Brasil tem 2,7 milhões de casos e 93,6 mil mortes por covid-19

A taxa de letalidade (número de mortes pelo total de casos) está em 3,5%; e a de mortalidade (quantidade de óbitos por 100 mil habitantes) em 44,5

O Brasil registrou, desde o início da pandemia, 2,70 milhões de pessoas infectadas pela covid-19. Os dados atualizados são do balanço divulgado neste sábado (1º) pelo Ministério das Saúde. O número é 45,4 mil maior do que o divulgado no levantamento do dia anterior. 

Ainda de acordo com a pasta, o número atualizado de recuperados está em 1,86 milhão. Há ainda 748,59 mil pacientes sendo acompanhados. O novo coronavírus causou a morte de 93,57 mil pessoas no país desde o início da pandemia. Segundo o balanço, nas últimas 24 horas, foram registradas mais 1.088 mortes. A taxa de letalidade (número de mortes pelo total de casos) está em 3,5%; e a de mortalidade (quantidade de óbitos por 100 mil habitantes) em 44,5.

Estados
São Paulo continua sendo a unidade federativa com maior número de mortes por covid-19, com 23.236 óbitos. Em segundo lugar está o Rio de Janeiro, que registra 13.556 mortes. Em terceiro lugar está o Ceará (7.698), seguido por Pernambuco (6.597) e pelo Pará (5.750).

São Paulo lidera também no total de casos diagnosticados, com 552.318 pessoas testando positivo para a doença. Em segundo lugar está o Ceará, com 175.928 diagnósticos positivos; Bahia (168.926) e Rio de Janeiro (167.213).Ministério da SaúdeBrasilCoronavírusPandemiaMortes por CoronavírusCovid-19



Covid-19 pode afetar coração de pacientes recuperados; entenda

Quem já tem problema crônico no coração deve continuar com o tratamento regularmente durante a pandemia, alerta a médica

Pesquisas indicam a possibilidade de complicações crônicas em pacientes recuperados da Covid-19 e, segundo a cardiologista e intensivista Ludhmila Hajjar, o coração também pode ser afetado pela doença provocada pelo novo coronavírus.

“Já existem alguns estudos iniciais que mostram que mesmo 60 dias após o término dos sinais de sintomas, ou seja, o paciente já está em casa sem febre, não tem falta de ar nem tosse, mas quando avaliados mais detalhadamente na parte cardíaca percebe-se que quase 80% ainda tem algum grau de inflamação no coração”, diz a especialista à CNN.

Para Ludhmila, pessoas recuperadas da Covid-19 devem seguir com o acompanhamento médico para observar possíveis sequelas futuras. “Estamos compreendendo a doença como grave, mas que tem complicações crônicas, como as cardioasculares que ainda estamos aprendendo a lidar. Isso nos ensina que esse paciente tem que ser acompanhado de perto quanto a essas complicações”, avalia.

Quem já tem problema crônico no coração deve continuar com o tratamento regularmente durante a pandemia, alerta a médica. 

“Se tem problema de coração, é importante fazer seu segmento de maneira adequada durante a pandemia. A medicação tem que ser tomada regularmente. Em casa, devemos ter uma alimentação regrada e equilibriada, evitar os excessos porque sedentarismo aumentou muito durante a pandemia, já que as pessoas não saem de casa”, disse Ludhmila  ressaltando que a recomendação para uma dieta saudável vale para todas as pessoas, não só os cardiopatas



Novo boletim do Hospital Regional do Seridó destaca mais dois óbitos por Covid-19

Esse boletim é referente a pacientes internados nas últimas 24 horas no Hospital Regional do Seridó

Boletim Covid-19
Hospital Regional Telecila Freitas Fontes
30/07/20

Esse boletim é referente a pacientes internados nas últimas 24 horas no Hospital Regional do Seridó.
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Óbito por COVID-19 no HRS em 30/07/20
📍São João do Sabugi – 01
📍Lagoa Nova – 01
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Informações referentes ao boletim regional são divulgados pela IV URSAP
@iv_ursap
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Confira na íntegra o boletim diário estadual no site: http://www.saude.rn.gov.br ou @governodorn
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Se sair #usemáscara
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Vacina contra Covid-19 estará pronta em dezembro, crê especialista dos EUA

O período equivale ao fim da primavera e início do verão no hemisfério sul. Em 2020, o verão terá início em 21 de dezembro abaixo da linha do Equador

O principal especialista em doenças infecciosas dos Estados Unidos, Anthony Fauci, disse nesta terça-feira (28), em entrevista ao programa Good Morning America, da rede americana ABC, que está “cautelosamente otimista” de que uma vacina contra o novo coronavírus possa estar pronta entre o fim do outono e o início do inverno no hemisfério norte.

O período equivale ao fim da primavera e início do verão no hemisfério sul. Em 2020, o verão terá início em 21 de dezembro abaixo da linha do Equador.

Fauci, que é diretor do Instituto Nacional de Alergias e Doenças Infecciosas dos EUA, ressaltou que a produção de vacinas é um processo longo e que a profilaxia deve produzir resposta imune satisfatória para ser disponibilizada à população. “Esse é realmente um dos problemas quando você lida com vacinas”, afirmou à emissora.

Ele disse, no entanto, ser bastante improvável que a vacina esteja disponível para a população dos EUA até [a passagem de] “vários meses” em 2021. Essa não é a primeira vez que o infectologista diz acreditar que até o fim do ano haverá uma vacina contra Covid-19.

Cerca de duas semanas atrás ele disse que estava otimista com o cronograma previsto nos estudos e não se preocupava com a possibilidade de a China desenvolver a vacina primeiro. “Acho que todos estão no mesmo estágio. Se eles chegarem lá, não vão conseguir muito antes do que nós, isso é certo”, afirmou, na ocasião.

Estadão Conteúdo e da CNN



Covid-19: Brasil chega a mais de 87 mil mortes e quase 2,5 milhões de infectados

O Norte contabiliza 388.205 diagnósticos e 11.656 mortes. O Centro-Oeste confirma 223.105 casos e 4.683 mortes, enquanto o Sul tem o registro de 198.183 infectados e 4.238 mortos

Chega a 87.618 mil óbitos causados pela covid-19 no Brasil. No período de 24 horas, até a noite desta segunda-feira (27), foram confirmadas mais 614 pelo Ministério da Saúde que também revelou 23.284 novos diagnósticos da infecção por coronavírus e o acumulado atinge a marca de 2.442.375 milhões de casos. 

Desse total, 1.667.667 é de recuperados, enquanto outros 687.090 mil seguem com o vírus ativo e em acompanhamento. 

Os maiores índices da contaminação estão concentrados na região Sudeste que contabiliza 837.243 infectados e 39.449 mortos, na sequência, o Nordeste apresenta 795.639 casos e 27.592 óbitos. O Norte contabiliza 388.205 diagnósticos e 11.656 mortes. O Centro-Oeste confirma 223.105 casos e 4.683 mortes, enquanto o Sul tem o registro de 198.183 infectados e 4.238 mortos. 

Os estado mais críticos da situação estão São Paulo com (487.654 casos e 21.676 mortes) Ceará (162.429 infectados e 7.509 mortos) e Rio de Janeiro ( 157.823 confirmados e 12.876 óbitos). 

Entre os estados do Nordeste, O Rio Grande do Norte se estabelece em oitava posição em relação ao total de casos confirmados e em sexto quando os dados relacionados são do quantitativo de mortes. Abaixo seguem os dados da pandemia por estado na região.

Ranking de casos por estado

1º Ceará – 162.429

2º Bahia – 149.109

3º Maranhão – 114.585

4º Pernambuco – 89.132

5º Paraíba – 76.693

6º Alagoas – 56.204

7º Sergipe – 53.612

8º Rio Grande do Norte – 47.291

9º Piauí – 46.584

Ranking de mortes por estado

1º Ceará – 7.509

2º Pernambuco – 6.376

3º Bahia – 3.227

4º Maranhão – 2.943

5º Paraíba – 1.727

6º Rio Grande do Norte – 1.697

7º Alagoas – 1.514

8º Sergipe – 1.340

9º Piauí – 1.259



Covid-19: BID apresenta propostas para volta às aulas

Em um novo cenário, seria necessário garantir de 2,25 m2 a 4 m2). Há também sugestões sobre como evitar aglomerações em áreas comuns, como locais de alimentação, corredores e banheiros

O Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID) divulgou documento com propostas de medidas de prevenção e mitigação da pandemia do novo coronavírus no contexto de locais que estão definindo o retorno às aulas.

O primeiro desafio apontado pela organização é manter o distanciamento social. Para isso, seria possível pensar em ações como a reabertura escalonada das escolas, a flexibilização do horário das aulas e a diminuição do número de horas letivas presenciais. Uma alternativa é privilegiar áreas rurais, onde os estudantes têm mais dificuldade de acompanhar aulas a distância.

O texto sugere começar pelas séries iniciais, argumentando que as crianças que estão nessa etapa são mais novas e precisam de mais ajuda dos professores. No Distrito Federal, porém, deve ser adotada  recomendação oposta à sugerida pelo BID, com as aulas recomeçando nas séries mais avançadas, sob a alegação de que os adolescentes têm mais condição de respeitar as medidas de prevenção.

Para evitar o contato, o documento destaca que é preciso respeitar distância mínima entre as cadeiras, de 1 metro a 1,5 m. Conforme estudos do BID, atualmente, a América Latina tem média de espaço por aluno de 1,62 metros quadrados (m2). Em um novo cenário, seria necessário garantir de 2,25 m2 a 4 m2). Há também sugestões sobre como evitar aglomerações em áreas comuns, como locais de alimentação, corredores e banheiros.

Limpeza

O segundo desafio é a limpeza e desinfecção das unidades escolares, medida que, segundo o BID, prevê higienização dos locais antes do retorno e manutenção de tais práticas no dia a dia. Esse cuidado envolve tanto a ampliação das equipes de limpeza quanto o envolvimento comunidade escolar na desinfecção das superfícies. Para isso, o texto destaca a importância de manter os kits de limpeza também nas salas de aula.

Além de disponibilizar insumos, é preciso treinar tanto funcionários voltados para essa atividade quanto professores, alunos e funcionários administrativos, o que exige a distribuição de material informativo, como cartazes e panfletos. Os espaços devem ser organizados de modo a favorecer a circulação de ar natural, mantendo-se abertas portas e janelas.

A rotina de higienização, com medidas sanitárias como lavar as mãos frequentemente (de preferência a cada duas horas), evitar levar as mãos ao rosto e usar máscaras de proteção. Como a lavagem das mãos é medida fundamental de prevenção, as escolas devem assegurar água, substância de desinfecção e locais adequados para a prática.

Em caso de infecção, o BID recomenda que sejam seguidos os protocolos de encaminhamento da pessoa a um posto de saúde, o fechamento temporário da unidade escolar e interdição de áreas usadas pelas pessoas infectadas e desinfecção do local.

Pessoas com sintomas de covid-19 devem ser instadas a permanecer em casa. Os coordenadores das instituições de ensino podem adotar políticas flexíveis de afastamento e licença, o que abrange também aqueles com necessidade de cuidar de pessoas doentes em casa. 

CNE e MEC

O Conselho Nacional de Educação (CNE) aprovou um documento com orientações para a volta às aulas. Contudo, o conteúdo ainda não foi tornado público porque depende da assinatura do ministro da Educação, Milton Ribeiro.

O Ministério da Educação (MEC) elaborou recomendações para instituições federais de ensino, que, segundo a assessoria da pasta, podem também ser implementadas na educação básica e na infantil pelos estados que assim desejarem. As diretrizes estão disponíveis no portal do MEC.

Riscos

A Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) divulgou estudo segundo o qual 9,3 milhões de adultos dos grupos de risco (como idosos e pessoas com doenças crônicas) moram com crianças em idade escolar. Estão nessa situação pelo menos 4 milhões de pessoas com diabetes e doenças do coração ou do pulmão.

“Em um cenário otimista, se 10% da população de adultos com fatores de risco e idosos que vivem com crianças em idade escolar necessitarem de cuidados intensivos, cerca de 900 mil pessoas poderão necessitar de UTI [unidade de terapia intensiva]. Se tomarmos como referência a taxa de letalidade observada no país, isso pode representar 35 mil óbitos somente nesta população”, estimam os autores do estudo.



Fiocruz aposta em vacinação contra Covid-19 a partir de 2021

Caso as previsões se confirmem, a expectativa é que o país passe a produzir nacionalmente a vacina a partir do segundo semestre de 2021

Pesquisadores da Fiocruz apostam em vacinação inicial contra a Covid-19 em fevereiro de 2021 para um público específico. A partir daí, a produção nacional das doses poderá garantir imunização à população em geral, afirma a vice-diretora de Qualidade da Bio-Manguinhos (Fiocruz), Rosane Cuber Guimarães.

Os recentes resultados de pesquisas da Universidade de Oxford, no Reino Unido, sobre a segurança da vacina contra a covid-19 elevaram o nível de otimismo em todo o mundo que, desde dezembro do ano passado, observa o alastramento do novo coronavírus, causador da doença, em todas as regiões. As pesquisas das fases 1 e 2, exigidas pelo procedimento científico, descartaram efeitos adversos graves provocados pela vacina. Foram registrados relatos de pequenos sintomas, como dores locais ou irritabilidade, aceitos em vacinas contra outras doenças.

O Brasil foi um dos países escolhidos para participar da Fase 3 dos estudos, que testa a eficácia da vacina. Os testes, que estão a cargo da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) e outras instituições parceiras, envolvem 5 mil voluntários de São Paulo, Rio de Janeiro e Salvador. A expectativa é detectar a capacidade de imunização das doses e, a partir daí, a Fiocruz – parceira brasileira nas pesquisas de Oxford  – receberá autorização para importar o princípio ativo concentrado, que será convertido inicialmente em 30 milhões de doses a serem aplicadas em parcela da população brasileira.

Rosane Guimarães disse ao programa Impressões, da TV Brasil, que vai ao ar neste domingo (26), às 22h30, que, em dezembro deste ano, o Brasil receberá 15 milhões de doses e, em janeiro, mais 15 milhões de doses.

A Bio-Manguinhos será responsável pela transformação do princípio ativo e fará a formulação final das vacinas, além de envasar, rotular e entregar o material para que o Programa Nacional de Imunização do Ministério da Saúde faça a distribuição. As primeiras doses devem ser destinadas aos grupos de risco, como profissionais de saúde e pessoas idosas, mas isso ainda está em debate.

Caso as previsões se confirmem, a expectativa é que o país passe a produzir nacionalmente a vacina a partir do segundo semestre de 2021. Segundo Rosane, a vacina está em um excelente caminho e avançou rapidamente porque Oxford já trabalhava com o mesmo adenovírus de chimpanzé que está sendo usado nas pesquisas, um vírus que não causa doença em seres humanos.

Rosane explicou que a vacina carrega uma sequência do RNA do coronavírus e da proteína spike, que pode garantir que um organismo produza anticorpos. “Eles fizeram testes nessa plataforma [utilizando esse princípio] para Mers [síndrome respiratória do Médio Oriente] e para ebola. Eles já tinham grande parte do que é necessário para produção da vacina, preparado, o que já foi um acelerador. Outra coisa é que, neste momento de pandemia, os estudos clínicos foram facilitados e houve colaboração entre os países.”

Mesmo com os indicativos positivos, Rosane alerta que a pandemia não vai ser resolvida de uma hora para outra. “Acreditamos que, em 2021, ainda não se consiga vacinar completamente toda a população. Nossa orientação é que enquanto a vacina não sai, ou ainda estiver sendo aplicada, que as pessoas mantenham as orientações que já existem hoje: uso da máscara, lavar as mãos, evitar aglomeração, distanciamento. Ainda temos que continuar convivendo com esses cuidados até que todas as respostas sejam dadas pela vacina.”

A possibilidade de um revés é praticamente descartada pela pesquisadora. Segundo Rosane, a Fase 3 dos estudos pode, sim, apontar um grau de imunização de mais de 90%. “Se for maior, a gente consegue relaxar um pouco”, mas há riscos de que essa eficácia atinja níveis de apenas 50% ou 70%. “Vamos ter que fazer mais estudos e talvez buscar uma vacina com potencial maior, mas já será um alento se tivermos uma vacina com mais de 70%.”

Atualmente, o Brasil é terreno fértil para a pesquisa por ocupar o segundo lugar entre os países com maior número de casos da covid-19.

Há outras empresas trazendo vacinas para o Brasil. Um exemplo é a pesquisa desenvolvida pela parceria entre o Instituto Butantan e a empresa chinesa Sinovac, com sede em Pequim. Nas próprias instalações da Bio-Manguinhos, cientistas brasileiros desenvolvem dois estudos, que estão ainda em fase pré-clínica, com experimentos em animais.



Coronavírus Covid-19: testes do tipo RT-PCR serão ampliados no RN para população sintomática

A medida segue uma orientação do Ministério da Saúde

A testagem do tipo RT-PCR, utilizada para diagnóstico da Covid-19, será ampliada, a partir desta sexta-feira (24), para todas as pessoas que apresentarem síndrome gripal do primeiro até o sétimo dia do início dos sintomas. A informação foi divulgada pela subcoordenadora de vigilância epidemiológica da Secretaria de Estado da Saúde Pública (Sesap), Alessandra Lucchesi, durante coletiva de imprensa nesta quinta-feira (23). 

A medida segue uma orientação do Ministério da Saúde que, recentemente, implantou o Programa “Diagnosticar para cuidar”. Em nota técnica repassada às secretarias de saúde, o Ministério determinou que todos os pacientes com suspeita de síndrome gripal sejam testados no modelo Swab (RT-PCR). A pasta enviará os testes para o Estado repassar aos municípios de acordo com necessidades. Até então, esse tipo de testagem era destinado apenas ao pessoal da saúde, segurança, idosos e pessoas com comorbidade.



Coronavírus: RN confirma mais 6 mortes por covid-19 e 243 novos casos

A pasta ainda investiga outros 198 que estão sob a suspeita de que a doença tenha motivado o falecimento

A secretaria de Estado de Saúde Pública (Sesap) divulgou, na tarde deste sábado (25), os dados da pandemia no Rio Grande do Norte e confirmou sies óbitos a mais do que o registrado no penúltimo boletim, cinco deles ocorridos nas últimas 24 horas, chegando aos 1.672 decorridos por causa da covid-19.

A pasta ainda investiga outros 198 que estão sob a suspeita de que a doença tenha motivado o falecimento. Com o registo de mais 243 novos casos confirmados de infecção por coronavírus também em 24 horas, o estado passa a ter o cumulativo de 46.926 diagnósticos desde o início da primeira ocorrência registrada. A pasta também informou que já são 58.464 casos suspeitos, enquanto outros 73.018 já tiveram o resultado descartado para o coronavírus.



Sesap vai passar a testar todos os pacientes com sintomas de Covid-19

Desde os primeiros registros de casos no Rio Grande do Norte, em março passado, o exame RT-PCR, também chamado de “padrão ouro” – por conta da precisão no resultado –, era ministrado apenas para o pessoal da saúde, segurança, idosos e pessoas com algum problema crônico de saúde (diabetes, pressão alta, doenças autoimunes, entre outras)

A secretaria de Estado da Saúde Pública (Sesap) vai ampliar os critérios de testagem para a Covid-19 no Rio Grande do Norte. A partir desta sexta-feira (24), a testagem do tipo RT-PCR, que é feita por análise molecular, passa a ser ofertada para as pessoas que apresentarem síndrome gripal do primeiro até o sétimo dia do início dos sintomas.

Desde os primeiros registros de casos no Rio Grande do Norte, em março passado, o exame RT-PCR, também chamado de “padrão ouro” – por conta da precisão no resultado –, era ministrado apenas para o pessoal da saúde, segurança, idosos e pessoas com algum problema crônico de saúde (diabetes, pressão alta, doenças autoimunes, entre outras).

O teste RT-PCR identifica o vírus em amostras respiratórias em até sete dias do início dos sintomas, ou seja, quando o vírus está agindo no organismo do paciente. Para que isso possa ser feito, só poderão ser testadas as pessoas apresentam sintomas da doença, sejam leves, moderados ou graves.

“Os grupos elegíveis se desfazem e qualquer pessoa sintomática, com indicação médica, poderá fazer o exame”, afirmou Alessandra Lucchesi, subcoordenadora e Vigilância Epidemiológica da Secretaria Estadual de Saúde. Para ter acesso ao exame, segundo ela, basta que a pessoa sintomática busque atendimento em alguma unidade de saúde.

A mudança no sistema de testagem atende a uma nota técnica do Ministério da Saúde, do dia 25 de junho. A previsão é de que 100% dos casos de síndrome gripal sejam testados para Covid-19. A partir dessa iniciativa, a pasta tem a meta de atingir 24,6 milhões de unidades de exames do tipo RT-PCR para Covid-19 em todo o território brasileiro.

Para o Sistema Único de Saúde, estes exames são feitos são feitos no Laboratório Central de Saúde Pública do Estado (Lacen), localizado na Zona Oeste de Natal, e no laboratório do Instituto de Medicina Tropical, que é ligado à Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN)

Até a última quarta-feira (22), segundo dados do Lacen, foram feitos 21.584 exames, com total de 10.152 positivos. O número representa 22% dos 45.184 casos confirmados de infecção pelo novo coronavírus até então. O restante das confirmações provém dos testes sorológicos, os exames rápidos, que avaliam a presença de anticorpos no organismo.

Segundo o diretor do Lacen, Derley Galvão, a unidade aguarda há quatro meses o Ministério da Saúde renove contrato para o fornecimento dos kits de extração automatizada para realização dos exames. Para não atrasar as análises, o Governo do RN se antecipou e fez três compras no valor de R$ 312 mil.