Alerta: programa de renegociação de dívidas oferece descontos de até noventa por cento

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Ter o nome limpo é o primeiro passo para recuperar o sono e a tranquilidade financeira que tanta gente perdeu nos últimos tempos. Um novo programa de renegociação está abrindo as portas para quem deseja quitar débitos antigos com descontos que podem chegar a quase o valor total da dívida.

As condições são voltadas para pessoas que possuem pendências com bancos, lojas de varejo e até empresas de serviços básicos, como água e luz. O foco é facilitar a vida de quem quer pagar, mas não consegue arcar com os juros acumulados ao longo dos meses ou anos.

Muitas vezes, uma conta pequena se transforma em uma bola de neve por causa das taxas bancárias, impedindo o consumidor de conseguir um novo cartão ou financiamento. Esse mutirão surge justamente para quebrar esse ciclo e permitir um recomeço para milhares de famílias.

A participação no programa é feita de forma simples, geralmente por canais digitais, o que evita filas e burocracia desnecessária. Você consegue visualizar todas as suas dívidas em um só lugar e escolher a proposta que melhor cabe no seu orçamento mensal.

Confira a seguir como acessar os descontos e o que você precisa fazer para garantir que seu nome saia da lista de inadimplentes o mais rápido possível.

Nem todas as dívidas entram na faixa de noventa por cento de desconto, pois isso depende do tempo de atraso e do tipo de contrato firmado. Geralmente, quanto mais antiga for a pendência, maior é a margem que a empresa tem para oferecer uma redução agressiva no valor total.

Os pagamentos à vista costumam garantir as melhores vantagens, mas o parcelamento também está disponível com taxas de juros bem reduzidas. O importante é escolher uma parcela que você realmente consiga pagar para não quebrar o acordo e perder o benefício.

Informações úteis sobre suas finanças são essenciais para tomar a melhor decisão antes de assinar qualquer contrato. Ter um planejamento básico dos seus gastos ajuda a entender quanto do seu salário pode ser comprometido com esse novo compromisso financeiro.

Assim que o primeiro pagamento é identificado pelo sistema, a empresa tem um prazo curto para informar aos órgãos de proteção ao crédito que a dívida foi negociada. Com isso, o seu CPF volta a ficar “verde”, permitindo que você volte a ser visto como um bom pagador pelo mercado.

Recuperar o crédito é fundamental para quem planeja fazer compras maiores ou até mesmo empreender em um negócio próprio. Ter a ficha limpa traz uma liberdade de escolha que faz toda a diferença na hora de buscar melhores taxas de juros em futuros empréstimos.

Tudo sobre a sua vida financeira e direitos do consumidor você acompanha aqui com clareza. Manter o controle após a renegociação é o segredo para não voltar a cair na mesma situação, priorizando sempre o pagamento das contas essenciais.



Brasil: Isenção do Imposto de Renda até R$ 5 mil: saiba como ficará o salário

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A isenção do Imposto de Renda para trabalhadores que ganham até R$ 5 mil por mês passou a valer em janeiro e já impacta diretamente o salário líquido de milhões de brasileiros. Com a nova regra, contribuintes que antes tinham desconto mensal do tributo deixaram de pagar o imposto na fonte, o que, desde já, aumenta a renda disponível ao longo do mês.

Anteriormente, trabalhadores dentro dessa faixa salarial ainda sofriam retenções após as deduções legais. Agora, conforme a mudança, esses contribuintes passam a ter apenas os descontos obrigatórios, como a contribuição ao INSS. Assim, o valor que antes era recolhido pelo governo permanece no bolso do trabalhador, fortalecendo o orçamento familiar.

Na prática, o impacto da isenção do Imposto de Renda varia de acordo com o salário bruto e os descontos aplicáveis. No entanto, simulações indicam ganhos que podem chegar a algumas centenas de reais por mês. Por exemplo, um trabalhador com renda bruta de R$ 4 mil deixa de pagar imposto após a mudança e passa a receber um valor líquido maior.

Como resultado, há um aumento imediato da renda disponível, o que, certamente, amplia a capacidade de consumo das famílias. Além disso, setores ligados ao consumo interno tendem a sentir efeitos positivos, já que mais dinheiro circula na economia local.

Para quem recebe próximo ao teto de R$ 5 mil, o benefício é ainda mais perceptível. Embora esses trabalhadores não estivessem nas faixas mais altas de tributação, eles ainda sofriam incidência relevante do imposto antes da ampliação da isenção.

Cálculos realizados pela Confirp Contabilidade mostram que um trabalhador com renda bruta de R$ 5 mil terá um ganho mensal de R$ 312,89. Logo, considerando o 13º salário, o aumento anual chega a R$ 4.067,57. Por outro lado, quem recebe R$ 3.400 terá acréscimo de R$ 27,30 por mês, enquanto salários de R$ 4.800 garantem ganho mensal de R$ 267,89.

Entretanto, a partir de rendas acima de R$ 5.200, o ganho começa a diminuir gradualmente. Isso ocorre devido à chamada “escadinha” do desconto parcial, que reduz o benefício até zerá-lo para salários a partir de R$ 7.350.

Embora reduza a tributação sobre salários médios, a ampliação da isenção é considerada fiscalmente neutra. Isso porque, simultaneamente, o governo ajustou a tributação sobre rendas mais altas, dividendos e benefícios fiscais. Além disso, com mais renda disponível, as famílias tendem a consumir mais, o que eleva a arrecadação de impostos sobre bens e serviços.



IR 2026: isenção para quem ganha até R$ 5 mil entra em vigor e muda o jogo para a classe média

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O ano de 2026 começou com uma notícia que mexe diretamente com o bolso de milhões de brasileiros: a nova tabela do Imposto de Renda (IR). Prometida como uma medida de alívio para a classe média, a atualização elevou a faixa de isenção para quem recebe até R$ 5.000,00 por mês. Para muitos trabalhadores, isso significa um aumento real no salário líquido já no contracheque de janeiro.

A mudança não é apenas um ajuste inflacionário, mas uma reestruturação que busca corrigir distorções históricas. Antes, pessoas com rendas consideradas baixas para os padrões atuais de custo de vida acabavam tributadas. Agora, a Receita Federal foca o esforço de arrecadação no topo da pirâmide, criando o chamado Imposto Mínimo para Alta Renda para compensar a isenção na base.

Quem está totalmente isento em 2026?

A nova regra de isenção total até R$ 5 mil mensais vale para todos os tipos de contribuintes, desde que a soma de seus rendimentos tributáveis não ultrapasse esse teto. Isso inclui:

  • Trabalhadores com carteira assinada (CLT);
  • Servidores públicos;
  • Aposentados e pensionistas do INSS.

Além da isenção mensal, a Receita também estabeleceu que, na declaração anual (que será feita em 2027 sobre o ano de 2026), quem ganhar até R$ 60 mil no ano estará totalmente livre de cobranças. É um marco importante que retira cerca de 13 milhões de pessoas da base de pagadores do tributo.

Redução gradual para rendas de até R$ 7.350

Para quem ganha um pouco acima dos R$ 5 mil, o benefício não desaparece de uma vez. O governo implementou uma “rampa de transição” para evitar que um pequeno aumento salarial gerasse uma carga tributária desproporcional.

Pessoas com renda mensal entre R$ 5.000,01 e R$ 7.350,00 terão uma redução gradual no imposto. Na prática, o desconto será proporcional: quanto mais próximo de R$ 5 mil, menor o imposto pago. Acima de R$ 7.350, as alíquotas voltam a seguir a tabela progressiva padrão, sem os novos descontos adicionais.

O “Imposto Mínimo” para quem ganha muito

Para equilibrar as contas públicas após abrir mão dessa arrecadação na classe média, foi criado o IRPF Mínimo. Essa regra atinge quem tem rendas muito altas (acima de R$ 600 mil por ano, ou R$ 50 mil por mês).

O objetivo é garantir que contribuintes de altíssima renda, que muitas vezes utilizam brechas legais para pagar menos impostos que a classe média, contribuam com uma alíquota efetiva de, no mínimo, 10%. Estima-se que essa medida afete apenas 141 mil pessoas em todo o país, mas gere uma arrecadação bilionária para sustentar a isenção dos mais pobres.



Caixa Econômica paga Bolsa Família a beneficiários nesta sexta

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A Caixa Econômica Federal paga nessa sexta-feira (23) a parcela de janeiro do Bolsa Família aos beneficiários com Número de Inscrição Social (NIS) de final 5.

O valor mínimo corresponde a R$ 600, mas com o novo adicional o valor médio do benefício sobe para R$ 697,77. Segundo o Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, neste mês o programa de transferência de renda do Governo Federal alcançará 18,77 milhões de famílias, com gasto de R$ 13,1 bilhões.

Além do benefício mínimo, há o pagamento de três adicionais. O Benefício Variável Familiar Nutriz paga seis parcelas de R$ 50 a mães de bebês de até seis meses de idade, para garantir a alimentação da criança. O Bolsa Família também paga um acréscimo de R$ 50 a gestantes e nutrizes (mães que amamentam), um de R$ 50 a cada filho de 7 a 18 anos e outro, de R$ 150, a cada criança de até 6 anos.

No modelo tradicional do Bolsa Família, o pagamento ocorre nos últimos dez dias úteis de cada mês. O beneficiário poderá consultar informações sobre as datas de pagamento, o valor do benefício e a composição das parcelas no aplicativo Caixa Tem, usado para acompanhar as contas poupança digitais do banco.



Alerta: onda de calor pode deixar alimentos mais caros nas próximas semanas

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As altas temperaturas registradas nos últimos dias em todo o Brasil não causam apenas desconforto térmico nas pessoas ou animais, mas também provocam um impacto direto e imediato na mesa do consumidor. 

O calor excessivo atua como um fator determinante para o aumento da inflação dos alimentos, gerando um “choque de oferta” que encarece produtos essenciais, como hortaliças, legumes, frutas, leite e carne de frango.

Quando os termômetros sobem, a produtividade no campo cai drasticamente, diminuindo a quantidade de comida disponível enquanto a procura se mantém estável. Essa conta fecha com preços mais altos nas gôndolas dos supermercados e nas feiras livres, afetando principalmente o grupo de “Alimentação no domicílio”, que tem registrado altas superiores ao índice geral de inflação (IPCA).

Por que o calor encarece a comida?

mecanismo por trás desse aumento é biológico. Segundo pesquisadores da Embrapa, plantas e animais possuem limites de tolerância térmica. No caso dos vegetais, temperaturas acima de 35°C desencadeiam reações de defesa que prejudicam o desenvolvimento da lavoura.

Para evitar a perda excessiva de água, as plantas fecham os estômatos — que funcionam como poros microscópicos para respiração. Com esses poros fechados, a fotossíntese é interrompida e a planta para de crescer.

Além disso, o calor extremo provoca o chamado “abortamento de flores”. Em culturas como tomate, pimentão e diversas frutas, a flor cai antes de ser fertilizada, impedindo o nascimento do fruto. Já os produtos que conseguem crescer muitas vezes sofrem queimaduras físicas (escaldadura) nas folhas e na casca, tornando-se impróprios para a venda e reduzindo a oferta no mercado.

Hortaliças são as maiores vítimas do calor

Os alimentos mais sensíveis a essas variações são os perecíveis de ciclo curto. Hortaliças folhosas, como alface e rúcula, e legumes como o tomate e o pepino, sentem os efeitos do clima quase que imediatamente.

Relatórios econômicos de 2025, divulgados pela Agência Brasil e baseados em dados do IBGE, apontam que itens como tomate e pepino chegaram a registrar alta superior a 20% em um único mês. A volatilidade é explicada pela rapidez com que o clima destrói a produção: ao contrário de grãos como soja e milho, que possuem estoques reguladores e podem ser armazenados, as hortaliças estragam rápido e precisam de reposição constante.

Impacto na produção de leite e frango

Não é apenas a lavoura que sofre. A produção de proteína animal também é severamente impactada pelo estresse térmico, o que ajuda a explicar a alta no preço do leite e do frango. Dados da Secretaria da Agricultura do Rio Grande do Sul mostram que, em períodos de calor extremo, a produção de leite pode cair até 24%. Isso ocorre porque a vaca gasta a maior parte de sua energia tentando resfriar o corpo para sobreviver, deixando de direcionar nutrientes para a produção de leite.

Na avicultura, o cenário é semelhante. As aves são animais extremamente sensíveis ao calor e podem morrer devido ao estresse calórico. Para evitar a mortalidade, os produtores precisam manter sistemas de ventilação forçada ligados nos aviários por mais tempo, o que eleva os custos com energia elétrica.

frango submetido ao calor come menos e ganha menos peso, reduzindo a eficiência produtiva. Segundo a Embrapa, todo esse custo extra de produção e a menor oferta de carne acabam sendo repassados ao consumidor final.

O clima tornou-se um componente estrutural da inflação brasileira. Enquanto as ondas de calor persistirem com tamanha intensidade, a tendência é que a volatilidade nos preços dos perecíveis continue a desafiar o orçamento das famílias.



RN assina projeto de lei que cria fundo para modernização do controle interno estadual

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O Governo do Rio Grande do Norte celebrou a assinatura do Projeto de Lei que institui o Fundo de Excelência e Modernização do Controle Interno do Rio Grande do Norte (FEMCI). O evento, realizado na manhã desta sexta-feira (12), pela Controladoria-Geral do Estado durante a semana dedicada ao enfrentamento à corrupção, marca um passo importante na estruturação das políticas de integridade pública no Estado. O projeto será encaminhado à Assembleia Legislativa e tem como objetivo garantir recursos para a modernização e o aparelhamento das ações de prevenção e enfrentamento à corrupção.

A Controladora-Geral do Estado, Luciana Daltro, destacou a importância da iniciativa para o fortalecimento da gestão pública. “O controle interno se sustenta numa tríade que precisa operar de forma integrada: prevenção, detecção e responsabilização. A confiança do cidadão no poder público passa a ser construída quando o cidadão percebe que existe regra clara, decisão justa e consequência previsível, quando vê que o recurso público é protegido antes de se perder”, afirmou.



QFome inicia segunda fase do esquenta com 20% de desconto

O maior esquenta da história do QFome entrou em uma nova etapa. A partir desta segunda-feira (10) até sexta, o aplicativo está oferecendo um cupom de 20% de desconto para os usuários continuarem no jogo e aproveitarem as promoções.

Além disso, quem completar a missão até o fim do mês receberá um bônus especial. O QFome orienta que os clientes fiquem atentos às notificações do aplicativo para não perder as oportunidades. O app é considerado um dos mais populares em toda a região.



Economia: Brasil amenizará efeitos do tarifaço com novos mercados, diz ministro

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O ministro de Portos e Aeroportos, Silvio Costa Filho, classificou como “contraproducente” a mistura de agendas políticas e econômicas nas relações dos Estados Unidos com o Brasil.

Em evento no Recife, ele disse que a forma como os Estados Unidos utilizam o tarifaço trará consequências ruins em termos de emprego, mas que o Brasil já está se mobilizando para amenizar esses efeitos, acessando novos mercados e destinos para seus produtos.

Costa Filho participou, neste sábado (9), do seminário Esfera Infra. Ele dividiu a mesa com os ministros das Cidades, Jader Filho; e da Controladoria-Geral da União (CGU), Vinícius de Carvalho.

“Infelizmente, a decisão [dos EUA] foi misturada com a agenda de anistia, de interesse daqueles setores bolsonaristas mais radicais. Defender isso é contraproducente com o Brasil porque emprego não é de direita nem de esquerda. Emprego é do povo brasileiro. Estamos prejudicando milhares de empresas por conta dessa taxação”, disse o ministro de Portos e Aeroportos.

Mercados alternativos

De acordo com o ministro, em pouco menos de 8 meses de governo Donald Trump, os EUA estão sendo “levados à recessão, aumento do desemprego e aumento da inflação, prejudicando a economia mundial”.

Ele disse, no entanto, que, por outro lado, a taxação dos Estados Unidos contra produtos brasileiros acabou por reforçar a estratégia brasileira de buscar mercados alternativos.

“Em pouco menos de dois anos e meio, o governo Lula abriu mais de 390 novos mercados. Eu olho essa decisão dos EUA como um momento de reflexão. Não gostaríamos que tivesse acontecido, mas já que aconteceu, o próprio setor produtivo vai acelerar o que já estava acontecendo ao abrir novos mercados com a Ásia, Europa e outros países”, disse Costa Filho.

O ministro das Cidades, Jader Filho, disse esperar que surjam questionamentos internos no cenário norte-americano, de forma a rever as políticas externas implementadas por aquele país.



RN paga salário de maio aos servidores estaduais nesta sexta

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O Governo do Rio Grande do Norte paga, nesta sexta (30), o salário de maio para o funcionalismo público estadual. Seguindo calendário de pagamentos para 2025, todos os servidores receberão os vencimentos sempre no último dia útil de cada mês.

O pagamento será depositado ao longo do dia na conta de 110 mil servidores ativos e aposentados, além dos pensionistas. No total, serão injetados na economia norte-rio-grandense R$ 629 milhões.



Antecipação do 13º salário do INSS deve injetar mais de R$ 482 milhões na economia do Rio Grande do Norte

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A primeira parcela do 13º salário para aposentados, pensionistas e beneficiários do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) começará a ser paga a partir do próximo dia 24 de abril, com injeção prevista de R$ 482,1 milhões na economia do Rio Grande do Norte (RN). 

O pagamento será feito junto com os benefícios mensais, e segue até 8 de maio. A segunda parcela está programada para o período de 26 de maio a 6 de junho.

Ao todo, cerca de 539 mil beneficiários no RN vão receber o abono antecipado, que representa 50% do valor total do benefício. Em todo o Brasil, 34,2 milhões de pessoas serão contempladas, e a medida deve movimentar R$ 73,3 bilhões na economia nacional.

A antecipação foi anunciada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva durante evento em Brasília e teve pedido do ministro da Previdência Social, Carlos Lupi, que destacou o impacto social e econômico do benefício.

“Esse dinheiro é de extrema importância para ajudar aposentados e pensionistas a quitarem dívidas, comprarem alimentos e medicamentos, e manterem a dignidade. É o compromisso do governo com a população”, afirmou Lupi.

Pagamento no Rio Grande do Norte (RN)

  • Número de beneficiários (1ª parcela): 539.113
  • Valor injetado na economia (1ª parcela): R$ 482,10 milhões
  • Número de beneficiários (2ª parcela): 539.113
  • Valor injetado na economia (2ª parcela): R$ 482,34 milhões