A previsão do tempo para esta semana, de segunda-feira (13) a sexta-feira (17), é de céu com muitas nuvens com pancadas de chuva isoladas em Natal, capital do Rio Grande do Norte. As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
Confira a previsão para esta semana:
Segunda-feira (13/03/2023) – Muitas nuvens com pancadas de chuva isoladas;
Terça-feira (14/03/2023) – Encoberto com chuva isolada pela manhã. Já à tarde, encoberto com chuvisco;
Quarta-feira (15/03/2023) – Muitas nuvens com pancadas de chuva e trovoadas isoladas;
Quinta-feira (16/03/2023) – Muitas nuvens com pancadas de chuva e trovoadas isoladas;
Sexta-feira (17/03/2023) – Encoberto com pancadas de chuva e trovoadas isoladas
A Subsecretaria do Trabalho da Sethas-RN, por meio do SINE-RN, divulga 34 vagas de empregos para Natal, Mossoró, Parnamirim, Currais Novos e regiões.
Para concorrer às vagas, o(a) candidato(a) deve se cadastrar via Internet no Portal Emprega Brasil do Ministério do Trabalho e Emprego, através do endereço empregabrasil.mte.gov.br ou nos aplicativos Sine Fácil e Carteira de Trabalho Digital, disponíveis para Android e IOS.
As vagas para pessoas com deficiência são uma parceria da Subsecretaria do Trabalho da SETHAS com a Coordenadoria de Promoção e Defesa dos Direitos das Pessoas com Deficiência da Semjidh.
Todas as oportunidades estão sujeitas a alteração. Para saber em tempo real qual ocupação está de acordo com seu perfil profissional é necessário acessar o empregabrasil.mte.gov.br com o seu login (PIS) e senha ou através do celular no aplicativo SINE Fácil.
Quer tirar alguma dúvida ou agendar um atendimento para Seguro Desemprego? Ligue: (84) 3190-0783 e 3190-0788. O atendimento é de segunda a sexta, das 8 às 14h.
Siga o Sine-RN no Instagram: @sine.rn para maiores informações sobre os serviços do SINE Estadual RN.
NÚMERO DE VAGAS POR MUNICÍPIO E EXIGÊNCIAS
Natal e Região Metropolitana
AUXILIAR DE TOPÓGRAFO 01 Experiência profissional exigida (06 meses) Escolaridade: ensino médio completo – Trabalhador deve possuir habilitação.
Vagas para Pessoas com Deficiência – NATAL e REGIÃO METROPOLITANA – VAGAS PCD
OPERADOR DE TRATOR DE ESTEIRA 02 Experiência profissional exigida (06 meses) Trabalhador deve possuir habilitação
TÉCNICO EM SEGURANÇA DO TRABALHO 02 Experiência profissional exigida (06 meses) Escolaridade: ensino médio completo – Curso Técnico em Segurança do Trabalho – Trabalhador deve possuir habilitação
AUXILIAR DE JARDINAGEM NA CONSERVAÇÃO DE VIAS PERMANENTES 03 Experiência profissional exigida (em mês(es)): 6 MESES Escolaridade: Ens. Fundamental completo
OFICIAL DE SERVIÇOS GERAIS NA MANUTENÇÃO DE EDIFICAÇÕES 01 Experiência profissional exigida (06 meses) Escolaridade: ensino fundamental completo
Parnamirim e Região
ENCARREGADO DE OBRAS 01 Experiência profissional exigida (06 meses) Escolaridade: ensino fundamental completo -Trabalhador deve possuir habilitação
MECÂNICO DE MOTOR A DIESEL 01 Experiência profissional exigida (06 meses) Escolaridade: ensino fundamental completo -Trabalhador deve possuir habilitação
SUPERVISOR DE VENDAS DE SERVIÇOS 01 Experiência profissional exigida (06 meses) Escolaridade: ensino médio completo – Trabalhador deve possuir habilitação
VENDEDOR – NO COMÉRCIO DE MERCADORIAS 02 Experiência profissional exigida (06 meses) Escolaridade: ensino médio completo – Trabalhador deve possuir habilitação
Currais Novos e Região REPRESENTANTE COMERCIAL AUTÔNOMO 01 Experiência profissional exigida (06 meses) Escolaridade: ensino médio completo – Trabalhador deve possuir Carteira de Habilitação
Quase metade das mulheres sofreu algum tipo de assédio sexual em 2022 no Brasil. A informação é do Instituto Datafolha, divulgado no início desse mês de março para o Fórum Brasileiro de Segurança Pública. Em números percentuais, cerca de 46,7% das brasileiras relataram ter sido assediadas em algum cenário. O índice é o maior desde 2017, início da pesquisa, e aumenta em nove pontos percentuais a quantidade de casos. Os números se traduzem em casos que têm sido denunciados com maior freqüência. Um dos cenários mais recorrentes reportado é o transporte público.
Ainda segundo levantamento do Datafolha, 12,8% das mulheres relataram ter sido assediadas fisicamente em ônibus, metrôs e afins. O número apresenta ligeiro aumento em comparação a 2021, quando esse cenário foi apresentado por 7,9% das mulheres.
Em Natal por exemplo, o último caso de importunação dentro de ônibus denunciado publicamente foi na linha 77, no bairro Nordeste, Zona Oeste da capital potiguar. Segundo a Polícia Militar, uma equipe do Esquadrão Águia, ligado ao Comando De Polícia Rodoviária Estadual (CPRE) estava em ronda quando percebeu que o motorista do ônibus jogava luz para a viatura. Após a parada, os passageiros avisaram que um homem estava importunando sexualmente uma mulher. Nesse caso, o suspeito foi preso em flagrante.
Conversando com mulheres numa das avenidas mais movimentadas de Natal, a Rio Branco, na Cidade Alta, a reportagem da TRIBUNA DO NORTE constatou, entre depoimentos, a revolta, falas de coragem, mas principalmente relatos de medo. Inclusive, o assédio é percebido não apenas no contato físico. “A gente se sente acuada, constrangida, porque é muito chato. Tem homem que, realmente, é muito nojento. As vezes eles não encostam, mas ficam olhando e isso é muito constrangedor”, relata a supervisora de vendas, Maria Luciana, 31.
Ela conta que já viveu situações que a deixaram constrangida e assustada. “Já aconteceu de eu estar no ônibus e o cara ficar encostando atrás de mim. Eu me irritei nesse dia, me afastei dele, olhei feio”, relata.
Luciana explica que que usa estratégias para tentar inibir o avanço de potenciais assediadores. Evitar sentar no fundo dos ônibus é uma dessas. Ela também prefere ficar próximo a outras mulheres. Mesmo assim, diz que as situações não cessam. “Já houve vezes em que eu estava sentada e o cara ficou encostando no meu braço de propósito, naquele ‘sem querer querendo’”, detalha.
Ao contrário dela, a vendedora externa, Gabriela Pinheiro, 26, não sofreu importunação, mas viu acontecer com outra mulher. “Eu vejo bastante, constantemente. Ontem mesmo eu vi um rapaz que estava se aproveitando do ônibus lotado para estar ali encostando na mulher. Nem toda mulher tem essa atitude de confrontar, fica lá acuada e o cara fica se aproveitando”, revela.
Para ela, é uma situação revoltante que precisa ser confrontada. “Se for comigo, eu vou ser mesmo agressiva, porque não vou permitir. Me sinto acuada mas eu tenho que confrontar de alguma forma, mostrar que estou incomodada”, afirma.
A atitude de Gabriela reflete outro dado importante quando se trata de importunação: o aumento no número de denúncias. Isso significa dizer que mais mulheres têm tomado a iniciativa de falar e buscar providência sobre os assédios, importunações e violências sofridas.
Mulheres estão denunciando mais
Em janeiro deste ano o número de denúncias e importunação sexual no Brasil aumentou 158%, em comparação com o ano passado, de acordo com o Conselho Nacional de Justiça.
Para a advogada, professora do Curso de Direito da UFRN e consultora em eqüidade de gênero e diversidade, Mariana de Siqueira, apesar das mulheres estarem denunciando mais seus agressores, a subnotificação, isto é, a quantidade de casos que não são denunciados, ainda tem se mostrado presente. “É possível dizer que tanto as mulheres tem se encorajado mais a denunciar, a despeito de ainda haver muita subnotificação, como também da maior incidência da prática”, analisa.
Os casos ainda se fazem crescentes, como mostrado na recente pesquisa do Instituto Datafolha e é possível se traçar o perfil de vítima. Mulheres, negras, jovens e de baixa renda são as mais atacadas, segundo a professora Mariana de Siqueira, que chega a essa conclusão baseada nos dados do Atlas da Violência. Já os agressores são majoritariamente homens e héteros.
É preciso, contudo, entender as diferenças entre importunação e assédio. Ainda segundo a advogada, uma situação de assédio acontece quando há hierarquia entre as relações. Os cenários mais comuns são o trabalho e a escola. “O agressor tem uma posição de hierarquia com relação a vítima”, acrescenta.
Já em casos de importunação, não existe essa hierarquia e é praticada, muitas vezes, na rua, shoppings, banheiros ou transporte público, por um desconhecido da vítima. Atualmente, no código penal, existe diferença entre os casos, portanto, com diferenças quanto às penalidades também.
A Tribuna do Norte solicitou o levantamento de dados de importunação e assédio sexual relatados em janeiro e fevereiro deste ano, bem como do ano passado, na intenção de apresentar números locais, mas a Polícia Civil do Estado não respondeu à solicitação.
Uma operação conjunta na tarde de sexta-feira 10 resgatou 56 trabalhadores que estariam submetidos a condições análogas à escravidão em duas fazendas de arroz no interior do Rio Grande do Sul.
O caso ocorreu no município de Uruguaiana (a cerca de 630 km de Porto Alegre), na fronteira com a Argentina.
O grupo resgatado era formado por homens e tinha dez adolescentes com idades entre 14 e 17 anos, segundo a PF (Polícia Federal) e o MPT-RS (Ministério Público do Trabalho do Rio Grande do Sul). Os dois órgãos atuaram na ação de resgate.
Na reta final de fevereiro, o Rio Grande do Sul registrou outro caso de trabalho considerado análogo à escravidão. Na ocasião, uma operação resgatou pessoas contratadas para a colheita de uva em Bento Gonçalves (a cerca de 120 km de Porto Alegre), na região da serra gaúcha.
De acordo com a PF e o MPT-RS, os trabalhadores encontrados nesta sexta em Uruguaiana faziam o corte manual de arroz vermelho e a aplicação de agrotóxicos sem equipamentos de proteção.
Também segundo os órgãos, eles chegavam a andar por jornadas extenuantes antes de chegarem aos locais de trabalho.
“A operação foi realizada nas estâncias Santa Adelaide e São Joaquim, em Uruguaiana, após uma denúncia informar a presença dos jovens na propriedade, em trabalho irregular e sem carteira assinada. O grupo móvel de fiscalização se dirigiu ao local e encontrou não apenas os adolescentes, mas trabalhadores adultos em situação análoga à escravidão”, afirmou o MPT-RS.
A Folha não conseguiu contato com as fazendas citadas pelo órgão até a publicação deste texto.
Os trabalhadores eram da mesma região, dos municípios de Itaqui, São Borja, Alegrete e Uruguaiana. Eles teriam sido recrutados por um “gato”, como é chamado o agenciador de mão de obra, que atuava na fronteira oeste do estado.
O MPT-RS e a PF afirmaram que o grupo fazia o corte manual do arroz vermelho com instrumentos “completamente inapropriados”. Parte dos resgatados estaria usando apenas facas domésticas de serrinha, além de aplicar agrotóxicos com as mãos.
“Em uma das propriedades, era feita a aplicação de veneno pelo método de barra, em que dois trabalhadores aplicam o agrotóxico usando uma barra metálica perfurada conectada a latas do produto -um tipo de atividade que exige equipamentos individuais de proteção”, afirmou a PF.
Os órgãos envolvidos na operação também disseram que os trabalhadores muitas vezes precisavam andar 50 minutos sob o sol até chegarem ao local de atuação.
Os resgatados afirmaram que recebiam R$ 100 por dia, mas que a alimentação e as ferramentas de trabalho eram por conta do grupo.
“Nessas condições, a comida estragava constantemente e os trabalhadores não comiam nada o dia inteiro. Se algum deles adoecesse, teria remuneração descontada”, disse a PF.
O homem apontado como o responsável pelo agenciamento ilícito foi preso em flagrante por redução à condição análoga à de escravo e conduzido à Polícia Federal.
Os trabalhadores devem receber de imediato três parcelas de seguro-desemprego. Os empregadores, por sua vez, devem ser notificados para assinar a carteira de trabalho dos resgatados e pagar as verbas rescisórias.
O MPT vai pleitear depois disso pagamentos de indenizações por danos morais individuais e coletivos. Os trabalhadores foram encaminhados para suas casas.
Segundo dados da fiscalização do trabalho, esse é o maior resgate já registrado em Uruguaiana.
Integrantes do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) acamparam em frente ao Centro Administrativo do Governo do Rio Grande do Norte, na manhã desta terça-feira (7).
Eles reivindicam uma audiência com o governo para melhorias no movimento. O protesto dos trabalhadores começou na altura da BR-101, com caminhada em direção ao Centro Administrativo, na Avenida Senador Salgado Filho.
Uma comissão do MST conseguiu reunião com o governo por volta das 10h30.
Informações da repórter Diassis Oliveira da Tv Ponta Negra/ Ponta Negra News
Valéria Veras, médica veterinária e tesoureira do Conselho Regional de Medicina Veterinária do Rio Grande do Norte, fez parte da equipe de pesquisadores que idealizaram aplicativo gratuito para ajudar a calcular o nível de dor e mal-estar dos animais.
Desenvolvido na cidade de Botucatu (SP), o VetPain, como foi batizado, trabalha com escalas para avaliar o sofrimento de pets e de animais de produção, como bovinos, equinos, ovinos e suínos.
De acordo com dra. Valéria, o aplicativo pode ser utilizado tanto por profissionais da área, como por tutores que estarão aptos para avaliar a condição geral do bicho e fazer um encaminhamento mais correto. “Ao calcular a pontuação, o tutor também saberá identificar se existe a necessidade de tratamento com analgésico ou se o caso exige uma consulta médica”, afirma.
A tesoureira do CRMV-RN ressalta ainda que a dor aguda são os veterinários que avaliam pela gravidade, porém a dor crônica quem avalia é o tutor por conviver com o animal e pelas alterações serem sutis.
O aplicativo possui uma série de vídeos, que ajudam o usuário a classificar as reações e o comportamento dos bichos. Com base nesses dados, é possível entender, por exemplo, se um cachorro está agitado, com dor ou medo.
De acordo com os pesquisadores, o programa acerta 80% dos casos, taxa ainda inferior aos mais de 90% alcançados com algumas escalas. A meta nos próximos anos é ampliar a precisão aumentando o banco de dados.
O app está disponível para sistema Android no Play Store.
Instalação de kits está disponível em 439 cidades. Foto: Valter Campanato/ Agência Brasil
Famílias de baixa renda de 439 municípios podem solicitar o agendamento e a instalação de uma parabólica digital. A instalação é gratuita. De acordo com o Ministério das Comunicações, a família precisa estar inscrita no Cadastro Único para Programas Sociais do Governo Federal (CadÚnico) e ter em casa uma parabólica tradicional instalada e em funcionamento.
A troca da parabólica tradicional pela digital é para garantir que não haja interferência (chuvisco, chiado e imagem travada) nos canais abertos de TV por satélite com a chegada do 5G, pois o sinal é transmitido pela mesma frequência, segundo a pasta. Além disso, a parabólica digital oferece som e imagem com mais qualidade e 100 canais gratuitos.
Estima-se que 1,5 milhão de pessoas serão beneficiadas. São Paulo é o estado com mais municípios com kits de instalação, 163. Em seguida, aparecem Santa Catarina (36) e Paraná (33).
Como fazer o agendamento
Para agendar a instalação da antena de TV parabólica digital, a família deve entrar em contato pelo telefone 0800 729 2404 ou pelo site sigaantenado.com.br. É preciso informa dados pessoais, CPF e o NIS.
Foto: Instituto Geral de Perícias do Rio Grande do Sul
Um decreto do governo federal, publicado nessa sexta-feira (3), prorrogou o prazo para que todos os estados estejam aptos a emitir a Carteira de Identidade Nacional (CIN), novo RG que unifica o cadastro em todo o país. Mais moderno e seguro, o documento apresenta o CPF como único número de identificação e possui formato digital pelo aplicativo Gov.br.
Com o novo prazo, os institutos de identificação estaduais terão até 6 de novembro para se adequarem. O prazo anterior se encerrava este mês. O Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos (MGI) está prestando apoio técnico aos estados para a efetivação do serviço.
Até o momento, segundo pasta, um total 11 estados brasileiros já estão aptos a emitir a nova carteira: Acre, Alagoas, Goiás, Mato Grosso, Minas Gerais, Pernambuco, Piauí, Paraná, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul e Santa Catarina. Cerca de 200 mil documentos físicos da Carteira de Identidade Nacional já foram emitidos e mais de 175 mil baixados no formato digital.
Tecnologia
O documento vem com um QR Code que pode ser lido por qualquer dispositivo apropriado, como um smartphone – o que permitirá a validação eletrônica de sua autenticidade, bem como saber se ele foi furtado ou extraviado.
Essa nova versão do documento de identificação servirá também de documento de viagem, devido à inclusão de um código de padrão internacional chamado MRZ, o mesmo usado em passaportes.
Até o momento, o Brasil só tem acordos para uso do documento de identidade nos postos imigratórios com países do Mercosul. Para os demais países, o passaporte continua sendo obrigatório.
Segurança
Antes do novo documento de identificação, era possível que a mesma pessoa tivesse um número de RG por estado, além do CPF. Com a CIN, o cidadão passa a ter um número de identificação, o que reduz a possibilidade de fraudes.
A nova carteira é válida legalmente em todo o território nacional e, caso o cidadão esqueça o documento físico, pode apresentar a versão digital em seu celular.
A Câmara comemora na segunda-feira (6), às 9h, o Dia Municipal do Optometrista, profissional responsável pelos cuidados primários da saúde visual da população. A iniciativa é do vereador Mattson Ranier que tem o objetivo de homenagear e reconhecer o trabalho desenvolvido pela categoria em Currais Novos.
A Sessão Solene faz parte de uma programação realizada pelo mandato do vereador em parceria com os profissionais homenageados e a Prefeitura Municipal para marcar este que é o mês de conscientização em saúde visual: Março Verde. No dia 10 de março, estudantes da escolas Trindade Campelo, Socorro Amaral poderão realizar gratuitamente testes de acuidade visual e na Justino Dantas, no Distrito da Cruz, a ação será realizada no dia 17.
O camundongo, espécie bastante utilizada em testes científicos. Foto: Arquivo
O Conselho Nacional de Controle de Experimentação Animal (Concea) proibiu o uso de animais vertebrados, exceto seres humanos, em pesquisa científica e no desenvolvimento e controle da qualidade de produtos de higiene pessoal, cosméticos e perfumes que utilizem em suas formulações ingredientes e compostos com segurança e eficácia já comprovada cientificamente.
Porém, os métodos alternativos validados no Brasil ou internacionalmente, ainda não reconhecidos pelo órgão, que é ligado ao Ministério da Ciência e Tecnologia e responsável por regulamentar experimentos com animais no país, poderão utilizar animais vertebrados.
Os métodos alternativos são métodos que substituem ou reduzem o uso de animais em atividades de pesquisa.
A decisão já está em vigor e foi publicada no Diário Oficial da União, nesta quarta-feira (1º).
Desde 2014, uma resolução do Concea estabelece que após o órgão reconhecer um método alternativo, as instituições de pesquisa têm prazo de até cinco anos como limite para a adoção obrigatória da técnica sem o uso de animais.
No ano passado, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprovou também uma norma para reduzir a necessidade do uso de animais em testes para pedidos de registro de medicamentos, cosméticos e outros produtos.
A medida da Anvisa garante que qualquer metodologia alternativa reconhecida pelo Concea deve ser aceita pela agência, mesmo que não estejam previstos em normas específicas ou que a norma de algum produto exija teste com animais.