Na 11ª semana seguida de queda, preço médio da gasolina cai 2,5%

No acumulado de dois meses e meio, o preço médio da gasolina já caiu 31,8% nos postos, segundo os levantamentos da ANP. Foto: Alex Régis

O preço médio da gasolina comum nas bombas caiu mais 2,5% na última semana, informou nesta segunda-feira (12) a Agência Nacional de Petróleo, Biocombustíveis e Gás Natural (ANP). O levantamento oficial da Agência diz respeito ao período entre os dias 4 e 10 de setembro, quando o preço médio nacional do combustível ficou em R$ 5,04 por litro, ante R$ 5,17 aferido na semana anterior.

Trata-se da 11ª semana seguida de queda no preço do combustível ao consumidor desde o pico histórico de R$ 7,39, registrado na penúltima semana de junho. Desde então, no acumulado de dois meses e meio, o preço da gasolina já caiu 31,8% nos postos.

A trajetória de queda começou em 24 de junho, quando o governo federal sancionou a lei que limitou o ICMS incidente sobre combustíveis a 17% em todo o país. A medida surtiu efeito quase imediato no preço aos consumidores. Em seguida, nos meses de julho, agosto e setembro, os preços seguem caindo em função das quatro reduções seguidas nos preços praticados pela Petrobras em suas refinarias.


A queda mais recente nas bombas se deve justamente ao último reajuste da Petrobras, que reduziu em 7% o preço aos distribuidores a partir de 2 de setembro, o que já se refletiu nas bombas. A uma média de R$ 5,04 por litro em todo o país, a gasolina voltou a patamares vistos em fevereiro de 2021. Então, o litro variou entre R$ 4,76 no início daquele mês e R$ 5,17 ao fim.


A redução de impostos sobre combustíveis e a pressão do governo para a Petrobras diminuir os preços praticados nas refinarias se devem aos esforços do governo em dar uma resposta ao eleitorado e conter a inflação perto das eleições.


Esse processo tem sido facilitado pelo recuo das cotações internacionais do barril de petróleo e seus derivados. Na semana passada, o barril do Brent chegou a fechar abaixo dos US$ 90, devido aos temores de queda na demanda chinesa, o que se refletiu nos preços dos derivados e reforçou a janela de reajustes para baixo da Petrobras.


Conforme noticiou o Broadcast/Estadão na semana passada, executivos da estatal veem espaços para mais reduções nos preços da gasolina, mas nem tanto no caso do diesel, cujos preços seguem sob forte volatilidade no mercado internacional.


Diesel
A Petrobras já reduziu o preço do diesel duas vezes em agosto, nos dias 4 e 11 daquele mês. Somado ao corte de impostos de junho, esse movimento também se refletiu em queda sustentada nas bombas, ainda que em intensidade bem menos intensa que a verificada para a gasolina.


Na semana entre 4 e 10 de setembro, informou a ANP, o preço médio do diesel S10 nos postos brasileiros foi de R$ 6,96, leve redução de 0,4% na comparação com os R$ 6,99 por litro registrados na semana imediatamente anterior.


Desde a semana em que foi imposto o teto de 17% no ICMS, em 24 de junho, o diesel acumula queda de 9,3% no preço médio do litro, que também caiu por 11 semanas seguidas, de R$ 7,68 no início do ciclo para os atuais R$ 6,96.


Etanol
Apesar da queda acentuada de preços do etanol na última semana, o biocombustível segue com pouca competitividade em relação à gasolina na maior parte dos Estados do País. O etanol está competitivo apenas em Goiás, Mato Grosso e São Paulo, conforme levantamento da ANP compilado pelo AE-Taxas.
Os critérios consideram que o etanol de cana ou de milho, por ter menor poder calorífico, tenha um preço limite de 70% do derivado de petróleo nos postos para ser considerado vantajoso. O Estado que mais se aproxima desta paridade é Mato Grosso, com 61,42%. Já o que mais se distancia é o Amapá, com 113,35%.


Na média dos postos pesquisados no País, o etanol está com paridade de 70,04% ante a gasolina, portanto menos favorável do que o derivado do petróleo. Em São Paulo, a paridade está em 68 30%. Executivos do setor afirmam que o etanol pode ser competitivo com paridade maior do que 70% a depender do veículo em que o biocombustível é utilizado.


GLP reduz 4,7%
A Petrobras anunciou nesta segunda-feira (12), uma baixa de 4,7% no preço do gás de cozinha (GLP). Com isso, o valor médio do insumo às distribuidoras vai cair de R$ 4,23 por quilo para R$ 4,03 por quilo, o que leva o botijão de 13 quilos para R$ 52,34. Trata-se de uma redução média de R$ 2,60 no preço do botijão. O reajuste passa a valer a partir da terça-feira, 13 de setembro. O gás de cozinha, combustível largamente usado pelas camadas mais pobres da população, não era ajustado há mais de cinco meses, desde 9 de abril, quando teve o preço rebaixado de R$ 4,48 para R$ 4,23 por quilo, o equivalente a uma queda média R$ 3,27 no preço do botijão de 13 quilos, que passou a custar R$ 54,94.

Tribuna do Norte



Moradores de Caicó podem trocar lâmpadas ineficientes por led em carreta da Neoenergia até sexta-feira

Veículo ficará estacionado na Ilha de Santana a partir desta terça-feira (13) a atende a população até a próxima sexta-feira (16), das 08h30 às 16h30

Os moradores das zonas urbana e rural de Caicó, no Seridó potiguar, terão a oportunidade de trocar lâmpadas ineficientes por lâmpadas de LED em mais uma ação do Projeto Energia com Cidadania, da Neoenergia Cosern. Uma carreta estará posicionada na Ilha de Santana, na região central da cidade, a partir desta terça-feira (13) até a próxima sexta-feira (17), sempre das 08h30 às 16h30 (com intervalo de fechamento entre 12h e 13h para almoço).

A iniciativa integra o Programa de Eficiência Energética da Neoenergia Cosern e é regulado pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel). Com ele, a distribuidora visa incentivar o consumo consciente de energia elétrica, reduzir a conta de luz e auxiliar no processo de descarbonização em sua área de concessão.

O uso de lâmpadas de LED traz uma série de benefícios, além de gerar economia de energia. Elas possuem maior vida útil, com duração de aproximadamente de 25 mil horas, enquanto as lâmpadas fluorescentes duram 15 mil horas. A tecnologia também causa menos impacto ambiental. O LED não possui elementos tóxicos na sua composição, ao contrário das lâmpadas fluorescentes que possuem mercúrio. Essa substância é geradora de resíduos prejudiciais ao meio ambiente quando descartada de maneira irregular em rios e aterros.

Critérios para participar:

Ser cliente residencial ou rural-residencial;

Ser morador de comunidade popular ou estar cadastrado na Tarifa Social de Energia Elétrica (TSEE);

Apresentar a conta de energia do mês anterior paga;

Não ter débitos com a concessionária;

Não ter trocado lâmpadas em projetos da Neoenergia Cosern nos últimos 6 anos (limite máximo de 8 lâmpadas);

Entregar as lâmpadas incandescentes, fluorescentes ou halógenas usadas (potência igual ou superior a 14W).



Saúde do RN nomeia 179 aprovados em concurso público

A edição deste sábado, 10, do Diário Oficial do Estado do Rio Grande do Norte (DOE) traz a nomeação de 179 profissionais para o quadro de servidores efetivos da Secretaria de Estado da Saúde Pública (Sesap).

As nomeações vão substituir as vacâncias de candidatos nomeados anteriormente, mas que não assumiram os cargos. São 101 assistentes técnicos em saúde, 27 enfermeiros, 16 farmacêuticos, entre outros profissionais como médicos, nutricionistas, psicólogos e farmacêuticos.

A lista completa está disponível no DOE, assim como todas as informações para o processo de admissão no cargo. Estão publicadas as listas de documentos e exames necessários, assim como as orientações para o acesso ao Sistema Eletrônico de Informações (SEI) e cadastramento como Usuário Externo do SEI, necessário para realizar a posse no cargo.

Além de realizar os exames, é necessário agendar a apresentação à Junta Médica Ocupacional do Estado situada no Prédio da Secretaria de Administração no Centro Administrativo do Estado (ao lado do Arena das Dunas). A posse é realizada por meio virtual. Para assinar o termo de posse o candidato deve ler atentamente o ato de nomeação e enviar a documentação para o email [email protected].

As dúvidas podem ser enviadas ao endereço eletrônico [email protected] ou pelo telefone 84.98137.4229



IMD abre 150 vagas em curso sobre pensamento computacional para professores da educação básica

Instituto Metrópole Digital (IMD), na UFRN — Foto: José Júnior/IMD

O Instituto Metrópole Digital (IMD/UFRN) abriu inscrições, até o dia 16 de setembro, para o curso EaD Pensamento Computacional e sua Relação com a Base Nacional Comum Curricular (BNCC) para professores da educação básica. Ao todo, são 150 vagas disponíveis.

As inscrições devem ser feitas pelo site do Sistema Integrado de Gestão de Atividades Acadêmicas (Sigaa) com a busca pelo nome do curso.

A ação de extensão visa capacitar os participantes no ensino do pensamento computacional. Além de professores da educação básica e alunos de graduação em licenciatura, a iniciativa visa estimular o desenvolvimento do pensamento computacional como uma forma de aumentar o poder cognitivo e operacional dos alunos.=

As atividades do curso começam no dia 12 de setembro e terão carga horária de 60 horas, divididas em cinco módulos. A jornada de aprendizado deve ser completada pelo cursista em um período de dois meses.

Os módulos versam sobre diversos temas, tais como pilares do pensamento computacional, metodologia de aprendizagem baseada em problemas, computação desplugada, relação entre a Base Nacional Comum Curricular (BNCC) e o pensamento computacional, entre outros.

A iniciativa é realizada no contexto do Programa Norte-rio-grandense de Pensamento Computacional (Pensa RN) e conta com o apoio do Programa de Pós-graduação em Inovação em Tecnologias Educacionais (PPgITE), do Grupo de Pesquisa em Jogos Digitais e Tecnologias Educacionais e do Laboratório de Jogos Digitais e Educação (GameLab).



Abastecimento de água será suspenso em 30 cidades do RN nesta segunda-feira

Abastecimento de água vai ser suspenso em cidades do RN — Foto: Igor Jácome/g1

A Companhia de Águas e Esgotos do RN (Caern) vai suspender nesta segunda-feira, a partir das 7h30, o abastecimento de água em 30 cidades do interior do estado que são atendidas pela adutora Monsenhor Expedito. (Veja a lista de cidade afetadas mais abaixo).

De acordo com o órgão, a suspensão se dá para manutenção corretiva em equipamentos da estação de bombeamento 2.

A previsão da Caern é religar o sistema no fim da tarde de segunda-feira (12).

De acordo com a companhia, após o sistema ser religados, serão necessárias 48 horas para normalização do envio de água para todas as cidades atendidas.

Cidades afetadas pela suspensão de água:

  1. Barcelona
  2. Boa Saúde
  3. Bom Jesus
  4. Campo Redondo
  5. Coronel Ezequiel
  6. Ielmo Marinho
  7. Jaçanã
  8. Japi
  9. Lagoa D`anta
  10. Lagoa de Pedras
  11. Lagoa de Velhos
  12. Lagoa Salgada
  13. Lajes Pintadas
  14. Monte Alegre
  15. Monte das Gameleiras
  16. Passa e Fica
  17. Rui Barbosa
  18. Santa Cruz
  19. Santa Maria
  20. São Bento do Trairi
  21. São José de Campestre
  22. São Paulo do Potengi
  23. São Pedro
  24. São Tomé
  25. Senador Elói de Souza
  26. Serra Caiada
  27. Serra de São Bento
  28. Serrinha
  29. Sítio Novo
  30. Tangará

g1 RN



Baixa oferta eleva preço do leite e impacta no programa estadual

Entre 2018 e 2019, o programa atendia 85 mil famílias em situação de extrema pobreza no Estado. Agora, atende 75 mil famílias. Foto: Divulgação

Surpreende nas gôndolas dos supermercados a escalada do preço do litro de leite, que acumula alta de 61%, nos últimos 12 meses. A razão pela alta se explica pelo aumento de custo na produção, mas também pelo comportamento dos produtores que viram na carne bovina um mercado mais atrativo. Todo esse cenário também impacta no funcionamento do Programa do Leite Potiguar (PLP), que sofre com a pouca oferta do produto e isso interfere na quantidade que é distribuída para as 75 mil famílias em extrema pobreza atendidas pelo programa.

Em processo de reformulação, o Programa Leite Potiguar (PLP), que também fomenta a cadeia leiteira do Estado, enfrenta obstáculos para ser ampliado. Entre 2018 e 2019  eram atendidas 84 mil famílias em situação de extrema pobreza, mas a pouca oferta do produto no mercado, provocada por fatores climáticos e econômicos e a queda na arrecadação do ICMS (Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços de Transportes) dos combustíveis, que financiava o programa, são apontados como as razões que impedem o Governo de torná-lo mais atrativo para os produtores e ampliá-lo para atender mais famílias que necessitam.

Na conta do programa deve ser distribuído um litro de leite por dia para cada família. Semanalmente seriam, então,  375 mil litros, porém, tem ocorrido desabastecimento em alguns municípios. “Vivemos uma crise do leite porque os produtores rurais estavam vendendo leite mais caro para outros estados e laticínios que não atuam no programa do leite. A gente só consegue receber de 200 mil a 220 mil. Como não tem o produto suficiente, não deixamos as famílias sem receber, mas ao invés, por exemplo, de receberem cinco por semana, acabam recebendo só quatro. O importante é que recebam, mesmo em menor quantidade”, explicou o  coordenador do PLP, Jan Varela.

Mas o governo diz que tem se esforçado para garantir a efetividade do programa, tornando-o mais atrativo para o produtor, mesmo que ainda não seja possível atender a demanda que aumentou com mais famílias na faixa da extrema pobreza. Com o novo modelo de contrato é possível convocar nova empresa quando a que estiver fornecendo desistir. Além disso, o preço foi reajustado para melhor competir com o mercado privado e com as investidas dos estados do Ceará e da Paraíba que têm atraído os produtores potiguares.

“Hoje o preço é R$ 4, sendo R$ 2,54 para o produtor e R$ 1,46 ao laticínio. Já houve um incremento em torno de 70% no preço nos últimos quatro anos. Estamos buscando pagar quinzenalmente o produtor para se aproximar da iniciativa privada que paga por semana”, disse o secretário adjunto da Secretaria de Assistência Social do Estado (Sethas/RN), Adriano Gomes.

O orçamento previsto para 2022 é de R$ 53,4 milhões. São nove laticínios que atendem 150 municípios. Falta finalizar o processo de mais um que atenderá o restante, de modo a cobrir todo o Estado. A previsão é que isso aconteça nesta semana. “O produtor opta em vender para iniciativa privada porque o preço está mais vantajoso e o Estado não consegue acompanhar esse preço na mesma velocidade porque o preço do leite oscila semanalmente e setor público não tem essa capacidade de a cada semana mudar o preço de um contrato vigente. O que a gente faz é cobrar o que está pactuado contratualmente”, destacou.

Corte orçamentário traz obstáculo à ampliação

De acordo com o secretário adjunto da Secretaria de Assistência Social do Estado (Sethas/RN), Adriano Gomes, outra dificuldade está no impacto que a redução do ICMS dos combustíveis causou. “Estamos fazendo grande esforço para manter esse e o programa restaurante popular porque sofreram com a queda da fonte financiadora, era o ICMS dos combustíveis. Agora, o Governo está priorizando pela fonte 100 e isso é um obstáculo para ampliar o programa”, disse ele.

O programa do leite é compreendido pelo Governo como uma garantia para os produtores, já que independente da sazonalidade da produção, os valores permanecem e o pagamento é garantido, permitindo que produzam o ano inteiro. O vice-presidente da Associação dos Produtores de Leite da região Oeste (ASPROLO), Luiz Diógenes de Sales, avalia que o programa melhorou para os produtores e tem ajudado a fortalecer a cadeia leiteira no Estado.

“O programa é bom e atende os produtores, mas o Governo ainda e poderia fazer mais na questão da desburocratização e mais linhas de crédito. Porém, o Estado reajustou o preço do leite e tem dado sua contrapartida. No Seridó abriu várias queijeiras dos pequenos produtores. O Sistema S tem ajudado também em assistência técnica. Se a gente continuar nesse patamar de valorização do leite e seus derivados, mesmo com a alta da ração, teremos uma bacia leiteira cada vez mais forte e estimulada. O Estado tem um potencial muito grande para a produção de leite”, destacou.

Tribuna do Norte



Governo libera R$ 1,7 bilhão do orçamento secreto após decreto de Bolsonaro

Foto: Arquivo

O Governo Federal liberou o pagamento de R$ 1,7 bilhão em emendas do orçamento secreto dois dias após o presidente Jair Bolsonaro assinar um decreto na véspera do feriado de 7 de Setembro destravando as verbas de interesse dos parlamentares. Bolsonaro adiou repasses da cultura e da ciência e tecnologia para abrir o espaço para as emendas.

As verbas estavam bloqueadas desde o início de agosto. De lá para cá, o presidente assinou duas medidas provisórias prorrogando repasses que estava obrigado por lei a fazer ainda em 2022, relativos ao setor cultural e ao Fundo Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (FNDCT). A manobra libera R$ 5,6 bilhões ainda neste ano para irrigar o orçamento secreto, conforme o Estadão revelou em 31 de agosto.

Com o decreto assinado e publicado na última terça-feira (6), em edição extra do Diário Oficial da União, os órgãos do governo ficaram livres para destravar as emendas que estavam bloqueadas. É uma demanda do presidente da Câmara, Arthur Lira (Progressistas-AL), e de outros líderes do Centrão, que pressionam o Executivo para liberar os pagamentos até a data das eleições.


Tecnicamente, o valor de R$ 1,7 bilhão diz respeito à verba desbloqueada nos ministérios carimbada com as emendas de relator que alimentam o orçamento secreto. Com o desbloqueio, o governo está pronto para empenhar os recursos, ou seja, garantir o pagamento aos redutos eleitorais dos parlamentares. Na prática, os padrinhos das emendas poderão fazer propaganda com os recursos liberados. O governo usa os repasses em troca de apoio político no Congresso.


O Ministério do Desenvolvimento Regional, uma das pastas mais estratégicas para o orçamento secreto, aquela que usa o dinheiro para doar tratores e asfaltar ruas a pedido dos parlamentares, foi priorizada no desbloqueio, com R$ 1,1 bilhão liberado. O Ministério do Meio Ambiente, por outro lado, ficou atrás e só conseguiu R$ 8,5 milhões na manobra. As informações foram levantadas pela Consultoria de Orçamento da Câmara com dados do Governo Federal.


Disputa
O decreto de Bolsonaro provocou críticas no Congresso, especialmente da oposição. Parlamentares querem votar um projeto para reverter a decisão do governo e ameaçam derrubar o decreto no Supremo Tribunal Federal (STF). As duas medidas provisórias assinadas por Bolsonaro que permitiram a manobra também estão no alvo.


O presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG), é pressionado a devolver as medidas provisórias, o que obrigaria o governo a pagar os recursos para o setor cultural e para o fundo de ciência e tecnologia. Em uma reunião na terça-feira (6), com um grupo de congressistas, Pacheco disse que deixaria para resolver o assunto depois do 7 de Setembro. Bolsonaro, porém, assinou o decreto antes.


Pacheco defendeu os repasses da cultura e da ciência e tecnologia, independentemente da decisão sobre as medidas provisórias. Na quarta-feira, ele afirmou que pediria à equipe econômica para encontrar o espaço necessário para bancar o socorro ao setor cultural. Nos bastidores, cresce a possibilidade de uma nova flexibilização no teto de gastos ainda neste ano para viabilizar os pagamentos.


Estadão Conteúdo



Cantor de 22 anos morre vítima de acidente no Seridó


Uma colisão transversal foi registrada por volta de 12h30 desta quinta-feira dia 08 de setembro de 2022, envolvendo uma motocicleta Honda CG Titan, de cor azul, sem placa, ano 1996, pilotada por uma pessoa de apenas 22 anos. Identificado co Laercio Simões de Araújo, a vítima reside no sítio Sussuarana 2, zona rural de Parelhas.

O outro veículo envolvido é um Ford F.4000, de cor bege, ano 1986, dirigido por um cidadão residente em Parelhas, que se ausentou do local e foi identificado pela POLICIA RODOVIÁRIA ESTADUAL com auxilio de uma viatura da rádio patrulha de Parelhas. Segundo informações de populares, a vítima seria um cantor conhecido como Laércio da Pisadinha.

A PRE realizou todos os procedimentos cabíveis, inclusive a remoção da motocicleta que nunca havia sido registrada e o caminhão foi notificado por não estar licenciado. O Instituto Técnico-Cientifico de Pericia (ITEP) foi acionado para remoção da vítima e a Policia Civil foi acionada para realizar os procedimentos cabíveis.

A 3ª CIPRv tem estado presente nas RNs fiscalizando e realizando ponto base com o intuito de orientar os condutores sempre na preservação da vida.



MPF limita prazo para análise de requerimentos no INSS de Currais Novos

Foto: divulgação

Pessoas que aguardam análise e julgamento de requerimentos apresentados na Agência de Previdência Social do INSS do município de Currais Novos ganharam esperança de ter o processo analisado com mais agilidade. É que o Ministério Público Federal (MPF) obteve do Tribunal Regional Federal da 5ª região (TRF5) a confirmação da sentença que obriga o INSS a impor prazos máximos aos atendimentos.

Com a alteração, o requerimento de salário-maternidade deverá ser analisado e julgado dentro de 30 dias. Aposentadorias por invalidez comum e acidentária (aposentadoria por incapacidade permanente) e auxílio-doença comum e por acidente do trabalho (auxílio temporário por incapacidade), em no máximo 45 dias.

A agência atende a população da Região Seridó e recebe centenas de pedidos de aposentadoria, licenças e auxílios que ficam represados e, levam, em média, quase seis meses para serem concluídos, seja com a concessão ou negativa.

“Em sua maioria, são idosos e pessoas com deficiência, em faixa de pobreza, que veem no benefício pleiteado a fonte de renda que assegurará o sustento básico de sua família. Privá-los de uma resposta, ainda que negativa, ao benefício pretendido chega a ser desumano”, resume a autora da ação civil pública (ACP), procuradora da República Maria Clara Lucena.



Brasil tem 79,22% da população com esquema vacinal anticovid completo

Foto: Magnus Nascimento

O Brasil tem 170.186.128 pessoas, ou 79,22% da população, com o ciclo vacinal contra a covid-19 completo.

A contagem é do Consórcio de Imprensa do qual o Estadão faz parte. Confira os dados sobre a pandemia do coronavírus e sobre o ritmo de imunização no menu Indicadores, no topo do terminal Broadcast, em Covid-19.

São 180.827.513 pessoas que receberam a primeira dose, 84,17% da população.


No País, 102.781.006 pessoas tomaram a terceira dose e 28.474 611, a quarta. Nas últimas 24 horas, foram aplicadas 321.307 doses adicionais (3 e 4).


Estadão Conteúdo