Brasil tem mais de 70 estudos sobre coronavírus; 21 são testes de possíveis tratamentos

Esse é justamente o objetivo do projeto mundial

Em um esforço sem precedentes, a comunidade científica brasileira já se mobiliza na realização de pelo menos 76 estudos com seres humanos para entender o comportamento da Covid-19 e buscar possíveis tratamentos.

O número está no mais recente balanço da Comissão Nacional de Ética em Pesquisa (Conep), órgão ligado ao Ministério da Saúde responsável por dar o aval para pesquisas que envolvam pessoas. Entre as investigações, a maioria (21) é de ensaios clínicos de possíveis tratamentos para a infecção.

Dez deles envolvem testes com cloroquina ou hidroxicloroquina, drogas que vêm sendo defendidas pelo presidente Jair Bolsonaro. As substâncias, mais conhecidas como antimaláricas, têm vários efeitos colaterais, principalmente relacionados a arritmias cardíacas. Até o momento se mostrou promissora em testes com poucas pessoas no mundo. Nenhum estudo em larga escala ainda foi capaz de mostrar sua eficácia.

O balanço, apresentado em relatório da Conep finalizado nesta terça-feira, 14, mostra ainda pesquisas com antibióticos, corticoides, plasma convalescente (de pessoas recuperadas) e até células-tronco mesenquimais. Mais de 8 mil pacientes participarão dos 21 estudos clínicos que buscam encontrar um tratamento para a Covid-19. Os ensaios foram propostos por 17 instituições de pesquisa de cinco Estados. Entre elas estão centros renomados como a Faculdade de Medicina da USP, a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) e o Hospital Albert Einstein.

Dos dez estudos que envolvem remédios à base de cloroquina, três investigarão o uso isolado da substância, ou da sua variante menos tóxica, a hidroxicloroquina, e outros sete pesquisarão a eficácia da utilização do remédio associado ao antibiótico azitromicina.

Força-tarefa mundial

Um dos mais aguardados é o que está sendo coordenado pela Fiocruz para investigar a eficácia de quatro tratamentos contra a Covid-19: a cloroquina e hidroxicloroquina, o remdesivir; uma combinação de dois medicamentos para o HIV, o lopinavir e o ritonavir; e a mesma combinação mais interferon-1A, um mensageiro do sistema imunológico que pode ajudar a paralisar o vírus.

O trabalho, que começou no fim de março, faz parte de um esforço mundial, coordenado pela Organização Mundial da Saúde, que está investigando essas quatro possibilidades de tratamento em vários países. No Brasil vão participar 18 hospitais de 12 Estados, com a expectativa de alcançar cerca de 1,2 mil pessoas.

Em uma modelagem dinâmica e adaptativa, o estudo vai permitir descartar drogas que eventualmente já se mostrarem inadequadas ao longo do estudo, assim como incluir outras. Mas, como ainda está muito no começo, não foi possível chegar a nenhuma conclusão desse tipo, de acordo com Estevão Portela Nunes, investigador principal do estudo no Instituto Nacional de Infectologia da Fiocruz.

Ainda não foi possível testar, por exemplo, o remdesivir, um medicamento usado contra o ebola que foi considerado promissor em alguns trabalhos, mas também carece de resultado em testes randomizados, quando os pacientes são escolhidos aleatoriamente e há um grupo controle. Esse é justamente o objetivo do projeto mundial. Os testes com essa droga não começaram porque ela ainda não chegou ao Brasil, o que se espera ocorrer até o fim do mês.

“A ideia é ter o máximo volume de pacientes em um tempo curto, com foco no desfecho clínico, se alguma modalidade de tratamento traz uma sobrevida ou alta. Estamos analisando essas drogas em comparação entre elas e com o cuidado padrão, que não envolve nenhuma medicação específica. A grande questão é ver se alguma vai se mostrar melhor que a outra. Se alguma for muito melhor, vamos ver isso rapidamente, mas ainda não temos isso”, afirma Nunes.

Plasma e estudos observacionais

Outro trabalho que em breve deve ser iniciado vai usar plasma de pessoas que já tiveram contato com o coronavírus e se curaram. Foi montado um consórcio entre USP, USP de Ribeirão Preto, Unicamp e os hospitais Albert Einstein e Sírio Libanês para fazer um teste randomizado que vai checar a eficácia da aplicação do material em pacientes doentes. Serão testadas duas doses, uma de 200 ml e outra de 400 ml, na comparação com um grupo controle, que não vai receber o plasma.

O grupo já recebeu autorização da Conep para coletar o plasma e agora vai submeter o protocolo do teste clínico para iniciar os testes. Vanderson Rocha, diretor presidente da Fundação Pró-Sangue, do HC, afirma que já recebeu a inscrição de 90 possíveis doadores, sendo que 15 já foram capacitados. Pessoas que já foram testadas e confirmadas com a Covid-19 e estão há mais de 14 dias sem sintomas podem doar o plasma para tratamento de pacientes com doença ativa.

Segundo Rocha, cada pessoa doa em média de 400 ml a 600 ml, o que pode fornecer material para até três testes. A expectativa é incluir de 90 a 120 pacientes no ensaio clínico.

Além dos 21 testes de possíveis tratamentos, a Conep deu aval ainda para outros 55 estudos observacionais relacionados à pandemia do coronavírus.

Entre as pesquisas propostas pelos cientistas estão estudos epidemiológicos, investigações sobre os impactos da quarentena e isolamento na saúde mental da população e de profissionais de saúde, detalhes sobre a manifestação da doença em crianças internadas com Covid-19 e entre gestantes – dois grupos ainda pouco investigados.

Há trabalhos também sobre os fatores associados à adesão de medidas de prevenção contra o coronavírus, entre outros. Estudo com cloroquina vira alvo nas redes e pesquisadores se defendem.

Um estudo que vinha sendo conduzido com a cloroquina em Manaus – suspenso após se observar aumento de risco de complicações cardíacas – virou alvo em redes bolsonaristas, com os cientistas sendo chamados de irresponsáveis e acusados de usarem “cobaias humanas”.

O CloroCovid-19, com 70 pesquisadores de instituições renomadas como Fiocruz, Universidade do Estado do Amazonas e da USP, havia sido autorizado pela Conep. Consistia em testar, em pacientes com suspeita de covid que apresentavam quadro de síndrome aguda respiratória grave (SRAG), duas dosagens de cloroquina: uma baixa e uma mais alta. A dose baixa é a mesma que havia sido recomendada pelo Ministério da Saúde para casos graves e a alta foi a que havia sido usada em pacientes chineses.

Inicialmente, o estudo previu a inclusão de 440 pacientes hospitalizados já em estado grave, no Hospital Delphina Aziz, referência para covid-19 no Amazonas. Os testes começaram no dia 23 de março. Com alguns dias de trabalho, foi registrada a morte de 11 pacientes dos dois grupos, mas notou-se mais efeitos colaterais no grupo com a dose alta e ela foi suspensa. Todos os pacientes começaram a usar a dose mais baixa a partir do dia 6 de abril, segundo explicou em nota o infectologista Marcus Lacerda, da Fiocruz, líder do estudo.

“A primeira conclusão foi que pacientes graves com covid-19 não deveriam mais usar a dose recomendada no consenso chinês, fato que até o momento não se tinha qualquer evidência, uma vez que nenhum estudo realizou adequadamente a avaliação de segurança, como eletrocardiogramas diários, como feito em Manaus, sob assessoria de cardiologistas experientes e renomados. Dose altas parecem ser seguras em pacientes com câncer, mas não em pacientes graves com Covid-19, em especial os mais idosos. Uma possível explicação levantada no artigo é a ocorrência de miocardite, ou seja, inflamação do músculo cardíaco”, escreveu Lacerda.

“O estudo não permite em absoluto concluir que a cloroquina em doses baixas funciona ou não para Covid-19, porque não tem o grupo comparador de controle, ou seja, sem usar a medicação. Outros estudos para responder a essa questão, estão sendo realizados nesse momento, em outras partes do planeta”, continuou.

Os pesquisadores comunicaram à Conep e o resultado veio à tona, justamente por ter trazido um primeiro resultado negativo para o uso da cloroquina. Uma reportagem grande sobre o assunto saiu no New York Times, chamando a atenção para os potenciais riscos com base nos resultados preliminares do trabalho e a pesquisa caiu nas redes sociais. Postagens indicavam que todas as mortes teriam ocorrido por causa do uso da dose mais alta. Uma mensagem inicial, que viralizou, dizia que o estudo era irresponsável e que os pesquisadores tinham usado os pacientes como “cobaias humanas”.

“Algo absolutamente incorreto”, disse Lacerda, “já que todos os requisitos éticos e legais foram rigorosamente seguidos”. Ele explicou que todo o procedimento foi aprovado pelos comitês de ética e, dos 11 mortos, havia pessoas dos dois grupos: dose baixa e o de alta. Lacerda relatou ainda que as reações escalaram para o nível de agressão.



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Banco brasileiro anuncia doação de R$ 1 bilhão para combate ao coronavírus

Com o intuito de fortalecer o atendimento de saúde, inclusive no Sistema Único de Saúde (SUS), o Itaú Unibanco anunciou nesta segunda-feira (13) a doação R$ 1 bilhão para o enfrentamento à pandemia da covid-19. As decisões sobre como a quantia será aplicada serão tomadas no âmbito do programa Todos pela Saúde, que terá à frente um grupo de especialistas liderado pelo diretor-geral do Hospital Sírio-Libanês, Paulo Chapchap.

Sob gestão da Fundação Itaú Unibanco, o recurso será retirado do balanço da instituição financeira e poderá ser ampliado por outros doadores, conforme esclareceu o presidente do banco, Candido Bracher. “Os recursos virão do balanço do banco e não gozam de qualquer benefício fiscal em relação a qualquer outra despesa que o banco tem”, disse ao comentar que serão reservados em um fundo do tipo endowment.*
 
Os membros do Todos pela Saúde já vêm se reunindo desde o início da semana passada para definir as diretivas do programa, que terá quatro eixos. Todos os integrantes atuarão sem remuneração.

Desde 1998 na gestão do Sírio-Libanês, Paulo Chapchap antecipou que uma das primeiras ações do Todos pela Saúde será a veiculação de peças publicitárias que reforcem a importância de medidas de prevenção contra a covid-19, como o uso de máscaras. Ele informou que profissionais de saúde já estão sendo deslocados para constituir gabinetes de crise em locais que exigem uma resposta mais rápida de atendimento.Ele informou que conversou com o ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta, sobre o programa.

Chapchap comentou, ainda, que o programa irá buscar resolver um dos principais gargalos encarados, atualmente, pela comunidade científica mundial, que é a dificuldade na obtenção de insumos, incluindo produtos de Equipamento de Proteção Individual (EPI). Para tanto, explicou, a equipe deverá estimular a indústria nacional a fabricar esse tipo de item, para suprir as demandas.

Desigualdade social

Na avaliação do médico Pedro Ribeiro Barbosa, diretor-presidente do Instituto de Biologia Molecular do Paraná, integrante do Todos pela Saúde, o desinvestimento público na área da ciência brasileira é um dos fatores que explicam e agravam o contexto atual do país durante a pandemia. Ele também defende que o Estado assegure proteção “à vida”, às pessoas socialmente mais vulneráveis, porque “não basta dizer que é preciso isolamento quando há, na sociedade, uma lógica de subemprego de uma população precisando sobreviver”.

“Essa experiência é mundial. Não temos por que fazer diferente no Brasil, ainda mais com a experiência acumulada por outros países. Temos grandes conglomerados de fortunas nesse país. Que as grandes fortunas se somem a uma lógica de solidariedade.”

Também integrante do projeto, o médico e escritor Drauzio Varella, reputado por sua vivência no sistema prisional, afirmou que o acúmulo de  desigualdades sociais do Brasil irá agora ter “um grande peso” na pandemia. Para ele, as circunstâncias trazem, ao mesmo tempo, a cobrança de um “preço” pela perpetuação desse histórico, mas também uma oportunidade de se valorizar o SUS.



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Saúde do Brasil libera mais R$ 600 milhões para ações de combate ao novo coronavírus

A orientação do Ministério da Saúde é que cada estado defina com as prefeituras os valores destinados a cada município

Mais R$ 600 milhões estão sendo liberados para estados e municípios a fim de reforçarem o plano de contingência para o enfrentamento da pandemia de coronavírus (covid-19). Além disso, R$ 400 milhões já haviam sido enviados a todos os estados este mês.

A orientação do Ministério da Saúde é que cada estado defina com as prefeituras os valores destinados a cada município. O dinheiro poderá ser utilizado em ações de assistência, inclusive para abertura de novos leitos ou custeio de leitos já existentes nos estados e municípios.

“Nós vamos repassar R$ 600 milhões aos municípios de acordo com a pactuação local. Cada estado vai fazer hoje a sua divisão, de como vai fazer a alocação dos recursos”, disse o ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta.

Segundo ele, a partir desta quinta-feira (26), os estados devem informar o ministério sobre os municípios com atendimento de maior complexidade. “A partir disso, a gente repassa o recurso para que os municípios utilizem da melhor forma possível no que houver necessidade”, explicou o ministro.

De acordo com o ministério, a distribuição do recurso é proporcional ao número de habitantes de cada estado, que deverá definir os locais de atendimento de maior complexidade e, assim, maior necessidade de reforço orçamentário.

Sobre as medidas para contenção do coronavírus, o ministro Luiz Henrique Mandetta destacou a necessidade de um trabalho coletivo, com órgãos diversos.



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Começam a valer medidas da Caixa Econômica para estimular a área de construção civil

Segundo a Caixa, para todas as modalidades, as taxas de juros serão definidas de acordo com o perfil e relacionamento da empresa

A partir de ontem, (17), as empresas podem contrair crédito imobiliário da Caixa Econômica Federal com juros mais baixos. As novas regras foram anunciadas no último dia 12 pelo banco.

O banco reduziu as taxas das operações corrigidas pela Taxa Referencial (TR) e anunciou duas linhas de crédito para o setor da construção civil,  indexadas pela inflação ou pelo certificado de depósito interbancário (CDI).

Segundo a Caixa, para todas as modalidades, as taxas de juros serão definidas de acordo com o perfil e relacionamento da empresa.



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Presidente do Consórcio de Saúde do Seridó, Gilson Dantas, é recebido no SENAC e busca parceria para capacitar servidores

A formação é direcionada aos municípios associados ao CIS/AMSO

O presidente do Consórcio Intermunicipal de Saúde da Microrregião do Seridó Oriental CIS/AMSO, Gilson Dantas (MDB), que também é prefeito de Carnaúba dos Dantas, esteve reunido na última terça-feira (11) na sede do SENAC (Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial), em Natal. Na pauta da conversa a busca por parceria na realização do curso de atendimento humanizado em serviços de saúde. Gilson foi recebido pelo consultor comercial Arthur Victor.

A formação é direcionada aos municípios associados ao CIS/AMSO e contemplará equipes reguladoras, onde poderão participar dois servidores de cada município.

Gilson Dantas afirmou que o SENAC identificou uma carência na oferta de curso de Técnico de Enfermagem na região do Seridó Oriental e se colocou a disposição para ajudar em futuras parcerias.



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Consórcio do Nordeste traça agenda para o ano de 2020

De acordo com a chefe do Executivo potiguar, o evento simboliza o fortalecimento da iniciativa que visa obter novos investimentos com o foco no desenvolvimento regional

A governadora Fátima Bezerra e os demais gestores estaduais da região Nordeste se reuniram nesta terça-feira (11) na sede do Consórcio Nordeste, em Brasília, para esboçar como será a atuação da entidade durante os primeiros meses do ano.

Na agenda de março está prevista viagem de captação de recursos na Europa em países ainda não visitados. No mês de abril, o consórcio organizará um evento de recepção do setor privado europeu no Nordeste, provavelmente no Ceará, desdobrando a primeira visita que os gestores estaduais fizeram ao continente europeu ainda em 2019, com o objetivo de apresentar as potencialidades nas áreas de saneamento, energia, infraestrutura, turismo, meio ambiente.

A nova sede do Consórcio Nordeste em Brasília, cujo local também recepcionará os Consórcios do Norte e do Centro-Oeste, facilitará a unificação dessas três regiões que tanto lutam para se desenvolver, gerar emprego e melhorar a vida da população.

Na nova sede, os governadores do Nordeste receberam embaixadores de diversos país, senadores e deputados federais para apresentar a estrutura física do órgão e colocar o órgão à disposição. De acordo com a chefe do Executivo potiguar, o evento simboliza o fortalecimento da iniciativa que visa obter novos investimentos com o foco no desenvolvimento regional.

Após a inauguração, a governadora esteve com a deputada federal Dorinha Rezende, a quem entregou a carta aprovada por unanimidade na reunião do Fórum de Governadores, realizada na manhã desta terça-feira (11). No documento, os governadores reforçam a urgência na aprovação da PEC 15/15 que é considerada, entre outras três em tramitação, a que melhor atende as necessidades e cria o novo Fundo de Desenvolvimento e Valorização do Ensino Básico – Fundeb.

A proposta torna o fundo uma política de Estado permanente, amplia a participação da União no financiamento da educação básica e revisa a metodologia da distribuição de recursos da complementação pelo Governo Federal aos Estados e Municípios.

Fátima lembrou ainda aos parlamentares que, vencida esta etapa no Congresso Nacional (Câmara e Senado), ainda há um período para a regulamentação da política.

O Fundeb que está em vigor tem validade até junho deste ano. Após este prazo, se não for aprovado seu novo modelo, a educação básica, que atende 40 milhões de brasileiros, ficará sem sua principal fonte de financiamento.



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IFRN chega a economizar R$ 1,6 milhão em 2019

Neste ano também serão realizadas ampliações nas capacidades de produção de energia elétrica (fotovoltaica) em vários Campi

Estudos realizados pela Diretoria de Engenharia e Infraestrutura (Dieng) constataram que o valor economizado com despesa de energia elétrica chegou ao patamar de R$ 1,6 milhão no IFRN, em 2019.

Desse montante, R$ 412 mil se deu pela redução de 7,7% do consumo em relação ao ano anterior, fruto de medidas adotadas pela gestão a fim de economizar recursos por causa do contingenciamento orçamentário. No entanto, o grande responsável pela redução da despesa foi o Projeto IFRN Solar, que proporcionou a implantação de usinas fotovoltaicas em todas as unidades da Instituição.

Para 2020 será iniciada implantação dos projetos estratégicos de economia e uso eficiente da energia elétrica (PeuEnergia), e de água (PeuÁgua), previstos no Plano de Desenvolvimento Estratégico (PDI 2019-2026), os quais poderão contribuir para a redução de consumo energético da Instituição.

Neste ano também serão realizadas ampliações nas capacidades de produção de energia elétrica (fotovoltaica) dos campi Apodi, Ipanguaçu, Macau, Mossoró, Natal-Central, Natal-Cidade Alta (Anexo Rocas), Nova Cruz, Parnamirim e São Gonçalo do Amarante. O Campus Avançado de Jucurutu (em construção) também receberá um microgerador.



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Regularização Fundiária beneficiará famílias do Passo da Pátria

A regularização fundiária legaliza a situação dos imóveis hoje ocupados por essas famílias

O prefeito de Natal, Álvaro Dias, assinou nesta sexta-feira (22) com a União o contrato de concessão ao Município do direito de uso social da área onde está localizado o Passo da Pátria.

A assinatura do contrato, da qual participaram o superintendente do Patrimônio da União, Rômulo Campos, e o secretário municipal de Habitação, Carlson Gomes, vai permitir a inclusão da comunidade da Zona Leste no programa de Regularização Fundiária. A regularização fundiária legaliza a situação dos imóveis hoje ocupados por essas famílias.



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Programa da Fecomércio que atende Currais Novos, promove formatura de novos profissionais qualificados

Na próxima terça-feira (19), o Sistema Fecomércio RN promove solenidade de formatura de profissionais qualificados através do Programa Senac de Gratuidade – PSG Empresa, no auditório do Hotel-Escola Senac Barreira Roxa. São alunos que concluíram os cursos de Auxiliar de Cozinha; Camareira em Meios de Hospedagem; Cuidador de Idoso; Gerência em Loja; Operador de Telemarketing; Técnicas para Cozinheiro e Vendedor. O momento contará com a participação de empresários e autoridades parceiras do Sistema Fecomércio na Grande Natal.

O presidente do Sistema Fecomércio RN, Marcelo Queiroz, explica que, com uma estratégia focada em entender e suprir as principais demandas de empresários para qualificação profissional, o Senac ofertou, no segundo semestre de 2019, diversos cursos gratuitos de capacitação para formar e aperfeiçoar profissionais em variados segmentos. “A iniciativa foi viabilizada por meio do PSG Empresa e atendeu 14 municípios do RN, oferecendo 15 tipos de cursos diferentes nas áreas do Gestão e Negócios; Informação e Comunicação; Turismo, Hospitalidade e Lazer entre outras”, disse.

A ação teve início em agosto. Ao todo, serão cerca de 80 turmas qualificadas até o mês de dezembro, entregando ao mercado mais de 2 mil profissionais.

“Lançamos o PSG Empresa após um período de diálogo junto a classe empresarial, quando ouvimos e entendemos quais são eram as principais necessidades. A qualificação de pessoal ainda é uma demanda urgente e, por isso, buscamos alternativas que pudessem suprir essa necessidade”, reforçou.

Programa Senac de Gratuidade

Lançado em 2009, o Programa Senac de Gratuidade (PSG) tem como proposta investir cerca de 70% dos recursos de sua receita compulsória (contribuição que recebe das empresas para sua manutenção) para promover a inclusão social através da oferta de vagas gratuitas para a população de baixa renda. Para atender as demandas da classe empresarial do RN, o programa ganhou o formato PSG Empresa, beneficiando os municípios de Assú; Caicó; Currais Novos; Macaíba; Mossoró; Natal; Nova Cruz; Parnamirim; Santa Cruz; São Miguel do Gostoso; São Gonçalo do Amarante; São Paulo do Potengi; Serra de São Bento e Tibau do Sul.



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Governo do RN assina ordem de iluminação do acesso sul ao aeroporto de Natal

A obra, que teve início na última semana, está sendo executada pela Companhia Energética do Rio Grande do Norte (Cosern)

Para iluminar um dos principais acessos ao Aeroporto Internacional Aluízio Alves, a governadora Fátima Bezerra assinou, nesta semana, a ordem de serviço para execução do serviço de iluminação do acesso sul ao aeroporto, localizado em São Gonçalo do Amarante.

O acesso sul, que liga a Br-304, no município de Macaíba, até o girador de acesso ao aeroporto, contará com a implantação de 254 postes e 23 transformadores. A obra receberá um investimento de R$ 1,94 milhão, fruto de Convênio firmado entre o Governo do Estado e o Ministério do Turismo, tendo a Caixa Econômica Federal (CEF) como agente financeiro.

A obra, que teve início na última semana, está sendo executada pela Companhia Energética do Rio Grande do Norte (Cosern) e a previsão é que seja finalizada em 90 dias. “Hoje, finalmente, estamos assinando essa ordem de serviço, e até o final de dezembro, estaremos, se Deus quiser, com a via toda iluminada”, destacou Fátima Bezerra. Dos 12 quilômetros de extensão da via, a obra será realizada em 10,5 quilômetros, tendo em vista que o restante já se encontra iluminado.

A chefe do Executivo estadual agradeceu aos titulares da Secretaria de Infraestrutura (SIN) e do Departamento de Estradas e Rodagem (DER), órgãos estaduais responsáveis pela obra. “Fizeram uma pista maravilhosa, mas entregaram sem iluminação e agora concluiremos. Quero agradecer ao secretário da SIN, Gustavo Coelho, pela dedicação, bem como à Manoel Marques, do DER, e toda a equipe envolvida”, disse.

Para que a obra fosse viabilizada, o secretário da SIN, Gustavo Coelho, destacou que foram realizadas várias reuniões. “Tivemos conversas, debates e discussões muito produtivas, além da participação intensa do DER”, afirmou. Além disso, o gestor enfatizou que “foi feita uma autorização prévia para a obra, seguindo orientação da Governadora de que não poderíamos perder um minuto sequer para agilizar todo o processo.”

A Secretária de Turismo do Estado, Ana Costa, também presente no ato da assinatura, enfatizou que a ação é importante pois traz segurança não só para os potiguares, mas também para o turismo, destacando números da rede hoteleira para o feriado da Proclamação da República. “Nesse feriadão, nossas praias estão lotadas e a rede hoteleira já percebe a ocupação de quase 100%”, frisou.

De acordo com Walmary Pereira, Superintendente de Relacionamento da Cosern, a Companhia já está instalando os postes e a previsão é que, dentro de 15 dias, uma parte do trecho já esteja iluminado.

Além dos já citados, também participaram da assinatura realizada na sede da Governadoria: o vice-governador, Antenor Roberto; o secretário de Desenvolvimento Econômico, Jaime Calado; os prefeitos de São Gonçalo do Amarante e de Macaíba, Paulo Emídio e Fernando Cunha, respectivamente, e representantes da Caixa Econômica Federal e da Cosern.



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