Pessoas enfileiradas em frente aos Correios, na Ribeira
Pessoas fizeram filas – contrariando as determinações da Organização Mundial de Saúde (OMS) de distanciamento social – para tentar regularizar a documentação necessária para receber o auxílio emergencial de R$ 600 que será pago a trabalhadores informais de baixa renda e beneficiários do Bolsa Família, popularmente conhecido como “coronavoucher”.
Uma equipe de reportagem, do jornal Agora RN percorreu alguns lugares do bairro da Ribeira, na Zona Leste de Natal, e verificou que a sede dos Correios e a Receita Federal apresentavam grande número de pessoas aglomeradas.
A procura pela regularização nos documentos é devido ao aplicativo utilizado para solicitar o auxílio, informar, em caso de irregularidade no CPF ou dívidas com a Receita, que os Correios e a Receita Federal sejam procurados para o solicitante poder dar segmento ao processo.
Para ter acesso ao benefício, basta fazer o cadastro pelo aplicativo da Caixa Econômica Federal, “Auxílio Emergencial”. Em seguida, o dinheiro será depositado em contas poupança digitais ou na conta corrente informada pelo beneficiário e só poderá ser movimentado eletronicamente. O calendário do pagamento já foi divulgado (clique AQUI e confira).
Ainda nas primeiras horas, o ministro da Cidadania, Onyx Lorenzoni, já havia informado que cerca de 600 mil pessoas já tinham feito o cadastro no aplicativo. A previsão do Governo é que entre 15 milhões a 20 milhões de trabalhadores informais façam o cadastro para receber o benefício.
A CBF decidi, também, doar para cada uma das Federações Estaduais o valor de R$ 120.000,00 (Cento e vinte mil reais)
A Confederação Brasileira de Futebol (CBF) vai destinar R$ 19 milhões, a título de doação, para a base da pirâmide do futebol coordenado pela entidade em competições de nível nacional, em função das dificuldades causadas pela pandemia do novo coronavírus.
Cada clube que disputa as séries C e D do Campeonato Brasileiro vai receber um auxílio financeiro direto no valor equivalente a duas vezes a folha salarial média dos atletas de cada uma dessas divisões, segundo dados apurados no sistema de registro de contratos da CBF. A mesma medida será aplicada ao futebol feminino e destinada aos clubes que disputam as Séries A1 e A2 do Campeonato Brasileiro.
Serão beneficiados 140 clubes, em uma ação realizada pela CBF com o apoio das Federações Estaduais. O objetivo é colaborar para que esses clubes possam cumprir seus compromissos com os jogadores e jogadoras durante o período de paralisação do futebol. Além disso, a CBF decidiu doar para cada uma das Federações Estaduais o valor de R$ 120.000,00 (Cento e vinte mil reais).
“Vivemos um momento inédito, de crise mundial, cuja extensão e consequências ainda não podem ser calculadas. É necessário, portanto, agir com critério e responsabilidade. O nosso objetivo, com essas novas medidas, é fornecer um auxílio direto imediato. Mas, além disso, temos que seguir trabalhando para assegurar a retomada do futebol brasileiro no menor prazo possível, quando as atividades puderem ser normalizadas”, afirma o presidente da CBF, Rogério Caboclo.
Os recursos de R$ 19.120.000,00 serão destinados da seguinte forma:
– Para os 68 clubes da Série D, o auxílio individual será de R$ 120.000,00 (Cento e vinte mil reais), num total de R$ 8.160.000,00 (Oito milhões, cento e sessenta mil reais).
– Para os 20 clubes da Série C, o auxílio individual será de R$ 200.000,00 (Duzentos mil reais), num total de R$ 4.000.000,00 (Quatro milhões de reais).
– Para os 16 clubes da Série A1 do Campeonato Brasileiro Feminino, o auxílio individual será de R$ 120.000,00 (Cento e vinte mil reais), somando R$ 1.920.000,00 (Um milhão, novecentos e vinte mil reais).
– Para os 36 clubes da Série A2 do Campeonato Brasileiro Feminino, o auxílio por clube será de 50.000,00 (Cinquenta mil reais), com o desembolso total, pela CBF, de R$ 1.800.000,00 (Um milhão e oitocentos mil reais).
– Para as Federações Estaduais, são R$ 120.000,00 (Cento e vinte mil reais) por entidade, num total de R$ 3.240.000,00 (Três milhões, duzentos e quarenta mil reais).
O pagamento dos valores destinados aos clubes será realizado a partir desta terça-feira, 7. Essas ações se somam a outras medidas tomadas anteriormente pela CBF, também com impacto financeiro direto para o sistema do futebol:
– Isenção por tempo indeterminado aos clubes das taxas de registro e transferência de atletas. A medida deve gerar aos clubes uma economia em torno de R$ 4.000.000,00 (Quatro milhões de reais) nos primeiros três meses de aplicação.
– Adiantamento de uma parcela de R$ 600.000,00 (Seiscentos mil reais) para os clubes da Série B do Campeonato Brasileiro referentes aos direitos de TV da competição, feito com recursos próprios da CBF, no valor total de R$ 12.000.000 (Doze milhões de reais).
– Adiantamento aos árbitros do quadro nacional do pagamento de uma taxa de arbitragem, calculada a partir da maior taxa paga pela CBF em 2019 para sua categoria, no valor total de R$ 900.000,00 (Novecentos mil reais).
Com isso, as doações e isenções da CBF aos clubes e Federações alcançam R$ 23.120.000,00 (Vinte e três milhões, cento e vinte mil reais). Somadas aos R$ 12.900.000,00 (Doze milhões e novecentos mil reais) em adiantamentos, as ações da CBF representam um total de R$ 36.020.000,00 (Trinta e seis milhões e vinte mil reais).
Além dessas medidas emergenciais, a CBF mantém seu compromisso com o investimento no futebol. Em 2019, a entidade aplicou R$ 535 milhões no futebol brasileiro, em suas diversas áreas. A CBF arca com os custos, no todo ou em parte, de 20 competições, que garantem milhares de empregos na indústria do futebol. Por exemplo, somente na realização das Séries C e D do Campeonato Brasileiro, há um investimento de cerca de R$ 80 milhões.
“Vamos manter os investimentos para permitir a realização das competições previstas para 2020”, diz Rogério Caboclo. “O nosso maior compromisso para preservar clubes e empregos é fazer a indústria do futebol voltar a funcionar quando a retomada for possível”, completa Caboclo.
Desde que suspendeu todas as competições nacionais e articulou com as Federações Estaduais para que fizessem o mesmo, a CBF trabalha em quatro eixos de ações:
1 – Preservação dos contratos e receitas dos clubes: a manutenção dos contratos existentes, em especial os contratos de direitos de televisão, que são a base da sustentação dos clubes, além dos patrocínios. Em relação à receita advinda da bilheteria, a CBF vem construindo diferentes alternativas de adequação do calendário, a partir da primeira data em que seja possível retomar as competições. Além disso, a CBF terá total flexibilidade para adotar medidas que viabilizem a conclusão de todas competições previstas para 2020.
2 – Acordos trabalhistas: através da Comissão Nacional de Clubes, a CBF apóia um processo de diálogo que permita acordos trabalhistas justos e equilibrados para clubes, atletas e funcionários. O primeiro fruto foi a decisão por consenso dos clubes de concessão de férias coletivas no mês de abril.
3 – Governo Federal: a Entidade está levando propostas juridicamente sustentáveis para que o futebol seja preservado. A CBF defende que sejam estendidas aos clubes as medidas que o governo federal vem oferecendo para as empresas, no sentido de resguardar empregos e os compromissos financeiros de curto prazo. No caso do PROFUT, uma lei específica para o futebol, a proposta é que os clubes recebam um prazo para readequar o pagamento de suas obrigações tributárias.
4 – Crédito: A CBF tem dialogado com o mercado financeiro para permitir o acesso dos clubes a linhas de crédito com juros baixos, que viabilizem atravessar o momento de paralisação dos campeonatos.
A CBF continua trabalhando intensamente, em conjunto com clubes e Federações, para que o futebol brasileiro supere esse enorme desafio.
Em carta aberta, FEMURN pede socorro para os municípios e diz que ajuda
do Governo não chegou. Na carta escrita nesta segunda-feira (6) a Federação dos Municípios do Rio Grande do Norte, relata que o “Estado não
vem repassando, há muito tempo, o que lhes é de obrigação”. A mensagem
encaminhada ao Governo diz que os recursos do PETERN não estão sendo pagos,
junto com a Farmácia Básica e outros programas.
CARTA ABERTA:
“Os tempos que estamos vivendo são dos mais
difíceis. Certamente, as atuais gerações não voltarão a experimentar situação
tão grave – e devemos rogar à Deus para que não voltem mesmo. O momento é
comparado àqueles experimentados durante as duas grandes guerras mundiais, que
tanto sofrimento trouxeram à humanidade. Não se tem notícia na história de um
surto pandêmico com tamanhas proporções e consequências tão devastadoras.
Desde que a Organização Mundial de Saúde classificou
a situação mundial do novo Coronavírus (COVID-19) como pandemia, em 11 de março
de 2020, os povos de todas as nacionalidades convivem com a dor do medo e a
angustia da incerteza. O risco potencial dessa doença infecciosa atingir a
população mundial, de forma simultânea, e a real possibilidade dela propaga-se
de forma desmedida, mudarão nossa rotina diária e os nossos hábitos de convívio
social pro resto das nossas vidas.
As consequências
futuras dessa grave crise sanitária não serão menos devastadoras do que a
doença em si. Vencida essa batalha contra a pandemia, ainda haveremos de
enfrentar uma grave recessão econômica, sem precedentes. Que será outro árduo
duelo a ser vencido!
À frente
dessa guerra inglória, temos os 5.567 (cinco mil, quinhentos e sessenta e sete)
Municípios brasileiros. Serão nas nossas cidades, nos mais longínquos grotões
de nossa amada pátria, os “campos de batalha”. Os primeiros a receber os
enfermos serão os hospitais públicos municipais.
Os
recursos humanos e materiais disponíveis de imediato serão fornecidos pelas
Prefeituras. A frente desse palco triste, os profissionais da medicina das
unidades de saúde das cidades brasileiras, munidos com medicamentos e materiais
fornecidos pelos Municípios.
Os
sepulcrários municipais contabilizarão, tristemente, as grandes baixas. Com a
crise financeira, os Municípios serão demandados para implementar políticas
públicas que amenizem as dificuldades das suas populações. Infelizmente, essa
será a triste realidade – queira Deus que não – que teremos a nossa frente!
Mais do
que nunca, exige-se dos governantes sufragados pelo povo, em todas as esferas
da administração pública, solidariedade, comprometimento e responsabilidade. Os
atos de gestão devem ser pautados pela serenidade, pelo bom senso e pela
seriedade, principalmente no manuseio dos recursos públicos disponíveis, para
reinar a eficiência, eficácia e resolutividade das ações impetradas para o
enfrentamento e na solução dos problemas que surgirão como consequências desse
famigerado novo Coronavirus, que dá causa à COVID-19, uma doença de alto grau
de letalidade para uma parte do nosso querido povo. Por isso, precisa-se tanto
de cuidado e sensatez.
No Rio
Grande do Norte, em tempos tão difíceis, causa ainda mais aflição o descaso e
desrespeito do Governo do Estado para com os Municípios. Se não bastassem as
agruras vivenciadas em razão da escassez de recursos disponíveis às
Prefeituras, o nosso Estado não vem repassando, há muito tempo, o que lhes é de
obrigação, e que nos é de direito.
Os
recursos do PETERN não são pagos sob os mais diversos pretextos, embora sejam
os transportes municipais os responsáveis pela condução dos alunos da Rede
Estadual de Ensino. O Programa da Farmácia Básica não é pago há anos,
contrariando acordo judicial realizado perante o Tribunal de Justiça – isso é o
mais puro absurdo! Aliás, ainda está vivo na memória de todos o compromisso
assumido pela atual Governadora do Estado, na sede da FEDERAÇÃO DOS MUNICÍPIOS
DO RIO GRANDE DO NORTE – FEMURN, assegurando, em alto e bom som, para o alento
dos anseios dos Municípios do Rio Grande do Norte, o pagamento do Programa
rigorosamente em dia. E o que dizer da Assistência Farmacêutica? Já estamos, há
mais de 09(nove) anos, sem receber esses recursos, assegurados aos Municípios
por uma relação tripartite, oficializada entre os três Entes federados. Mas,
não cumprido pelo Governo do Rio Grande do Norte. Portanto, da parte dos Municípios,
não se pede nada que não seja de legítimo direito.
A
sociedade Potiguar também acompanhou, ao término do ano de 2019, a batalha
judicial do PROEDI – Programa de Incentivo Fiscal à Indústria Instituído pelo
Governo do Estado às expensas dos recursos municipais. E Mesmo com Decisões
Judiciais que beneficiavam os Municípios, sensíveis à situação, mesmo assim, os
Entes Municipais cederam a um acordo, com a renúncia de parte do que lhe é de
direito, por acreditar no desenvolvimento do nosso Estado e no compromisso do
Governo. Mas, mesmo com a aprovação de lei no âmbito da Assembleia Legislativa,
assegurando o pagamento de parte do valor renunciado aos Municípios, ainda
assim, quase nada foi pago, estando o Estado inadimplente com 05 (cinco) de 06
(seis) parcelas vencidas.
Como
dito, os tempos são árduos – de solidariedade! –, e o que se espera do Governo
do Estado é exatamente o bom senso, a seriedade e a sensatez que não escaparam
aos Municípios no momento de estender-lhe a mão quando precisou.
Ainda resta
no coração dos Guerreiros(as) Gestores(as) Municipais um fio de esperança de
que se encontre, administrativa ou judicialmente, alternativas promissoras para
a retomada da liberação dessas verbas que o Governo do Estado se apropriou,
indevidamente, deixando os Municípios a deriva da bravura e grandeza dos
Prefeitos e Prefeitas, convocados para defender os irmãos e irmãs que vivem
conosco nesses mais longínquos e sofridos torrões desse maravilhoso Estado do
Rio Grande do Norte.
Finalmente,
Com fé em Deus, sabemos que a luta será difícil e árdua. Mas que, heroicamente,
juntos com o povo, venceremos!”
Natal/RN, 06 de abril de 2020.
Federação dos Municípios do Rio Grande do Norte – FEMURN
O Aeroporto de Natal passará por um processo de higienização neste domingo. A operação, realizada em todo o país pelas Forças Armadas, visa o combate à proliferação do coronavírus. Serão desinfetados saguões, salas de embarque, praça de alimentação, pontes de embarque e toda área administrativa.
Cinquenta militares da Marinha do Brasil e do Exército Brasileiro, integrantes do Comando Conjunto Rio Grande do Norte e Paraíba, participam da chamada Operação Covid-19. Os profissionais usarão roupas especiais na oportunidade. Todo o terminal será isolado e o processo de higienização, previsto para iniciar às 20h, deve durar cerca de quatro horas.
Não há previsão de voos para o horário da descontaminação e todos os funcionários que não fazem parte da iniciativa serão dispensados no período. O acesso ao aeroporto será interditado e liberado somente no dia seguinte. A limpeza será feita com hipoclorito de sódio (água sanitária), álcool isopropílico (90%) e álcool 70%, aplicados com jatos especiais. Por G1 RN
Na petição ao TJ, a entidade de representativa dos médicos no RN alegou que para fazer o Hospital de Campanha estaria sob suspeitas de favorecimento e supervalorização
Omandado de segurança impetrado pelo Sindicato dos Médicos do RN para suspender a instalação de Hospital de Campanha, na Arena das Dunas, foi negado pelo desembargador Glauber Rego, do Tribunal de Justiça do Rio Grande do Norte (TJRN). O magistrado considerou que o Sindicato dos Médicos não tem legitimidade para fazer o pedido.
Na petição ao TJ, a entidade de representativa dos médicos no RN alegou que para fazer o Hospital de Campanha estaria sob suspeitas de favorecimento e supervalorização. O Sindicato dos Médicos também alegou que a rede estadual dispõe ao menos de 130 leitos no Hospital da Polícia Militar, tornando desnecessária a construção de uma unidade temporária.
A Sesap/RN divulgou uma nota:
A Secretaria de Estado da Saúde Pública (Sesap) estranha o comportamento de alguns profissionais médicos nas críticas que vêm fazendo as ações empreendidas pela Pasta no que diz respeito ao combate a Covid-19, que virou uma pandemia e que preocupa as autoridades sanitárias globais.
A Sesap lembra que o Rio Grande do Norte foi o primeiro Estado da Federação a elaborar um Plano de Contingência Estadual para Infecção Humana pelo Covid-19. O plano, de conhecimento de todos principalmente da classe médica, serve para fundamentar a atuação do Estado, direcionando os municípios na elaboração e efetivação de seus planos, visando a organização da rede assistencial e de vigilância, em conformidade com o Ministério da Saúde.
O Plano foi concluído em fevereiro de 2020 a partir da constituição de comitês de enfrentamento de emergência e eventos de importância de saúde pública coordenador pela Sub-Coordenadoria de Vigilância Epidemiológica efetiva participação do corpo técnico da Sesap, Conselhos de Secretarias Municipais de Saúde do RN e Município de Natal por meio dos responsáveis pelas áreas temáticas que compõem o Plano.
O objetivo geral é minimizar os efeitos da disseminação de uma cepa pandêmica sobre a morbimortalidade e suas repercussões na economia e no funcionamento dos serviços essenciais como:
1 – Monitorar a entrada de uma cepa pandêmica no estado;
2 – Retardar a disseminação de uma cepa pandêmica entre a população;
3 – Reduzir a morbidade, principalmente das formas grave da doença e mortalidade por Covid-19;
4 – Fortalecer a infraestrutura do Estado para lidar com situações de emergência epidemiológica em doenças de transmissão respiratória: vigilância em saúde, diagnóstico laboratorial, assistência e comunicação;
5 – Fortalecer as ações realizadas nos municípios do RN para vigilância ativa e assistência aos possíveis casos;
6 – Identificar grupos prioritários de acordo com os distintos níveis de progressão da dispersão do vírus e da disponibilidade de drogas.
O coordenador médico da Liga, Dr. Arthur Villarim, relata dificuldades e pede sua colaboração que a instituição possa manter os tratamentos oncológicos
A pandemia do coronavírus afeta a todos. E de várias maneiras. Para uma instituição de saúde, os desafios técnicos, humanos e de recursos são enormes. Mas a luta contra o câncer não pode parar e a Liga tem feito todos os esforços para garantir a continuidade de suas atividades essenciais aos pacientes com câncer.
O momento de pandemia forçou a diminuição de atendimentos eletivos, reduzindo, por sua vez, os faturamentos. Por outro lado, uma série de despesas tiveram de ser ordenadas para enfrentar o momento, sem falar no elevadíssimo custo de muitos insumos.
O coordenador médico da Liga, Dr. Arthur Villarim, relata dificuldades e pede sua colaboração que a instituição possa manter os tratamentos oncológicos.
Colabore! Faça sua doação:
BANCO DO BRASIL Agência: 4361-3 Conta corrente: 3853-9 LIGA NORTE RIOGRANDENSE CONTRA O CÂNCER CNPJ: 08.428.765/0001-39
á as companhias aéreas GOL e Latam irão continuar operando voos, em número reduzido, no Aeroporto de São Gonçalo do Amarante
A companhia aérea Azul suspendeu até 30 de abril todos os voos partindo ou chegando ao Rio Grande do Norte a partir deste sábado (28). Medida envolve as operações da empresa nos Aeroporto Internacional Governador Aluízio Alves, na região metropolitana de Natal, e no Aeroporto Dix-Huit Rosado, em Mossoró, no Oeste Potiguar.
Segundo a Azul, no período de 25 de março a 30 de abril de 2020, somente 70 voos diários para 25 cidades. Já as companhias aéreas GOL e Latam irão continuar operando voos, em número reduzido, no Aeroporto de São Gonçalo do Amarante.
Quem descumprir as regras poderá sofrer sanções, que vão desde multas a detenção
O governo do Rio Grande do Norte emitiu um alerta sobre o não-cumprimento do decreto estadual 29.541/2020, que define medidas restritivas temporárias para o enfrentamento à covid-19, e destacou que fará cumprir, em parceria com as forças municipais e demais órgãos, as determinações em vigor.
Quem descumprir as regras poderá sofrer sanções, que vão desde multas a detenção. “Àqueles que infringirem determinação do poder público destinada a impedir a introdução ou a propagação de doença contagiosa, a multa diária prevista pode ser de até R$ 50 mil”, alertou.
O governo informou também que a Secretaria de Segurança Pública e da Defesa Social (Sesed) orientou as forças das Polícias Militar e Civil para o cumprimento das medidas impostas.
A Sesed trabalha em alinhamento à portaria do Ministério Público, que instaurou procedimento preparatório para apurar as providências tomadas pelo Poder Público para o caso de descumprimento das determinações em vigor, esclareceu o governo.
A cartilha fala da importância do isolamento social
O Programa de Qualidade de Vida e Saúde e a Coordenadoria de Gestão de Pessoas da Assembleia Legislativa do Rio Grande do Norte elaboraram uma cartilha explicativa destacando alguns pontos importantes do documento oficial da Organização Mundial de Saúde (OMS) sobre a Covid-19 e a saúde mental. O material é voltado especialmente aos servidores que compõem a Casa Legislativa, foi disponibilizado pelas redes sociais, também nos grupos das unidades setoriais da ALRN e será enviado por e-mail aos servidores.
A disseminação do Coronavírus ao redor do mundo tem causado tensão em todos os continentes e diante de uma pandemia é comum o pânico generalizado da população. Por isso, a Organização Mundial de Saúde publicou orientações para preservar o bem-estar durante a pandemia. As orientações vão desde as atitudes que se deve ter com outros até maneiras de explicar a situação para crianças. E, preocupada em amenizar o medo e a ansiedade entre os servidores, a ALRN decidiu replicar essas informações.
De acordo com o coordenador Gestão de Pessoas, Thyago Cortez, a pandemia está gerando ansiedade, medo pelo risco de contaminação, isolamento e muita incerteza sobre o futuro. “Então, preocupados com a saúde mental dos nossos servidores, nós nos unimos, por meio de home office, e elaboramos essa cartilha. A gente pede que o servidor leia, que possa ter uma rotina saudável, que consiga dormir. Tenham boas horas de sono, tenham momentos de lazer, fiquem com a família. Se puder, façam exercício dentro de casa, alimentem-se bem”, disse.
A cartilha fala da importância do isolamento social, sugere às pessoas evitarem o bombardeio de informações, já que o fluxo constante de notícias gera preocupação e estresse, também traz orientações de como lidar com as crianças e idosos neste momento, bem como alguns cuidados com as pessoas isoladas.
O material traz ainda dicas de filmes, séries e livros para período da quarentena, dicas de capacitações online gratuitas, dicas de como organizar o cronograma de trabalho em casa e menciona rede de apoio em saúde mental disponível na internet. Além de claro, dar dicas de prevenção da doença.
As missas vêm sendo transmitidas no rádio, televisão e também nas redes sociais de cada paróquia
Com o isolamento social por conta do coronavírus, a Arquidiocese de Natal decidiu, nesta quinta-feira (26), que os ritos da Semana Santa serão com portões fechados. As celebrações serão na Catedral Metropolitana da capital e nas igrejas matrizes de cada paróquia.
As igrejas católicas do RN vem fazendo as celebrações sem público desde 19 de março. Assim, as missas vêm sendo transmitidas no rádio, televisão e também nas redes sociais de cada paróquia.
Sem a presença dos fiéis, a programação da Semana Santa será afetada. A missa do Crisma foi adiada; a Quinta-feira Santa continua com a cerimônia do lava-pés, mas sem a procissão do Santíssimo Sacramento. Na Sexta-feira Santa, a oração Universal será “Pelas vítimas da pandemia”.
A Vigília Pascal vai acontecer de modo simples. “Aqueles que não podem de modo nenhum unir-se à Vigília Pascal celebrada na igreja, rezam o Ofício das Leituras indicado para o Domingo da Páscoa”, diz a Arquidiocese. O Domingo de Ramos será celebrado na catedral e igrejas matrizes.