Lei prioriza teste do coronavírus para profissionais em contato com infectados

Entre os profissionais, estão médicos, enfermeiros, bombeiros, policiais e agentes de saúde

Foi sancionada nesta quinta-feira (9) a Lei 14.023, de 2020, que garante prioridade na testagem para detecção do novo coronavírus aos profissionais essenciais ao controle de doenças e à manutenção da ordem pública que tenham contato direto com pessoas e materiais contaminados. Entre os profissionais, estão médicos, enfermeiros, bombeiros, policiais e agentes de saúde.

Oriunda do PL 1.409/2020, da Câmara dos Deputados, a matéria foi relatada no Senado pela senadora Zenaide Maia (Pros-RN), que é médica especialista em doenças infectocontagiosas. Ao defender a aprovação do texto na Casa, em maio, a senadora lembrou que a pandemia vem expondo a riscos significativos vários profissionais que atuam em contato com pessoas contaminadas.

A nova lei  também determina que, durante a emergência de saúde pública decorrente do coronavírus, o poder público e os empregadores ou contratantes adotarão medidas para preservar a saúde e a vida de todos os profissionais que atuam na linha de frente contra o vírus, além de fornecer, gratuitamente, os equipamentos de proteção individual recomendados pela Anvisa. São estes os profissionais essenciais com prioridade na detecção do novo coronavírus, de acordo com a lei:

  • médicos;
  • enfermeiros;
  • fisioterapeutas, terapeutas ocupacionais, fonoaudiólogos e profissionais envolvidos nos processos de habilitação e reabilitação;
  • psicólogos;
  • assistentes sociais;
  • policiais federais, civis, militares, penais, rodoviários e ferroviários e membros das Forças Armadas;
  • agentes socioeducativos, agentes de segurança de trânsito e agentes de segurança privada;
  • brigadistas e bombeiros civis e militares;
  • vigilantes que trabalham em unidades públicas e privadas de saúde;
  • assistentes administrativos que atuam no cadastro de pacientes em unidades de saúde;
  • agentes de fiscalização;
  • agentes comunitários de saúde;
  • agentes de combate às endemias;
  • técnicos e auxiliares de enfermagem;
  • técnicos, tecnólogos e auxiliares em radiologia e operadores de aparelhos de tomografia computadorizada e de ressonância nuclear magnética;
  • maqueiros, maqueiros de ambulância e padioleiros;
  • cuidadores e atendentes de pessoas com deficiência, de pessoas idosas ou de pessoas com doenças raras;
  • biólogos, biomédicos e técnicos em análises clínicas;
  • médicos-veterinários;
  • coveiros, atendentes funerários, motoristas funerários, auxiliares funerários e demais trabalhadores de serviços funerários e de autópsias;
  • profissionais de limpeza;
  • profissionais que trabalham na cadeia de produção de alimentos e bebidas, incluídos os insumos;
  • farmacêuticos, bioquímicos e técnicos em farmácia;
  • cirurgiões-dentistas, técnicos em saúde bucal e auxiliares em saúde bucal;
  • aeronautas, aeroviários e controladores de voo;
  • motoristas de ambulância;
  • guardas municipais;
  • profissionais dos Centros de Referência de Assistência Social (Cras) e dos Centros de Referência Especializados de Assistência Social (Creas);
  • servidores públicos que trabalham na área da saúde, inclusive em funções administrativas;
  • outros profissionais que trabalhem, ou sejam convocados a trabalhar, nas unidades de saúde durante o período de isolamento social ou que tenham contato com pessoas ou com materiais que ofereçam risco de contaminação pelo novo coronavírus.

Com informações da Agência Câmara

Agência Senado



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OMS: transmissão de vírus pelo ar pode se dar em procedimento médico

A OMS reconheceu na última terça-feira (7) “evidências emergentes” da propagação do novo coronavírus pelo ar, depois que um grupo de cientistas pediu que a organização atualizasse suas orientações sobre como a doença respiratória se espalha

A Organização Mundial da Saúde (OMS) informou nesta quinta-feira (9) que a transmissão do novo coronavírus pelo ar pode ocorrer durante procedimentos médicos que geram aerossóis.

Segundo a organização, alguns relatos de casos de covid-19, relacionados a espaços internos lotados, sugeriram a possibilidade de transmissão por aerossol, combinada com a transmissão por gotículas, como em restaurantes, aulas de ginástica ou durante ensaios de coral.

A OMS reconheceu na última terça-feira (7) “evidências emergentes” da propagação do novo coronavírus pelo ar, depois que um grupo de cientistas pediu que a organização atualizasse suas orientações sobre como a doença respiratória se espalha.



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Comissão de Finanças aprova mais uma ação voltada para o combate da Covid-19

No expediente foram distribuídas cinco matérias para os relatores designados

Nova ação em forma de Projeto de Lei voltada para o combate à pandemia da Covid-19 foi definida pela Comissão de Finanças e Fiscalização (CFF) da Assembleia Legislativa em reunião pelo Sistema de Deliberação Remota (SDR), realizada na tarde desta quarta-feira (8).

De autoria do deputado Kleber Rodrigues (PL) e aprovado por unanimidade pelos integrantes do grupo de trabalho, o Projeto dispõe sobre um plano de emergência para entrega regular de remédios aos doentes crônicos, no âmbito do Estado, em decorrência da pandemia da Covid-19.

Também foi deliberada e aprovada matéria de iniciativa do deputado Allyson Bezerra (SDD) dispondo sobre a utilização dos espaços físicos das escolas públicas do sistema estadual, por igrejas e entidades religiosas.

Ainda na reunião o deputado Tomba Farias (PSDB) solicitou informações em relação às respostas do Governo do Estado sobre requerimentos encaminhados pela Comissão com indagações sobre os gastos do governo nesse período de Pandemia.

O presidente da Comissão, deputado Kelps Lima solicitou dos assessores da CFF que mandem as respostas que chegaram, até agora, para todos os integrantes do grupo de trabalho para que seja feita uma análise do que ainda precisa ser esclarecido.

No expediente foram distribuídas cinco matérias para os relatores designados. Participaram da reunião os deputados Kelps Lima, Ubaldo Fernandes (PL), Tomba Farias e Souza (PSB).



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Usar máscara pode reduzir em até 40% as taxas de crescimento de casos de Covid-19, diz estudo

Para se certificarem de que o uso obrigatório de máscaras foi o responsável pela queda de casos de coronavírus, os cientistas projetaram uma “cidade alternativa”

Um estudo realizado na Alemanha trouxe mais uma prova de que o uso de máscaras pode ser decisivo para o combate à covid-19. O portal VoxEU, especializado em políticas públicas, destaca que uma cidade do país reduziu até 40% a sua taxa de crescimento de casos de covid-19ao tornar obrigatório o uso de uma proteção facial.

De acordo com a pesquisa, a campanha em Jena, cidade de 100 mil habitantes a 220 quilômetros de Berlim, tornando o uso obrigatório de máscaras em transporte público, locais de trabalho e estabelecimentos comerciais foi lançada no dia 30 de março , enquanto a medida passou a ser introduzida no país três semanas depois.

Pesquisadores das universidades Kassel, Johannes-Gutenberg Mainz e TU Darmstadt (todas alemãs) e pela Universidade do Sul da Dinamarca, observaram que o uso de máscaras parecem ter efeito positivo.

Para se certificarem de que o uso obrigatório de máscaras foi o responsável pela queda de casos de coronavírus, os cientistas projetaram uma “cidade alternativa”, que teria as mesmas características de Jena, como densidade populacional regional, idade média da população, proporção de idosos e média do número de médicos e farmácias por habitantes.. Nela, porém, não haveria uma política de adoção de proteção facial contra a Covid-19.Vinte dias depois de sua política obrigatória para máscaras, Jena ganhou apenas 16 novos casos de coronavírus, passando de 142 para 158. Já no modelo projetado da cidade, onde não foi adotada a proteção facial, número de infectados cresceu de 143 para 205, um avanço de 23%.



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Pesquisadores da Unifesp realizam supertratamento para tentar curar o HIV

A pesquisa está sendo coordenada pelo infectologista Ricardo Sobhie Diaz, que é uma das referências mundiais no assunto

Pesquisadores da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) realizaram o primeiro estudo, em escala global, para testar um supertratamento em indivíduos cronicamente infectados pelos vírus da imunodeficiência humana (HIV). Os estudos apontam que a cura pode está mais perto do que a gente imagina.

A pesquisa está sendo coordenada pelo infectologista Ricardo Sobhie Diaz, que é uma das referências mundiais no assunto. De acordo com nota publicada pela Unifesp, Diaz é diretor do Laboratório de Retrovirologia do Departamento de Medicina da Escola Paulista de Medicina (EPM/ Unifesp) – Campus São Paulo.

A pesquisa contou com a participação de 30 voluntários que possuem carga viral indetectável, sob tratamento padrão, conforme o que é atualmente preconizado: a combinação de três tipos de antirretrovirais, mais conhecida como “coquetel”. Os voluntários foram divididos em seis subgrupos, recebendo, cada um deles, diferentes combinações de remédios, além do próprio “coquetel”. 

Tratamento 

O infectologista Ricardo Diaz e sua equipe vêm trabalhando em duas frentes para a cura da doença: uma utilizando medicamentos e substâncias que matam o vírus no momento da replicação e eliminam as células em que o HIV fica adormecido (latência); e a outra no desenvolvimento de uma vacina que leva o sistema imunológico a reagir e eliminar as células infectadas nas quais o fármaco não é capaz de chegar.

Os integrantes do subgrupo que apresentaram melhores resultados receberam mais dois antirretrovirais: o dolutegravir, a droga mais forte atualmente disponível no mercado; e o maraviroc, substância que força o vírus, antes escondido, a aparecer.

Redação/com Correio Braziliense



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Profissionais de Saúde do Mato Grande são beneficiados com doação da Assembleia Legislativa

Em João Câmara, o número de casos de Coronavírus vem crescendo. Já foram 266 casos confirmados e 07 óbitos por Covid-19

As doações de Equipamentos de Proteção Individual (EPIs) da Assembleia Legislativa do Rio Grande do Norte chegaram nesta sexta-feira (03) à cidade de João Câmara, localizada na região do Mato Grande.

A Casa do Povo entregou ao município 8 mil litros de álcool 70% e 2 mil máscaras cirúrgicas. O material chega para somar no combate ao novo Coronavírus, contribuindo, principalmente com a segurança dos profissionais de saúde do Hospital Regional Josefa Alves Godeiro e das 16 Unidades Básicas de Saúde (UBS) do município. Em João Câmara, o número de casos de Coronavírus vem crescendo. Já foram 266 casos confirmados e 07 óbitos por Covid-19.



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Rio Grande do Norte tem 32.578 casos de Covid-19 e 1.095 mortes em função da doença

RN tem 32.578 casos de Covid-19 e 1.095 mortes em função da doença

O Rio Grande do Norte tem 1.095 mortos por Covid-19, além de 173 fatalidades que estão sob investigação. Os dados são da Secretaria Estadual de Saúde Pública (Sesap), atualizados nesta quinta-feira (2). Das mortes recentes registradas no RN, 9 aconteceram nas últimas 24 horas.

O estado contabiliza ainda 32.578 casos confirmados da infecção (679 novos em relação à última atualização), 44.157 casos casos suspeitos e 51.041 descartados. A fila de regulação registra 38 pessoas à espera de leitos no RN. Há 19 vagas disponíveis.

Leitos

A taxa de ocupação geral dos leitos do Rio Grande do Norte destinados a tratar a Covid-19 está em 91%, distribuída da seguinte maneira:

  • Mossoró: 100%
  • Pau dos Ferros: 100%
  • Grande Natal: 99%
  • Seridó: 79,3%


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Covid: Natal terá centro de tratamento à base de ivermectina; afirma deputa

O parlamentar escreveu também que o centro de profilaxia e tratamento da zona Norte terá aplicação de testes e distribuição gratuita de ivermectina

A capital potiguar deve contar com um centro de profilaxia e tratamento para a Covid-19 à base de ivermectina. A informação foi divulgada pelo deputado estadual Albert Dickson (Pros) na noite deste domingo (28) em sua página no Instagram. A unidade de tratamento deverá ser instalada no Ginásio Nélio Dias, na zona Norte de Natal.

A divulgação foi feita após reunião, por videoconferência, do comitê Covid Natal, que tratou sobre a elaboração de um plano de enfrentamento coletivo e profilático para conter a disseminação da doença. O prefeito Álvaro Dias é um dos integrantes do comitê e participou da reunião. “Ideia acatada pelo prefeito de Natal Alvaro Dias, dr Joca, dr Fernando Suassuna e pelo comitê. Enfrentar o coronavírus na fase 1 e dois é o segredo”, escreveu o Albert Dickson na publicação. O parlamentar escreveu também que o centro de profilaxia e tratamento da zona Norte terá aplicação de testes e distribuição gratuita de ivermectina.



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Dez estados brasileiros estão sem medicamentos para a Covid-19; confira quais são

Entre os medicamentos objeto da análise estão sedativos, anestésicos, bloqueadores neuromusculares e substâncias utilizadas na sedação e entubação de pacientes

Um relatório do Conselho Nacional de Secretários de Saúde (Conass) mapeou os estoques de medicamentos em unidades de saúde dos estados e apontou situação de desabastecimento de alguns produtos e risco de falta de outros nos próximos dias.

O levantamento teve como foco remédios usados em unidades de terapia intensiva (UTIs), estruturas fundamentais para atendimento a pacientes, especialmente no cenário em que a demanda aumenta com vários leitos sendo ocupados por pacientes que evoluíram para quadros graves de covid-19.

Entre os medicamentos objeto da análise estão sedativos, anestésicos, bloqueadores neuromusculares e substâncias utilizadas na sedação e entubação de pacientes. As unidades verificadas são aquelas listadas nos planos de contingência de cada estado, podendo ser tanto públicas quanto privadas.

O estado de Mato Grosso foi o que apresentou mais itens em falta (13), seguido por Ceará e Maranhão (12), Amapá e Tocantins (11), Rio Grande do Norte (10), Roraima, Amazonas e Bahia (9) e Pernambuco (8). Os estados completamente abastecidos são Alagoas, Minas Gerais, Paraná, Piauí, Santa Catarina e Sergipe.

No caso de Mato Grosso, além dos 13 medicamentos indisponíveis nos estoques, nove só serão suficientes para atendimento da demanda prevista para os próximos cinco dias. Em Pernambuco, oito remédios estão em falta e nove devem acabar na semana que vem. São Paulo, estado que tem a maior população do país e epicentro da pandemia de covid-19, tem apenas um item indisponível, mas há 14 medicamentos cujo estoque deve durar apenas cinco dias.

Agência Brasil



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Mundo ultrapassa 10 milhões de casos de coronavírus, diz universidade

O aumento em mais de 1 milhão de novos casos confirmados aconteceu em menos de uma semana

O número de casos confirmados de novo coronavírus no mundo ultrapassou a marca de 10 milhões neste domingo (28), mostra monitoramento da universidade norte-americana Johns Hopkins. Segundo o levantamento, o número de mortes pela Covid-19 chega a quase 500 mil.

O aumento em mais de 1 milhão de novos casos confirmados aconteceu em menos de uma semana. Na segunda-feira (22), o mundo chegava às 9 milhões de confirmações. Em números absolutos, Estados Unidos e Brasil são os dois países com mais casos do novo coronavírus e mais mortes pela Covid-19. Ambos, inclusive, são os únicos a registrar mais de 1 milhão de casos confirmados e respondem por mais de um terço de todos os registros da virose

A maior parte dos casos está concentrada nos EUA, país que acumula quase um quarto de todas as confirmações no mundo. O Brasil é o segundo país com mais casos confirmados de coronavírus, já são mais de 1,2 milhão de testes positivos para a doença.

Pandemia acelera

Mesmo com os números em queda na Europa, o avanço da Covid-19 no mundo ainda preocupa a Organização Mundial da Saúde (OMS) sobretudo pela alta dos casos nas Américas e por novos registros em países da Ásia que já haviam controlado a doença.

Uma das razões para a preocupação é que o mundo tem registrado em média 1 milhão de novos casos do coronavírus a cada semana — por exemplo, o total no planeta chegou a 8 milhões em 15 de junho, há exatamente duas semana. Do primeiro caso confirmado de Covid-19 até a marca de 1 milhão atingida em abril, passaram-se mais de três meses.



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