Por conta e risco do regime cubano, o acesso à internet está bloqueado e há cortes nas linhas telefônicas, o que torna a ilha caribenha isolada e incomunicável após a onda de protestos que surpreendeu o governo no domingo. Enquanto o presidente Miguel Díaz Canel falava em cadeia nacional, por volta das 16h, para tachar os manifestantes de mercenários, as mídias sociais eram silenciadas em todo o país.
Conforme constataram entidades que monitaram o tráfego na web, como Netblocks, Acess Now e Kentik.ink, a atividade foi reduzida a zero em Cuba, limitando a difusão de informações sobre prisões e desaparecidos, assim como a repressão aos que desafiaram o regime, pelo segundo dia consecutivo.
No dilema entre a expansão do acesso online e a manutenção do status quo, o regime deixa evidente que a segunda alternativa é prioritária e única, quando opta pelo apagão digital para tentar conter os protestos e lançar seu rigoroso aparato policial contra os manifestantes.
De acordo com a ONG Cubalex, que se dedica à defesa dos direitos humanos, pelo menos 150 foram presos desde domingo.
Entre eles, há vários integrantes do Movimento San Isidro, a rede de artistas e ativistas que defende abertamente a mudança política em Cuba e tornou-se alvo preferido do regime.
Agora é avaliar o impacto dessa nova dissidência, armada com celulares que expõem a fragilidade de um governo autoritário, há mais de seis décadas imperando sob partido único.
Sem o carisma e o legado dos Castro, Miguel Díaz-Canel é rotulado como marionete e impõe os mesmos métodos para silenciar opositores. Porém, em condições muito diferentes: a insatisfação é alimentada pelas redes sociais que ele tenta, a todo custo, bloquear.
A escassez de água e a seca devem causar estragos em uma escala que rivalizará com a pandemia de covid-19, e os riscos aumentam rapidamente à medida que as temperaturas globais se elevam, de acordo com a Organização das Nações Unidas (ONU).
“A seca está prestes a se tornar a próxima pandemia, e não existe vacina para curá-la”, disse Mami Mizutori, representante especial da ONU para redução de risco de desastres, em uma entrevista coletiva virtual hoje (17).
As secas já desencadearam perdas econômicas de pelo menos 124 bilhões de dólares e atingiram mais de 1,5 bilhão de pessoas entre 1998 e 2017, segundo um relatório da ONU divulgado nesta quinta-feira.
Mas até estas cifras, alertou, são “muito provavelmente subavaliações grosseiras”.
O aquecimento global intensifica secas no sul da Europa e no oeste da África, disse o relatório da ONU com “alguma confiança”, e o número de vítimas deve “crescer dramaticamente”, a menos que o mundo aja, disse Mizutori.
Cerca de 130 países podem enfrentar um risco maior de seca neste século, segundo a projeção de emissões altas citada pela ONU.
Outros 23 países sofrerão escassez de água por causa do crescimento populacional, e 38 nações serão afetadas por ambos, disse.
A seca, assim como um vírus, tende a durar muito tempo, ter um alcance geográfico amplo e causar danos em cadeia, disse Mizutori.
“Ela pode afetar indiretamente países que não estão passando por uma seca através da insegurança alimentar e do aumento dos preços de alimentos”, explicou.
A ONU antevê secas mais frequentes e severas na maior parte da África, nas Américas Central e do Sul, no centro da Ásia, no sul da Austrália, no sul da Europa, no México e nos Estados Unidos.
Ibrahim Thiaw, secretário-executivo da Convenção das Nações Unidas para o Combate à Desertificação, disse à Thomson Reuters Foundation que a deterioração do solo, causada em parte pela má administração de terras, deixou o mundo perto de um “ponto sem retorno”.
A ONU não tem pesquisado o efeito que a desertificação pode ter na migração interna dentro dos continentes, mas Thiaw disse que ela não é mais impensável, nem mesmo na Europa.
A China se encaminha para a aplicação de uma nova vacina contra o SARS-CoV-2 por meio de inalação. A epidemiologista e virologista Chen Wei e a empresa de biotecnologia CanSino Biologics Inc. desenvolveram o imunizante e destacam várias vantagens em relação à injetável.
Eles informam que, nesta nova vacina, é necessário apenas um quinto da quantidade da vacina injetável do vetor do adenovírus da covid-19. Por outro lado, o produto não requer armazenamento e transporte em caixas frigoríficas.
“Se a vacina for inalada por aerossol, pode formar uma imunidade da mucosa, além da imunidade humoral e celular, normalmente formada pela vacina injetável”, disse Chen Wei, citada pela Euronews. Os investigadores apostam na inalação por aerossol para reforçar a imunidade da mucosa.
O imunizante inalado combina a mesma tecnologia já aplicada pela empresa durante a investigação de uma vacina inalada contra tuberculose e a vacina injetável contra a covid-19, também produzida em seus laboratórios.
“Uma vacina inalada poderá ser mais eficaz do que as injetadas, pois o SARS-COV-2 entra no corpo humano por meio das vias aéreas. Uma vacina inalada pode ativar anticorpos nas vias aéreas, oferecendo proteção extra” diz Xuefeng Yu, executivo da CanSino Biologics.
A atual vacina injetável é de 0,5 mililitros por dose, explicou o especialista de Xangai Tao Lina, citado no Global Times. Segundo ele, a vacina inalada, desenvolvida pela equipe de Chen Wei, pode atingir o mesmo efeito protetor com apenas uma dose de 0,1 mililitro, “isso significa que tem maior eficiência imunológica”.
“A maior eficiência da pode vir da forma como a vacina entra no corpo”, destacou Tao. “É inalado diretamente, o que mimetiza a infecção natural do vírus respiratório COVID-19, e então forma uma imunidade da mucosa”, explicou.
A pesquisadora Chen Wei acrescenta que o imunizante aplicado por inalação poderá reduzir custo da produção e, consequentemente, ficar mais acessível a todos.
Os laboratórios podem produzir cinco vezes mais vacinas inaladas com a mesma capacidade de produção de vacinas injetáveis, o que contribuirá para acelerar a vacinação na China.
O papa Francisco disse neste domingo (6) que ficou magoado com a descoberta dos restos mortais de 215 crianças em uma antiga escola católica para estudantes indígenas no Canadá e pediu respeito aos direitos e culturas dos povos nativos.
No entanto, Francisco não realizou o pedido de desculpas direto que alguns canadenses haviam exigido. Há dois dias, o primeiro-ministro canadense Justin Trudeau disse que a Igreja Católica deve assumir a responsabilidade por seu papel na administração de muitas das escolas.
Falando aos peregrinos e turistas na Praça de São Pedro para sua bênção semanal, Francisco exortou os líderes religiosos católicos e políticos canadenses a “cooperar com determinação” para lançar luz sobre a descoberta e buscar reconciliação e cura.
Francisco disse que se sentiu próximo “do povo canadense, que ficou traumatizado com a notícia chocante”.
As escolas residenciais operaram entre 1831 e 1996 e eram administradas por várias denominações cristãs em nome do governo. A maioria era dirigida pela Igreja Católica.
A descoberta no mês passado dos restos mortais das crianças na Kamloops Indian Residential School, na Colúmbia Britânica, que fechou em 1978, reabriu velhas feridas e está alimentando a indignação no Canadá sobre a falta de informação e responsabilidade.
“A triste descoberta aumenta ainda mais a compreensão da dor e do sofrimento do passado”, disse Francisco.
“Estes momentos difíceis representam um forte lembrete para todos nós de nos distanciarmos do modelo de colonizador… e de caminharmos lado a lado no diálogo e no respeito mútuo no reconhecimento dos direitos e valores culturais de todos os filhos e filhas do Canadá”, disse ele.
Francisco, que foi eleito papa 17 anos após o fechamento das últimas escolas, já se desculpou pelo papel da Igreja no colonialismo nas Américas.
Mas ele preferiu pedir desculpas diretas ao visitar países e conversar com os povos nativos. Nenhuma visita papal ao Canadá está programada.
A pandemia da Covid-19 não poderá ser superada antes de que pelo menos 70% da população esteja vacinada – advertiu o diretor da Organização Mundial da Saúde (OMS) para a Europa.
“A pandemia terminará quando atingirmos a cobertura mínima de 70% de vacinação”, disse à AFP o diretor da OMS para a Europa, Hans Kluge, que lamentou o percentual de vacinação “muito baixo” na Europa.
As novas variantes do coronavírus detectadas na região, entre elas a indiana, preocupam o braço regional da organização. “Sabemos, por exemplo, que a (variante) B.1617 (identificada inicialmente na Índia) é mais contagiosa que a B.117 (identificada no Reino Unido), que já era mais contagiosa que a cepa precedente”, explicou Kluge, em entrevista à AFP.
Para deixar uma nota de otimismo, o especialista deixou claro que as vacinas funcionam bem no momento contra essas mutações. É preciso, no entanto, acelerar o ritmo de vacinação. “Em uma pandemia, a rapidez é essencial”, frisou. Esta pandemia está durando “mais do que o previsto”, advertiu.
A comunicação e a conectividade entre Brasil e Europa vai passar por uma grande transformação a partir de junho. Um cabo de fibra ótica foi instalado no Oceano Atlântico entre Fortaleza, no Ceará, e Sines, cidade localizada a 120 km de Lisboa, capital de Portugal.
Testes estão sendo conduzidos para que a infraestrutura já comece a funcionar em junho. No Brasil, o cabo de fibra ótica submarino foi instalado no Oceano Atlântico, em Fortaleza, em dezembro do ano passado.
Após ser “iluminada”, que é o termo técnico para a ativação da fibra, a previsão é de que a conexão seja expandida para estações no Rio de Janeiro, São Paulo, Guiana Francesa, Argentina e Chile, na América do Sul, além de levar mais cobertura de rede para todos os países da Europa, África e ilhas do Atlântico.
O Ministério das Comunicações, em parceria com a Telebrás, garantiu o primeiro investimento para viabilizar o projeto, cuja conclusão ficou a cargo da empresa EllaLink.
A implementação da infraestrutura prepara o Brasil para a internet de altíssima velocidade que será oferecida pelo 5G. A iniciativa resulta em melhoria de todas as plataformas de telecomunicações.
As informações vão trafegar por mais de 6 mil km do cabo que atravessa o oceano, numa velocidade de 100 terabits e tempo de resposta na transmissão dos dados de 60 milissegundos. Os dados são transmitidos na velocidade da luz nos quatro pares de fibras que compõem o cabo submarino.
Atualmente, as duas competições são realizadas a cada quatro anos, mas a Federação de Futebol Saudita (Saff) apresentou uma proposta de um estudo sobre o impacto de um evento bienal
A Fifa realizará um estudo de viabilidade sobre a realização da Copa do Mundo e da Copa do Mundo Feminina a cada dois anos, depois de apoiar uma proposta em seu congresso anual nesta sexta-feira (21).
Atualmente, as duas competições são realizadas a cada quatro anos, mas a Federação de Futebol Saudita (Saff) apresentou uma proposta de um estudo sobre o impacto de um evento bienal.
“Acreditamos que o futuro do futebol está em uma conjuntura crítica. As muitas questões que o futebol enfrenta são ainda mais exacerbadas agora pela pandemia em curso”, disse o presidente da Saff, Yasser Al-Misehal. “É hora de rever como o esporte global está estruturado e considerar o que é melhor para o futuro de nosso esporte. Isto deveria incluir se o ciclo atual de quatro anos continua sendo a base ideal para como o futebol é administrado tanto da perspectiva da competição quanto da comercial”, acrescentou ele.
O presidente da Fifa, Gianni Infantino, a classificou como “uma proposta eloquente e detalhada”, e 166 federações nacionais votaram a favor e 22 contra. Infantino disse que o estudo analisará os sistemas de classificação dos torneios.
A confirmação veio em entrevista coletiva concedida pelo secretário de saúde Carlos Lula, que também é presidente do Conass (Conselho Nacional de Secretários de Saúde)
A Secretaria de Saúde do Maranhão confirmou hoje os primeiros casos oficiais da cepa indiana (B.1.617.2) do novo coronavírus no Brasil. Os contaminados foram seis tripulantes do navio Shandong da Zhi, que veio da África do Sul e foi fretado pela Vale para entregar minério de ferro em São Luís.
A confirmação veio em entrevista coletiva concedida pelo secretário de saúde Carlos Lula, que também é presidente do Conass (Conselho Nacional de Secretários de Saúde). Segundo ele, seis dos 24 tripulantes fizeram o teste genômico pelo Instituto Evandro Chagas e todos testaram positivo.
Um dos tripulantes segue internado em um hospital particular de São Luís. O quadro de saúde dele é estável, segundo o último boletim médico. Agora, de acordo com a SES, dentro do navio continuam 14 tripulantes com covid-19: Dois com sintomas leves e 12 assintomáticos. Outros nove não foram diagnosticados com a doença. O secretário informou ainda que cerca de cem pessoas tiveram contato com os tripulantes que testaram positivo. Elas devem ser testadas, acompanhadas e, se necessário, serão isoladas..
O navio Shandong da Zhi segue ancorado na costa de São Luís e todos os tripulantes estão isolados e acompanhados por profissionais de saúde, segundo a secretaria.
A preocupação com a cepa indiana no país começou quando a Secretaria de Saúde informou, no último sábado (15), que um homem de nacionalidade indiana, de 54 anos, havia sido internado em um hospital de São Luís com sintomas do novo coronavírus.
O homem começou a sentir os sintomas da doença em 4 de maio e teve febre, segundo a SES. Logo depois, ele foi encaminhado em um helicóptero para um hospital da rede privada. Na segunda (17), outros dois tripulantes do navio apresentaram sintomas da doença e foram encaminhados para o mesmo hospital, mas já tiveram alta e retornaram à embarcação, que segue em alto mar, em uma área de fundeio, e sem permissão para atracar em São Luís.
O Hamas e o pequeno grupo militante da Jihad Islâmica assumiram a responsabilidade pelos ataques com foguetes. Relatos da mídia israelense disseram que mais de 30 foguetes foram disparados – Foto: Mahmud Hams/AFP
Militantes palestinos na Faixa de Gaza dispararam foguetes contra Jerusalém e o sul de Israel nesta segunda-feira (10), ameaçando punir as autoridades israelenses pelos confrontos violentos com palestinos em Jerusalém. O Ministério da Saúde de Gaza disse que nove palestinos foram mortos em ataques aéreos israelenses no território da Palestina, após os ataques contra Israel. O exército israelense não emitiu nenhum comentário imediato sobre qualquer ação que tenha tomado no enclave.
Sirenes de foguetes soaram em Jerusalém, além de cidades e comunidades próximas a Gaza minutos depois de um ultimato do grupo islâmico Hamas, que governa o enclave, exigindo que Israel retire as forças no complexo da mesquita de Al Aqsa e outro ponto de conflito na cidade sagrada já que o prazo determinado expirou.
Não houve relatos imediatos de vítimas do lançamento de foguetes em Israel, mas a mídia local informou que uma casa nas colinas de Jerusalém havia sido danificada, no surto mais sério de hostilidades com o Hamas em meses. Ao longo da fronteira fortificada Gaza-Israel, um míssil anti-tanque palestino disparado do território costeiro atingiu um veículo civil, ferindo um israelense, disseram os militares.
O Hamas e o pequeno grupo militante da Jihad Islâmica assumiram a responsabilidade pelos ataques com foguetes. Relatos da mídia israelense disseram que mais de 30 foguetes foram disparados. “Esta é uma mensagem que o inimigo deve entender bem”, disse Abu Ubaida, porta-voz do braço armado do Hamas.
Violência em torno da Mesquita de Al Aqsa
Enquanto Israel celebrava o “Dia de Jerusalém” na segunda-feira, marcando a captura das partes orientais da cidade sagrada na guerra árabe-israelense de 1967, a violência irrompeu na mesquita de Al Aqsa, o terceiro local mais sagrado do Islã. O Crescente Vermelho Palestino disse que mais de 300 palestinos ficaram feridos em confrontos com policiais que dispararam balas de borracha, granadas de atordoamento e gás lacrimogêneo no complexo, que também é reverenciado por judeus nos locais dos templos bíblicos.
As escaramuças, nas quais a polícia disse que 21 policiais também ficaram feridos em Al Aqsa, haviam morrido no momento em que o Hamas deu o ultimato às 18h (horário de Brasília). As hostilidades pegaram o primeiro-ministro israelense Benjamin Netanyahu em um momento difícil, enquanto os oponentes negociam a formação de uma coalizão governamental para destituí-lo após uma eleição inconclusiva de 23 de março.
Para o Hamas, disseram alguns comentaristas, seu desafio a Israel foi um sinal para os palestinos, cujas próprias eleições foram adiadas pelo presidente Mahmoud Abbas, de que agora é o país que comanda a responsabilização de Israel pelos acontecimentos em Jerusalém.
Conflitos recentes em Jerusalém aumentaram a preocupação internacional sobre um conflito mais amplo, e a Casa Branca pediu a Israel que assegurasse a calma durante o “Dia de Jerusalém”. O bairro de Sheikh Jarrah em Jerusalém Oriental também tem sido um ponto focal dos protestos palestinos durante o mês sagrado muçulmano do Ramadã.
Várias famílias palestinas enfrentam despejo, sob ordem judicial israelense, de casas reivindicadas por colonos judeus em um processo judicial de longa duração. Em um esforço para acalmar as tensões, a polícia mudou o rumo de uma marcha tradicional do Dia de Jerusalém, na qual milhares de jovens judeus com bandeiras israelenses caminham pela Cidade Velha. Eles entraram pelo Portão de Jaffa, contornando o Portão de Damasco fora do bairro muçulmano, que tem sido um ponto crítico nas últimas semanas.
A polícia apressou os manifestantes para cobrir o Portão de Jaffa depois que as sirenes soaram. Israel vê toda Jerusalém como sua capital, incluindo a parte oriental que foi anexada após a guerra de 1967, em um movimento que não ganhou reconhecimento internacional. Os palestinos querem que Jerusalém Oriental seja a capital de um estado que procuram em Gaza e na Cisjordânia ocupada por Israel.
Nenhum grupo reivindicou a autoria do atentado, mas o presidente do Afeganistão atribuiu a responsabilidade aos talibã, que negam qualquer envolvimento
O Ministério do Interior do Afeganistão informou que pelo menos 58 pessoas morreram em um atentado com bombas feito na noite deste sábado (8) junto de uma escola em Cabul. Mais de 100 pessoas ficaram feridas nas explosões.
Segundo a pasta, primeiro houve a explosão de um carro na porta da escola, depois a detonação de duas outras bombas quando as estudantes fugiam, em pânico, do edifício.
Nenhum grupo reivindicou a autoria do atentado, mas o presidente do Afeganistão atribuiu a responsabilidade aos talibã, que negam qualquer envolvimento.
As autoridades locais disseram que a maioria dos mortos eram estudantes. Algumas famílias ainda procuravam em hospitais por seus filhos.
Neste domingo (9), o Papa Francisco classificou o ataque como um “ato desumano” em declarações aos peregrinos na Praça de São Pedro, na Cidade do Vaticano.