Até hoje, foram realizados 155.484 testes para coronavírus em todo o estado, sendo 74.174 RT-PCR (conhecidos também como Swab) e 81.310 sorológicos
O Rio Grande do Norte soma 64.878 casos confirmados e 2.308 mortes por Covid-19 desde o início da pandemia. Os dados foram atualizados no boletim epidemiológico da Secretaria do Estado da Saúde Pública (Sesap) desta sexta-feira (11). Comparado ao dia anterior, são seis óbitos a mais e outros 359 casos. Outros 270 óbitos estão sob investigação.
O boletim aponta ainda que o 28.954 casos suspeitos e outros 124.087 descartados. O número de confirmados recuperados subiu para 39.208. Os casos inconclusivos, que agora são tratados como “Síndrome Gripal não especificada”, continuam em 52.760.
A Sesap informa ainda que 203 pessoas estão internadas por causa da Covid-19 no RN, sendo 144 na rede pública e 59 na rede privada. A taxa de ocupação dos leitos críticos (semi-intensivo e UTIs) é de 43,85% na rede pública e de 19,6% na rede privada. Até hoje, foram realizados 155.484 testes para coronavírus em todo o estado, sendo 74.174 RT-PCR (conhecidos também como Swab) e 81.310 sorológicos.
Sinmed e SBACV destacam, ainda, a preocupação com o destino desses pacientes e com as políticas públicas elaboradas pelo Governo do Estado que resultam em prejuízos na qualidade de vida dos pacientes portadores de doença vascular
O Sindicato dos Médicos do Rio Grande do Norte (Sinmed) e a Sociedade Brasileira de Angiologia e de Cirurgia Vascular (SBACV) ingressaram na Justiça contra o Governo do Estado para impedir o encerramento das atividades do Hospital Ruy Pereira dos Santos, que é a unidade de referência para cirurgias vasculares no Estado.
Segundo as duas entidades, a medida pode fechar a principal porta de entrada de pessoas com risco de perda dos membros inferiores, principalmente pacientes diabéticos e com isquemia nos membros inferiores no Rio Grande do Norte.
As transferências de pacientes realizadas por determinação da Secretaria de Estado da Saúde Pública (Sesap) para outros hospitais da rede pública, sem estrutura adequada para atender a demanda vascular e ortopédica, configura um desmonte no serviço especializado fornecido pelo Ruy Pereira e uma nova ameaça de fechamento.
Sinmed e SBACV destacam, ainda, a preocupação com o destino desses pacientes e com as políticas públicas elaboradas pelo Governo do Estado que resultam em prejuízos na qualidade de vida dos pacientes portadores de doença vascular.
O boletim epidemiológico sobre a doença, publicado às 13h, mostra aumento de 359 infecções em relação ao dia anterior
O Rio Grande do Norte alcançou o número de 64.878 casos confirmados de Covid-19 até esta sexta-feira 11, segundo dados da Secretaria Estadual de Saúde Pública (Sesap). O boletim epidemiológico sobre a doença, publicado às 13h, mostra aumento de 359 infecções em relação ao dia anterior.
Ainda de acordo com os dados da Sesap, o número de contágios teve um salto ao longo da semana. Na segunda-feira 7, houve o registro de 9 novas infecções. A terça-feira 8 fechou com 69 contágios a mais. Nas últimas 48, no entanto, os boletins epidemiológicos apontaram para 384 e 359 casos, respectivamente.
Segundo o boletim desta sexta-feira, houve a notificação de seis novas mortes em relação ao boletim da última quinta-feira 10. Com isso, o total de óbitos pela Covid-19 no Rio Grande do Norte subiu para 2.308.
No Estado do Rio Grande do Norte existe uma população de 1.509.564 pessoas que se encontram dentro dessa faixa etária para esta campanha, e a orientação do Ministério da Saúde é que sejam todos vacinados neste momento
O Ministério da Saúde estendeu o prazo para a realização da estratégia de vacinação indiscriminada contra o sarampo para pessoas na faixa etária de 20 a 49 anos até o dia 31 de outubro de 2020 em todo o País.
A Coordenação do Programa de Imunizações do Estado do Rio Grande do Norte, reiterando a necessidade de continuar fortalecendo as ações de prevenção por meio da vacinação contra o sarampo, estende esta estratégia na forma indiscriminada para todos os municípios.
O vírus do sarampo voltou a circular no Brasil desde fevereiro de 2018. E até março de 2020, o País registrou 29.233 casos confirmados, com 30 óbitos pela doença, que ainda ameaça a população brasileira com surtos que permanecem ativos em dez estados.
Com isso, até a data o dia 31 de outubro, a vacina tríplice viral deverá ser administrada em todos os adultos da faixa etária preconizada, independentemente da situação vacinal apresentada, isto é, mesmo que esses adultos tenham esquema completo de vacinação contra o sarampo devidamente comprovado no cartão de vacinação, deverão receber outra dose da vacina tríplice viral.
No Estado do Rio Grande do Norte existe uma população de 1.509.564 pessoas que se encontram dentro dessa faixa etária para esta campanha, e a orientação do Ministério da Saúde é que sejam todos vacinados neste momento.
Para que a situação seja considerada equivalente a acidente de trabalho, será necessária a apresentação de atestado médico apontando quadro sintomático da covid-19, correlacionado com exame que evidencie contato com o vírus no efetivo exercício das atividades do profissional
Com o objetivo de “evitar judicializações desnecessárias”, a senadora Leila Barros (PSB-DF) apresentou um projeto propondo que, no caso dos trabalhadores em atividades essenciais, o diagnóstico de covid-19 em fase sintomática seja equiparado a acidente de trabalho.
O PL 4.284/2020 restringe seus efeitos ao período de calamidade pública decorrente do coronavírus e abrange trabalhadores (incluindo autônomos e servidores públicos federais) com atuação em atividades consideradas essenciais. Para que a situação seja considerada equivalente a acidente de trabalho, será necessária a apresentação de atestado médico apontando quadro sintomático da covid-19, correlacionado com exame que evidencie contato com o vírus no efetivo exercício das atividades do profissional.
Ao justificar o projeto, Leila menciona dados do Ministério Público do Trabalho no Distrito Federal sobre a dificuldade enfrentada pelos trabalhadores, especialmente os do setor de saúde, para reconhecimento das sequelas da covid-19 como acidente de trabalho. Segundo a senadora, o problema tem gerado “o ajuizamento de ações que, na sua quase totalidade, já têm prosperado. Porém, a lacuna legislativa gera custos para os trabalhadores e para o Estado, além do retardamento da aplicação da Justiça”, afirma.
Leila disse esperar que o projeto aumente a proteção trabalhista e previdenciária durante a pandemia, oferecendo mais segurança aos trabalhadores na saída da crise decorrente do coronavírus.
A princípio, a M5049 será investigada em um estudo controlado por placebo, nos Estados Unidos e no Brasil
A agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) autorizou o início de testes clínicos para o uso da molécula M5049 para o tratamento de pacientes com pneumonia causada pela infecção de covid-19. A autorização, publicada no último dia 21, tem validade até o próximo dia 13 de novembro.
Segundo a empresa Merck, que desenvolverá a pesquisa, o objetivo do estudo é investigar se a utilização da M5049 pode impedir ou melhorar a resposta inflamatória em pacientes, infectados com a covid-19, com pneumonia e barrar a progressão para um quadro mais grave.
A pesquisa pretende avaliar ainda se a utilização bem-sucedida do medicamento experimental pode reduzir as complicações, incluindo sintomas respiratórios graves que geralmente precisam de intervenções médicas adicionais, como ventilação mecânica. A princípio, a M5049 será investigada em um estudo controlado por placebo, nos Estados Unidos e no Brasil.
A atualização do Ministério registrou ainda 748.217 pessoas em acompanhamento e outras 2.670.755 que já se recuperaram
Nas últimas 24 horas, o Brasil registrou 1.054 mortes por covid-19 e 30.355 pessoas infectadas pelo novo coronavírus. Os dados foram apresentados no balanço diário do Ministério da Saúde, divulgado na noite desta sexta-feira(21).
Com isso, o total de óbitos chegou a 113.358. O resultado marcou um aumento de 1% sobre ontem, quando o painel trazia 112.304 falecimentos.
Ainda conforme a atualização do Ministério da Saúde, o total de casos confirmados acumulados chegou a 3.532.330. A soma representou crescimento de 0,8% sobre ontem, quando o número de pessoas infectadas desde o início da pandemia estava em 3.501.975.
A atualização do Ministério registrou ainda 748.217 pessoas em acompanhamento e outras 2.670.755 que já se recuperaram.
A taxa de letalidade (número de mortes pelo total de casos) ficou em 3,2%. A mortalidade (quantidade de óbitos por 100 mil habitantes) atingiu 53,9. A incidência dos casos de covid-19 por 100 mil habitantes é de 1680,9.
Covid-19 nos estados
Óbitos por covid-19
Os estados com mais mortes são: 1- São Paulo (28.155) 2 – Rio de Janeiro (15.202) 3 – Ceará (8.268), 4 – Pernambuco (7.335) 5 – Pará (6.037).
As unidades da federação com menos óbitos: 1 – Tocantins (556) 2 – Roraima (576) 3 – Acre (598) 4 – Amapá (627) 5 – Mato Grosso do Sul (696)
Casos confirmados de covid-19
Os estados com maior presença da pandemia são: 1 – São Paulo (735.960) 2 – Bahia (229.743) 3 – Rio de Janeiro (207.036) 4 – Ceará (202.999) 5 – Pará (186.646).
As Unidades da Federação com menos infectados até o momento são: 1 – Acre (23.337) 2 – Mato Grosso do Sul (40.711) 3 – Tocantins (41.848) 4 – Amapá (40.875) 5 – Roraima (41.191)
A Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) autorizou, nesta terça-feira (18), testes de fase 3 de mais uma vacina contra a Covid-19 no Brasil: a Ad26.COV2.S, desenvolvida pela Janssen Pharmaceuticals, do grupo Johnson & Johnson. Esta é a quarta vacina a obter autorização de testes no país (veja detalhes mais abaixo).
A Anvisa não informou a data de início dos testes, que depende de aprovação no Conselho Nacional de Ética em Pesquisa (Conep) – órgão do Ministério da Saúde responsável pela avaliação ética de pesquisas clínicas – e da organização dos pesquisadores para recrutamento dos voluntários.
Os participantes deverão receber uma dose única da vacina ou um placebo (substância inativa), para servir de grupo controle. A determinação de quem recebe a vacina ou o placebo será feita de forma aleatória (randomizada), e nem os voluntários, nem os pesquisadores saberão quais pessoas receberam qual substância (esse tipo de estudo é chamado de “duplo-cego”).
Ela está bem, com apoio psicológico, assistência social e a avó. Está tendo algumas contrações, cólicas, mas está bem”, afirmou
A menina de 10 anos que engravidou após ser estuprada no Espírito Santo realizou o aborto neste domingo 16. Profissionais de saúde responsáveis pela interrupção da gestação confirmaram a realização do procedimento.
A garota foi transferida de São Mateus, no norte do Espírito Santo, para o Recife, capital de Pernambuco, após decisão do juiz Antonio Moreira Fernandes, da Vara da Infância e da Juventude do município onde ela mora. Desde domingo, a menina está internada no Centro Integrado de Saúde Amaury de Medeiros (Cisam-UPE), que fica no bairro da Encruzilhada. Ao longo do dia, diversas pessoas se manifestaram, a favor e contra o procedimento médico, que é assegurado pela lei em caso de estupro.
De acordo com o gestor executivo e diretor do Cisam, o médico Olímpio Barbosa de Morais Filho, o procedimento de interrupção da gestação, pelo qual ele foi responsável, teve início no domingo e será finalizado nesta segunda-feira.
“Ontem mesmo foi procedido o óbito fetal, então não tem mais vida, o feto. E hoje vamos proceder com o esvaziamento, que é para causar contrações para expulsão do feto. E esperamos, a partir de amanhã, em algum momento, que ela tenha condições de alta”, afirmou. O médico disse que ela está bem. “Ela está bem, com apoio psicológico, assistência social e a avó. Está tendo algumas contrações, cólicas, mas está bem”, afirmou.
De acordo com a coordenadora de enfermagem do Cisam, Maria Benita Spinelli, a instituição optou pelo tipo de procedimento menos invasivo possível. “Se faz um primeiro procedimento, que é o óbito fetal, e em seguida dá continuidade ainda com o uso de alguns medicamentos, para o desencadeamento do aborto, da expulsão do feto, de uma forma menos traumática e intervencionista, para que a eliminação seja por via vaginal, sem causar maiores danos à menina”, explicou.
Benita Spinelli explicou ainda que, nesta segunda-feira, a menina deve sentir algumas dores de contrações, mas que são dores esperadas e que não demonstram risco para a paciente. “Elas estão bem [a menina e a avó], acolhidas, estão em uma enfermaria, sendo bem cuidadas por toda a nossa equipe profissional e aguardando o desfecho. A menina deve sentir algumas dores, claro, porque são contrações, e a sensação é essa mesmo, a contração é dolorida, mas está tudo dentro do previsto, correndo da melhor maneira possível. Assim que ela estiver bem, em condições de alta, sem nenhum sangramento ou processo infeccioso, ela poderá voltar para a cidade dela”.
Durante o domingo, grupos religiosos fizeram atos, fazendo uma espécie de barreira humana na frente do Cisam para tentar impedir a entrada do médico responsável pelo procedimento na unidade de saúde. Ao chegar ao local, o médico foi recebido aos gritos de “assassino”. Vídeos do momento circulam nas redes sociais.
“Dentro da maternidade, em alguns momentos, a gente escutava alguns ruídos lá de fora [dos protestos], mas conseguimos manter a menina fora e alheia ao que estava acontecendo lá. A gente sabia o que era, mas no nosso espaço estávamos cuidando dela. Fazendo o procedimento acontecer, explicando a ela direitinho. Para que ela se sentisse acolhida e segura com quem estava ali com ela. Afinal de contas, foi o nosso primeiro contato com ela. Mas acho que conseguimos transcorrer da melhor forma possível para ela, sem causar tantos problemas, porque o que aconteceu do lado de fora, pelo o que a gente viu nas redes sociais, realmente não foi uma situação nem um pouco confortável: um grupo fazendo barulho e sem máscara na porta de um hospital, querendo invadir a instituição. Mas, para nós, do Cisam, fica a sensação e o sentimento de tarefa cumprida, cumprindo com o nosso dever, atendendo a uma ordem judicial para salvar a vida de uma criança que vem sendo vítima, há quatro anos, de um adulto agressor. Um sofrimento que resultou numa gestação”, pontuou Benita Spinilli.
“Nós trablhamos no Sistema Único de Saúde (SUS) e temos que atender a população independentemente de raça, cor, idade ou classe social. O SUS é isso, ele é universal e atende pessoas de qualquer lugar. Então, se no estado em que ela [a menina] mora, houve objeção em relação ao procedimento, aqui ela foi acolhida sem nenhuma dificuldade nossa, a dificuldade foi externa. E a gente tem sempre essa certeza de missão cumprida, porque nós acreditamos que as mulheres precisam e podem viver uma vida saudável, sem violência e com liberdade”, disse Benita Spinelli, que é coordenadora de enfermagem do Cisam.
À noite, já com boatos de que a gestação havia sido interrompida com segurança para a menina de 10 anos, um movimento de apoio e suporte às mulheres também se mobilizou na frente do Cisam. O vídeo mostra mulheres repetem juntas, em voz alta, um discurso proferido por uma delas: “Nós estamos aqui, num contexto de pandemia, respeitando o isolamento social, usando máscara, para dizer que nossas vidas importam e que a vida dessa menina estuprada importa para toda a sociedade. Um aborto legal é um direito. Não vamos abrir mão disso, não vamos abrir mão da vida de uma menina de 10 anos”.
Relembre o caso
Uma menina de 10 anos engravidou após ter sido estuprada em São Mateus, município no norte do Espírito Santo. O suspeito pelo crime é o tio de 33 anos da criança, que está foragido desde a notificação do caso. O caso se tornou público depois que ela deu entrada no Hospital Roberto Silvares, em São Mateus, se sentindo mal. Enfermeiros perceberam que a garota estava com a barriga estufada, pediram exames e detectaram que ela estava grávida de cerca de 3 meses.
Em conversa com médicos e com a tia que a acompanhava, a criança relatou que o tio a estuprava desde os 6 anos. Ela disse que não havia contado aos familiares porque tinha medo, pois ele a ameaçava. O tio da menina já teve passagens pelo sistema prisional capixaba. Em nota, a Secretaria Estadual de Justiça (Sejus) informou que ele ficou detido por quase sete anos, entre maio de 2011 e março de 2018, por tráfico de drogas.
No caso do Rio Grande do Norte, a recente atualização mostrou que o estado potiguar contabiliza 2.062 óbitos e 57.660 pessoas infectadas desde o início da pandemia
O Brasil chegou a 107.232 mortes pela covid-19. O número foi divulgado na atualização do Ministério da Saúde deste sábado (15). Nas últimas 24 horas, foram registrados 709 novos óbitos pelas secretarias estaduais de saúde. Na sexta (14), o sistema da pasta marcava 106.523 mortes em decorrência da pandemia.
A soma de casos acumulados, desde o início da pandemia, é de 3.317.096. Entre ontem e hoje, foram notificadas 41.576 novas infecções. Na sexta-feira, o sistema do Ministério da Saúde contabilizava 3.275.520 pessoas com a covid-19. Pela atualização diária, a letalidade (mortes entre o total de infectados) da doença foi de 3,2%. Os dados indicam também que 805.592 pacientes estão, neste momento, em acompanhamento. Outros 2.404.272 já se recuperaram.
Na distribuição geográfica do número absoluto de mortes, os estados com mais óbitos são São Paulo (26.780), Rio de Janeiro (14.526), Ceará (8.129) Pernambuco (7.156) e Pará (5.932). No caso do Rio Grande do Norte, a recente atualização mostrou que o estado potiguar contabiliza 2.062 óbitos e 57.660 pessoas infectadas desde o início da pandemia.