ELEIÇÕES 2022: Bolsonaro traça estratégias para a campanha afim de ‘virar o jogo’

Na corrida em busca da reeleição, o presidente Jair Bolsonaro (PL) tem apostado em estratégias ramificadas a fim de virar a mesa a seu favor em outubro. Uma delas consiste em investir na polarização e no sentimento antipetista que ronda parte do eleitorado no país. A intenção é de, paulatinamente, relembrar denúncias de corrupção envolvendo o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), favorito nas pesquisas de intenção de voto. Por outro lado, Bolsonaro tem repetido não haver irregularidades no seu governo, apesar das suspeitas que envolvem a gestão.

Em relação à covid-19, o presidente tem tentado se eximir de culpa ante a baixa aprovação à atuação do Executivo federal na pandemia. Ele empurra a responsabilidade para governadores e prefeitos, pelas medidas restritivas que adotaram com o objetivo de conter a disseminação do vírus. Bolsonaro bate na tecla de que fez a parte dele e “não errou nenhuma” no combate à doença, que vitimou mais de 660 mil brasileiros.

Na economia, uma das cartadas do chefe do Executivo, que fez com que recuperasse parte da popularidade, foi o Auxílio Brasil, além de outras medidas populistas. Em março, por exemplo, autorizou o pagamento antecipado do 13º salário a 30 milhões de aposentados e pensionistas do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) e o saque de até R$ 1 mil a trabalhadores com saldo em contas de Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS).



Fábio Dantas confirma que sua pré-candidatura ao governo será lançada na terça-feira (19)

Fábio Dantas confirmou que está com o nome à disposição para concorrer ao governo. Foto: Arquivo

O ex-deputado estadual Fábio Dantas confirmou que terá a pré-candidatura lançada na próxima terça-feira, 19, pelo Partido Solidariedade. O lançamento está programado para ser às 9h30 no Hotel Holiday Inn. 

Ele disse a coligação que está em articulação para apoiar essa chapa deve ter, além do partido ao qual é filiado, o PL — do ex-ministro do Desenvolvimento Regional, Rogério Marinho, que disputará o Senado — o PSDB, o PTB, o PSC, o PP. Mas, acrescentou, o diálogo prossegue sobre a possibilidade de outras siglas integrarem a coligação.


Fábio Dantas afirmou que assume a condição de pré-candidato a governador “com lucidez e responsabilidade”. Ele disse que pretende ir a cada município do Rio Grande do Norte agora que o nome está confirmado. 


O ex-deputado do Solidariedade faz enfáticas críticas à governadora Fátima Bezerra. Ele afirma que, desde que ela foi escolhida, nas eleições 2018 para o governo, respeitou a decisão das urnas, mas sempre considerou que se tratava de “um atraso” para o Rio Grande do Norte. 


Fábio Dantas avalia que não há nenhuma área na qual o governo atual tenha conseguido adotar programas e projetos voltados à melhoria da qualidade de vida da população. Ele cita a educação como uma das “tragédias da administração estadual atualmente”. Para ele, a governadora se apresentava com “uma humilde professora, mas nos mandato que exerceu que foi uma poderosa deputada, senadora e governadora”. “Uma professora no governo deveria ter implementado projetos para termos uma educação de ‘primeiro mundo’, mas não foi isso que vimos”, apontou.


Ele afirma que fará uma campanha com mensagem municipalista, ou seja,  propostas voltadas para apoiar as ações das prefeituras. O ex-deputado pretende apontar também o que considera como “fracasso do atual governo”.


Fábio Dantas acrescenta que a coligação que deve ser formada para a disputa ao governo será “anti-Fátima” e os partidos que avaliam que há necessidade desta mudança podem aderir. Por isso, não vê empecilhos para um diálogo com o prefeito de Natal, Álvaro Dias, do PSDB, sobre a possibilidade de apoio à chapa de oposição. Álvaro Dias anunciou nesta semana que não estaria em aliança com Fábio Dantas na condição de candidato a governador.


O deputado estadual Kelps Lima, do Solidariedade, informou que teve, neste fim de semana, uma reunião com Fábio Dantas e Brenno Queiroga. Brenno tinha sido apresentado pelo Solidariedade como candidato, mas aceitou abrir mão para Fábio Dantas e, com isso, formar uma coligação com outros partidos.

Tribuna do Norte



Solidariedade se reúne para definir nome ao governo

Brenno Queiroga afirma que esteve em 60 municípios. Foto: Arquivo TN

O partido Solidariedade deve se reunir, hoje ou amanhã, para definir oficialmente entre o ex-vice-governador Fábio Dantas e o ex-prefeito Brenno Queiroga, quem será o candidato a governador do Estado com apoio de outros partidos de oposição. Segundo o ex-ministro do Desenvolvimento Regional, Rogério Marinho, a oficializarão desse nome será na próxima terça-feira (19). Candidato com mais de 106 mil votos nas eleições de governador em 2018, Brenno Queiroga já havia se colocado para concorrer ao cargo, outra vez, no fim do ano passado. “Como o nosso partido já tinha chapas para deputados, federal e estadual, e nunca ocupou um cargo no governo, sempre foi oposição, tínhamos independência para fazer uma caminhada política”, disse ele.

Brenno Queiroga afirma ter percorrido mais de 30 mil quilômetros em pelo menos 60 municípios, sempre sabendo das dificuldades de consolidação de outros candidatos, “devido o cenário individual de cada um deles”. Segundo ele, agora, na reta final em que não surgiram outros nomes dentro dos outros partidos, apareceu essa perspectiva com o apoio do ex-ministro  Rogério Marinho a uma pré-candidatura de Fábio Dantas: “Nós tivemos uma conversa, Fábio ventilou a possibilidade de aglutinar em torno do nomes dele partidos de oposição e as principais lideranças do Estado, feito isso, trazia essa perspectiva pra gente discutir”.


“Essa construção se define até no máximo segunda-feira (18), vamos fazer uma reunião com todos os membros do partido e apresentar os prós e os contras e de uma forma bem construtiva e propositiva, pensando no bem-estar do povo do Rio Grande do Norte, tomaremos a decisão mais conveniente”, confirmou.

Tribuna do Norte



PT adia lançamento da pré-candidatura de Lula para o dia 7 de maio

A mudança no propósito do ato foi comunicada pela presidente da legenda, Gleisi Hoffmann. Foto: Aline Massuca

O PT decidiu adiar para o dia 7 de maio o ato político que marcará o lançamendo do nome do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva para disputar a Presidência da República. As informações são do Metrópoles.

O evento, que vem sendo chamado pelo PT como um “movimento” para tirar o presidente Jair Bolsonaro do poder, estava marcado para ocorrer no dia 30 de abril. O adiamento ocorreu após pedido do PSol, partido que se coligará com a Rede e que estará formalmente na aliança de Lula.

É que o Psol já havia marcado para 30 de abril o congresso do partido e, agora, espera contar com Lula no encerramento desse evento, que ocorrerá em São Paulo. A decisão sobre o adiamento ocorreu nesta segunda-feira (11/4), após conversa com as demais siglas que integrarão a frente de Lula.

O ato político que contará com a presença de todo leque de alianças do petista, inclusive de Geraldo Alckmin, ocorrerá no Anhenbi, em São Paulo. A mudança do caráter do evento ocorreu ainda para evitar o risco de ser caracterizada campanha eleitoral antecipada, prática proibida pela Lei Eleitoral.

A ideia de se lançar o “movimento” amplo em favor do petista, com a participação de todos os partidos que devem compor a aliança, atende ainda ao propósito de se ter no palanque nomes de outros partidos que não participarão da coligação formal, mas que apoiarão Lula. Nesse espetro, políticos do MDB e do PDS deverão também estar presentes.

A mudança no propósito do ato foi comunicada pela presidente da legenda, Gleisi Hoffmann (PR), na reunião da comissão executiva do partido, na noite da última quinta-feira (7/4).

“É, na verdade, um ato político, um movimento que a gente está lançando em favor do Brasil, da democracia, do povo brasileiro, com os partidos que vão compor a coligação, mas também com lideranças de outros partidos, lideranças sociais, personalidades que querem estar nessa caminhada pra livrar o Brasil do Bolsonaro”, comentou Gleisi, ao deixar a reunião que oficializou a oferta, por parte do PSB, do nome de Geraldo Alckmin para ser candidato a vice na chapa de Lula.

Agora RN



Bolsonaro confirma que Braga Netto deve ser candidato a vice

Presidente Jair Bolsonaro critica a aliança entre o ex-presidente Lula e o ex-governador Geraldo Alckmin. Foto: Arquivo TN

O presidente Jair Bolsonaro (PL) reforçou que o general Walter Braga Netto, ex-ministro da Defesa e hoje alocado em um cargo de confiança no Palácio do Planalto, é o nome mais cotado para assumir a vice na chapa pré-candidata à reeleição. “90% de chance de ser o Braga Netto”, declarou o presidente em entrevista ao grupo “O Liberal”, do Pará.

Braga Netto é a figura mais cotada para a vaga desde que Bolsonaro começou a sinalizar nos bastidores que gostaria de um vice militar para evitar ser alvo de um processo de impeachment em um eventual segundo mandato. Em março, o chefe do Executivo disse que seu vice seria um militar de Belo Horizonte, perfil do general.


Bolsonaro destacou, no entanto, que a decisão ainda não foi fechada. “Meu vice, atualmente, é um general de Exército. Então, pode ser que eu continue, não estou batendo o martelo aqui, pode ser que eu continue também com outro general de Exército. Isso dá credibilidade à chapa, respeitabilidade”, disse o presidente na entrevista.

Tribuna do Norte



Luciano Huck diz que Eduardo Leite é seu candidato à Presidência

Luciano Huck disse que votará em Eduardo Leite caso ele seja candidato. Arquivo TN

O apresentador de TV Luciano Huck disse que seu candidato este ano é o ex-governador do Rio Grande do Sul Eduardo Leite (PSDB). “Meu candidato está nessa sala”, disse ele durante painel na Brazil Conference, se referindo a Leite. O apresentador afirmou ainda que espera que o pré-candidato à Presidência fuja da “arapuca” de não focar em discutir seu programa de governo durante a campanha eleitoral. “Isso me incomoda um pouco no debate eleitoral esse ano, que é só ficar debatendo os conchavos políticos. Não discutimos programa, agenda”, disse.

Huck afirmou ainda que o Brasil perdeu a capacidade de liderar qualquer conversa internacional. “Fomos referência de arte, referência de tanta coisa e hoje não somos referência de nada”, lamentou. Depois, disse que tem esperanças que o País se torne “a maior potência verde do planeta”.

Estadão



Oposição quer definir nome ao governo em duas semanas

Kelps Lima afirma que é preciso definir um nome que esteja decidido a assumir a candidatura. Foto: Arquivo TN

Conversas pontuais continuam ocorrendo entre partidos oposição a respeito de um posicionamento político em relação às eleições de 2022 no Rio Grande do Norte. A esperada reunião entre os presidentes e líderes partidários, que deveria ter ocorrido ontem, foi adiada para a próxima semana, mas já há quem defenda que uma definição acerca de uma pré-candidatura a governador precisa ocorrer dentro de duas semanas.

Líder do partido Solidariedade na Assembleia Legislativa, o deputado estadual Kelps Lima, afirma que o principal critério de escolha, seja convidar alguém que, realmente, “queira ser candidato” a governador. “Não adianta mais chamar alguém que tem dúvida, não dá mais tempo”, diz o parlamentar, que presidiu a CPI da Covid na Assembleia e se destaca como um dos deputados mais críticos à gestão da governadora Fátima Bezerra (PT).


O deputado Kelps Lima defende que partidos de oposição construam uma candidatura única para enfrentar a governadora do Estado, um nome consensual em torno do “sentimento popular de desaprovação, que hoje é majoritário, à governadora Fátima Bezerra”.


Para Kelps Lima, é possível que essa reunião entre os presidentes de partidos de oposição ocorra nesta segunda-feira (11), para começar a discutir um programa mínimo comum de governo “e no máximo em 15 dias” ter anunciado o nome que mais agrega como pré-candidato a governador.

“Tem que colocar quem quer ser, candidatura majoritária é uma tarefa hercúlea”, repetiu o deputado, que não disputa a reeleição e tentará uma cadeira de deputado federal e, prioritariamente, já vinha apoiando a pré-candidatura a governador do ex-prefeito de Olho d-Agua dos Borges, Brenno Queiroga, que em 2018 já havia obtido mais de 106 mil votos para governador pelo mesmo Solidariedade.


A oposição capitaneada pelo PL, que já tem o ex-ministro Rogério Marinho como pré-candidato ao Senado Federal,  conta com pouco mais de 100 dias – antes do inicio do período de duas semanas para as convenções partidárias, para apresentar um eventual candidato a governador. As convenções para homologação de candidatos majoritários e proporcionais ocorrerão entre 20 de julhgo e 05 se agosto.

Tribuna do Norte



Pazuello é exonerado de cargo de assessor da Secretaria de Assuntos Estratégicos

Foto: Leopoldo Silva/Senado Federal

O Diário Oficial da União (DOU) desta quinta-feira, 7, publica a exoneração, a pedido, do general Eduardo Pazuello do cargo de assessor especial da Secretaria Especial de Assuntos Estratégicos da Presidência da República.

No mês passado, Pazuello foi transferido para a reserva remunerada do Exército. Com a saída do governo e da ativa do Exército, o ex-ministro deve disputar nas eleições de outubro a uma das 46 cadeiras do Rio de Janeiro na Câmara dos Deputados.


Pazuello entrou no Ministério da Saúde como secretário executivo em abril de 2020 e em junho assumiu o comando da pasta. Em março do ano passado, foi demitido do cargo, sendo substituído pelo atual ministro, Marcelo Queiroga. Na ocasião, ele ganhou esse cargo no Planalto, do qual está sendo exonerado hoje.


Investigação

O ex-ministro é investigado pela Polícia Federal por sua atuação no colapso hospitalar de Manaus durante a pandemia de covid-19, quando pessoas morreram por falta de oxigênio, e também é um dos 80 nomes sugeridos pela Comissão Parlamentar de Inquérito da Covid do Senado no rol de indiciamentos.

Tribuna do Norte



Corpo de Garibaldi Alves é velado em missa presidida por Dom Jaime

O arcebispo metropolitano de Natal, dom Jaime Vieira Rocha, terminou de presidir e celebrar a missa de corpo presente pela alma do falecido ex-senador e ex-deputado e ex-vice-governador Garibaldi Alves, pai. 

Dom Jaime V. Rocha destacou a contribuição de Garibaldi Alves para a história política do nosso estado e porque não dizer do nosso país. “A altura de uma existência de 98 anos, certamente todos nós temos que agradecer”. 


O ex-senador Garibaldi Filho falou em nome da família. “Eu queria dizer que meu pai foi, sobretudo, um homem justo”. Garibaldi disse que política tem suas atribulações, mas mesmo nos anos 60, época de radicalismos políticos, o pai sempre tinha “uma palavra de amor e convergência nos momentos mais difíceis da política do Estado”, mesmo sem abrir mão de suas convicções e em apoio ao irmão Aluízio Alves, que disputava o governo do Estado, era ouvido pela oposição e situação. 


O velório do corpo de Garibaldi Alves ocorreu na Capela do cemitério de Emaús. O sepultamento no setor 2, quadra 3, do cemitério do grupo Vila.

Tribuna do Norte



Eleições 2022: Sem Moro, Bolsonaro chega a 30% das intenções de voto e diminui distância para Lula

Sem Sergio Moro na disputa eleitoral, Bolsonaro cresceu 4 pontos percentuais. Foto: Buda Mendes/Getty Images 

Com a desistência de Sergio Moro (União Brasil) de concorrer à presidência da República, o presidente Jair Bolsonaro (PL) subiu quatro pontos percentuais nas intenções de voto e chegou a 30%. É o que mostra a nova pesquisa Ipespe, divulgada nesta quarta-feira (6).

Lula (PT) se manteve estável e é o preferido na pesquisa, com 44%. Ciro Gomes, com 9%, também pode ter herdado votos de Moro, já que subiu dois pontos percentuais. A variação, no entanto, está dentro da margem de erro.

Ainda sobre o impacto de Moro, a pesquisa questionou os eleitores qual impacto o apoio do ex-juiz teria na decisão para definir o candidato a presidente: 15% disseram que o apoio aumenta a chance de votar no candidato; 49% disseram que não alteraria; 27% afirmam que o apoio de Moro diminui as chances de o candidato em questão ser o escolhido.

O levantamento foi feito nos dias 2, 3 e 4 de abril e ouviu mil pessoas. A margem de erro é de 3,2 pontos percentuais. A pesquisa está registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR-03874/2022.

Veja os resultados da pesquisa estimulada, quando são apresentados os nomes dos candidatos:
Lula (PT): 44%

Jair Bolsonaro (PL): 30%

Ciro Gomes (PDT): 9%

João Doria (PSDB): 3%

Simone Tebet (MDB): 2%

André Janones (Avante): 1%

Nenhum/branco/nulo/não iria votar: 9%

Não sabe/não respondeu: 3%

Os candidatos Eymael, Felipe D’Ávila e Vera Lúcia não pontuaram.

Segundo turno

A pesquisa mostra também que houve uma diminuição na diferença entre Lula e Bolsonaro em um eventual segundo turno. Antes, a distância entre eles era de 23 pontos percentuais e, agora, está em 20.

Lula 53% x 33% Bolsonaro

Não sabe/não responderam/nulo/branco/não votaria: 14%

Lula venceria também Ciro Gomes e João Doria com ampla vantagem. O pedetista aparece dez pontos à frente de Jair Bolsonaro em um eventual segundo turno.

Ciro Gomes 47% x 37% Bolsonaro

Não sabe/não responderam/nulo/branco/não votaria: 17%

Já em um embate entre Doria e Bolsonaro, há um empate técnico, com vantagem do atual presidente.

Bolsonaro 39% x 38% Doria

Não sabe/não responderam/nulo/branco/não votaria: 24%

Rejeição

O presidente Jair Bolsonaro tem a maior rejeição entre os eleitores: 61% dos participantes disseram que não votariam de jeito nenhum no atual presidente, enquanto 29% votariam com certeza. Outros 8% disseram que poderiam votar.

A segunda maior rejeição é de João Doria, em quem 57% dos entrevistados não votariam de jeito nenhum. Apenas 6% votariam com certeza e 27% dizem que poderiam votar; 9% não conhecem o candidato o suficiente.

Em relação à Lula, 43% afirmam que não votariam de jeito nenhum no petista e 44% votariam com certeza; 12% poderiam votar.

Simone Tebet (46%), André Janones (53%) e Felipe D’Ávila (58) aparecem com altos índices de desconhecimento dos eleitores.

Agora RN