.928.995 m³, equivalentes a 41,65% da sua capacidade total.
A barragem Armando Ribeiro Gonçalves, maior reservatório do RN, acumula 1.215.250.684 m³, correspondentes a 51,21% da sua capacidade total, que é de 2.373.066.510 m³. Na última segunda-feira, o manancial estava com 1.193.807.767 m³, equivalentes a 50,31% da sua capacidade total.
O segundo maior manancial do RN, a barragem Santa Cruz do Apodi acumula 217.694.160 m³, percentualmente, 36,3% da sua capacidade total, que é de 599.712.000 m³. No dia 04 de abril, o reservatório estava com 215.955.460 m³, correspondentes a 36,01% da sua capacidade.
A barragem Umari, localizada em Upanema, recebeu águas das últimas chuvas e acumula 173.876.156 m³, equivalentes a 59,38% da sua capacidade total, que é de 292.813.650 m³. No último relatório divulgado, o manancial estava com 169.433.405 m³, percentualmente, 57,86% da sua capacidade total.
O açude Pataxó, localizado em Ipanguaçu, foi o reservatório que teve maior aumento percentual de volume nos últimos dias, acumula 5.942.897 m³, correspondentes a 39,57% da sua capacidade total, que é de 15.017.379 m³. No dia 04 de abril, ele estava com 4.650.837 m³, equivalentes a 30,97% da sua capacidade total.
Outro manancial que vem recebendo bom aporte hídrico é o açude Morcego, localizado em Campo Grande. O reservatório acumula 3.161.358 m³, percentualmente, 47,13% da sua capacidade total, que é de 6.708.331 m³. Na última segunda-feira, ele estava com 2.580.026 m³, equivalentes a 38,46% da sua capacidade.
Atualmente, dois reservatórios monitorados pelo Igarn permanecem com 100% da sua capacidade, são eles: o açude público de Encanto e o açude Beldroega, localizado em Paraú.
Os mananciais monitorados que estão com mais de 80% da sua capacidade, são: Passagem, localizado em Rodolfo Fernandes, com 87,33%; Santana, localizado em Rafael Fernandes, com 86%; Flechas, localizado em José da Penha, com 92,09%; e o açude público de Marcelino Vieira, com 96,36%.
Os açudes que continuam com volumes abaixo dos 10% da sua capacidade, são: Esguicho, localizado em Ouro Branco, com 0,43%; Zangarelhas, localizado em Jardim do Seridó, com 1,9%; Itans, localizado em Caicó, com 2,44%; Santa Cruz do Trairi, localizado em Santa Cruz, com 3,73%; Dourado, localizado em Currais Novos, com 4,36%; Caldeirão de Parelhas, com 6,69%; Japi II, localizado em São José do Campestre, com 7,01%; Brejo, localizado em Olho-d’Água do Borges, com 8,73%; e Marechal Dutra (Gargalheiras), localizado em Acari, com 9,52%.
Para saber sobre os volumes de outras barragens do RN acesse: http://sistemas.searh.rn.gov.br/monitoramentovolumetrico
Situação das lagoas
A lagoa de Extremoz, responsável por parte do abastecimento da zona norte da capital, acumula 9.599.799 m³, correspondentes a 87,12% da sua capacidade total, que é de 11.019.525 m³. No último relatório divulgado, a lagoa estava com 9.344.977 m³, equivalentes a 84,80% da capacidade total do manancial.
Já a lagoa do Bonfim, responsável pelo abastecimento da adutora Monsenhor Expedito, acumula 38.331.941 m³, percentualmente, 45,49% da sua capacidade total, que é de 84.268.200 m³. No dia 04 de abril, a lagoa estava com 38.232.420 m³, equivalentes a 45,37% da sua capacidade.
A lagoa do Boqueirão, localizada em Touros, acumula 10.268.555 m³, correspondentes a 92,72% da sua capacidade total, que é de 11.074.800 m³. No relatório anterior, o manancial estava com 10.116.022 m³, equivalentes a 91,34% da sua capacidade.
Natal/RN, 11 de abril de 2022.
GOVERNO DO ESTADO DO RIO GRANDE DO NORTE INSTITUTO DE GESTÃO DAS ÁGUAS – IGARN
A Câmara Técnica da Vacina no Estado, representada pela Secretaria de Estado da Saúde Pública (Sesap) e Conselho de Secretarias Municipais de Saúde do RN (COSEMS/RN), antecipou o início da vacinação do público infantil para a primeira fase das campanhas contra Influenza e Sarampo para esta segunda-feira (11).
O objetivo é imunizar as crianças de 6 meses a menores de 5 anos de idade (até 4 anos, 11 meses e 29 dias), em um único comparecimento ao serviço de saúde. A etapa estava prevista começar em 2 de maio.
A Campanha Nacional de Vacinação contra a Influenza e Sarampo foi iniciada no último dia 04 de abril, tendo como grupos prioritários os idosos e profissionais de saúde para a primeira etapa, que seguirá até o próximo dia 30, quando se realiza o dia “D” de mobilização.
Confira aqui a Nota Informativa nº 13/2022, referente à recomendação de antecipação da vacinação do público infantil para as campanhas de vacinação da Influenza e Sarampo, a partir de 11/04/2022.