RN: Fecomércio lança campanha de incentivo que divulga quase 100 empresas através das redes sociais

Os interessados em divulgar sua marca ou sugerir outras empresas para divulgação, podem entrar em contato através do direct do Instagram da Fecomércio (@fecomerciorn)

Para fortalecer a economia potiguar durante o período da pandemia do novo coronavírus a Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado do RN (Fecomércio RN) lançou no dia 14 de abril a campanha “Compre do RN – Seja online ou presencialmente”. O objetivo é incentivar as pessoas a comprar no comércio local, bem como divulgar as empresas que estão trabalhando com entrega (delivery) em Natal e nas regiões próximas.

Diante do cenário de isolamento social, muitas empresas tiveram que suspender as atividades comerciais nas lojas físicas. Como medida de enfrentamento à crise, os empreendedores passaram a ofertar seus produtos por meio das plataformas digitais. Atualmente, as redes sociais têm se tornado uma ferramenta de divulgação bastante popular e eficaz.

Pensando nisso, a Fecomércio RN vem buscando as redes de diversas empresas e divulgando cinco marcas por dia através do Instagram. Desde que a campanha iniciou, já foram quase 100 empresas divulgadas no perfil da Fecomércio RN. Dentre os segmentos estão bares, restaurantes, hortifruti, lojas de roupas, docerias, materiais de construção, supermercados, óticas e lojas de máscaras de tecido.

Além de publicar as lojas virtuais dessas empresas, a Fecomércio disponibiliza todos os dias nos stories a arte da campanha “Compre do RN” para que os seguidores também possam marcar outros empreendedores em seus perfis e fazer com que esta rede de divulgação se expanda cada vez mais. Os interessados em divulgar sua marca ou sugerir outras empresas para divulgação, podem entrar em contato através do direct do Instagram da Fecomércio (@fecomerciorn).



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Parlamentar destina emendas para o município de Currais Novos

Os recursos desta emenda parlamentar serão usados para a compra de Equipamentos de Proteção Individual (EPIs) e demais insumos importantes para as equipes do hospital

Mais duas emendas parlamentares do deputado Ubaldo Fernandes (PL) foram publicadas no orçamento 2020 do Governo do Estado do Rio Grande do Norte. Uma, no valor de R$ 60 mil para investimentos em recursos hídricos, e outra no valor de R$ 40 mil, para investimentos na área de Saúde, ambas no município de Currais Novos.

O parlamentar também destinou emenda, no valor de R$ 100 mil, para beneficiar diretamente o Hospital e Maternidade Santa Teresinha, em Tangará. Os recursos desta emenda parlamentar serão usados para a compra de Equipamentos de Proteção Individual (EPIs) e demais insumos importantes para as equipes do hospital.



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Auxílio poderá durar mais que três meses, afirma secretário

Segundo Costa, o governo discute se o auxílio emergencial e outras medidas de socorro deverão durar os três meses inicialmente planejados ou se deverão ser desmontadas gradualmente

Criado para aliviar a perda de renda da população afetada pela crise econômica gerada pela Covid-19, o auxílio emergencial de R$ 600 (R$ 1,2 mil para mães solteiras) poderá ser mantido após o fim da pandemia. A afirmação é do secretário especial de Produtividade, Emprego e Competitividade do Ministério da Economia, Carlos da Costa, que participou nesta segunda-feira (11) de transmissão ao vivo promovida pelo banco BTG Pactual.

Segundo Costa, o governo discute se o auxílio emergencial e outras medidas de socorro deverão durar os três meses inicialmente planejados ou se deverão ser desmontadas gradualmente, num processo de transição para um novo modelo econômico. “Não podemos virar a chave e desligar tudo de uma hora para outra”, disse, referindo-se à possibilidade de manutenção do benefício no segundo semestre deste ano.

Na avaliação do secretário, o auxílio emergencial é “extremamente liberal”, nos moldes do Imposto de Renda negativo, em que pessoas abaixo de determinado nível de renda recebem pagamentos suplementares do governo em vez de pagarem impostos.

Caso o benefício permaneça, Costa disse que o governo terá de estudar uma forma de financiá-lo e de mantê-lo. Segundo ele, o governo pode desmontar o auxílio emergencial gradualmente, conforme as medidas de recuperação econômica ou as reformas estruturais prometidas pelo governo antes da pandemia entrar em vigor.

O secretário ressaltou que a equipe econômica não estuda somente a continuidade do auxílio emergencial, mas de outras ações tomadas pelo governo. “Talvez alguns programas tenham vindo para ficar”, disse. Ele, no entanto, não detalhou quais programas poderiam permanecer além do benefício de R$ 600. Costa indicou que medidas de apoio e de desoneração das empresas possam ser mantidas. Para ele, o “novo normal” da economia brasileira será um cenário com “menos ônus” sobre os empregadores.



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Crise: Bares e restaurantes demitem 1 milhão e fecham 20% dos negócios

Rede Coco Bambu passou a ter drive-thru para enfrentar o período de pandemia

Mesmo com inovações como drive-thu ou venda de créditos antecipados para clientes consumirem após a crise, bares e restaurantes não conseguiram evitar demissões. Desde o início da quarentena para enfrentar o avanço do coronavírus no país, as associações que representam o setor estimam que ao menos 1 milhão de empregos formais já foram extintos.

A Abrasel (Associação Brasileira de Bares e Restaurantes) afirma que 20% dos bares e restaurantes do país já fecharam as portas em definitivo, após as medidas de isolamento social. O setor reunia até março quase 1 milhão de pontos comerciais e empregava cerca de 6 milhões de trabalhadores, sendo 3 milhões de empregos formais.

Uma pesquisa feita pela ANR (Asscociação Nacional dos Restaurantes), que tem 9 mil pontos comerciais no Brasil associados, aponta que 76,11% dos restaurantes já precisaram demitir desde o início da crise.

Salários de maio

Para o pagamento das contas em maio, a maioria dos donos de restaurantes e bares afirmou recorrer a acordo previsto pela MP dos Salários. A medida provisória autorizou suspensão de contratos ou redução de jornada e salários, com compensação paga pelo governo federal, para o enfrentamento da crise econômica trazida pela pandemia de covid-19.

Segundo o levantamento da ANR, 75,89% dos empresários afirmaram que iriam usar esse acordo para a folha de pagamento do mês de maio. Já 14,29% iriam buscar crédito para o pagamento das contas. Apenas 9,82% afirmaram que pagariam normalmente os salários de maio. Em março, o índice dos que conseguiram pagar 100% da folha de pagamento havia sido de 76,99%.

O porcentual dos restaurantes que, além de demitir, também já encerraram as atividades definitivamente chegou a 11,6%, segundo pesquisa da ANR.

Para 78,57% dos empresários entrevistados, eles vão conseguir manter o seu negócio após a pandemia. Perguntados sobre o faturamento, 65% afirmaram ter registrado queda acima de 70%. No ano passado, o faturamento dos restaurantes brasileiros somou R$ 400 bilhões.

Para 59,29%, o delivery já era uma prática normal, mas 40,71% dos estabelecimentos não trabalhavam com sistema de entrega e tiveram que se adaptar. Só 12,73% conseguiriam manter o negócio com portas fechadas e só delivery por mais de dois meses.

Dificuldade na retomada

Restaurantes como a rede Coco Bambu apostaram em drive-thru, medida antes comum em lanchonetes de fast-food. Outra inovação adotadas por bares e restaurantes foi a venda de créditos antecipados. Os vouchers poderão ser usados como desconto na conta do cliente quando o isolamento social acabar e os comércios reabrirem.

Mesmo assim, eles deverão encontrar dificuldade até mesmo na retomada da economia. Os restaurantes fazem parte do setor de serviços que, segundo o Rodolpho Tobler, economista do FGV IBRE, é segmento que deve demorar mais para se recuperar após a crise da pandemia. Os efeitos poderão durar, em média, 10,8 meses, ou seja, se estenderão até 2021.

Tobler afirma que a alimentação fora de casa, assim como viagem, hotel, cabeleireiro, por exemplo, não tem uma compensação, não tem como estocar, não tem como recuperar. “A pessoa não vai duas vezes cortar o cabelo ou ao restaurante porque deixou de fazer durante a pandemia”, explica Tobler.

É o setor com previsão mais pessimista para a duração dos problemas, incluindo o período de impacto direto e o tempo necessário para os negócios se recuperarem após, como mostrou um recorte especial das pesquisas de confiança da Fundação Getúlio Vargas (FGV) divulgado na semana passada.



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Governo ainda não tem data certa para liberar segunda parcela

No dia 20 de abril, a Caixa Econômica Federal organizou uma entrevista coletiva no Palácio do Planalto para anunciar a antecipação para o dia 23 do mesmo mês

Duas semanas após a data originalmente anunciada para dar início ao pagamento da segunda parcela do Auxílio Emergencial, o governo não divulgou sequer o novo calendário para a liberação do benefício.

Ao anunciar o início do cadastramento no programa, o ministro da Cidadania, Onyx Lorenzoni, apresentou um calendário que previa o início do pagamento da primeira das três parcelas de R$ 600 em 9 de abril, para os beneficiários que não recebem o Bolsa Família. Já a segunda parcela deveria ser paga entre os dias 27 e 30 de abril, ficando a terceira para entre os dias 26 e 29 de maio.

No dia 20 de abril, a Caixa Econômica Federal organizou uma entrevista coletiva no Palácio do Planalto para anunciar a antecipação para o dia 23 do mesmo mês. Na véspera da nova data, no entanto, o Ministério da Cidadania divulgou uma nota informando que o governo não poderia antecipar esse pagamento.

Desde então, nenhuma nova data foi apresentada. Mesmo o anúncio da divulgação dessa data foi sendo postergado. O ministério da Cidadania chegou a informar que apresentaria as datas ainda em abril – que depois passou a primeiros dias de maio.

Já na última quinta, o ministro Onyx Lorenzoni disse que esperava anunciar até a última sexta-feira (8) o cronograma de pagamento da segunda parcela do auxílio emergencial. Na mesma semana, presidente da Caixa, Pedro Guimarães, havia afirmado que o governo federal estava “próximo de finalizar” o calendário de pagamento da segunda parcela do Auxílio Emergencial.

Falta de recursos e filas

A dificuldade em estabelecer um novo calendário estaria na falta de recursos e na tentativa de evitar as longa filas nas agências da Caixa vistas nas últimas semanas.

Ao cancelar a antecipação da segunda parcela, o ministério da Cidadania argumentou que, como muitas pessoas sequer haviam recebido a primeira parcela, seria necessária a abertura de crédito suplementar para garantir a antecipação da segunda parcela, além do pagamento da primeira.

Já o presidente da CEF afirmou que o calendário deveria considerar as datas de pagamento dos benefícios do Bolsa Família e da liberação dos saques em dinheiro para quem recebe o Auxílio Emergencial por meio de poupança digital do banco. O objetivo é evitar que essas datas coincidam, para reduzir a aglomeração de trabalhadores nas agências.



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Veja o passo a passo para pedir o Auxílio Emergencial pela 2ª vez

Apesar de a primeira parcela já ter sido paga para quase todos os beneficiários, quem for aprovado na nova análise vai recebê-la, nos próximos pagamentos

Mais de 12 milhões de candidatos ao auxílio emergencial tiveram o cadastro analisado como “inconclusivo”, ou seja, pelos dados informados por esses trabalhadores, o governo federal não chegou a uma conclusão se eles têm ou não o direito de receber o benefício, que pode chegar a R$ 1.200.

Estes trabalhadores têm uma nova chance. Basta fazer outro pedido, pelos mesmos canais da Caixa ou pelo novo site, do Dataprev, e ficar atento ao preenchimento dos dados para não deixar que falte informação ou que ela esteja incorreta.

Quem está no CadÚnico e foi reprovado para o auxílio emergencial também pode fazer a solicitação e tentar receber as três parcelas do benefício federal. Apesar de a primeira parcela já ter sido paga para quase todos os beneficiários, quem for aprovado na nova análise vai recebê-la, nos próximos pagamentos.

O calendário da segunda parcela ainda não divulgado. Nesta quarta (6), o presidente da Caixa, Pedro Guimarães, afirmou que pretende modificar a forma de pagamento. A ideia é não juntar os que nasceram em meses diferentes no mesmo dia, para evitar filas.

Novo site

O novo site para consultar o andamento do pedido ou fazer o recadastro, https://consultaauxilio.dataprev.gov.br, entrou em funcionamento na terça (5), mas, na tarde desta quarta (6), saiu do ar

De acordo com mensagem no próprio site, a previsão é que a normalização ocorra às 2h desta quinta (7).​

Nova chance | Como liberar o ‘Coronavoucher’

A nova chance é dada para quem deixou de preencher algum dado e, por isso, o governo não conseguiu avaliar se o trabalhador tem ou não direito ao auxílio emergencial.

Nesse novo pedido do auxílio emergencial será possível corrigir as informações enviadas na primeira vez.

A Caixa não informa qual foi o caso específico do trabalhador que levou à inconclusão dos dados, por isso preencha com atenção e revise os dados informados antes de concluir a solicitação.

Exemplos:

  • O trabalhador marcou que é chefe de família, mas não informou nenhum familiar ou CPF de dependente;
  • Informou um membro da família, mas com erros no número do CPF e na data de nascimento;
  • Não foi informado no cadastro se quem se candidata é do sexo masculino ou feminino;
  • Houve divergência entre os membros da família do candidato;
  • Foi incluída no cadastro alguma pessoa da família com indicativo de óbito;

Cadastro Único

Quem está no CadÚnico e foi reprovado para receber o auxílio emergencial, mas acredita ter direito ao benefício, pode fazer o pedido pelo site ou aplicativo da Caixa ou pelo novo site do Dataprev.

Os dados serão analisados como se fosse a primeira solicitação.

Como recadastrar o pedido

  • O recadastramento é feito como um novo pedido;
  • É possível se cadastrar pelo site ou aplicativo da Caixa ou pelos novos sites lançados pelo governo federal.

Pela Caixa

  1. À direita, clique em “Realize sua solicitação”;
  2. O site vai informar todos os requisitos necessários para receber o auxílio emergencial. Leia com atenção para ter certeza que se encaixa nas condições;
  3. Clique para marcar em “Declaro que li e tenho ciência que me enquadro na condições acima” e “Autorizo o acesso e uso dos meus dados para validar as informações acima;
  4. Depois em “Tenho os requisitos, quero continuar”;
  5. Na próxima tela, informe seus dados corretamente;
  6. Ao terminar de preencher, clique em “Não sou um robô” e, depois, no botão laranja “Continuar“;
  7. Agora, é preciso informar um número de celular. É por ele que o trabalhador vai receber um código de verificação, mandado por mensagem de texto (SMS);
  8. Quando receber o código via SMS, insira ele no campo “Código Recebido”;
  9. Preencha a página informando corretamente a sua renda, atividade profissional, estado (UF) e cidade;
  10. Em seguida, inclua as informações sobre os integrantes da família que moram com você.

Conta para receber o benefício

Será preciso informar em qual conta bancária deseja receber o benefício
Se não tiver uma, o trabalhador pode aceitar ter uma conta-poupança digital da Caixa. Basta informar. Ela será criada automaticamente pelo banco.

  • Quem quiser receber em uma conta já existente, terá que informar, no passo seguinte, os dados da conta;
  • A última tela vai mostrar todo o cadastro preenchido. Revise com atenção;
  • Se estiver tudo correto, clique em “Li e concordo” e, depois, envie os dados.

Pela Dataprev

Sites:

  1. Informe seu nome, CPF e nome da sua mãe
  2. Responda às perguntas corretamente

Como acompanhar seu pedido

O trabalhador pode acompanhar seu pedido pelo:

  1. Aplicativo CAIXA Auxílio Emergencial
  2. Site: auxilio.caixa.gov.br
  3. Telefone 111
  4. Site https://consultaauxilio.dataprev.gov.br

Pagamento

Caso o trabalhador tenha o direito reconhecido pelo governo federal, a Caixa vai liberar o valor em até 3 dias úteis após a confirmação.

Fontes: Caixa Econômica Federal e Dataprev



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Após dar aval, Bolsonaro afirma agora que vai vetar possibilidade de reajuste a servidores

De acordo com dados oficiais, hoje já são mais de 5,5 milhões de trabalhadores que tiveram o salário reduzido ou o contrato suspenso por causa da crise provocada pela pandemia

Após estimular a “blindagem” de diversas categorias de servidores públicos, o presidente Jair Bolsonaro afirmou nesta quinta-feira (7) que vai vetar o trecho do projeto de ajuda aos Estados que abre possibilidade de reajuste salarial para as carreiras do funcionalismo, mesmo em meio à pandemia do novo coronavírus.

Guedes, que reclamou a interlocutores de uma “bola nas costas”, defendeu o veto ao trecho do projeto como contrapartida de governadores e prefeitos à ajuda de R$ 125 bilhões da União. “Nós vamos pedir que vete o aumento de salários até dezembro do ano que vem”, afirmou Guedes, em reunião com o presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Dias Toffoli, da qual fez parte Bolsonaro, ministros e empresários. A equipe econômica calcula que o congelamento garantiria uma economia de R$ 130 blhões para União, Estados e municípios.

No texto aprovado pelo Congresso, foram poupados do congelamento servidores da área de saúde (como médicos e enfermeiros), policiais militares, bombeiros, guardas municipais, policiais federais, policiais rodoviários federais, trabalhadores de limpeza urbana, de assistência social, agentes socioeducativos, técnicos e peritos criminais, professores da rede pública federal, estadual e municipal, além de integrantes das Forças Armadas.

As diversas categorias de servidores mostraram força de mobilização e pressão no Congresso, mesmo com as críticas de diversos setores da sociedade civil, afetados pela crise com demissões e corte de salários, que cobraram medidas semelhantes dos servidores.

De acordo com dados oficiais, hoje já são mais de 5,5 milhões de trabalhadores que tiveram o salário reduzido ou o contrato suspenso por causa da crise provocada pela pandemia. A expectativa é que 73% dos empregados formais sejam atingidos com uma das duas modalidades. Outros 50 milhões de pessoas já receberam o auxílio emergencial de R$ 600 pago pelo governo a desempregados e informais.

Estadão



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Socorro financeiro para estados e municípios prevê quase R$ 1 bilhão para o Rio Grande do Norte

No total, o auxílio financeiro para estados e municípios será de R$ 125,2 bilhões

O Rio Grande do Norte deverá receber do Governo Federal quase R$ 1 bilhão caso a Câmara dos Deputados aprove sem modificações o projeto de auxílio financeiro para estados e municípios que foi aprovado no último sábado (2) pelo Senado.

A proposta, que deve ser analisada pelos deputados nesta terça-feira (5), prevê um repasse direto de R$ 60 bilhões para os entes federados, como compensação pela perda de arrecadação durante a pandemia do novo coronavírus.

De acordo com o projeto, a verba seria dividida em quatro parcelas mensais. A expectativa é que, caso a Câmara aprove a proposta ainda nesta terça sem alterações, o presidente Jair Bolsonaro sancione o texto imediatamente e a primeira parcela seja depositada até o dia 15 de maio.

Entre as contrapartidas, estados e municípios não poderão aumentar salários dos servidores até 2022, incluindo deputados e juízes. Ficam de fora apenas os que trabalham nas áreas de saúde e segurança pública.

No caso do Rio Grande do Norte, a verba total que será destinada ao Estado será de R$ 946 milhões. Desse valor, R$ 597 milhões serão encaminhados para o Governo do Estado e R$ 349 milhões serão rateados entre os 167 municípios.

Com relação à verba do Governo do Estado, R$ 442 milhões serão enviados para uso livre. O dinheiro poderá ser usado, por exemplo, para pagar salários dos servidores e demais despesas. O restante (R$ 155 milhões) deverá ser aplicado obrigatoriamente em ações de enfrentamento ao novo coronavírus.

Entre os municípios, R$ 299 milhões serão de livre aplicação e R$ 50 milhões deverão ser investidos apenas na saúde. O maior valor será destinado à capital do Estado, Natal, que vai receber R$ 88,1 milhões. Em seguida, vem Mossoró, com R$ 29,6 milhões, e Parnamirim, com R$ 26 milhões.

Além do repasse direto, estados e municípios serão beneficiados com a liberação de R$ 49 bilhões através da suspensão e renegociação de dívidas com a União e com bancos públicos e de outros R$ 10,6 bilhões pela renegociação de empréstimos com organismos internacionais, que têm aval da União.

Os municípios serão beneficiados, ainda, com a suspensão do pagamento de dívidas previdenciárias que venceriam até o final do ano. Essa medida foi acrescentada ao texto durante a votação, por meio de emenda, e deverá representar um alívio de R$ 5,6 bilhões nas contas das prefeituras. Municípios que tenham regimes próprios de previdência para os seus servidores ficarão dispensados de pagar a contribuição patronal, desde que isso seja autorizado por lei municipal específica.

No total, o auxílio financeiro para estados e municípios será de R$ 125,2 bilhões – caso a Câmara não promova modificações no projeto e o presidente Bolsonaro sancione sem vetos.

FORMA DE DISTRIBUIÇÃO

Dos R$ 60 bilhões de auxílio direto aprovados no sábado pelos senadores, R$ 50 bilhões poderão ser usados livremente.

Essa fatia será dividida em R$ 30 bilhões para os estados e o Distrito Federal e R$ 20 bilhões para os municípios.

O rateio por estado será feito em função da arrecadação do ICMS, da população, da cota no Fundo de Participação dos Estados e da contrapartida paga pela União pelas isenções fiscais relativas à exportação.

Já o rateio entre os municípios será calculado dividindo os recursos por estado (excluindo o DF) usando os mesmos critérios para, então dividir o valor estadual entre os municípios de acordo com a população de cada um.

Por sua vez, os R$ 7 bilhões destinados aos estados para saúde e assistência serão divididos de acordo com a população de cada um (critério com peso de 60%) e com a taxa de incidência da Covid-19 (peso de 40%), apurada no dia 5 de cada mês. Os R$ 3 bilhões enviados para os municípios para esse mesmo fim serão distribuídos de acordo com o tamanho da população.

NÚMEROS

R$ 946 milhões

É o total que será destinado ao RN, para Estado e municípios

R$ 597 milhões

É o total que será destinado para o Governo do Estado, sendo R$ 442 milhões para uso livre e R$ 155 milhões para a saúde

R$ 349 milhões

É o total que será destinado para os municípios, sendo R$ 299 milhões para uso livre e R$ 50 milhões para a saúde

R$ 88,1 milhões

É quanto será enviado à Prefeitura do Natal

R$ 29,6 milhões

É quanto será enviado à Prefeitura de Mossoró

R$ 26 milhões

É quanto será enviado à Prefeitura de Parnamirim



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Saque do auxílio emergencial é liberado a nascidos em novembro e dezembro

Caixa orienta ir à agências só em último caso

A primeira parcela do auxílio emergencial de R$ 600 poderá ser sacada nesta terça-feira (5) por trabalhadores informais nascidos em novembro e dezembro que fizeram o cadastramento pelo aplicativo. As agências da Caixa Econômica Federal passaram a funcionar das 8h às 14h, para atender a demanda de beneficiários.

O resgate em dinheiro foi liberado desde a semana passada, de forma escalonada, de acordo com a data de aniversário, para evitar aglomerações. Mas agora, como fim do calendário, todos os beneficiários que ainda não retiraram podem fazê-lo.

A Caixa orienta ir à agências só em último caso. A prioridade do banco é manter o atendimento digital, por meio do cadastramento por app, site e a movimentação do benefício pelo Caixa Tem, aplicativo que dá acesso à poupança digital. Aqueles que receberam o crédito por meio dessa conta podem pagar boletos e contas de água, luz, telefone, entre outras, bem como fazer transferências para outros bancos por meio do aplicativo.

Segunda parcela

Até agora 50 milhões de pessoas já receberamo auxílio, num total de R$ 35,5 bilhões.

Segundo a Caixa, dos 97 milhões de pedidos de auxílio emergencial, 50,1 milhões foram aprovados, 26,1 milhões, reprovados por não estarem de acordo com os requisitos da lei, e 12,4 milhões receberam a classificação de inconclusivos. Ainda há um total de 5,2 milhões de cadastros em análise.

Esses 12,4 milhões com dados inconclusivos devem refazer o cadastro no aplicativo do programa ou no site auxilio.caixa.gov.br, para passar por nova análise. Dados divergentes, como número do Cadastro de Pessoa Física (CPF), endereço e informações sobre dependentes, são alguns dos problemas.

O calendário de pagamento da segunda parcela do auxílio deverá ser divulgado ainda nesta semana. Previsto para começar em 23 de abril, o pagamento foi adiado para o início de maio porque o número de pedidos superou a previsão, levando o governo a pedir crédito suplementar no Orçamento.



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Caixa amplia horário de todas as agências a partir de segunda-feira para atender grande demanda do Auxílio Emergencial

Para reduzir filas e agilizar os atendimentos, o banco contratou mais 2.800 vigilantes (2.000 já está atuando), e 389 recepcionistas

A Caixa Econômica Federal (CEF) informou neste sábado (2) que vai ampliar o horário de atendimento em toda a sua rede de agências a partir de segunda-feira (4). Com a medida, as unidades passarão a funcionar das 8h às 14h, duas horas mais cedo. Desde 22 de abril, 1.102 agências já vinham funcionando neste horário.

Para reduzir filas e agilizar os atendimentos, o banco contratou mais 2.800 vigilantes (2.000 já está atuando), e 389 recepcionistas. Na sexta (1), o banco já havia anunciado um pacote de medidas adicionais para reforçar o atendimento:

  • realocação de mais de 3 mil funcionários para ampliar as equipes nas agências
  • contratação de mais 2 mil vigilantes e 500 recepcionistas para orientação e atendimento ao público (no total, reforço de mais de 5,6 mil contratações)
  • disponibilização de cinco caminhões-agência para atendimento em locais com maior necessidade

A Caixa informou ainda que está em contato direto com as prefeituras com objetivo de fechar parcerias para atendimento à população e divulgação de informações.

Neste sábado (2), 902 agências foram abertas exclusivamente para atendimento do saque em espécie da Poupança Social. Na última semana, houve abertura de quase 800 agências no feriado de 21 de abril e no sábado (25).



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