Natal inicia vacinação de deficientes permanentes sem comorbidades e sem BPC na segunda-feira

Seguindo o Plano Nacional de Operacionalização (PNO), a cidade de Natal inicia, na próxima segunda (31), a vacinação dos deficientes permanentes sem comorbidade e sem BPC, na faixa etária de 50 a 59 anos. 

A Secretaria Municipal de Saúde (SMS) informou que serão disponibilizados, para esse público, seis drive-thrus (Palácio dos Esportes, OAB, Ginásio Nélio Dias, SESI e Shopping Via Direta), 35 salas de vacinação nas Unidades Básicas de Saúde. Além disso, será disponibilizado, de segunda à quarta-feira (8h às 12), equipes de vacinação para o Centro de Saúde Auditiva (Suvag RN), localizado na Avenida Lima e Silva, 966 – Nossa Senhora de Nazaré, e para a Associação de Surdos de Natal (ASNAT), localizado no Largo Junqueira Aires, 536 – Cidade Alta.

De acordo com a SMS, para receber o imunizante, é necessário apresentar a seguinte documentação: laudo médico ou documentos oficiais de identidade com indicação de deficiência ou qualquer outro documento que indique tal condição, cartão de vacinação e comprovante de residência de Natal. 

Caso a pessoa com Deficiência Permanente e com dificuldade de locomoção não possa se deslocar a um ponto de vacinação, algum familiar, representante ou apoiador deve comparecer à unidade básica de saúde mais próxima à sua residência, levando documentação, além de algum documento que justifique a aplicação da vacina em domicílio, fornecendo os contatos para agendamento.

A vacinação desse público vai continuar posteriormente de forma escalonada em faixa etária (40-49 anos; 30-39 anos e 18-29 anos), de acordo com o quantitativo de vacinas disponibilizadas.

INFLUENZA

A partir de segunda (31), o drive-thru do Palácio dos Esportes volta a fazer apenas vacinação contra a covid-19.  O público residente no Distrito Sanitário Leste que for receber a vacinação contra Influenza deve se dirigir à Praça Augusto Leite ou à Unidade de Saúde de Aparecida, de segunda à sexta, das 8h às 11h30 e das 12h30 às 16h.



Hospital Regional do Seridó anuncia alta hospitalar para mais 02 pacientes confirmados COVID-19 nesta quinta

O Hospitaç Regional do Seridó anunciou que mais 02 pacientes confirmados COVID-19 tiveram alta hospitalar nesta quinta-feira (27) do Hospital Regional Telecila Freitas Fontes.

Município de residência dos pacientes:
📍Caicó – 01
📍Serra Negra – 01

Os pacientes ficarão em isolamento domiciliar monitorados pela secretaria de saúde do seu município.

altahospitalar #vencendoacovid

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Hospital Regional do Seridó anuncia alta hospitalar para mais 02 pacientes confirmados Covid-19

O Hospital Regional do Seridó anunciou que mais 02 pacientes confirmados COVID-19 tiveram alta hospitalar nesta quarta-feira (26) no referido Hospital.

Município de residência dos pacientes:
📍Caicó – 02

Os pacientes ficarão em isolamento domiciliar monitorados pela secretaria de saúde do seu município.

altahospitalar #vencendoacovid

useamáscara

nãoaglomere

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Seridoense Drª Stephany Larissa recebe em seu consultório nova revelação Mari Fernandez

Mari Fernandez também é compositora, sendo autora de sucessos cantados por Tarcísio do Acordeon, Vitor Fernandes, dentre outros famosos do forró

A odóntologa seridoense Stephany Larissa está na capital cearense de  Fortaleza  cumprindo agenda de trabalho. Nesta segunda-feira (24), ela realizou procedimentos de harmonização orofacial na cantora Mari Fernandez, uma das novas revelações do ritmo piseiro/sofrência, no Ceará.

Natural do município de Alto Santo, a jovem iniciou sua carreira musical aos 15 anos e hoje, com apenas 20 anos, é uma das favoritas nas principais plataformas do meio musical com as músicas “Não, Não Vou”; “Amizade Colorida”; “Agonia”, dentre outros sucessos onde ela faz questão de externar através do seu bordão que “É pra lascar o Coração”.

Mari Fernandez também é compositora, sendo autora de sucessos cantados por Tarcísio do Acordeon, Vitor Fernandes, dentre outros famosos do forró. Ela fez recente participação na live de Samyra Show com a música Amizade Colorida, alcançando altos picos de audiência. Mari, é a nova aposta do empresário Waguim da Elite CDs e tem tudo para conquistar todo o Brasil.



Covid: Com procura gigante por atendimento hospitalar, prefeitura de Jardim de Piranhas prepara lockdown

Prefeitura de Jardim de Piranhas vai mandar fechar restaurantes, lanchonetes, panificadoras e outras atividades ligadas a alimentação e o comércio em geral, a partir dessa segunda feira, 23 de maio, e só devem funcionar na modalidade delivery empresas do segmento “essencial”, como farmácias, postos de combustíveis e outros.

Assessores do prefeito Rogério Soares dão como certo o lockdown e garantem que o fechamento de atividades se dá por causa do avanço da Covid-19 no município, ao ponto de superlotar a Unidade Mista de Saúde Francisca Pereira Mariz. O lockdown em Jardim de Piranhas é reflexo da ausência de fiscalização às atividades de entretenimentos.



Vacinas da Pfizer e AstraZeneca são efetivas contra variante indiana do coronavírus após 2 doses, diz estudo

O artigo ainda não passou por revisão de outros cientistas e nem foi publicado em revista científica

As vacinas da Pfizer/BioNTech e de AstraZeneca/Oxford são “altamente efetivas” contra uma das variantes indianas do coronavírus, diz um estudo da agência de saúde pública da Inglaterra divulgado na noite de sábado (22). O artigo ainda não passou por revisão de outros cientistas e nem foi publicado em revista científica.

A pesquisa, feita entre 5 de abril e 16 de maio, mediu o quanto cada vacina conseguiu reduzir casos sintomáticos de Covid-19 causados pela variante britânica (B.1.1.7) e por uma das variantes indianas (B.1.617.2), uma sub-linhagem da B.1.617).

Os números constatados são os de efetividade, ou seja: o impacto real da vacina na população. A efetividade mede o quanto a vacina consegue reduzir os casos de uma doença na vida real.

Veja as principais conclusões:

  • A vacina da Pfizer/BioNTech teve uma efetividade de 88% contra casos sintomáticos de Covid-19 causados pela variante indiana (B.1.617.2) duas semanas após a segunda dose. Em relação à variante britânica (B.1.1.7), a efetividade foi um pouco maior: 93%.
  • A vacina de Oxford/AstraZeneca teve 60% de efetividade contra casos sintomáticos de Covid-19 causados pela variante indiana (B.1.617.2) após a segunda dose. Em relação à variante britânica (B.1.1.7), a efetividade também foi um pouco maior: 66%.
  • Ambas as vacinas tiveram 33% de efetividade contra casos sintomáticos de Covid-19 causados pela variante indiana (B.1.617.2) após a primeira dose. Em relação à variante britânica (B.1.1.7), a efetividade de ambas era de 50%.
  • A diferença na efetividade entre as vacinas após as duas doses pode ser explicada pelo fato de que o início da aplicação da segunda dose da vacina de Oxford/AstraZeneca só ocorreu depois do da Pfizer/BioNTech, disseram os pesquisadores.
  • Eles também pontuaram que outros dados sobre perfis de anticorpos mostram que leva mais tempo para atingir a efetividade máxima com a vacina de Oxford/AstraZeneca.
  • Um outro ponto é que, assim como com outras variantes, níveis ainda mais altos de efetividade são esperados contra a hospitalização e morte por Covid. Hoje, os casos e períodos de acompanhamento não são suficientes para estimar a efetividade das vacinas contra casos graves pela variante B.1.617.2. A agência vai continuar avaliando isso nas próximas semanas.

“Esperamos que as vacinas sejam ainda mais efetivas na prevenção de hospitalização e morte, por isso é vital receber ambas as doses para obter proteção máxima contra todas as variantes existentes e emergentes”, destacou a chefe de imunização da agência de saúde pública da Inglaterra, Mary Ramsay, e autora sênior do estudo.



“Precisa voltar a restringir”, diz secretário de Saúde sobre retomada das atividades no Rio Grande do Norte

Durante a entrevista, o titular da pasta reforçou que o quadro do coronavírus é extremamente crítico no RN

O secretário de Saúde do Rio Grande do Norte, Cipriano Maia, na última sexta-feira (21) que a situação da pandemia é crítica no Estado como um todo. Em entrevista ao Bom Dia RN, da Inter TV Cabugi, o representante da Secretaria Estadual de Saúde Pública (Sesap) indicou que é necessário manter as medidas de prevenção e isolamento social contra a Covid-19, afirmou que o Governo discute uma possível regionalização de decretos e sugeriu a volta de medidas mais restritivas.

“A situação do Estado, como um todo, é uma situação crítica. A maioria dos municípios está com cor laranja e cinco município em vermelho. Isso não é uma situação confortável para nenhuma região. Temos demanda por leito aumentada, e se mantendo em um platô muito alto. Ontem [quinta-feira], foram 138 solicitações. Lógico que temos uma situação mais crítica nas regiões Oeste, Alto Oeste e Vale do Açu, que fazem demandas para a central de leitos Oeste, onde temos uma fila que tem se mantido acima de 30 pedidos de leitos por dia, já há alguns dias. Isso exige medidas que podem ser regionalizadas de acordo com a situação de piora”, disse o secretário.

No Alto Oeste, 70,7% da população está em zona de alerta (amarela) ou de perigo (vermelha); no Oeste, 95,7% estão nessa situação. Em reunião realizada nesta semana entre prefeitos e governo, foi defendida a publicação de um decreto estadual com foco regional contendo medidas mais duras, capazes de uniformizar os procedimentos. Ficou acertado que a gestão estadual vai consultar a área jurídica do governo para avaliar a possibilidade de editar um decreto regionalizado.

“O platô que vivenciamos no Estado como um todo é muito desconfortável. Temos cerca de 1,2 mil casos por dia. Maio tem o maior número de casos, março e abril, a maior mortalidade. Esse platô se mantém. Temos que ter consciência de que, se não houve condição de fazer a restrição que o comitê científico recomendava manter, temos que ter as medidas compensatórias, que são: a fiscalização efetiva dos decretos, evitar qualquer tipo de aglomeração, manter o distanciamento físico entre as pessoas, o uso correto da máscara. Jamais estamos pensando em flexibilizar novas medidas, porque a abertura das escolas e retomada de outras atividades, com certeza, tem contribuído para esse aumento de casos. Então a gente precisa voltar a restringir. É tanto que o comitê, na sua recomendação, volta a reiterar a restrição das atividades, da circulação, e medidas compensatórias que vão para empresas e todas as organizações. Identificar casos, testar as pessoas, fazer rastreio de casos. A Vigilância Municipal, junto com a atenção primária, estar atuando nesse controle. Principalmente, uma mobilização da comunidade. A comunidade entender que o problema é da comunidade. O governo está fazendo a sua parte, mas sem a mobilização da comunidade nós vamos ter o risco de continuar nesse platô ainda por algumas semanas, visto que a vacinação tem avançado de forma lenta. Nós só temos em torno de 10% da população já vacinada com a 2ª dose”, relatou Cipriano.

Ainda durante a entrevista, o titular da pasta reforçou que o quadro do coronavírus é extremamente crítico no RN. “Os prefeitos tinham pedido a flexibilização [das atividades] e o decreto do governo apontou isso, só que os resultados estão se apresentando. E nós vamos precisar – e muitos municípios estão fazendo isso corretamente, aumentando a restrição – e nós vamos, enquanto Governo do Estado, apoiar essas medidas restritivas. E estamos discutindo como construir essa possibilidade de regionalização dos decretos”, apontou. “Não temos como manter grande relaxamento até que avance a imunização da população”.



Seridó: Caicó registra 33 novos casos de Covid-19, com 60 recuperados e número de confirmados é de 9.499

Boletim COVID-19: Caicó

Nesta terça-feira (18), a Secretária Municipal de Saúde vem por meio deste divulgar o registro de 33 novos casos de COVID-19 no município.

Com relação aos casos de hoje, foram 14 homens e 19 mulheres.

Destes 02 são crianças.

Os casos residem.
01- Acampamento;
04- Barra Nova;
09- Boa Passagem;
02-Centro;
01- Canutos e Filhos;
01- Castelo Branco
01- Darcy Fonseca;
01- Maynard;
01- Nova Caicó;
02- Nova Descoberta;
01- Paraíba;
02-Penedo;
02-Paulo VI;
02- Recreio;
01- Vila Altiva;
01- Walfredo Gurgel;
01- Zona Rural.

Destes 33 foram confirmados por RT-PCR.

Informamos a recuperação de 60 pessoas da comunidade.



OMS: longas horas de trabalho aumentam risco de morte

Teletrabalho, home office ou trabalho remoto

Um estudo da Organização Mundial da Saúde (OMS) e da Organização Internacional do Trabalho (OIT) concluiu que, em 2016, 745 mil pessoas morreram por acidente vascular cerebral (AVC) ou por doenças cardíacas em consequência das longas horas de trabalho. No momento em que a pandemia mudou profundamente o mundo laboral, os especialistas alertam para um aumento dos riscos associados às longas horas de trabalho e apelam à adoção de uma legislação que limite a carga horária.

No primeiro estudo global sobre os efeitos dos horários excessivos na saúde dos trabalhadores, a OMS e a OIT concluíram que trabalhar 55 ou mais horas por semana aumenta em 35% o risco de morte por AVC e em 17% por doença cardíaca, em comparação com uma semana de trabalho de 35 a 40 horas.

Em 2016, o estudo estima que 745 mil pessoas foram vítimas de doenças provocadas pelo excesso de horas de trabalho: 398 mil morreram de AVC e 347 mil de doenças cardíacas. Entre 2000 e 2016, o número de mortes por doenças cardíacas devido a longas horas de trabalho aumentou 42% e por AVC, 19%. 

A pesquisa, publicada nesta segunda-feira (17) na revista científica Environmental International, mostrou ainda que 72% das mortes em consequência da jornada extensa correspondiam a homens com idades entre 60 e 79 anos, que trabalharam 55 ou mais horas por semana entre os 45 e 74 anos.

Segundo o estudo, as pessoas que vivem no Sudeste Asiático e na região do Pacífico Ocidental foram as mais afetadas. Nas regiões com mais leis regulamentadas que limitam as horas de trabalho, como a Europa ou a América do Norte, a incidência de mortes por problemas cardiovasculares é menor.

A OMS e a OIT estimam que quase um em cada dez trabalhadores em todo o mundo (cerca de 480 milhões) tem de trabalhar mais de 55 horas por semana e esse número está aumentando, pondo ainda mais pessoas em risco de invalidez e morte precoce.

Pandemia 

Essa tendência pode ser ainda mais agravada devido à pandemia de covid-19, que mudou profundamente o mundo laboral. Embora o estudo não tenha incluído o período da pandemia, a OMS lembra que o recurso ao teletrabalho e a desaceleração econômica podem ter aumentado os riscos associados às longas horas de trabalho.

“Temos provas que demonstram que quando os países entram em confinamento, o número de horas de trabalho aumenta em cerca de 10%”, explica Frank Pega, funcionário da OMS envolvido no estudo.

“A pandemia de covid-19 mudou significativamente a maneira como muitas pessoas trabalham”, disse o diretor-geral da OMS, Tedros Adhanom. Para ele, o teletrabalho passou a ser adotado em vários setores e, muitas vezes, vai além das fronteiras entre casa e trabalho. “Além disso, muitas empresas foram forçadas a reduzir ou encerrar atividades para economizar dinheiro e as pessoas que permanecem empregadas acabam por trabalhar mais horas. Nenhum trabalho compensa o risco de acidente vascular cerebral ou de doença cardíaca. Governos, entidades patronais e trabalhadores precisam trabalhar juntos para chegar a um acordo sobre limites e proteger a saúde dos trabalhadores”, pediu Tedros Adhanom.

Maria Neira, diretora do Departamento de Saúde Pública, Ambiente e Determinantes Sociais da OMS, alerta que “trabalhar 55 horas ou mais por semana é um sério risco para a saúde” e afirma que “está na hora de acordarmos para o fato de que longas horas de trabalho podem levar à morte prematura”.

Diante das conclusões do estudo, a Organização das Nações Unidas (ONU) apelou esta segunda-feira a todos os países do mundo para que adotem uma legislação que limite as jornadas em todos os setores.

Frank Pega explica que o limite de horários seria inclusivamente benéfico para a entidade patronal, uma vez que demonstrou aumentar a produtividade. “É realmente uma escolha inteligente não aumentar a carga horária de trabalho durante uma crise econômica”, diz o funcionário da OMS.